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Q3081891 Saúde Pública
Paciente, 55 anos, sexo masculino, é atendido em Unidade Básica de Saúde (UBS), com quadro de dor intensa no quadril direito há 12 meses. Após atendimento inicial, foi encaminhado para avaliação em unidade de atenção especializada ambulatorial. O paciente foi atendido por um ortopedista nessa unidade, que constatou que o paciente apresentava quadro de osteoartrose de quadril direito, com indicação de cirurgia de artroplastia total de quadril. No entanto, o médico ortopedista informou ao paciente que tais cirurgias estavam suspensas, sem previsão de retorno, por falta da prótese necessária. Nesse caso, qual o Princípio do SUS foi diretamente violado? 
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Q3081890 Saúde Pública

O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) tem como finalidade definir os princípios, as diretrizes e as estratégias a serem observados pelas três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), para o desenvolvimento da vigilância em saúde, visando a sua promoção e proteção; a prevenção de doenças e agravos, bem como a redução da morbimortalidade, vulnerabilidades e riscos decorrentes das dinâmicas de produção e consumo nos territórios. 

As metas e os indicadores para avaliação e monitoramento da PNVS devem estar contidos nos seguintes instrumentos de gestão, definidos pelo sistema de planejamento do SUS, EXCETO:
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Q3081889 Saúde Pública

O trecho a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) tem como finalidade definir os princípios, as diretrizes e as estratégias a serem observados pelas três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), para o desenvolvimento da vigilância em saúde, visando a sua promoção e proteção; a prevenção de doenças e agravos, bem como a redução da morbimortalidade, vulnerabilidades e riscos decorrentes das dinâmicas de produção e consumo nos territórios. 

Considerando o trecho anterior, analise as afirmativas a seguir.

I. Desenvolver estratégias visando o fortalecimento da participação da comunidade, dos trabalhadores e do controle social, incluindo o apoio e fortalecimento da Comissão Intersetorial de Vigilância em Saúde do Conselho Nacional de Saúde.
II. Promover a cooperação e o intercâmbio técnico-científico com organismos governamentais e não governamentais, de âmbito nacional e internacional, na área de vigilância em saúde.
III. Prover os insumos estratégicos conforme termos pactuados na Comissão Intergestores Bipartite e nos Conselhos de Saúde, em todos os seus níveis.

São responsabilidades da União, e compete ao Ministério da Saúde, por intermédio da Secretaria de Vigilância em Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária o que se afirma em
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Q3081883 Português
Educação midiática pode ser caminho para crianças e adolescentes não caírem em fake news


    Vamos começar do começo, o que é educação midiática, afinal? É o “conjunto de habilidades para acessar, analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos – dos impressos aos digitais”. Em um contexto onde as redes sociais, como o TikTok, têm sido cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes e os perfis em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, também têm aumentado nos últimos anos, a educação midiática se mostra essencial. E não é apenas a ampliação do acesso a estas redes e plataformas que aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.

    O relatório “Leitores do século 21: Desenvolvendo habilidades de alfabetização em um mundo digital”, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), realizado entre estudantes brasileiros de 15 anos, constatou que 67,3% deles têm dificuldade em diferenciar fatos de opiniões ao lerem textos. Em outro estudo, somente 27% dos estudantes de escolas públicas e 18% de escolas privadas receberam orientações sobre como avaliar a qualidade das informações on-line, mas metade dos professores afirmou ter apoiado os alunos em situações sensíveis na internet, incluindo o uso excessivo de jogos digitais e experiências de discriminação e cyberbullying. 56% das(os) professoras(es) relatam já terem trabalhado com educação para a mídia, mas apenas 20% se sentem bem preparados para ensinar sobre o tema e somente 37% de fato participaram de iniciativas de formação sobre o assunto.

    Mais alguns números que permitem entender a crescente necessidade de maior investimento em educação midiática são os resultantes de pesquisa realizada pela OCDE: aproximadamente 41,9% das(os) estudantes foram ensinadas(os) a usar palavras-chave em mecanismos de busca; 52% aprenderam a avaliar a confiabilidade das informações on-line; 48,9% discutiram as consequências de compartilhar informações em redes sociais; e, 45,7% foram orientadas(os) a identificar informações subjetivas ou tendenciosas.

