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Q2670064 Português

Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8.


Há mais de dois anos enfrentando uma crise sanitária, o mundo precisa estar atento ao risco de enfrentar outra zoonose com potencial para se tornar uma nova ameaça global, alertam especialistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Os fatores de emergência e amplificação de doenças aumentaram (...) A interface entre homem e animal é bastante instável agora", disse, recentemente, Mike Ryan, chefe de situações de emergência da agência das Nações Unidas.

A estimativa da OMS é de que cerca de 60% das doenças emergentes são de origem zoonótica. Trata-se de enfermidades transmitidas de animais para os homens, como o ebola, a própria covid-19 e a varíola do macaco, cujo surto atual dá sinais "reais", na avaliação da agência, de que essa doença pode se estabelecer fora da África, única região onde, por enquanto, é endêmica.

As zoonoses existem desde que o homem intensificou suas interações com os animais, incluindo os processos de domesticação e a ocupação de áreas verdes. Os casos, porém, se intensificaram nos últimos 20 ou 30 anos, em um ritmo que parece estar acelerando. No começo deste mês, por exemplo, cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, anunciaram a descoberta de um novo coronavírus, apelidado de Grimsö, circulando entre uma espécie de ratazana comum nas cidades do país.

Marc Eliot, chefe do laboratório de descoberta de patógenos do Instituto Pasteur, avalia que a facilidade de locomoção e o aumento da ocupação humana em áreas verdes potencializam a disseminação de novas e velhas ameaças invisíveis. "A intensificação das viagens permite que as doenças se espalhem mais rapidamente e de maneira mais descontrolada", diz, em entrevista à agência France-Presse de notícias (AFP).

Biólogo do Instituto Nacional Francês para o Desenvolvimento Sustentável (IRD), Benjamin Roche lembra que a intensificação da pecuária industrial também interfere no risco de disseminação de patógenos entre os animais. Além disso, o comércio de animais selvagens aumenta a exposição humana a patógenos que podem estar no organismo desses bichos.

Roche alerta, ainda, que o desmatamento aumenta o risco de contato entre vida selvagem, animais domésticos e populações humanas. "Quando há desmatamento, a biodiversidade diminui, perdemos animais que regulam naturalmente os vírus, o que permite que eles se espalhem mais facilmente", explica o especialista, também à AFP.

Um estudo divulgado, no fim de abril, na revista Nature indica que o aquecimento global força alguns animais a fugirem de seus ecossistemas para regiões com temperaturas mais brandas. A troca de habitat acaba favorecendo "uma mistura" entre as espécies, a transmissão de vírus entre elas e um consequente aumento no potencial de surgimento de doenças com risco de serem transmissíveis ao homem.

Como resposta a todo esse cenário preocupante, avalia Eliot, há meios de investigação fáceis e rápidos que permitem uma ação rápida em caso de aparecimento de novos vírus, apesar de essas ferramentas não serem uma realidade nas rotinas de vigilância sanitária de muitos países. "Também somos capazes de desenvolver vacinas muito rapidamente, como visto com a covid-19", ilustra o cientista.

Eric Fèvre, professor especialista em doenças infecciosas veterinárias da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, e do International Livestock Research Institute, no Quênia, enfatiza que "insistir na saúde pública das populações" dos ambientes mais remotos e "estudar melhor a ecologia das áreas naturais para entender como as diferentes espécies interagem" são medidas essenciais para conter o surgimento de uma nova pandemia. "Toda uma linhagem de novas doenças potencialmente perigosas corre o risco de emergir. Teremos que estar preparados", justifica.


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br (Texto adaptado)

Sobre o fragmento: “Os fatores de emergência e amplificação de doenças aumentaram”, assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q2670060 Português

Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8.


Há mais de dois anos enfrentando uma crise sanitária, o mundo precisa estar atento ao risco de enfrentar outra zoonose com potencial para se tornar uma nova ameaça global, alertam especialistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Os fatores de emergência e amplificação de doenças aumentaram (...) A interface entre homem e animal é bastante instável agora", disse, recentemente, Mike Ryan, chefe de situações de emergência da agência das Nações Unidas.

