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Ano: 2024 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Concórdia - SC Provas: FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Analista de Gestão Administrativa | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Arquiteto e Urbanista | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Assistente Social | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Contador | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Educador Físico | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Enfermeiro 35H | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Engenheiro Agrimensor | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Engenheiro Eletricista | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Engenheiro Florestal | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Engenheiro Sanitarista | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Cardiologia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Geriatria | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Neurologia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Ginecologia e Obstetrícia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Cirurgia Geral | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Dermatologia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Endocrinologia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Gastroenterologista | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Ortopedia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Pneumologia Pediátrica | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Médico Especialista - Reumatologia | FEPESE - 2024 - Prefeitura de Concórdia - SC - Jornalista |
Q2525962 Português

Texto 1


A criação de suínos, embora comumente associada à colonização e à figura do colono de origem italiana ou alemã que migrou para o oeste catarinense a partir da década de 1920, remete ao século XIX, sendo um elemento comum na paisagem das florestas. A presença desses animais e a importância para o consumo humano pode ser constatada no sul do Brasil, inicialmente na região litorânea e posteriormente no planalto, acompanhando a formação das primeiras fazendas de criação de gado nos campos, a partir do século XVIII. A criação de porcos fez parte do povoamento das áreas de florestas nos interstícios das grandes fazendas das áreas de campo, deslocando-se a partir delas para o oeste catarinense e sudoeste paranaense a partir do século XIX (BRANDT, 2012).


Essa presença está ligada ao fato de, por ser um animal onívoro, alimentar-se de frutos caídos, sementes, raízes, relva e de qualquer animal pequeno, encontrado, por exemplo, nas florestas, despendendo menor necessidade de manejo que os herbívoros bois, cavalos e mulas (CROSBY, 1993). Outro fator importante para a adoção da criação do animal é sua capacidade de conversão de alimento em carne e banha em comparação a outros animais, como os bovinos. Os porcos convertem cerca de um quinto do que comem em alimento para consumo humano, contra aproximadamente um vigésimo dos bovinos, além do menor trabalho e tempo necessário para o abate ou comercialização (LAGO, 1988). Esse conjunto de elementos foi um dos responsáveis pela sua dispersão, acompanhando de forma conjunta a ocupação europeia do território. O porco foi e ainda é, como aponta Warren Dean (2004, p. 91), responsável por diversas situações de conservação e/ou disseminação da vegetação florestal, embora pudesse promover impactos na fauna local, ao competir com espécies nativas por alimento e espaço.


MORETTO, Samira Peruchi; BRANDT, Marlon.

Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/3381/

338160334011/html/. Acesso em: 25 de abr 2024.

Fragmento adaptado.

Quanto à tipologia textual, é correto afirmar que o texto 1:
Alternativas
Q2521067 Direito Administrativo
Na tomada de preços para uma obra de infraestrutura, foi acordado entre as empresas participantes que seus custos diretos (CD) e o preço final de venda (PV) deveriam estar abertos e claramente especificados nas propostas. Foram recebidas três propostas:

•  Empresa DOIT: CD = R$ 345.000,00, PV = 450.000,00;
•  Empresa ANA: CD = R$ 315.000,00, PV = 320.000,00;
•  Empresa KIN: CD = R$ 445.000,00, PV = 600.000,00;

Sabe-se que uma estimativa mínima para o BDI na obra é de cerca de 22,0 [%], que atende a maior parte dos custos indiretos, excetuando-se a lucratividade da obra. Nessa condição, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2521064 Segurança e Saúde no Trabalho
Um sistema de detecção e alarme de incêndio possui as seguintes partes: central de alarme, botoeira de acionamento manual, detector de fumaça, detector de gases, detector de temperatura e sirene visual e sonora para sinalização.

Sobre esses componentes, é correto afirmar:
Alternativas
Q2518942 Noções de Informática
Considere as características de uma mensagem de correio eletrônico, preparada no Microsoft Outlook 2016, em sua configuração original:

De: Paulo Para: Joana
Cc: Andreia
Cco: Ricardo
Assunto: Renato

Após Paulo clicar em enviar, a mensagem foi gravada e permaneceu na pasta Caixa de Saída do computador de Paulo.

