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Q2044703 Português
Um dos adjuntos adverbiais grifados no trecho abaixo transmite, ao mesmo tempo, as ideias de tempo e de lugar. Qual é esse adjunto?
“O cérebro intriga grandes pensadores da humanidade há séculos. Na Grécia Antiga, o filósofo Aristóteles, por exemplo, o via como uma espécie de sistema de refrigeração: mantinha o corpo frio e evitava o superaquecimento do coração – que, para ele, era a sede da inteligência e do pensamento. O médico Erasístrato chegou a estudar a anatomia cerebral (embora um “mapa” do cérebro só fosse aparecer quase 2 mil anos depois, feito pelo médico inglês Thomas Willis). Ainda na Antiguidade, os egípcios se dedicaram a estudar o órgão, descrevendo, por exemplo, a enxaqueca, a epilepsia e as sequelas de traumas na cabeça (embora o retirassem dos corpos a serem mumificados).”

LOTTENBERG, Claudio L. Treinar o corpo para manter a mente saudável. Forbes Brasil, 8 de setembro de 2022. Colunas. Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/2022/09 /claudio-lottenberg-emocoes-afetam-nossa-sensacaoda-passagem-do-tempo-2/. Acesso em: 15 out. 2022.
Alternativas
Q2044702 Português
Leia o fragmento a seguir.
“Em 54 anos de carreira, o arqueólogo norte-americano Bruce Bradley, hoje professor emérito da Universidade de Exeter, estima ter produzido 100 réplicas de artefatos antigos para exposições de museus do Reino Unido e milhares para outros fins. Seu trabalho é recriar objetos feitos por ancestrais humanos há milhares de anos. Com o emprego de técnicas e ferramentas similares às do passado, produz cópias das peças originais a partir de materiais como chifres de animais, pontas de metal e pedras lascadas.”
ELER, Guilherme. Pontas de flecha de 4 mil anos indicam trocas culturais entre Reino Unido e França. Pesquisa Fapesp, outubro de 2022. Arqueologia. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/pontas-de-flecha-de-4- mil-anos-indicam-trocas-culturais-entre-reino-unido-efranca/. Acesso em: 15 out. 2022.

Qual das palavras abaixo é classificada como adjetivo, tendo em vista seu emprego no fragmento apresentado?
Alternativas
Q2044701 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas de acordo com a ortografia oficial da língua portuguesa.
Alternativas
Q2044700 Português
Leia o trecho abaixo, observando os verbos destacados.
“Pense naquele senhor de cartola que é o mascote do jogo Monopoly. Ele usa monóculo, certo? Ou não? Se você imaginou o personagem do popular jogo de tabuleiro usando um monóculo, você errou. Na verdade, ele nunca usou esse acessório.
Isso pode ter te surpreendido, mas você não está sozinho. Muitas pessoas têm essa mesma memória falsa do personagem.”

PRASAD, Deepasri; BAINBRIDGE, Wilma. O estranho 'Efeito Mandela' que a ciência tenta explicar. BBC Brasil, 14 de outubro de 2022. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-63237037. Acesso em: 15 out. 2022.

Em qual pessoa do discurso os verbos grifados estão conjugados?
Alternativas
Q2044699 Português
Leia o infográfico a seguir. Imagem associada para resolução da questão

MATOS, Thais. Tomate, café e batata: itens da cesta básica sobem até 117% em um ano e comprometem mais da metade do salário-mínimo. g1, 30 de abril de 2022. Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/04/30 /tomate-cafe-e-batata-itens-da-cesta-basica-sobem-ate117percent-em-um-ano-e-comprometem-mais-dametade-do-salario-mínimo.ghtml. Acesso em: 14 out. 2022.

A respeito das informações apresentadas nesse texto, NÃO se pode dizer que, no período pesquisado:
Alternativas
Q2044698 Português
Leia o trecho abaixo.
“Uma garrafa com uísque de 81 anos foi leiloada por 300 mil libras (R$ 1,7 milhão de reais). De acordo com a casa onde o produto foi vendido, a Sotheby’s, ele é o mais velho do mundo.
O valor superou a expectativa do leilão, que previa uma arrecadação entre 110 mil e 200 mil libras (R$ 635 mil a R$ 1,1 milhão).”

TORTELLA, Tiago. Com 81 anos, uísque mais velho do mundo é leiloado por R$ 1,7 milhão. CNN Brasil, 07 de outubro de 2022. Estilo. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/estilo/com-81-anos-uisquemais-velho-do-mundo-e-leiloado-por-r-17-milhao/. Acesso em: 14 out. 2022.