    É preciso manter em mente, também, as desigualdades socioeconômicas, digitais e educacionais, pois um menor acesso a dispositivos digitais e ao direito à educação, por exemplo, pode resultar em uma maior dificuldade na detecção de informações tendenciosas ou falsas. É o que mostra o estudo “Políticas de Educação Midiática”, publicado pelo Instituto Veredas sob encomenda da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

(Carolina Scherer Beidacki. Disponível em: . Acesso em: julho de 2024. Adaptado.)
Indique a reescrita do trecho destacado a seguir em que a correção gramatical, assim como semântica, foram preservadas: “E não é apenas a ampliação do acesso a estas redes e plataformas que aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.” (1º§)
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Q3081882 Português
Educação midiática pode ser caminho para crianças e adolescentes não caírem em fake news


    Vamos começar do começo, o que é educação midiática, afinal? É o “conjunto de habilidades para acessar, analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos – dos impressos aos digitais”. Em um contexto onde as redes sociais, como o TikTok, têm sido cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes e os perfis em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, também têm aumentado nos últimos anos, a educação midiática se mostra essencial. E não é apenas a ampliação do acesso a estas redes e plataformas que aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.

    O relatório “Leitores do século 21: Desenvolvendo habilidades de alfabetização em um mundo digital”, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), realizado entre estudantes brasileiros de 15 anos, constatou que 67,3% deles têm dificuldade em diferenciar fatos de opiniões ao lerem textos. Em outro estudo, somente 27% dos estudantes de escolas públicas e 18% de escolas privadas receberam orientações sobre como avaliar a qualidade das informações on-line, mas metade dos professores afirmou ter apoiado os alunos em situações sensíveis na internet, incluindo o uso excessivo de jogos digitais e experiências de discriminação e cyberbullying. 56% das(os) professoras(es) relatam já terem trabalhado com educação para a mídia, mas apenas 20% se sentem bem preparados para ensinar sobre o tema e somente 37% de fato participaram de iniciativas de formação sobre o assunto.

    Mais alguns números que permitem entender a crescente necessidade de maior investimento em educação midiática são os resultantes de pesquisa realizada pela OCDE: aproximadamente 41,9% das(os) estudantes foram ensinadas(os) a usar palavras-chave em mecanismos de busca; 52% aprenderam a avaliar a confiabilidade das informações on-line; 48,9% discutiram as consequências de compartilhar informações em redes sociais; e, 45,7% foram orientadas(os) a identificar informações subjetivas ou tendenciosas.

    É preciso manter em mente, também, as desigualdades socioeconômicas, digitais e educacionais, pois um menor acesso a dispositivos digitais e ao direito à educação, por exemplo, pode resultar em uma maior dificuldade na detecção de informações tendenciosas ou falsas. É o que mostra o estudo “Políticas de Educação Midiática”, publicado pelo Instituto Veredas sob encomenda da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

(Carolina Scherer Beidacki. Disponível em: . Acesso em: julho de 2024. Adaptado.)
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que as informações apresentadas acerca do tema principal desenvolvido indicam “crianças e adolescentes” como:
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Q3081880 Português
Educação midiática pode ser caminho para crianças e adolescentes não caírem em fake news


    Vamos começar do começo, o que é educação midiática, afinal? É o “conjunto de habilidades para acessar, analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos – dos impressos aos digitais”. Em um contexto onde as redes sociais, como o TikTok, têm sido cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes e os perfis em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, também têm aumentado nos últimos anos, a educação midiática se mostra essencial. E não é apenas a ampliação do acesso a estas redes e plataformas que aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.

    O relatório “Leitores do século 21: Desenvolvendo habilidades de alfabetização em um mundo digital”, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), realizado entre estudantes brasileiros de 15 anos, constatou que 67,3% deles têm dificuldade em diferenciar fatos de opiniões ao lerem textos. Em outro estudo, somente 27% dos estudantes de escolas públicas e 18% de escolas privadas receberam orientações sobre como avaliar a qualidade das informações on-line, mas metade dos professores afirmou ter apoiado os alunos em situações sensíveis na internet, incluindo o uso excessivo de jogos digitais e experiências de discriminação e cyberbullying. 56% das(os) professoras(es) relatam já terem trabalhado com educação para a mídia, mas apenas 20% se sentem bem preparados para ensinar sobre o tema e somente 37% de fato participaram de iniciativas de formação sobre o assunto.