Quanto ao recebimento da mensagem, é correto afirmar que
Alternativas
Q2518941 Noções de Informática
Em uma apresentação com 6 slides, criada no Microsoft PowerPoint 2016, em sua configuração-padrão, um usuário configurou os slides da seguinte forma:

Slide 1: não oculto
Slide 2: oculto
Slide 3: não oculto
Slide 4: oculto
Slide 5: oculto
Slide 6: não oculto

Não existem transições ou animações configuradas. No slide 1, existe um botão de ação com hiperlink para o próximo slide. Ao iniciar o Modo de Apresentação pressionando a tecla F5, o slide 1 é exibido. Ao clicar no botão de ação, é apresentado o slide ______. Ao pressionar ENTER, é exibido o slide______ . Ao pressionar End, é exibido o slide______ . Ao pressionar Seta para Cima, é exibido o slide ______ .

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q2518940 Noções de Informática
Tem-se a seguinte imagem, do Explorador de Arquivos do Microsoft Windows 10, em sua configuração original.


Imagem associada para resolução da questão



Ao efetuar um duplo clique sobre o arquivo da imagem, com o botão primário do mouse,
Alternativas
Q2518939 Noções de Informática
Tem-se o seguinte documento, criado no Microsoft Word 2016, em sua configuração-padrão, com as marcas de parágrafo ativadas.
Imagem associada para resolução da questão


Um usuário selecionou todo o texto, e selecionou a opção Converter Texto em Tabela... a partir do ícone Tabela, grupo Tabelas, guia Inserir, conforme imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Finalmente, configurou a janela Converter texto em tabela para ser 2 colunas e 3 linhas, conforme imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão



Assinale a alternativa com o resultado correto dessa ação, mostrado sem as marcas de parágrafo.
Alternativas
Q2518938 Noções de Informática

Tem-se a seguinte planilha, criada no Microsoft Excel 2016, em sua configuração-padrão.



Imagem associada para resolução da questão



Para contar a quantidade de células entre A1 e C3 que possuem valor maior do que 10 e menor do que 13, e exibir o resultado na célula A5, é preciso inserir na célula A5 a fórmula

Alternativas
Q2518937 Matemática
Em um triângulo ABC, o ponto M divide o lado AB em duas partes de mesma medida, e os pontos P e Q estão sobre os lados desse triângulo, de modo que MP = MQ = MA, conforme mostra a figura.

Imagem associada para resolução da questão


A medida do ângulo β é
Alternativas
Q2518936 Matemática
Três triângulos isósceles possuem lados em comum, conforme mostra a figura, em que as linhas tracejadas representam alturas de 6 cm, e o triângulo de maior área está destacado.

Imagem associada para resolução da questão



Se a menor área entre esses triângulos é 12 cm2 , o triângulo de maior área tem
Alternativas
Q2518927 Português
Minha terra

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...
É hoje uma bonita cidade!

Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

(Manuel Bandeira, As cidades e as musas)
A colocação pronominal atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q2518926 Português
Minha terra

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...
É hoje uma bonita cidade!

Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

(Manuel Bandeira, As cidades e as musas)
O eu lírico estava ansioso_______ rever o seu Recife e não discordou _______quem lhe afirmara ________ a cidade estava bonita.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Q2518925 Português
Minha terra

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...
É hoje uma bonita cidade!

Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

(Manuel Bandeira, As cidades e as musas)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância nominal e de concordância verbal.
Alternativas
Q2518924 Português
Minha terra

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...
É hoje uma bonita cidade!

Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

(Manuel Bandeira, As cidades e as musas)
No verso – Está de fato completamente mudado. –, as expressões “de fato” e “completamente” exprimem, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q2518923 Português
Minha terra

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...
É hoje uma bonita cidade!

Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

(Manuel Bandeira, As cidades e as musas)
A diferença na pontuação dos versos “É hoje uma bonita cidade!” e “É hoje uma bonita cidade.” permite concluir corretamente que o eu lírico expressa
Alternativas
Q2518922 Português
Traumas do Trânsito


    Entre 2011 e 2021, o número de motocicletas circulando no Brasil cresceu 64,7%, de 18 milhões para 30,3 milhões. Como se sabe e boletim do Ministério da Saúde comprova, a escalada elevou a insegurança.

    Em 2011, 70,5 mil motociclistas lesionados em acidentes de trânsito foram hospitalizados (3,9 a cada 100 mil habitantes). Já em 2021, foram 115,7 mil (6,1 a cada 100 mil) – aumento de 55% em dez anos.

   Apesar de o número de mortos ter permanecido quase estável no período (11,5 mil e 11,1 mil, respectivamente), ele representa 26,6% das fatalidades no tráfego em 2011 e 35,3% em 2021.

   Acidentes de trânsito são grave problema de saúde pública no país que, no caso de motocicletas, atinge estratos sociais fragilizados.

