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Um determinado computador de mesa (tipo desktop) possui os seguintes itens de configuração:
1. Core i7 6700.
2. Windows 10.
3. 16GB de memória.
4. Disco de 2TB.
5. GEFORCE GTX 960 de 2GB.
6. Monitor 17”, mouse e teclado sem fio.
Acerca desse computador, assinale a opção INCORRETA.
Setembro Amarelo quer conscientizar população e prevenir suicídios.
“Provavelmente, todos nós conhecemos alguém que já pensou, tentou ou chegou a cometer suicídio”, afirma Adriana Rizzo, voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV), uma associação que presta serviço voluntário de apoio emocional e prevenção do suicídio. No Brasil, a cada 100 mil pessoas, quase sete tiraram a própria vida em 2012, segundo a pesquisa mais recente da Organização Mundial da Saúde. Além disso, a OMS afirma que, para cada suicídio, podem ter ocorrido mais de 20 outras tentativas que não deram certo (...).
Apesar de o país ter uma taxa baixa comparado a nações como a Índia, que passa de 30 casos em 100 mil habitantes, o suicídio é considerado um problema de saúde pública. A boa notícia é que, segundo a OMS, nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos.
Com o objetivo de quebrar o tabu em torno do tema e ajudar na prevenção, diversas associações se uniram e, desde 2014, promovem no Brasil o Setembro Amarelo. A ideia é reunir, durante um mês, eventos que abram espaço para debates e divulgação do tema. “A campanha é para conscientizar, falar sobre o suicídio. É possível prevenir quando falamos sobre o tema, porque é uma questão de atenção, de cuidado com as pessoas”, explica Adriana.
O mês foi escolhido porque 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Monumentos são iluminados com a cor amarela e diversas ações são realizadas, como passeios ciclísticos, caminhadas e abordagens em locais públicos. (...)
(POLLO, Luiza. Setembro Amarelo quer conscientizar
população e prevenir suicídios. O Estado de S. Paulo.
Disponível em: < http://emais.estadao.com.br/noticias/
bem-estar,setembro-amarelo-quer-conscientizar-populacao-e-prevenir-suicidios, 10000074841>. Publicado
em: 09/09/2016. Acessado em: 07/11/2016).
Setembro Amarelo quer conscientizar população e prevenir suicídios.
“Provavelmente, todos nós conhecemos alguém que já pensou, tentou ou chegou a cometer suicídio”, afirma Adriana Rizzo, voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV), uma associação que presta serviço voluntário de apoio emocional e prevenção do suicídio. No Brasil, a cada 100 mil pessoas, quase sete tiraram a própria vida em 2012, segundo a pesquisa mais recente da Organização Mundial da Saúde. Além disso, a OMS afirma que, para cada suicídio, podem ter ocorrido mais de 20 outras tentativas que não deram certo (...).
Apesar de o país ter uma taxa baixa comparado a nações como a Índia, que passa de 30 casos em 100 mil habitantes, o suicídio é considerado um problema de saúde pública. A boa notícia é que, segundo a OMS, nove em cada dez casos poderiam ser prevenidos.
Com o objetivo de quebrar o tabu em torno do tema e ajudar na prevenção, diversas associações se uniram e, desde 2014, promovem no Brasil o Setembro Amarelo. A ideia é reunir, durante um mês, eventos que abram espaço para debates e divulgação do tema. “A campanha é para conscientizar, falar sobre o suicídio. É possível prevenir quando falamos sobre o tema, porque é uma questão de atenção, de cuidado com as pessoas”, explica Adriana.
O mês foi escolhido porque 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Monumentos são iluminados com a cor amarela e diversas ações são realizadas, como passeios ciclísticos, caminhadas e abordagens em locais públicos. (...)
(POLLO, Luiza. Setembro Amarelo quer conscientizar
população e prevenir suicídios. O Estado de S. Paulo.
Disponível em: < http://emais.estadao.com.br/noticias/
bem-estar,setembro-amarelo-quer-conscientizar-populacao-e-prevenir-suicidios, 10000074841>. Publicado
em: 09/09/2016. Acessado em: 07/11/2016).
A partir da leitura do texto acima, pode-se inferir que:
I - A quebra do tabu e a prevenção ao suicídio são dois focos da campanha Setembro Amarelo no Brasil.
II - Os dados sobre o suicídio no Brasil se equiparam aos da Índia, razão pela qual a campanha Setembro Amarelo se faz urgente.
III - A pesquisa mais recente da OMS mostra que, para cada suicídio, outras 20 tentativas certamente ocorrem.
Está(ão) correto(s):
Causou-me sempre uma certa angústia pensar que todas as línguas se limitam a meia dúzia ou uma dúzia talvez de palavras para nomear tudo o que uma pessoa pode sentir por outra, pode pretender de outra. Enquanto que os vocabulários da agricultura, da pecuária, da caça, da guerra, dos jogos são prolixos, minuciosos, inesgotáveis, o da convivência pessoal é incrivelmente tosco. E como a língua fornece a pauta da primeira interpretação da vida, a prisão linguística obstrui a liberdade das relações pessoais. Não sabemos bem o que pretendemos de cada pessoa e de fato não o pretendemos e não o conseguimos porque não temos palavras com que o nomear.