A estimativa da OMS é de que cerca de 60% das doenças emergentes são de origem zoonótica. Trata-se de enfermidades transmitidas de animais para os homens, como o ebola, a própria covid-19 e a varíola do macaco, cujo surto atual dá sinais "reais", na avaliação da agência, de que essa doença pode se estabelecer fora da África, única região onde, por enquanto, é endêmica.

As zoonoses existem desde que o homem intensificou suas interações com os animais, incluindo os processos de domesticação e a ocupação de áreas verdes. Os casos, porém, se intensificaram nos últimos 20 ou 30 anos, em um ritmo que parece estar acelerando. No começo deste mês, por exemplo, cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, anunciaram a descoberta de um novo coronavírus, apelidado de Grimsö, circulando entre uma espécie de ratazana comum nas cidades do país.

Marc Eliot, chefe do laboratório de descoberta de patógenos do Instituto Pasteur, avalia que a facilidade de locomoção e o aumento da ocupação humana em áreas verdes potencializam a disseminação de novas e velhas ameaças invisíveis. "A intensificação das viagens permite que as doenças se espalhem mais rapidamente e de maneira mais descontrolada", diz, em entrevista à agência France-Presse de notícias (AFP).

Biólogo do Instituto Nacional Francês para o Desenvolvimento Sustentável (IRD), Benjamin Roche lembra que a intensificação da pecuária industrial também interfere no risco de disseminação de patógenos entre os animais. Além disso, o comércio de animais selvagens aumenta a exposição humana a patógenos que podem estar no organismo desses bichos.

Roche alerta, ainda, que o desmatamento aumenta o risco de contato entre vida selvagem, animais domésticos e populações humanas. "Quando há desmatamento, a biodiversidade diminui, perdemos animais que regulam naturalmente os vírus, o que permite que eles se espalhem mais facilmente", explica o especialista, também à AFP.

Um estudo divulgado, no fim de abril, na revista Nature indica que o aquecimento global força alguns animais a fugirem de seus ecossistemas para regiões com temperaturas mais brandas. A troca de habitat acaba favorecendo "uma mistura" entre as espécies, a transmissão de vírus entre elas e um consequente aumento no potencial de surgimento de doenças com risco de serem transmissíveis ao homem.

Como resposta a todo esse cenário preocupante, avalia Eliot, há meios de investigação fáceis e rápidos que permitem uma ação rápida em caso de aparecimento de novos vírus, apesar de essas ferramentas não serem uma realidade nas rotinas de vigilância sanitária de muitos países. "Também somos capazes de desenvolver vacinas muito rapidamente, como visto com a covid-19", ilustra o cientista.

Eric Fèvre, professor especialista em doenças infecciosas veterinárias da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, e do International Livestock Research Institute, no Quênia, enfatiza que "insistir na saúde pública das populações" dos ambientes mais remotos e "estudar melhor a ecologia das áreas naturais para entender como as diferentes espécies interagem" são medidas essenciais para conter o surgimento de uma nova pandemia. "Toda uma linhagem de novas doenças potencialmente perigosas corre o risco de emergir. Teremos que estar preparados", justifica.


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br (Texto adaptado)

O objetivo do texto é expor dados sobre:

Alternativas
Q2670059 Português

Leia o texto 1 para responder às questões de 1 a 8.


Há mais de dois anos enfrentando uma crise sanitária, o mundo precisa estar atento ao risco de enfrentar outra zoonose com potencial para se tornar uma nova ameaça global, alertam especialistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Os fatores de emergência e amplificação de doenças aumentaram (...) A interface entre homem e animal é bastante instável agora", disse, recentemente, Mike Ryan, chefe de situações de emergência da agência das Nações Unidas.