   Em 2021, as hospitalizações de motociclistas custaram R$ 167 milhões ao Estado. Despesas por traumatismo cranioencefálico grave (TCE) passaram de R$ 123,7 milhões, em 2008, para R$ 278 milhões em 2019. Acidentes de trânsito são a principal causa de TCEs, seguidos por violência interpessoal.

    Os custos não findam com a internação. Traumas geram sequelas que exigem tratamentos custosos para reabilitação e podem incapacitar o paciente por toda a vida. Ou seja, além dos gastos públicos, o país perde força laboral.

    Para diminuir gastos na saúde e proteger jovens trabalhadores, é fundamental que o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, implemente ações de fiscalização e de conscientização que integrem órgãos de transporte, justiça, saúde e educação.

    Tal orientação já consta do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, legislação aprovada pelo Congresso em 2018. Basta tirá-lo do papel.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 31.05.2023. Adaptado) 
De acordo com a norma-padrão, a lacuna em – Traumas geram sequelas que exigem tratamentos custosos para reabilitação do paciente e podem ________ para a vida profissional. – deve ser preenchida com:
Alternativas
Q2518921 Português
Traumas do Trânsito


    Entre 2011 e 2021, o número de motocicletas circulando no Brasil cresceu 64,7%, de 18 milhões para 30,3 milhões. Como se sabe e boletim do Ministério da Saúde comprova, a escalada elevou a insegurança.

    Em 2011, 70,5 mil motociclistas lesionados em acidentes de trânsito foram hospitalizados (3,9 a cada 100 mil habitantes). Já em 2021, foram 115,7 mil (6,1 a cada 100 mil) – aumento de 55% em dez anos.

   Apesar de o número de mortos ter permanecido quase estável no período (11,5 mil e 11,1 mil, respectivamente), ele representa 26,6% das fatalidades no tráfego em 2011 e 35,3% em 2021.

   Acidentes de trânsito são grave problema de saúde pública no país que, no caso de motocicletas, atinge estratos sociais fragilizados.

   Em 2021, as hospitalizações de motociclistas custaram R$ 167 milhões ao Estado. Despesas por traumatismo cranioencefálico grave (TCE) passaram de R$ 123,7 milhões, em 2008, para R$ 278 milhões em 2019. Acidentes de trânsito são a principal causa de TCEs, seguidos por violência interpessoal.

    Os custos não findam com a internação. Traumas geram sequelas que exigem tratamentos custosos para reabilitação e podem incapacitar o paciente por toda a vida. Ou seja, além dos gastos públicos, o país perde força laboral.

    Para diminuir gastos na saúde e proteger jovens trabalhadores, é fundamental que o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, implemente ações de fiscalização e de conscientização que integrem órgãos de transporte, justiça, saúde e educação.

    Tal orientação já consta do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, legislação aprovada pelo Congresso em 2018. Basta tirá-lo do papel.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 31.05.2023. Adaptado) 
A pontuação está em conformidade com a norma-padrão em: 
Alternativas
Q2518920 Português
Traumas do Trânsito


    Entre 2011 e 2021, o número de motocicletas circulando no Brasil cresceu 64,7%, de 18 milhões para 30,3 milhões. Como se sabe e boletim do Ministério da Saúde comprova, a escalada elevou a insegurança.

    Em 2011, 70,5 mil motociclistas lesionados em acidentes de trânsito foram hospitalizados (3,9 a cada 100 mil habitantes). Já em 2021, foram 115,7 mil (6,1 a cada 100 mil) – aumento de 55% em dez anos.

   Apesar de o número de mortos ter permanecido quase estável no período (11,5 mil e 11,1 mil, respectivamente), ele representa 26,6% das fatalidades no tráfego em 2011 e 35,3% em 2021.

   Acidentes de trânsito são grave problema de saúde pública no país que, no caso de motocicletas, atinge estratos sociais fragilizados.

   Em 2021, as hospitalizações de motociclistas custaram R$ 167 milhões ao Estado. Despesas por traumatismo cranioencefálico grave (TCE) passaram de R$ 123,7 milhões, em 2008, para R$ 278 milhões em 2019. Acidentes de trânsito são a principal causa de TCEs, seguidos por violência interpessoal.

    Os custos não findam com a internação. Traumas geram sequelas que exigem tratamentos custosos para reabilitação e podem incapacitar o paciente por toda a vida. Ou seja, além dos gastos públicos, o país perde força laboral.

    Para diminuir gastos na saúde e proteger jovens trabalhadores, é fundamental que o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, implemente ações de fiscalização e de conscientização que integrem órgãos de transporte, justiça, saúde e educação.