    Mais alguns números que permitem entender a crescente necessidade de maior investimento em educação midiática são os resultantes de pesquisa realizada pela OCDE: aproximadamente 41,9% das(os) estudantes foram ensinadas(os) a usar palavras-chave em mecanismos de busca; 52% aprenderam a avaliar a confiabilidade das informações on-line; 48,9% discutiram as consequências de compartilhar informações em redes sociais; e, 45,7% foram orientadas(os) a identificar informações subjetivas ou tendenciosas.

    É preciso manter em mente, também, as desigualdades socioeconômicas, digitais e educacionais, pois um menor acesso a dispositivos digitais e ao direito à educação, por exemplo, pode resultar em uma maior dificuldade na detecção de informações tendenciosas ou falsas. É o que mostra o estudo “Políticas de Educação Midiática”, publicado pelo Instituto Veredas sob encomenda da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

(Carolina Scherer Beidacki. Disponível em: . Acesso em: julho de 2024. Adaptado.)
“Vamos começar do começo, o que (1) é educação midiática, afinal? É o ‘conjunto de habilidades para acessar, analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos – dos impressos aos digitais’. Em um contexto onde (2) as redes sociais, como o TikTok, têm sido cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes e os perfis em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, também têm aumentado nos últimos anos, a educação midiática se (3) mostra essencial. E não é apenas a ampliação do acesso a estas (4) redes e plataformas que (5) aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.” (1º§) Entre os termos destacados anteriormente, pode-se afirmar que NÃO constitui/constituem indicação de retomada de referente já introduzido no texto (Considere os números indicados como identificação dos termos no trecho destacado):
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Q3081877 Português
Educação midiática pode ser caminho para crianças e adolescentes não caírem em fake news


    Vamos começar do começo, o que é educação midiática, afinal? É o “conjunto de habilidades para acessar, analisar, criar e participar de maneira crítica do ambiente informacional e midiático em todos os seus formatos – dos impressos aos digitais”. Em um contexto onde as redes sociais, como o TikTok, têm sido cada vez mais utilizadas por crianças e adolescentes e os perfis em aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, também têm aumentado nos últimos anos, a educação midiática se mostra essencial. E não é apenas a ampliação do acesso a estas redes e plataformas que aponta a urgência de uma melhor educação midiática, mas a forma como a população interage com os conteúdos delas também.

    O relatório “Leitores do século 21: Desenvolvendo habilidades de alfabetização em um mundo digital”, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), realizado entre estudantes brasileiros de 15 anos, constatou que 67,3% deles têm dificuldade em diferenciar fatos de opiniões ao lerem textos. Em outro estudo, somente 27% dos estudantes de escolas públicas e 18% de escolas privadas receberam orientações sobre como avaliar a qualidade das informações on-line, mas metade dos professores afirmou ter apoiado os alunos em situações sensíveis na internet, incluindo o uso excessivo de jogos digitais e experiências de discriminação e cyberbullying. 56% das(os) professoras(es) relatam já terem trabalhado com educação para a mídia, mas apenas 20% se sentem bem preparados para ensinar sobre o tema e somente 37% de fato participaram de iniciativas de formação sobre o assunto.

    Mais alguns números que permitem entender a crescente necessidade de maior investimento em educação midiática são os resultantes de pesquisa realizada pela OCDE: aproximadamente 41,9% das(os) estudantes foram ensinadas(os) a usar palavras-chave em mecanismos de busca; 52% aprenderam a avaliar a confiabilidade das informações on-line; 48,9% discutiram as consequências de compartilhar informações em redes sociais; e, 45,7% foram orientadas(os) a identificar informações subjetivas ou tendenciosas.