A estimativa da OMS é de que cerca de 60% das doenças emergentes são de origem zoonótica. Trata-se de enfermidades transmitidas de animais para os homens, como o ebola, a própria covid-19 e a varíola do macaco, cujo surto atual dá sinais "reais", na avaliação da agência, de que essa doença pode se estabelecer fora da África, única região onde, por enquanto, é endêmica.

As zoonoses existem desde que o homem intensificou suas interações com os animais, incluindo os processos de domesticação e a ocupação de áreas verdes. Os casos, porém, se intensificaram nos últimos 20 ou 30 anos, em um ritmo que parece estar acelerando. No começo deste mês, por exemplo, cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, anunciaram a descoberta de um novo coronavírus, apelidado de Grimsö, circulando entre uma espécie de ratazana comum nas cidades do país.

Marc Eliot, chefe do laboratório de descoberta de patógenos do Instituto Pasteur, avalia que a facilidade de locomoção e o aumento da ocupação humana em áreas verdes potencializam a disseminação de novas e velhas ameaças invisíveis. "A intensificação das viagens permite que as doenças se espalhem mais rapidamente e de maneira mais descontrolada", diz, em entrevista à agência France-Presse de notícias (AFP).

Biólogo do Instituto Nacional Francês para o Desenvolvimento Sustentável (IRD), Benjamin Roche lembra que a intensificação da pecuária industrial também interfere no risco de disseminação de patógenos entre os animais. Além disso, o comércio de animais selvagens aumenta a exposição humana a patógenos que podem estar no organismo desses bichos.

Roche alerta, ainda, que o desmatamento aumenta o risco de contato entre vida selvagem, animais domésticos e populações humanas. "Quando há desmatamento, a biodiversidade diminui, perdemos animais que regulam naturalmente os vírus, o que permite que eles se espalhem mais facilmente", explica o especialista, também à AFP.

Um estudo divulgado, no fim de abril, na revista Nature indica que o aquecimento global força alguns animais a fugirem de seus ecossistemas para regiões com temperaturas mais brandas. A troca de habitat acaba favorecendo "uma mistura" entre as espécies, a transmissão de vírus entre elas e um consequente aumento no potencial de surgimento de doenças com risco de serem transmissíveis ao homem.

Como resposta a todo esse cenário preocupante, avalia Eliot, há meios de investigação fáceis e rápidos que permitem uma ação rápida em caso de aparecimento de novos vírus, apesar de essas ferramentas não serem uma realidade nas rotinas de vigilância sanitária de muitos países. "Também somos capazes de desenvolver vacinas muito rapidamente, como visto com a covid-19", ilustra o cientista.

Eric Fèvre, professor especialista em doenças infecciosas veterinárias da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, e do International Livestock Research Institute, no Quênia, enfatiza que "insistir na saúde pública das populações" dos ambientes mais remotos e "estudar melhor a ecologia das áreas naturais para entender como as diferentes espécies interagem" são medidas essenciais para conter o surgimento de uma nova pandemia. "Toda uma linhagem de novas doenças potencialmente perigosas corre o risco de emergir. Teremos que estar preparados", justifica.


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br (Texto adaptado)

Analise as afirmações seguintes de acordo com o texto.


I. No mundo, o surgimento de outras crises sanitárias com probabilidade de infectar os seres humanos se torna iminente.

II. O aumento no potencial de surgimento de novas patologias, com risco de serem transmissíveis ao homem, está relacionado à maneira como os humanos interagem com o meio ambiente.

III. Embora a ciência de hoje esteja avançada, os especialistas afirmam que uma ação combativa para caso de aparecimento de novos patógenos demanda demasiado tempo para estudos, pesquisas e produção de imunizantes.

IV. Segundo dados da OMS, mais de 60% das doenças infecciosas são enfermidades transmitidas de animais para humanos.


Assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2668169 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo de acordo com o “Protocolo para atendimento inicial do paciente queimado na sala de emergência: atuação da equipe de fisioterapia” amplamente divulgado no mês de outubro de 2021 pela Sociedade Brasileira de Queimaduras.