A oração em destaque faz referência a qual termo desse trecho?
Alternativas
Q2044697 Português
Leia a tirinha a seguir. Imagem associada para resolução da questão

Armandinho, 12/11/2014. Disponível em: https://64.media.tumblr.com /67f5aaf856891264ccfb28851d1a0a2a /tumblr_nfymz917aq1u1iysqo1_1280.png. Acesso em: 14 out. 2022.

Com base na leitura dessa tirinha, percebe-se que há uma dupla interpretação envolvida na conversa entre as personagens. Essa ambiguidade tem origem no uso da palavra: 
Alternativas
Q2044696 Português
Leia o texto a seguir.
TWISTER: Filme de 1996 ganhará sequência Steven Spielberg ficou impressionado com roteiro da continuação Omelete 2 min de leitura, Giovanna Breve 17.10.2022, às 21h - Atualizada em 18.10.2022, às 09h25
Twister, filme de aventura sobre cientistas que perseguem tornados, ganhará uma continuação, segundo informação dada pelo Deadline nesta segunda (17). A Universal Pictures e a Amblin Entertainment estariam desenvolvendo uma sequência de grande escala chamada Twisters, que contará com Frank Marshall (Indiana Jones 5) na produção.
Segundo o portal, o próprio Steven Spielberg, da Amblin, ficou impressionado com o roteiro do longa-metragem, escrito por Mark L. Smith (Seance). Os estúdios estão em busca de diretores e alguns nomes na mesa são Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin (Free Solo), Dan Trachtenberg (O Predador: A Caçada) e Travis Knight (Bumblebee).
Fontes disseram que a esperança é trazer Helen Hunt de volta, com um drama que foca na filha que ela teve com o personagem interpretado pelo falecido Bill Paxton.
Lançado em 1996, Twister aborda sobre dois grupos rivais de pesquisadores de tempestades. Enquanto a tempestade mais devastadora das últimas décadas se aproxima, a professora universitária Jo Harding e uma equipe de alunos com poucos recursos preparam o protótipo de Dorothy, um dispositivo inovador que coleta dados de tornados, criado por seu ex-marido Bill. Quando Harding diz a Bill que Dorothy está pronto para testes, e que seu rival Jonas Miller roubou sua ideia, Bill se junta à equipe para uma última missão na busca de tornados.
BREVE, Giovanna. Twister: Filme de 1996 ganhará sequência. Omelete, 17 de outubro de 2022. Filmes. Disponível em: www.omelete.com.br/filmes/twister-ganhara-sequencia. Acesso em: 19 out. 2022.

A principal finalidade desse texto é a de:
Alternativas
Q2027500 Matemática

Um painel retangular ABCD foi dividido em duas regiões retangulares, R1 e R2, conforme mostra a figura, com dimensões indicadas em centímetros.

Imagem associada para resolução da questão

Sabendo-se que a área de R2 é 16200 cm2 , que corresponde a 3/4 da área do painel ABCD, é correto afirmar que o perímetro da região R2 é igual a 

Alternativas
Q2027499 Matemática
Do valor total pago por uma geladeira, sabe-se que Andreia contribuiu com 2/5 , que Letícia contribuiu com e 1/3 que Carol contribuiu com  o valor restante. Sabendo-se que Carol contribuiu com R$ 960,00, conclui-se que a contribuição de Andreia foi de
Alternativas
Q2027498 Matemática
A tabela mostra a distribuição percentual, por tipo de propulsão do motor, do número total de veículos vendidos por uma concessionária em certo período. Imagem associada para resolução da questão

Sabendo-se que foram vendidos 46 veículos de propulsão híbrida, é correto afirmar, de acordo com os dados da tabela, que o número de veículos totalmente elétricos vendidos por essa concessionária nesse período foi igual a
Alternativas
Q2027493 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
Considere os trechos do texto.
•  Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. (9° parágrafo) •  Pose exibicionista demais. (9° parágrafo) •  O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! (10° parágrafo)
As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e preservando o sentido do texto, por:
Alternativas
Q2027492 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
Com relação à festa de premiação, é correto afirmar que
Alternativas
Q2027491 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
O argumento do autor para justificar a livre entrada do homem misterioso nas recepções é o de que: 
Alternativas
Q2027490 Português
O rei da boca-livre


         – Preste atenção naquele homem.

        Tinha pouco mais de 50 anos, altura mediana, atitudes discretas e trajes bem passadinhos. Tipo de pessoa que, mesmo com um guarda-roupa reduzido, não faz feio em reuniões sociais. O referido comia delicadamente um bolinho. Na direita segurava um copo de uísque.