    Tal orientação já consta do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, legislação aprovada pelo Congresso em 2018. Basta tirá-lo do papel.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 31.05.2023. Adaptado) 
Na frase final do texto – Basta tirá-lo do papel. –, a expressão destacada está empregada em sentido
Alternativas
Q2518919 Português
Traumas do Trânsito


    Entre 2011 e 2021, o número de motocicletas circulando no Brasil cresceu 64,7%, de 18 milhões para 30,3 milhões. Como se sabe e boletim do Ministério da Saúde comprova, a escalada elevou a insegurança.

    Em 2011, 70,5 mil motociclistas lesionados em acidentes de trânsito foram hospitalizados (3,9 a cada 100 mil habitantes). Já em 2021, foram 115,7 mil (6,1 a cada 100 mil) – aumento de 55% em dez anos.

   Apesar de o número de mortos ter permanecido quase estável no período (11,5 mil e 11,1 mil, respectivamente), ele representa 26,6% das fatalidades no tráfego em 2011 e 35,3% em 2021.

   Acidentes de trânsito são grave problema de saúde pública no país que, no caso de motocicletas, atinge estratos sociais fragilizados.

   Em 2021, as hospitalizações de motociclistas custaram R$ 167 milhões ao Estado. Despesas por traumatismo cranioencefálico grave (TCE) passaram de R$ 123,7 milhões, em 2008, para R$ 278 milhões em 2019. Acidentes de trânsito são a principal causa de TCEs, seguidos por violência interpessoal.

    Os custos não findam com a internação. Traumas geram sequelas que exigem tratamentos custosos para reabilitação e podem incapacitar o paciente por toda a vida. Ou seja, além dos gastos públicos, o país perde força laboral.

    Para diminuir gastos na saúde e proteger jovens trabalhadores, é fundamental que o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, implemente ações de fiscalização e de conscientização que integrem órgãos de transporte, justiça, saúde e educação.

    Tal orientação já consta do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, legislação aprovada pelo Congresso em 2018. Basta tirá-lo do papel.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 31.05.2023. Adaptado) 
No 3o parágrafo – Apesar de o número de mortos ter permanecido quase estável no período (11,5 mil e 11,1 mil, respectivamente), ele representa 26,6% das fatalidades no tráfego em 2011 e 35,3% em 2021. –, o sentido das informações e a conformidade com a norma-padrão são mantidos com a seguinte reescrita do trecho destacado:
Alternativas
Q2518918 Português
Traumas do Trânsito


    Entre 2011 e 2021, o número de motocicletas circulando no Brasil cresceu 64,7%, de 18 milhões para 30,3 milhões. Como se sabe e boletim do Ministério da Saúde comprova, a escalada elevou a insegurança.

    Em 2011, 70,5 mil motociclistas lesionados em acidentes de trânsito foram hospitalizados (3,9 a cada 100 mil habitantes). Já em 2021, foram 115,7 mil (6,1 a cada 100 mil) – aumento de 55% em dez anos.

   Apesar de o número de mortos ter permanecido quase estável no período (11,5 mil e 11,1 mil, respectivamente), ele representa 26,6% das fatalidades no tráfego em 2011 e 35,3% em 2021.

   Acidentes de trânsito são grave problema de saúde pública no país que, no caso de motocicletas, atinge estratos sociais fragilizados.

   Em 2021, as hospitalizações de motociclistas custaram R$ 167 milhões ao Estado. Despesas por traumatismo cranioencefálico grave (TCE) passaram de R$ 123,7 milhões, em 2008, para R$ 278 milhões em 2019. Acidentes de trânsito são a principal causa de TCEs, seguidos por violência interpessoal.

    Os custos não findam com a internação. Traumas geram sequelas que exigem tratamentos custosos para reabilitação e podem incapacitar o paciente por toda a vida. Ou seja, além dos gastos públicos, o país perde força laboral.

    Para diminuir gastos na saúde e proteger jovens trabalhadores, é fundamental que o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, implemente ações de fiscalização e de conscientização que integrem órgãos de transporte, justiça, saúde e educação.

    Tal orientação já consta do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, legislação aprovada pelo Congresso em 2018. Basta tirá-lo do papel.


(Editorial. Folha de S.Paulo, 31.05.2023. Adaptado) 
Nas passagens do 6o parágrafo “Traumas geram sequelas...” e “... o país perde força laboral”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Respostas
1441: E
1442: D
1443: C
1444: A
1445: E
1446: C
1447: D
1448: B
1449: D
1450: E
1451: E
1452: A
1453: A
1454: D
1455: B
1456: B
1457: D
1458: C
1459: C
1460: B