1. Na suspeita de inalação de fumaça, manter Fi02 100% nas primeiras 24h. Após ajustar Fi02 para Sp02 alvo.

2. Há evidências suficientes que justificam a utilização de soro fisiológico ou água destilada durante a aspiração da cânula orotraqueal.

3. Elevar a cabeceira do leito em todos os casos, exceto na suspeita e/ou confirmação de trauma vertebral em qualquer nível.

4. Em casos específicos de trauma elétrico com hipoperfusão periférica, a elevação do membro deve ser discutida.

5. A radiografia de tórax, apesar de não mostrar as alterações imediatamente à inalação de fumaça, deve ser solicitada para avaliação das condições pulmonares prévias.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668167 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo a respeito do ultrassom terapêutico, amplamente utilizado em várias áreas da fisioterapia.


1. A profundidade de penetração da energia ultrassônica dentro dos tecidos está relacionada proporcionalmente à frequência de emissão.

2. A frequência de saída ou emissão do ultrassom é medida por mega-hertz e descreve o número de ondas produzidas em 1 segundo.

3. O ultrassom de 1 MHz penetra cerca de 5 cm nos tecidos.

4. O calor profundo produzido pelo ultrassom de 1MHz tem duração mais longa que o produzido pelo ultrassom de 3MHz, em função da profundidade do aquecimento.

5. A energia ultrassônica atenuada, ocasionada pelo atrito, é transmitida aos tecidos mais superficiais.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668164 Fisioterapia

Sobre as recomendações adaptadas para prescrição de exercício conforme o método FITT (frequência, intensidade, tipo e tempo), descritas no documento amplamente divulgado no mês de julho de 2021 pela Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR) intitulado “Recomendações para avaliação e reabilitação pós-COVID-19”, analise as afirmativas abaixo relativas à frequência semanal.


1. Os exercícios aeróbicos devem ser realizados numa frequência semanal de 3 a 7 dias.

2. Os exercícios de força devem ser realizados numa frequência semanal de 2 a 3 dias não consecutivos.

3. Os exercícios de treinamento muscular respiratório devem ser realizados numa frequência semanal de 3 a 7 dias.

4. Os exercícios de equilíbrio devem ser realizados numa frequência semanal de 4 a 7 dias.

5. Os exercícios de flexibilidade devem ser realizados numa frequência semanal de 5 a 7 dias consecutivos.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668163 Fisioterapia

Na atuação do fisioterapeuta em gravidez de alto risco, o profissional pode lançar mão de exercícios terapêuticos de fortalecimento e amplitude de movimento podendo realizar uma gama de atividades nessas situações.


Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.


1. Em decúbito dorsal, realizar contração isométrica máxima do pescoço em um travesseiro.

2. Em decúbito dorsal, poderá realizar contrações graduadas do assoalho pélvico, se feitas corretamente, com mínima ativação do músculo abdominal ou interrupções da respiração.

3. Em decúbito lateral, não é indicada a realização de contrações graduadas do assoalho pélvico.

4. Em decúbito dorsal, poderá realizar rotação de pescoço e inclinação para o lado.

5. Em decúbito lateral, poderá ser utilizada faixa de resistência elástica unilateral, ou pesos leves para membros superiores apenas, evitando contrações abdominais.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668160 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo sobre o tratamento fisioterapêutico neurofuncional chamado de Terapia por Contensão Induzida (TCI).


1. A TCI baseia-se na superação da teoria do desuso que surge nos estágios iniciais pós-AVE, período no qual o paciente começa a realizar movimentos compensatórios com o membro superior não afetado.

2. A prática de tarefas gerais é a técnica que realiza treinamento de atividades funcionais básicas de forma contínua, como a alimentação e escrita.

3. O uso da contensão no membro superior não afetado pode ser feito por meio de uma luva ou tipoia durante 90% das horas acordadas e de sono do paciente.