        – Quem é a figura?
       
       – O maior frequentador de coquetéis da cidade. Já investiguei. Ninguém sabe o nome.
   
       – Ora, quem manda os convites deve saber.

       – Nunca foi convidado. Lê a notícia dos coquetéis nos jornais. E numa noite de autógrafos ou vernissage*, quem vai barrar a entrada de prováveis compradores?

        Estávamos na Livraria Teixeira. O homem de identidade misteriosa armazenara outro uísque numa estante. Colocado num lugar em que o garçom teria obrigatoriamente de passar, abastecia-se também de salgadinhos. Não bebia nem comia afobadamente, portando-se como um verdadeiro cavalheiro. Não comprou o livro de lançamento, mas o vi cumprimentar o autor à distância revelando infinita admiração.

      Semanas depois vou a uma exposição de pinturas e quem estava lá, observando as obras de arte? Ele, claro. O interesse artístico não o impedia de beber uísque e comer deliciosos pasteizinhos.

      Desta vez, a bela festinha era em minha homenagem. Uma entidade cismara de premiar-me pela publicação de um romance. Recebi um objeto pequeno como troféu e um cheque ainda menor. Em compensação, quiseram que eu, diante do fotógrafo, erguesse vitorioso uma taça de champagne. Pose exibicionista demais. Preferível brindando simplesmente com alguém. Qualquer um. Vamos lá? Vamos.

     Tintim. Choque espumante de duas taças. O primeiro tim foi meu. O segundo, olhei atônito. Foi dele, sim dele, o rei da boca-livre! Com um sorriso e uma taça, aproximara-se:

     – Não comprei seu livro porque, imagine, recebi dois de presente.

(Marcos Rey. O coração roubado. Global. Adaptado)



* vernissage: inauguração de uma exposição de arte 
A respeito do rei da boca-livre descrito no texto, é correto afirmar que é um indivíduo
Alternativas
Q2027489 Português

Considere o texto.


  Convidamos todos os frequentadores do Shopping A, especialmente os clientes que          mostrando fidelidade à nossa marca, para a inauguração de mais uma loja            para 10 de março. 

  _________meses que estamos preparando esse novo espaço para que o público se sinta bem acolhido. Contamos com sua presença!


Atendendo à concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Alternativas
Q2027485 Português

Camiseta com causa


        Feminismo, negritude, super-heróis, literatura: há sempre uma camiseta para estampar e alguém para levá-la como bandeira. “Eu gosto de cultura brasileira, de literatura. Quando estou conectado com isso, sei do que quero falar por meio das camisetas, e a gente espera que a Chico Rei seja um caminho para a expressão dos nossos clientes”, afirma Bruno I., criador da marca.

      Como a venda para lojas físicas não deu certo, a inadimplência empurrou a marca para a internet. “De lá para cá, a Chico Rei saiu do meu quarto para virar uma empresa com pouco mais de 100 pessoas trabalhando.” Contando apenas agosto de 2020, foram vendidas 58 mil camisetas.

     A empresa nasceu sob o signo da liberdade conquistada pelo príncipe do Congo, trazido ao Brasil como escravo no século 18. A lenda de sua luta pela liberdade inspirou a marca e as primeiras estampas.

     Da marca El Cabriton, de Érica A. e Leandro D., um dos sucessos de público é o modelo com a frase feminista “sabe oq cairia bem hj? o patriarcado”. Graças aos artistas colaboradores, “conseguimos estampas que comunicam bem o sentimento das pessoas nessa situação doida por que estamos passando”, afirma Érica.

       O segmento de camisetas no Brasil nunca saiu de moda e virou um bom negócio com marcas trabalhando de modo artesanal ou em escala industrial. “O processo ainda é de serigrafia1 , mas é feito por uma máquina que roda 700 camisetas por hora, em até 24 cores, o que é uma coisa bizarra para esse mercado”, afirma Felipe R., da Piticas. Ele e o irmão Vinicius passaram a adolescência nos EUA e da cultura americana trouxeram para o Brasil a paixão por “comics”.

       A dupla viu o universo pop como um nicho no mercado brasileiro, mas teve dificuldade em negociar com as licenciadoras devido à pirataria de personagens no país. Referência geek2 , a Piticas tem destaque na Comic Con, a maior feira brasileira de cultura pop. A empresa produz 22 mil camisetas por dia, e o Hulk tem emprestado sua força incrível aos negócios: mais de 200 mil unidades com a estampa do personagem já foram vendidas. “A gente é muito marcado no Instagram com as pessoas fazendo a pose do Hulk. Elas se sentem representadas.”

