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Q3385160 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023

Releia o seguinte trecho do texto: 



“As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade”. 



Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, sinônimos contextuais para os termos destacados no trecho dado.

Alternativas
Q3385159 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023
O único argumento que NÃO pode ser usado para defender a tese de que políticas antigênero significam um retrocesso no direito das mulheres é: 
Alternativas
Q3385158 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Políticas antigênero: um retrocesso nos direitos das mulheres

Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a isso é desrespeitoso, limitador e altamente sexista.

Bruna Benevides
7 de novembro de 2023


        Vivemos em um momento em que as conquistas em prol dos direitos das mulheres são inegáveis, mas também somos testemunhas da ascensão de um crescente movimento antifeminista que ameaça minar essas conquistas com a mobilização de políticas "antigênero", que vem sendo usadas para impedir avanços e retroceder nos direitos das mulheres e pessoas LGBTQIA+.


        Políticas antigênero, além de serem uma pauta organizada dentro do ecossistema da extrema direita e fundamentalistas religiosos, muitas vezes, vêm acompanhadas de ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres pelas mesmas figuras que hoje se levantam em defesa da transfobia usando a suposta defesa de meninas e mulheres como escudo.


        Essas políticas buscam definir as mulheres estritamente com base na biologia. E a defesa do "sexo" como base justificável de discriminação e violência é inaceitável. Ao se concentrarem exclusivamente na biologia como critério para definir quem é uma mulher, as políticas antigênero ignoram a complexidade da identidade de gênero e da experiência das mulheres que são múltiplas, ignorando totalmente a existência de identidades transmasculinas e não binárias de pessoas que têm vagina e útero, e que não são mulheres.


        Mulheres são muito mais do que seus órgãos genitais ou reprodutivos, e reduzi-las a essas características é desrespeitoso, limitador e altamente sexista. Ao focar na biologia, desvia-se a atenção das questões sistêmicas e interseccionais sobre a violência de gênero que alcança mulheres e das desigualdades sociais que ainda persistem e atingem mulheres negras empobrecidas com maior frequência e intensidade.


        A abordagem rígida sobre o 'ser mulher' nega a diversidade corporal e de gênero e impede que pessoas trans e intersexo tenham assegurados direitos, cidadania e respeito. Assim como geram cisões no movimento feminista quando usadas para promover a exclusão de mulheres trans e travestis dos espaços feministas.


        Ideais e crenças que discriminam e violam direitos com base na biologia já causaram muita violência contra pessoas negras, indígenas e aqueles indivíduos que não seguem as normas tradicionais de gênero e sexualidade. No século 20, vimos como essas ideias causaram problemas como a segregação social, a negação de direitos e até mesmo a eliminação sistemática de grupos e indivíduos considerados "diferentes".


        Ao admitir, por exemplo, uma política de coerção contra mulheres trans no uso de espaços femininos, estaríamos admitindo práticas de monitoramento que darão mais acesso aos corpos de mulheres cisgênero. Nesse sentido, políticas antigênero representam, sem qualquer dúvida, um retrocesso nos direitos das mulheres e a negação da identidade de gênero das pessoas trans.


        Ao negar a identidade de gênero de travestis e mulheres trans e classificá-las como "homens" e/ou como inimigas, com base em características biológicas, além de não fazer avançar os direitos das mulheres ou a luta contra o machismo e a misoginia, também perpetuam a discriminação, a violência e a marginalização que as mulheres trans e travestis já enfrentam.


        As conquistas dos direitos das mulheres e a luta pela igualdade de gênero trans inclusivas não são antagônicas entre si e tampouco deveriam ser limitadas por critérios estritamente biológicos, mas, sim, baseadas em princípios de justiça, igualdade e respeito pela diversidade.


        A verdadeira igualdade só pode ser alcançada quando todas as mulheres são reconhecidas e respeitadas, independentemente de sua identidade de gênero.

Disponível em: https://www.terra.com.br/nos/opiniao/antra/politicas-antigenero-um-retrocesso-nos-direitos-dasmulheres,73c6d8cb0321dae06362bed3625b70e2vjwzgcns.html?utm_source=clipboard. Acesso em: 20/11/2023

A respeito do texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 



I. Ataques aos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres estão, muitas vezes, associados à transfobia e a uma suposta defesa de meninas e mulheres.



II. Identidades transmasculinas são tão atacadas quanto as transfemininas pelas políticas antigênero, sempre baseadas nas características biológicas da pessoa. 



III. O critério biológico de definição da pessoa já foi utilizado para atacar indivíduos considerados “diferentes” em momentos distintos da história, culminando em segregação racial e negação de direitos desses indivíduos.



Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3383474 Fisioterapia
A doença de Alzheimer é uma doença neurológica progressiva, de evolução lenta e caráter irreversível. O tratamento fisioterapêutico é realizado com base na avaliação do indivíduo, de acordo com os sinais, sintomas e limitações do doente. Sobre essa doença, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3383473 Direito Sanitário
Nos termos da Lei nº 8.080/1990, é correto afirmar que estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):

I – Assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica;
II – Execução de ações de vigilância epidemiológica;
III – Garantir orientação alimentar, transporte de medicamentos e outros insumos de interesse para a saúde.