4. O treino das tarefas adaptadas ocorre quando a tarefa é dividida em partes para que o desempenho do paciente seja progressivamente reavaliado pelo fisioterapeuta.

5. Para o tratamento ser denominado TCI, deverá conter obrigatoriamente o treinamento intensivo, o treino das tarefas adaptadas, o uso da contenção e, quando possível, a aplicação das técnicas comportamentais.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668158 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo quanto ao uso das órteses no tratamento fisioterapêutico neurofuncional.


1. A órtese de posicionamento de punho e dedos com polegar em posição funcional é indicada para alongar a musculatura flexora de punho e dedos em quadros de dor, e tem como objetivos repouso articular e prevenção de deformidades.

2. A órtese tipo abdutor de polegar é indicada para manter o polegar abduzido em posição funcional e tem como objetivo melhorar a dor e prevenir o aumento do espaço da primeira comissura.

3. A órtese deve ser removida várias vezes ao dia para serem realizados exercícios a fim de manter a mobilidade articular do paciente, intercalando sempre atividade e repouso da articulação.

4. Toda órtese confeccionada deve ser feita com a preocupação de oferecer uma boa cosmética, mesmo sendo pesada, e se for possível, respeitar as formas físicas de cada indivíduo e ter uma real necessidade de uso.

5. Nos pacientes neurológicos, as órteses são utilizadas para posicionar, alongar e estabilizar uma articulação com o intuito de restaurar os padrões funcionais do movimento.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668151 Fisioterapia

No diagnóstico diferencial da síndrome do piriforme estirado, o fisioterapeuta avalia sinais físico-funcionais presentes que vão orientar as condutas de tratamento.


Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.


1. São sinais a flexão e rotação lateral do quadril.

2. São sinais a lordose e inclinação pélvica anterior.

3. É sinal crista ilíaca alta no lado afetado.

4. São sinais a rotação medial excessiva do quadril em comparação com a rotação lateral do lado afetado.

5. São sinais <90° de flexão do quadril, com abdução e rotação medial do quadril reproduzindo os sintomas.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668147 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo de acordo com as recomendações gerais para o alinhamento postural dos membros superiores, com base na observação clínica.


1. Na vista lateral, as partes proximal e distal do úmero estão alinhadas verticalmente.

2. Na vista lateral, quando o tórax estiver em um alinhamento ideal, o polo inferior da escápula é mantido plano contra o tórax.

3. Na vista posterior, a raiz da escápula – onde a espinha da escápula encontra a borda vertebral da escápula encontra-se no nível da vértebra T3.

4. Na vista lateral, mais que um terço da cabeça do úmero projeta-se à frente do acrômio.

5. Na vista frontal, quanto ao úmero, a prega antecubital fica posteriorizada, e o olecrano posterior à prega.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668140 Fisioterapia

Os exercícios isométricos são amplamente utilizados nas mais diversas áreas de atuação da fisioterapia.


Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.


1. Constitui um exercício fundamental, um treinamento isométrico que muitas vezes precede o treinamento muscular dinâmico.

2. Usado para pré-tensionar os músculos antes de qualquer contração muscular concêntrica.

3. Raramente utilizado para fins de fins de reeducação postural.

4. Exercício preferido em detrimento do exercício dinâmico quando o movimento articular é desconfortável ou contraindicado, como em alguns pós-operatórios ou em caso de articulações instáveis.

5. Essencial para manter a força muscular e evitar declínios significativos durante a imobilização.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668134 Fisioterapia

Todo movimento humano envolve a rotação; assim sendo, o conceito de torque é compreendido como a capacidade de uma força produzir rotação.


Na biomecânica corporal, o torque pode ser alterado por meio de:


1. Alteração da magnitude de força.

2. Manutenção da potência.

3. Alteração do comprimento do braço de momento.

4. Compressão da resistência.

5. Alteração do ângulo entre o sentido da força e o momento.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668127 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo conforme os parâmetros utilizados para a modificação do exercício terapêutico em um programa de tratamento fisioterapêutico.


