Questões de Concurso Comentadas para fisioterapeuta

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Q2674517 Noções de Informática

Fixar linhas ou colunas em uma planilha é muito útil quando se tem uma planilha extremamente grande, na qual não se consegue visualizar seus tópicos principais.


No LibreOffice Calc, para fixar uma linha, deve-se clicar no cabeçalho da

Alternativas
Q2674516 Noções de Informática

Sobre as operações com arquivos e pastas, faça a associação entre as operações e ações a seguir.


OPERAÇÃO


1) Excluir uma pasta ou arquivo

2) Copiar um arquivo ou pasta

3) Criar uma nova pasta

4) Abrir um arquivo ou executar um programa

5) Mover um arquivo ou pasta

6) Mudar o nome de um arquivo ou pasta


AÇÕES


( ) Clique duplo no ícone ou nome do arquivo.

( ) Na parte direita do dispositivo ou pasta marcada, clique num local vazio com o botão direito do mouse. Aponte para a opção Novo e, depois, clique na opção Pasta. Digite um nome para a pasta e tecle Enter.

( ) Selecione o arquivo ou pasta a ser excluído, dando apenas um clique sobre o item e então pressione a tecla Delete.

( ) Selecione um arquivo ou pasta, dando apenas um clique sobre o item; então, clique com o botão direito do mouse sobre o item e escolha a opção Renomear.

( ) Selecione o arquivo ou pasta, dando apenas um clique sobre o item; utilize as teclas de atalho CTRL + C. Em seguida, selecione o local de destino e use o atalho CTRL + V.

( ) Selecione o arquivo ou pasta, dando apenas um clique sobre o item; utilize as teclas de atalho CTRL + X. Em seguida, selecione o local de destino e use o atalho CTRL + V.


A sequência correta da associação é

Alternativas
Q2674509 Matemática

Uma fábrica possui duas equipes de produção, A e B, que trabalham 6 horas por dia, em períodos distintos, sem interseção. Na composição de cada equipe, todos os trabalhadores possuem a mesma capacidade de produção. A produtividade de cada equipe em um período foi avaliada, tendo sido produzido o gráfico a seguir. Esse gráfico mostra a produção, em um intervalo de 6 horas, de um mesmo tipo de calça, pelos 50 trabalhadores da equipe A e pelos 75 da equipe B.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando-se as funções descritas por esses gráficos, no intervalo de trabalho de cada equipe, é correto afirmar que

Alternativas
Q2674505 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

Um dos tipos de regência existentes na língua portuguesa denomina-se regência nominal e, como o próprio nome sugere, ocorre apenas entre nomes (substantivo, adjetivo ou advérbio). A relação estabelecida entre eles e seus respectivos complementos se dá por meio de uma preposição.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://mentirinhas.com.br/mentirinhas-220/>. Acesso em: 03 abr. 2022.


No balão do último quadrinho a expressão “afeição por outra pessoa” caracteriza um caso de regência nominal, cuja ocorrência está igualmente exemplificada na passagem transcrita do texto de Ruy Castro indicada em

Alternativas
Q2674504 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

“Segundo Jakobson, é possível determinar funções da linguagem com base nas características dos textos e nas intenções do locutor.”


CEREJA, W. COCHAR, Thereza. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação.

São Paulo: Atual, 2013, p. 19.


A função conativa ou apelativa da linguagem, entre as várias funções definidas pelo linguista russo Roman Jakobson, volta-se para o destinatário com o propósito de persuadi-lo por meio da mensagem transmitida.


A esse respeito, atente para a seguinte passagem transcrita do texto.


“...se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.”


No trecho, identifica-se a função conativa, fundamentalmente, pela (o)

Alternativas
Q2674503 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

A morfossintaxe é a observação conjunta da classificação morfológica e da função sintática das palavras nas orações.


Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os aspectos morfossintáticos de algumas passagens transcritas do texto.


( ) Na frase “sua informação não sofrerá nenhum prejuízo.”, o sujeito é simples, o predicado é verbal e o verbo é transitivo direto.

( ) No período “Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.”, a oração intercalada exprime concessão.

( ) Em “Donde volto a sugerir: se escrever ‘Em tempo ...’, experimente apagá-la...”, o termo destacado se classifica como pronome pessoal do caso oblíquo.

( ) No trecho “...e veja como não lhe fará a menor falta.”, a próclise é de rigor porque, na oração, antes do verbo, identifica-se palavra que atrai o pronome átono.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q2674502 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

No trecho “Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza...”, sem prejuízo para o sentido pretendido, a palavra destacada, no contexto em que foi empregada, pode ser substituída, fundamentalmente, por

Alternativas
Q2674501 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

Considere os dois textos as seguir


TEXTO I


"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo.


TEXTO II


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/745908757017111559/>.


Avalie as afirmações sobre os sinais de pontuação.


I – O sinal de pontuação que marca, na escrita, a entonação de um questionamento foi utilizado adequadamente nos dois textos.

II – O travessão na frase “ ‒ e lá vem a preciosa informação.” (Texto I) indica a interrupção do que o autor desejava comunicar.

III – O ponto de exclamação em “Olha só!” (Texto II) introduz uma reflexão e antecede as palavras ditas por uma das personagens.

IV – As aspas em “vale dizer” (Texto I) e em “encarnar” (Texto II) foram empregadas para isolar expressão e palavra intercaladas no respectivo período.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q2674500 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

Considere a estratégia argumentativa de Ruy Castro no último parágrafo e preencha as lacunas do texto a seguir.


