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Q3650040 História e Geografia de Estados e Municípios
Em termos de práticas culturais que marcaram a história de Paramoti/CE, qual afirmação que representa o legado do povoado?
Alternativas
Q3650039 Geologia
Em relação ao relevo, assinale a afirmação que descreve Paramoti/CE.
Alternativas
Q3650038 Geografia
O topônimo “Paramoti”, de origem tupi, carrega sentidos que dialogam com aspectos da natureza local. Assinale a afirmativa que apresenta um desses significados associados ao termo.
Alternativas
Q3650037 História e Geografia de Estados e Municípios
Em Paramoti/CE, a formação inicial do povoado esteve ligada a práticas cotidianas e estruturas locais que estimularam a permanência das famílias. Assinale a afirmativa que apresenta esse contexto.
Alternativas
Q3650023 Português
Qual afirmação está CORRETA em todos os regentes e na crase?
Alternativas
Q3650022 Português
Marque a opção da afirmação inteiramente adequada à norma culta.
Alternativas
Q3650021 Português
Qual opção apresenta o enunciado que exemplifica a função metalinguística?
Alternativas
Q3650020 Português
Em “É necessário que todos participem da reunião”, a oração introduzida por “que” exerce qual função?
Alternativas
Q3650018 Português
Leia a afirmativa a seguir.

“Você sabe _____ ele faltou? Não veio trabalhar ______ estava doente; foi esse o _____ da ausência. E, no fim do dia, ele explicou o motivo.”

Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3650016 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
O texto associa cidadania financeira a um conjunto de práticas. Qual a afirmação a seguir, reflete essa concepção?
Alternativas
Q3650015 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Quanto à classificação de despesas, qual a sequência a seguir está CORRETA?
Alternativas
Q3650014 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Diante de dívidas já existentes, qual conduta geral é coerente, considerando as orientações com a do texto?
Alternativas
Q3650013 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Antes de parcelar uma compra, que análise deve anteceder a decisão de comprar, segundo o texto?
Alternativas
Q3650012 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual sequência de ações está estritamente alinhada ao processo descrito no texto?
Alternativas
Q3650011 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Na expressão: não é só “fazer conta”, o texto enfatiza que planejar finanças exige
Alternativas
Q3650010 Português
Leia o texto e responda à questão.


Planejamento financeiro para começar hoje: orçamento, metas e escolhas conscientes


   Planejar as finanças não é só “fazer conta”; é olhar para hábitos, entender para onde o dinheiro vai e tomar decisões com base em informações reais. O orçamento pessoal ou familiar é a ferramenta central desse processo. Ele registra entradas (salários, bicos, benefícios) e saídas (moradia, alimentação, transporte, dívidas, lazer), permitindo enxergar padrões ao longo dos meses. Ao anotar tudo, inclusive pequenos gastos, você descobre onde ajustar e o que priorizar.

  Um bom começo é classificar despesas em fixas (aluguel, mensalidades) e variáveis (mercado, transporte, lazer), além de distinguir essenciais das adiáveis. Escolha um método simples: planilha, app ou caderno – o importante é registrar com constância. Defina metas: reduzir um percentual de despesas variáveis, juntar um valor para uma compra planejada, formar uma reserva de emergência (para imprevistos, como conserto do carro ou perda temporária de renda). Acompanhe o progresso semanalmente: pequenos ajustes sustentados costumam valer mais do que mudanças radicais e passageiras.

   No crédito, informação evita armadilhas. Antes de parcelar, compare taxas e custos totais, entenda o impacto dos juros e considere alternativas (pagar à vista com desconto, adiar a compra, escolher prazo menor). Se já houver dívida, priorize as de juros mais altos e evite o crédito rotativo do cartão; quando necessário, busque renegociação com condições claras e viáveis para o seu orçamento. O planejamento também inclui segurança: mantenha seus dados protegidos, desconfie de ofertas milagrosas e exija canais oficiais para transações.

  Educação financeira é exercício contínuo e faz parte da cidadania financeira: conhecer direitos, comparar serviços, ler contratos, guardar comprovantes. Existem materiais públicos e gratuitos com orientações, planilhas e cursos introdutórios que ajudam na prática – do passo a passo do orçamento a temas como poupança, crédito e consumo consciente. Com organização, metas realistas e revisão periódica, o orçamento deixa de ser “aperto” e vira mapa de escolhas, permitindo que você direcione recursos para o que realmente importa.

  No fim, o objetivo não é controlar cada centavo para viver sem prazer, mas equilibrar necessidades, proteção contra imprevistos e planos de futuro. Um orçamento honesto com a sua realidade abre espaço para decisões melhores hoje e maior tranquilidade amanhã. Comece simples, ajuste no caminho e celebre as pequenas vitórias: são elas que constroem resultados duradouros.


Fonte: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/cidadania_como_orcamento - Adaptado.
Qual ideia central sintetiza a orientação do texto?
Alternativas
Q3437665 Português
Chico Buarque de Holanda


        Entrei num restaurante com uma amiga e logo deparei com Carlinhos Oliveira, o que me deu alegria. Olhei depois entorno. E quem é que eu vejo? Chico Buarque de Holanda. Eu disse para Carlinhos: quando meus filhos souberem que eu o vi, vão me respeitar mais. Então Carlinhos, que se sentara na nossa mesa, gritou:
       Chico! Ele veio, fui apresentada. Para a minha surpresa, ele disse: e eu que estive lendo você ontem! Chico é lindo e é tímido, e é triste. Ah, como eu gostaria de dizer-lhe alguma coisa – o quê? – que diminuísse a sua tristeza.
      Contei a meus dois filhos com quem eu estivera. E eles, se não me respeitam mais, ficaram boquiabertos. Então eu tive uma ideia e não sei se ela irá adiante; se for, contarei a vocês. Era chamar Chico e Carlinhos para me visitar em casa. Eu os verei de novo, e sobretudo meus filhos os verão. Falei dessa ideia e um de meus filhos disse que não queria. Perguntei por quê. Respondeu: porque ele é uma personalidade. Eu lhe disse: mas você também é, aos sete anos de idade ouvia tudo de Beethoven que tínhamos e pedia mais, tanto gostava e sentia e entendia.
      Mas quero respeitar meu filho. Disse-lhe: se eu convidar Chico, se ele vier, você só aperta a mão dele e, se quiser, sai da sala.
   Também achei Carlinhos triste. Perguntei: porque estamos tão tristes? Respondeu: é assim mesmo.
      É assim mesmo.


(LISPECTOR, Clarice. Chico Buarque de Holanda. Publicada, originalmente, no Jornal do Brasil, de 04/02/1968. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)


No trecho “Para a minha surpresa, ele disse: e eu que estive lendo você ontem!” (1º§), a palavra grifada recebe acento por ser oxítona. Assinale a alternativa cuja palavra em destaque recebe acento por fazer parte do mesmo grupo. 
Alternativas
Respostas
141: C
142: E
143: B
144: D
145: B
146: D
147: C
148: A
149: E
150: D
151: C
152: D
153: A
154: B
155: E
156: D
157: A
158: B
159: C
160: B