    É preciso manter em mente, também, as desigualdades socioeconômicas, digitais e educacionais, pois um menor acesso a dispositivos digitais e ao direito à educação, por exemplo, pode resultar em uma maior dificuldade na detecção de informações tendenciosas ou falsas. É o que mostra o estudo “Políticas de Educação Midiática”, publicado pelo Instituto Veredas sob encomenda da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

(Carolina Scherer Beidacki. Disponível em: . Acesso em: julho de 2024. Adaptado.)
A expressão inicial do texto “Vamos começar do começo, [...]” (1º§) pode ser reconhecida como:
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Q3081563 Fisioterapia
Uma boa avaliação física inclui testes de força muscular e, para isso, é necessário que o fisioterapeuta saiba a localização do músculo, sua ação, origem, inserção e inervação. Uma vez que o movimento gerado pelo músculo não ocorre em boa amplitude, o motivo pode ser a fraqueza muscular. O posicionamento do paciente deve estar adequado, a fim de que se verifique, de fato, sua ativação quando o fisioterapeuta solicita o movimento. Ao posicionar o paciente sentado, com o ombro em abdução e posição neutra para rotação, cotovelo fletido a, aproximadamente, 90 graus, o fisioterapeuta aplica uma pressão para baixo, com a mão na região distal do braço do paciente. O paciente, por sua vez, faz força para elevar o braço lateralmente. Esse teste indica força para o músculo:
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Q3081562 Fisioterapia
Um dos motivos de lombociatalgia e que gera a compressão ao nervo isquiático em alguma parte de seu trajeto pode ser a contratura de algum músculo que, ao estar encurtado, torna o nervo comprimido nesse local. Para tratar a causa do problema, exercícios de alongamento são fundamentais para diminuir a contratura do músculo que estiver causando a compressão. Considerando que o músculo piriforme apresenta, qual o posicionamento do membro inferior do paciente para realizar o alongamento?
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Q3081561 Fisioterapia
A prática clínica, para se ter bons desfechos no plano de intervenção, precisa levar em consideração as novas abordagens terapêuticas, novas técnicas, o contexto social em que a pessoa se insere, seus gostos, suas crenças, entre outros aspectos. Além disso, é preciso se atentar para o que a ciência traz de novo e eficaz para a situação. A prática precisa ser baseada em evidências. Para que se tenha a boa execução da Prática Baseada em Evidências (PBE), deve-se considerar o tripé:
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Q3081560 Fisioterapia
A formação do fisioterapeuta o habilita a atuar em todos os níveis de atenção à saúde. Na Atenção Básica, suas atuações são trabalhar com a promoção de saúde, prevenção de doenças e agravos, diagnóstico territorial e diagnóstico fisioterapêutico. Sua atuação é em equipe multidisciplinar, considerando as Políticas Públicas em Saúde, sempre com o foco na pessoa e seu bem-estar. São consideradas atribuições do fisioterapeuta na atuação centrada no indivíduo ou na coletividade: 
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Q3081559 Fisioterapia
O Distúrbio Temporomandibular (DTM) tem sido estudado e tratado a partir de uma abordagem biopsicossocial. Os sintomas podem ser relatados como dor durante a mastigação, ao fechar a mandíbula, dor de cabeça, no pescoço, espasmo muscular na face, zumbido no ouvido, entre outros. Como deve ser feito em toda anamnese e exame físico, além de tratar os sintomas, é essencial encontrar a causa do problema e a história pregressa do paciente contribui com tal fator. O tratamento irá depender da boa evidência centrada para as queixas e dificuldades de vida diária. Devido à relação que a Articulação Temporomandibular (ATM) tem com a região do pescoço e da cabeça, os músculos e as demais estruturas nesses locais precisam ser avaliados. Para tratamento do DTM, especialmente visando diminuir a dor localizada na ATM, o plano terapêutico deverá incluir exercícios
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Q3081558 Fisioterapia