É correto o que está contido em:
Alternativas
Q3383472 Fisioterapia
Os portadores de Distrofia Muscular de Duchenne, apresentam um pequeno atraso no desenvolvimento motor e alguns prejuízos em determinadas atividades como saltar, subir escadas, correr e levantar-se do chão devido à fraqueza muscular progressiva e simétrica que acomete inicialmente cintura pélvica, observando o clássico fenômeno do levantar miopático, que interfere no processo de intervenção fisioterapêutica, conhecido como:
Alternativas
Q3383471 Fisioterapia
    O fisioterapeuta desempenha papel importante na reabilitação física de pessoas que sofreram uma amputação, considerando que o plano de atendimento fisioterapêutico deve envolver condutas pré e pósprotetização. É objetivo da fisioterapia preventiva aplicada a pacientes amputados, exceto:
Alternativas
Q3383470 Fisioterapia
    A coluna vertebral é o eixo ósseo do corpo, situada no dorso, capaz de sustentar, amortecer e transmitir o peso corporal. Desvios de coluna como cifose, lordose e escoliose ocorrem quando há redução ou aumento acentuado de uma ou mais curvaturas da coluna, o que compromete o alinhamento da coluna e prejudica o bom desempenho de suas múltiplas funções. Sobre os principais desvios de coluna, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3383469 Fisioterapia
Na Fisioterapia Esportiva, qual é o objetivo principal da intervenção fisioterapêutica?
Alternativas
Q3383468 Fisioterapia
Qual área da Fisioterapia se concentra no tratamento de disfunções cardiovasculares e respiratórias? 
Alternativas
Q3383467 Fisioterapia
Assinale a alternativa que apresenta uma técnica frequentemente utilizada na Fisioterapia TraumatoOrtopédica para promover a recuperação de lesões musculoesqueléticas:
Alternativas
Q3383466 Fisioterapia
Qual é a técnica mais indicada para manter a permeabilidade das vias aéreas em um paciente inconsciente?
Alternativas
Q3383465 Fisioterapia
Qual é o músculo principal responsável pela inspiração?
Alternativas
Q3383464 Fisioterapia
Qual é o ritmo cardíaco mais comum durante a fibrilação ventricular?
Alternativas
Q3383463 Fisioterapia
Qual é a principal complicação associada à Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA)? 
Alternativas
Q3383462 Fisioterapia
Qual é o principal objetivo da oxigenoterapia
Alternativas
Q3383461 Fisioterapia
Durante a abordagem inicial de um paciente grave em emergência, qual é a principal prioridade do fisioterapeuta? 
Alternativas
Q3383460 Fisioterapia
De acordo com o Código de Ética do Fisioterapeuta, qual é um dos princípios fundamentais que devem nortear a conduta do profissional?
Alternativas
Q3380928 Educação Artística
Leia o trecho abaixo para responder à questão.

Descrição Heráldica do Brasão de Iturama
“Escudo português partido. O primeiro quartel de prata com uma montanha de sinopla (verde) que alcança a base do chefe, e vai encimada por um bosque ao natural, dividido por uma cachoeira de prata, aguada de blau (azul), que corre em pala e deságua num rio, também de prata e aguado de blau, que corre em faixa na ponta; o segundo quartel, recordando o brasão dos Andrade, é de sinopla com uma banda de goles (vermelho) perfilada de ouro e abocada por duas cabeças de serpe do mesmo. Como apoios, a destra e a sinistra, com quatro flores e dois botões, tudo ao natural. Sob o escudo um listel de prata com a inscrição "ITURAMA" de sable. Encimando o conjunto, como peça máxima, uma coroa mural cinco torres de prata, que é de cidade, aberta e iluminada de sable.”
(Fonte: https://www.iturama.mg.gov.br/historico/brasao-bandeira-e-hino) (Adaptado).

Assinale a alternativa que apresente corretamente o nome da flor estampada no brasão do município de Iturama/MG.
Alternativas
Q3380927 História
    O conflito deflagrado em 15 de abril de 2023 no Sudão não dá sinais de que terá um fim. Pelo contrário, desencadeou uma dinâmica que ameaça a fragmentar o Sudão, mais uma vez, depois que outros grupos armados presentes há algum tempo em diferentes áreas do país tomaram parte de um lado ou de outro, ou aproveitaram o caos para assumir o controle das áreas onde estão presentes.
    O motivo do conflito recente é a região de Darfur, onde as Forças Armadas do Sudão (SAF) estavam enfrentando uma grave escassez de abastecimentos devido aos cercos impostos pela RSF, ao mesmo tempo que não conseguiam utilizar a sua superioridade aérea para conter os avanços dos rebeldes.
     Em janeiro de 2024, havia mais de 10,7 milhões de pessoas deslocadas, a maior crise de deslocamento do mundo.

O conflito resultou, até o momento, na morte de 12.000 a 15.000 pessoas. Os conflitos no Sudão, como já dito, já culminou em uma divisão do país. Em 2011, um o desmembramento do território gerou a criação uma nova nação, o Sudão do Sul. A principal causa para essa separação foi:
Alternativas
Respostas
7401: B
7402: A
7403: C
7404: C
7405: B
7406: A
7407: B
7408: B
7409: A
7410: C
7411: A
7412: D
7413: A
7414: C
7415: D
7416: C
7417: C
7418: A
7419: C
7420: D