Com a frase “‘Fazer uso’? Epa! De todos que a usam, digo.”, o autor confere um tom __________ ao seu texto ao grafar, quiçá propositalmente, a expressão “Fazer uso” composta por uma palavra cujo emprego ele __________ ao longo de toda a sua argumentação.


A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é

Alternativas
Q2674499 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

A repetição é um recurso textual significativo com diversas funções, entre as quais a de contribuir para a organização discursiva e a monitoração da coerência textual, além de ser usada como estratégia reiterativa necessária para a produção de textos coerentes.


A esse respeito, avalie o que se afirma sobre o emprego da repetição da palavra “vale” no primeiro parágrafo do texto: “Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar”.


I – Com finalidade estilística para reforçar a ideia pretendida, mas enfatizando o segundo verbo de cada repetição, cujo objetivo é o de realçar significados semelhantes.

II – Por seu teor expressivo, a fim de chamar a atenção do leitor para a continuidade da argumentação, que é uma das condições da coesão e da preservação da coerência textual nesse texto.

III – Como falha textual comprometedora das sequências discursivas, ao impedir que se transforme em uma produção coesa e fluida, o que torna o texto pobre do ponto de vista do vocabulário.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q2674456 Português

AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.


Não vale dizer


Ruy Castro*


Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.

É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.

"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.

Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.

"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.


* Jornalista e escritor.


Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.

Há, entre o que é afirmado no título e no corpo do texto, uma confirmação de que o autor desaprova o uso da palavra “vale” quando poderia ser substituída por outra de igual valor semântico. Esse posicionamento do autor está presente na(s) seguinte(s) frase(s):


I – “É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara.”

II – “...essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa.”

III – “Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo.”


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q2674284 Direito Sanitário

Analise as afirmativas a seguir:


I. A previsão do plano quinquenal de investimentos da rede é o único critério determinante do valor total a ser transferido a um município, no âmbito do SUS.

II. O nível de participação do setor da saúde nos orçamentos estaduais e municipais não é um critério que se deve considerar no estabelecimento de valores a serem transferidos a municípios, no âmbito do Sistema Único de Saúde.

III. O conjunto de características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área é o único critério a ser considerado para o estabelecimento de valores a serem transferidos a municípios, no âmbito do Sistema Único de Saúde.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674241 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. Após o parto, ainda na maternidade, a fisioterapia diminui edemas, dores e auxilia na recuperação do corpo da mãe com conforto e segurança, além de orientar quanto aos cuidados com o bebê e correto aleitamento materno.

II. A cinesioterapia consiste na execução de movimentos ativos e passivos, de caráter terapêutico, com o intuito de encontrar todos os pontos de disfunção do corpo e aplicar a terapia adequada para cada situação.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674231 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. Umas das premissas da correta aplicação dos exercícios terapêuticos na recuperação do paciente é a avaliação prévia minuciosa e completa, que será capaz de nortear o melhor tratamento a ser empregado.

II. Os exercícios terapêuticos podem ser benéficos para numerosos sistemas do corpo, porém agem de maneira muito impactante no sistema digestivo e consequentemente sobre a nutrição humana.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674227 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A terapia manual atua de maneira importante no tratamento da cervicalgia, pois ela busca a diminuição dos pontos de tensões presentes que causam dores, recuperando a mobilidade e fortalecimento da musculatura afetada.

II. A avaliação cinético-funcional é realizada pelo fisioterapeuta e tem a finalidade de caracterizar, por meio de métodos e técnicas de avaliação específicos, o grau de desempenho funcional nos mais diversos sistemas orgânicos.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674224 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A fisioterapia em saúde da mulher melhora a vida das mulheres em diferentes situações e em várias fases de suas vidas (como na gestação, no parto e pós-parto).

II. A fisioterapia inclui as atividades de prevenir as lesões, as deficiências, as limitações funcionais e as incapacidades, não incluindo a promoção ou a manutenção de aptidão, saúde e qualidade de vida dos idosos.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674221 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A fisioterapia em ortopedia e traumatologia objetiva a recuperação dos movimentos em sua amplitude de movimento total ou fisiológica, reduzindo a propriocepção e impedindo a reeducação postural.

II. A fisioterapia inclui, entre outras atividades, a de participar de pareceres, educação e pesquisa relacionados à saúde e ao movimento animal ou vegetal.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674217 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. As contrações dos músculos estriados das paredes dos vasos sanguíneos regulam a intensidade do fluxo, mantendo a taxa de hipoglicemia granular nos músculos.

II. As técnicas de controle neuromuscular, técnicas de inibição e facilitação, e treinamento de consciência postural não devem estar incluídas em um programa de exercício em cinesioterapia individualizado.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674216 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A fisioterapia busca reduzir ou eliminar a limitação funcional e a incapacidade, e impedir que os indivíduos alcancem a melhor qualidade de vida possível.

II. As ações de saúde do trabalhador e da trabalhadora pressupõem a intervenção nos processos e ambientes de trabalho para aumento do risco de doença.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674213 Fisioterapia

Analise as afirmativas a seguir:


I. A lombalgia é uma disfunção que é caracterizada por um quadro doloroso na região inferior da coluna vertebral, podendo ter diversas origens.

II. O principal objetivo do programa de exercícios fisioterapêuticos é obter o nível ótimo de movimento com a ocorrência de sintomas danosos durante atividades funcionais básicas ou complexas.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
17961: C
17962: B
17963: A
17964: D
17965: A
17966: B
17967: C
17968: B
17969: D
17970: A
17971: C
17972: A
17973: A
17974: B
17975: A
17976: B
17977: D
17978: D
17979: D
17980: B