Uma senhora, 76 anos, sofreu Acidente Vascular Encefálico (AVE) há 5 semanas. Atualmente, ao exame físico, apresenta grau 3 para função muscular de membros superiores do lado direito. Do mesmo lado, músculos do quadril apresentam grau 3 e os músculos flexores de joelho são classificados como grau 2 de função. A paciente encontra-se disposta, deambula com dificuldade e uso de andador, mas tem melhorado bem desde o episódio do AVE. Em seu histórico, tem o registro de ter sido nadadora durante a juventude e idade adulta. Sabe-se que o posicionamento da paciente é importante para melhor eficácia dos exercícios executados. Portanto, para iniciar o trabalho de fortalecimento dos músculos flexores de ombro, são recomendados exercícios
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Q3081557 Fisioterapia
É importante trabalhar o movimento conhecido como tríplice flexão de membros inferiores com o paciente desde as primeiras sessões de fisioterapia, ou seja, com as proporcionais resistências aplicadas. As flexões de quadril, joelho e tornozelo são necessárias para a execução da primeira etapa da fase de balanço da marcha, uma vez que realizam a elevação do membro inferior, para a propulsão adiante do corpo. Exercícios de cinesioterapia podem ser realizados combinados para o movimento, mas também de forma isolada para trabalhar os músculos flexores de quadril, joelho e tornozelo, que são, respectivamente:
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Q3081556 Fisioterapia
Paciente, sexo masculino, 23 anos, chega ao consultório com queixa de muita dor na planta do pé esquerdo e diagnóstico de fascite plantar. As dores iniciaram há 3 dias, motivo que o levou ao médico e que o encaminhou à fisioterapia. Ele apresenta dor à palpação na borda medial do pé, além de limitação para os movimentos de tornozelo e extensão de dedos. Há diferentes fatores determinantes para gerar essa condição. Pelo histórico do paciente, pode estar relacionado ao excesso de prática esportiva nos últimos 6 meses e uso de calçado inadequado. Ao exame físico, verifica-se desequilíbrio entre as musculaturas flexoras e extensoras de tornozelo, pé com arco longitudinal medial aumentado. Para o tratamento desse paciente, especialmente para diminuição da dor, pode-se realizar:
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Q3081555 Fisioterapia
As provas de função muscular são importantes para o fisioterapeuta ter um parâmetro inicial e direcionar seu plano de tratamento quanto ao desfecho força e função de determinado grupo muscular. Para se avaliar um músculo, é possível isolá-lo ou fazer a análise a partir de movimentos em diferentes posições corporais, de modo que a resistência ao movimento seja aumentada ou diminuída, enquanto o paciente tenta aumentar a amplitude. Para avaliar o grau da função muscular no movimento de flexão de quadril, o paciente apresenta grau 4, quando vence a ação da gravidade e também a uma resistência manual submáxima. Seu posicionamento correto é:
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Q3081554 Fisioterapia
A habilidade que uma pessoa tem de se manter em pé, com seu centro de massa sobre uma base estável, sem oscilações, define o equilíbrio corporal. Geralmente, o paciente chega ao consultório com a queixa de perda de equilíbrio e isso pode ser associado a alguma lesão neural. O fisioterapeuta, durante a avaliação física, pode realizar alguns testes que, somados à anamnese, direcionam para o diagnóstico cinético funcional. São indicados os seguintes testes para avaliação do equilíbrio do paciente:
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Q3081367 Fisioterapia
A eletroterapia é amplamente utilizada em práticas fisioterapêuticas para diversos objetivos terapêuticos. Um dos seus princípios é a aplicação de correntes elétricas no corpo para promover efeitos benéficos em tecidos biológicos.
Qual das opções a seguir NÃO corresponde a uma aplicação clínica correta da eletroterapia?
Alternativas
Q3081366 Fisioterapia
Qual das opções a seguir é uma abordagem CORRETA no tratamento fisioterapêutico de pacientes com transtornos musculoesqueléticos de origem traumática e ortopédica? 
Alternativas
Q3081365 Fisioterapia
Qual das seguintes abordagens é recomendada para a progressão do treinamento locomotor em pacientes neurológicos? 
Alternativas
Respostas
8961: A
8962: D
8963: B
8964: C
8965: B
8966: A
8967: A
8968: A
8969: D
8970: B
8971: D
8972: A
8973: A
8974: C
8975: C
8976: D
8977: A
8978: E
8979: A
8980: C