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A Rede Câncer tem, entre outros, o objetivo de promover a geração de conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico no campo da atenção oncológica.
Rede Câncer é uma ferramenta de integração das diversas parcerias, desde que sejam públicas, visando o compartilhamento de conhecimento e recursos, para o controle do câncer.
A atenção básica deve realizar, na rede de serviços básicos de saúde, ações de caráter individual ou coletivo, voltadas para a promoção da saúde e prevenção do câncer, bem como ao diagnóstico precoce e apoio à terapêutica de tumores, aos cuidados paliativos e às ações clínicas para o seguimento de doentes tratados.
A média complexidade deve desenvolver mecanismos e parâmetros de avaliação do impacto a curto, médio e longo prazo das ações e serviços prestados em todos os níveis da atenção à saúde.
As ações de vigilância da saúde devem desencadear ações que propiciem a preservação do meio ambiente e a promoção de entornos e ambientes mais seguros e saudáveis.
Os planos de saúde serão a base das atividades e programações de cada nível de direção do SUS e seu financiamento será previsto na respectiva proposta orçamentária.
O processo de planejamento e orçamento do SUS será descendente, do nível federal até o local, ouvidos seus órgãos consultivos.
É permitida a destinação de subvenções e auxílios a instituições prestadoras de serviços de saúde com finalidade lucrativa, desde que aprovados pelo respectivo conselho de saúde.
Os conselhos de saúde atuam na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros.
Os conselhos de saúde são órgãos colegiados deliberativos.
Para se realçar “mecanismos de monitoração” (l.2), em vez de “regime trabalhista” (l.1), poderia ser usada a voz passiva, escrevendo-se são instituídos em vez de “institui” (l.2), sem que a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto fossem prejudicadas.
Os estudos de caso-controle não permitem inferir associações causais entre a exposição e o desfecho, devido ao viés de memória.
Estudos de coorte histórica (ou não concorrentes) não permitem testar hipóteses em relação à exposição e ao desfecho, sendo sinônimos de coorte descritiva.
Uma das medidas a serem estimadas em ensaios clínicos é o número necessário para tratar (NNT), medida de grande relevância clínica que corresponde ao inverso da redução de risco absoluto.
Os erros aleatórios afetam a precisão dos estudos epidemiológicos e são causados por fatores relacionados ao processo e à variação amostrais.
A queda da fecundidade e o aumento da mortalidade geral são fatores determinantes para a transição demográfica.
Países que vivenciam a transição demográfica e a transição epidemiológica observam, ao longo do tempo, mudanças no comportamento de diversos indicadores, como redução do coeficiente de natalidade, redução do indicador de Swaroop-Uemura e redução da mortalidade proporcional por doenças infecciosas e por neoplasias.
Considere a seguinte situação hipotética.
Uma mãe relatou que sua filha de 1 ano de idade sofrera convulsão generalizada de curta duração em vigência de um quadro febril (temperatura axilar de 39 ºC). No momento do exame clínico, a menina não apresentou mais o quadro descrito pela mãe, que consistiu no primeiro episódio de convulsão da criança.
Nesse caso clínico, é indicado o tratamento profilático com benzodiazepínicos até os cinco anos de idade.
Considere a seguinte situação hipotética.
Um menino com oito anos de idade apresenta índice de massa corporal e circunferência abdominal acima do percentil 95 para a idade e taxa de glicemia de jejum de 111 mg/dL.
Nesse caso, a criança apresenta síndrome metabólica e diabetes melito do tipo 2.
No tratamento de paciente em vigência de cetoacidose diabética, deve-ser utilizar insulina de ação rápida (regular) ou insulina de ação ultrarrápida.