(Fernando Victorino e Nathalia Molina.
https://pme.estadao.com.br. Publicado em 12.09.2020. Adaptado)


1. serigrafia: técnica de impressão de desenhos de cores planas através de um caixilho com tela.

2. geek: pessoa muito interessada por tecnologia, computadores e internet.

               o segmento de camisetas nunca tenha saído de moda,                diferentes marcas há tempos continuam produzindo mais peças, hoje esse nicho do mercado tornou-se bastante lucrativo.


De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e com o sentido do texto, as lacunas dessa frase devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por: 

Alternativas
Q2027484 Português

Camiseta com causa


        Feminismo, negritude, super-heróis, literatura: há sempre uma camiseta para estampar e alguém para levá-la como bandeira. “Eu gosto de cultura brasileira, de literatura. Quando estou conectado com isso, sei do que quero falar por meio das camisetas, e a gente espera que a Chico Rei seja um caminho para a expressão dos nossos clientes”, afirma Bruno I., criador da marca.

      Como a venda para lojas físicas não deu certo, a inadimplência empurrou a marca para a internet. “De lá para cá, a Chico Rei saiu do meu quarto para virar uma empresa com pouco mais de 100 pessoas trabalhando.” Contando apenas agosto de 2020, foram vendidas 58 mil camisetas.

     A empresa nasceu sob o signo da liberdade conquistada pelo príncipe do Congo, trazido ao Brasil como escravo no século 18. A lenda de sua luta pela liberdade inspirou a marca e as primeiras estampas.

     Da marca El Cabriton, de Érica A. e Leandro D., um dos sucessos de público é o modelo com a frase feminista “sabe oq cairia bem hj? o patriarcado”. Graças aos artistas colaboradores, “conseguimos estampas que comunicam bem o sentimento das pessoas nessa situação doida por que estamos passando”, afirma Érica.

       O segmento de camisetas no Brasil nunca saiu de moda e virou um bom negócio com marcas trabalhando de modo artesanal ou em escala industrial. “O processo ainda é de serigrafia1 , mas é feito por uma máquina que roda 700 camisetas por hora, em até 24 cores, o que é uma coisa bizarra para esse mercado”, afirma Felipe R., da Piticas. Ele e o irmão Vinicius passaram a adolescência nos EUA e da cultura americana trouxeram para o Brasil a paixão por “comics”.

       A dupla viu o universo pop como um nicho no mercado brasileiro, mas teve dificuldade em negociar com as licenciadoras devido à pirataria de personagens no país. Referência geek2 , a Piticas tem destaque na Comic Con, a maior feira brasileira de cultura pop. A empresa produz 22 mil camisetas por dia, e o Hulk tem emprestado sua força incrível aos negócios: mais de 200 mil unidades com a estampa do personagem já foram vendidas. “A gente é muito marcado no Instagram com as pessoas fazendo a pose do Hulk. Elas se sentem representadas.”

(Fernando Victorino e Nathalia Molina.
https://pme.estadao.com.br. Publicado em 12.09.2020. Adaptado)


1. serigrafia: técnica de impressão de desenhos de cores planas através de um caixilho com tela.

2. geek: pessoa muito interessada por tecnologia, computadores e internet.
Considerando que os dois-pontos empregados no primeiro e no último parágrafo introduzam, respectivamente, conclusão e causa, os trechos podem ser reescritos da seguinte forma:
Alternativas
Q2027483 Português

Camiseta com causa


        Feminismo, negritude, super-heróis, literatura: há sempre uma camiseta para estampar e alguém para levá-la como bandeira. “Eu gosto de cultura brasileira, de literatura. Quando estou conectado com isso, sei do que quero falar por meio das camisetas, e a gente espera que a Chico Rei seja um caminho para a expressão dos nossos clientes”, afirma Bruno I., criador da marca.

      Como a venda para lojas físicas não deu certo, a inadimplência empurrou a marca para a internet. “De lá para cá, a Chico Rei saiu do meu quarto para virar uma empresa com pouco mais de 100 pessoas trabalhando.” Contando apenas agosto de 2020, foram vendidas 58 mil camisetas.

     A empresa nasceu sob o signo da liberdade conquistada pelo príncipe do Congo, trazido ao Brasil como escravo no século 18. A lenda de sua luta pela liberdade inspirou a marca e as primeiras estampas.