1. Nos exercícios em decúbito ventral para adutores de escápula – trapézios médio e inferior, elevar os braços com os cotovelos flexionados oferece menor resistência do que se os cotovelos estiverem quase ou completamente estendidos.

2. Um músculo tracionado em ângulo fechado ao eixo longo do segmento exerce sua força mais efetivamente do que quando seu ângulo de tração é muito pequeno.

3. Mover menos segmentos é sempre mais fácil do que mover mais segmentos, especialmente nos exercícios que exigem controle motor fino.

4. O aumento da magnitude da resistência modifica o peso do segmento e, assim, aumenta a dificuldade de movimento.

5. A força da gravidade em um segmento é máxima quando o membro está na posição horizontal e diminui à medida que ele se move em direção à posição vertical.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668115 Fisioterapia

No uso da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), quando categorizamos as Funções do Corpo, o capítulo 7 trata da classificação das funções neuromusculoesqueléticas e relacionadas ao movimento, e especificamente a categoria b780 trata das sensações relacionadas aos músculos ou grupos de músculos do corpo e seu movimento.


A sub-categoria que se refere à sensação de tensão ou rigidez muscular é:

Alternativas
Q2668086 Fisioterapia

Conforme a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), o que se entende pelo ato de se envolver em uma situação vital é chamado de:

Alternativas
Q2668072 Fisioterapia

Analise o texto abaixo, de acordo com o conceito utilizado nos qualificadores da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) para o componente Atividade e Participação.


Os ............................... para o componente Atividade e Participação estão incluídos em uma única lista que cobre a faixa ............................... das áreas da vida, desde o ............................... ou a observação até áreas mais ............................... como as representadas pelas tarefas sociais.


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q2668057 Fisioterapia

De acordo com o documento amplamente divulgado no mês de julho de 2021 pela Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (ASSOBRAFIR) intitulado “Recomendações para avaliação e reabilitação pós-COVID-19”, a Síndrome Pós-Covid-19 é definida como “a presença de sintomas persistentes e/ou complicações de longo prazo da infecção pelo SARS-CoV-2” e pode ser considerada quando presente em períodos:

Alternativas
Q2668041 Fisioterapia

Analise as afirmativas abaixo sobre o Diagnóstico Cinesiológico Funcional, próprio do fisioterapeuta.


1. As atuações fisioterapêuticas são conduzidas por um método e intervindas individualmente através do Diagnóstico Cinesiológico Funcional que nem sempre antecede às condutas.

2. O diagnóstico deve ser feito a partir dos métodos de avaliação e classificação como sinais e sintomas, testes, com objetivo de tomadas de decisões clínicas, condutas terapêuticas e prognóstico.

3. A fisioterapia tem em uma de suas finalidades restaurar a funcionalidade, analisando as funções e consequências, delimitando as condutas, reduzindo o tempo de tratamento após o Diagnóstico Cinesiológico Funcional.

4. A adoção do modelo de funcionalidade e incapacidade humana possibilita ao fisioterapeuta, em seus procedimentos de avaliação e de intervenção, considerar um perfil funcional específico para cada indivíduo por meio do Diagnóstico Cinesiológico Funcional.

5. O Diagnóstico Cinesiológico Funcional discerne as disfunções implícitas do movimento, afim de que a intervenção possa ser traçada de forma coletiva na certificação dos sinais e sintomas, sendo assim sua função direcionar o tratamento.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2668032 Fisioterapia

Em relação aos conceitos utilizados nos estágios do controle motor do aparelho musculoesquelético, a definição de amplitude funcional ao longo da qual se move um segmento e a capacidade de manter o movimento ativo nesta amplitude é tida como:

Alternativas
Respostas
18041: C
18042: D
18043: C
18044: E
18045: D
18046: A
18047: E
18048: A
18049: B
18050: D
18051: A
18052: C
18053: B
18054: C
18055: D
18056: B
18057: B
18058: E
18059: C
18060: A