(MARÍAS, Julían. Antropologia metafísica. São Paulo: Duas Cidades, 1971. p. 235-236)
Quanto à regência verbal, estão
corretamente classificados os verbos:
Não resta dúvida, pois, que mesmo não se aceitando a experiência jurídica como um sistema gradativo de normas, preciso é reconhecer que todos os modelos jurídicos só podem valer, isto é, ter ______________ e efi cácia no ______________ de validade traçado ou ______________ pelas normas constitucionais que distribuem originariamente as esferas de competência.
(REALE, Miguel. Lições preliminares de Direito. 27.ed. São Paulo: Saraiva, 2002. p. 195)
Completam adequadamente as lacunas,
respectivamente:
Memórias do Cárcere, Capítulo II
Graciliano Ramos
No começo de 1936, funcionário na instrução pública de Alagoas, tive a notícia de que misteriosos telefonemas, com veladas ameaças, me procuravam, o endereço. Desprezei as ameaças: ordinariamente o indivíduo que tenciona ofender outro não o avisa. Mas os telefonemas continuaram. Mandei responder que me achava na repartição diariamente, das nove horas ao meio-dia, das duas às cinco da tarde. Não era o que pretendiam. Nada de requerimentos: queriam visitar-me em casa.
(RAMOS, Graciliano. Memórias do cárcere. 49.ed. Rio de Janeiro: Record, 2015. p.17)
Cem anos de solidão [fragmento]
Gabriel García Marquez
O coronel Gerineldo Márquez foi o primeiro a perceber o vazio da guerra. Na sua condição de chefe civil e militar de Macondo mantinha duas vezes por semana conversas telegráficas com o coronel Aureliano Buendía. No começo, aquelas entrevistas determinavam o curso de uma guerra de carne e osso cujos contornos perfeitamente definidos permitiam estabelecer a qualquer momento o ponto exato em que se encontrava, e a prever seus rumos futuros. Embora nunca se deixasse arrastar para o terreno das confidências, nem mesmo pelos amigos mais próximos, coronel Aureliano Buendía conservava o tom familiar que permitia identificá-lo [1] do outro lado da linha. Muitas vezes prolongou as conversas muito além do tempo previsto e deixou-as [2] derivar rumo a comentários de caráter doméstico.
(MÁRQUEZ, Gabriel García. Cem anos de solidão. 91.ed.
Rio de Janeiro: Record, 2015. p. 177)
Famigerado
João Guimarães Rosa
Foi de incerta feita o evento. Quem pode
esperar coisa tão sem pés nem cabeça?
Eu estava em casa, o arraial sendo de todo
tranquilo. Parou-me à porta o tropel. Cheguei à
janela.
Um grupo de cavaleiros. Isto é, vendo melhor:
um cavaleiro rente, frente à minha porta,
equiparado, exato; e, embolados, de banda, três
homens a cavalo. [...]
(ROSA, João Guimarães Rosa. Primeiras estórias. 15.ed.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 56)
José
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
[...]
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
[...]
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São
Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 28-29)
O exemplo das rosas
Manuel Bandeira
Uma mulher queixava-se do silêncio do amante:
Já não gostas de mim, pois não encontras
palavras para me louvar!
Então ele, apontando-lhe a rosa que lhe morria
no seio:
Não será insensato pedir a esta rosa que fale?
Não vês que ela se dá toda no seu perfume?
(BANDEIRA, Manuel, Lira dos cinquent’anos. São Paulo: Global, 2013. p. 27)
1. O principal mecanismo de ação do dentifrício fluoretado, além da remoção mecânica feita pela escovação, reside no fato de proporcionar altas concentrações de fluoreto no biofilme e na saliva por cerca de 40 minutos após a escovação.
2. Dois mecanismos proporcionam a retenção do fluoreto na cavidade oral a partir da escovação com dentifrício fluoretado. Um deles é a reação do flúor com a superfície dental, formando uma pequena quantidade de fluoreto de cálcio e, o outro mecanismo, é o depósito, no biofilme residual não removido, do flúor em associação com o cálcio (orgânico ou mineral), formando reservatórios de fluoretos.
3. O que se busca na utilização do dentifrício fluoretado é o benefício anticárie e este só é verdadeiramente alcançado com formulações de, no mínimo, 850 ppm F.
4. O composto fluoretado não interfere na eficácia do dentifrício. Entretanto, os demais componentes devem ser compatíveis, para evitar que o flúor se ligue a outros íons, tornando-o insolúvel e perdendo sua ação.
I. No Brasil, para a fluoretação das águas, os produtos mais utilizados são o fluorsilicato de sódio e o ácido fluossilícico.
II. O grande efeito do fluoreto na redução da cárie dentária ocorre mediante sua presença constante na cavidade oral.
III. Quando se ingere água fluoretada ou mesmo alimentos cozidos com ela, o fluoreto absorvido retorna à boca pela saliva e é assim que irá agir nos processos cariosos de dês/remineralização.
IV. A efetividade da fluoretação das águas de abastecimento vai depender da manutenção do teor adequado de flúor. Esse teor é definido de acordo com a variação da temperatura no local, considerando a média das temperaturas máximas da região obtidas durante o último mês.
I. Todas as combinações das fraturas de Le fort I, II e III são possíveis de acontecer em ambos os lados da face.
II. As fraturas Le Fort nível II não envolvem as placas pterigoideas.
III. O corte sagital é o mais indicado em uma tomografia computadorizada para realizar o diagnóstico de uma suspeita de fratura de assoalho de órbita.
IV. Em fraturas na maxila pediátrica, sistemas de placas reabsorvíveis estão indicados.
Estão corretas apenas as afirmativas
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ. Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.) O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que