     Da marca El Cabriton, de Érica A. e Leandro D., um dos sucessos de público é o modelo com a frase feminista “sabe oq cairia bem hj? o patriarcado”. Graças aos artistas colaboradores, “conseguimos estampas que comunicam bem o sentimento das pessoas nessa situação doida por que estamos passando”, afirma Érica.

       O segmento de camisetas no Brasil nunca saiu de moda e virou um bom negócio com marcas trabalhando de modo artesanal ou em escala industrial. “O processo ainda é de serigrafia1 , mas é feito por uma máquina que roda 700 camisetas por hora, em até 24 cores, o que é uma coisa bizarra para esse mercado”, afirma Felipe R., da Piticas. Ele e o irmão Vinicius passaram a adolescência nos EUA e da cultura americana trouxeram para o Brasil a paixão por “comics”.

       A dupla viu o universo pop como um nicho no mercado brasileiro, mas teve dificuldade em negociar com as licenciadoras devido à pirataria de personagens no país. Referência geek2 , a Piticas tem destaque na Comic Con, a maior feira brasileira de cultura pop. A empresa produz 22 mil camisetas por dia, e o Hulk tem emprestado sua força incrível aos negócios: mais de 200 mil unidades com a estampa do personagem já foram vendidas. “A gente é muito marcado no Instagram com as pessoas fazendo a pose do Hulk. Elas se sentem representadas.”

(Fernando Victorino e Nathalia Molina.
https://pme.estadao.com.br. Publicado em 12.09.2020. Adaptado)


1. serigrafia: técnica de impressão de desenhos de cores planas através de um caixilho com tela.

2. geek: pessoa muito interessada por tecnologia, computadores e internet.
Entre as informações dadas pelos proprietários das marcas, há referências à
Alternativas
Q2027482 Português

Camiseta com causa


        Feminismo, negritude, super-heróis, literatura: há sempre uma camiseta para estampar e alguém para levá-la como bandeira. “Eu gosto de cultura brasileira, de literatura. Quando estou conectado com isso, sei do que quero falar por meio das camisetas, e a gente espera que a Chico Rei seja um caminho para a expressão dos nossos clientes”, afirma Bruno I., criador da marca.

      Como a venda para lojas físicas não deu certo, a inadimplência empurrou a marca para a internet. “De lá para cá, a Chico Rei saiu do meu quarto para virar uma empresa com pouco mais de 100 pessoas trabalhando.” Contando apenas agosto de 2020, foram vendidas 58 mil camisetas.

     A empresa nasceu sob o signo da liberdade conquistada pelo príncipe do Congo, trazido ao Brasil como escravo no século 18. A lenda de sua luta pela liberdade inspirou a marca e as primeiras estampas.

     Da marca El Cabriton, de Érica A. e Leandro D., um dos sucessos de público é o modelo com a frase feminista “sabe oq cairia bem hj? o patriarcado”. Graças aos artistas colaboradores, “conseguimos estampas que comunicam bem o sentimento das pessoas nessa situação doida por que estamos passando”, afirma Érica.

       O segmento de camisetas no Brasil nunca saiu de moda e virou um bom negócio com marcas trabalhando de modo artesanal ou em escala industrial. “O processo ainda é de serigrafia1 , mas é feito por uma máquina que roda 700 camisetas por hora, em até 24 cores, o que é uma coisa bizarra para esse mercado”, afirma Felipe R., da Piticas. Ele e o irmão Vinicius passaram a adolescência nos EUA e da cultura americana trouxeram para o Brasil a paixão por “comics”.

       A dupla viu o universo pop como um nicho no mercado brasileiro, mas teve dificuldade em negociar com as licenciadoras devido à pirataria de personagens no país. Referência geek2 , a Piticas tem destaque na Comic Con, a maior feira brasileira de cultura pop. A empresa produz 22 mil camisetas por dia, e o Hulk tem emprestado sua força incrível aos negócios: mais de 200 mil unidades com a estampa do personagem já foram vendidas. “A gente é muito marcado no Instagram com as pessoas fazendo a pose do Hulk. Elas se sentem representadas.”

(Fernando Victorino e Nathalia Molina.
https://pme.estadao.com.br. Publicado em 12.09.2020. Adaptado)


1. serigrafia: técnica de impressão de desenhos de cores planas através de um caixilho com tela.

2. geek: pessoa muito interessada por tecnologia, computadores e internet.
Assinale a alternativa correta a respeito do conteúdo do texto.
Alternativas
Respostas
361: A
362: D
363: E
364: C
365: C
366: E
367: B
368: C
369: C
370: D
371: A
372: D
373: D
374: B
375: B
376: C
377: E
378: A
379: D
380: C