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Quanto à Administração Pública e aos servidores públicos, julgue o item.
A Administração Pública deve obedecer aos princípios da
legalidade, pessoalidade, moralidade, publicidade e
eficácia.
No que se refere aos princípios fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue o próximo item.
A concessão de asilo político é um direito individual
previsto no art. 5.º da CF.
No que se refere aos princípios fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue o próximo item.
São objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as
desigualdades sociais e regionais.
No que se refere aos princípios fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue o próximo item.
Os princípios da dignidade da pessoa humana e os
valores sociais do trabalho e da livre iniciativa regem as
relações do Brasil com as demais nações.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
Para fins de apuração do comprometimento ético,
entende‐se por servidor público todo aquele que, por
foça de lei, preste serviços de natureza temporária, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado
indiretamente a qualquer órgão do poder estatal.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
A Comissão de Ética não poderá aplicar pena de
suspensão ao servidor público, sendo possível a
aplicação da pena de censura.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
A distinção entre o bem e o mal é suficiente para se
verificar a moralidade da Administração Pública.
De acordo com o Decreto n.º 1.117/1994, julgue o item com relação à ética no serviço público.
Os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia do
servidor público, em sua vida privada, poderão acrescer
ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
O conhecimento da ética fornece ao homem critérios
para escolha da melhor conduta, levando em
consideração o interesse de toda a comunidade.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Caso exista uma legislação brasileira que autorize o pagamento de voluntários para participarem de estudos, é correto afirmar que o conhecimento científico, sem interferência da ética, é suficiente para dizer que a prática realizada será ética, não sendo necessário análise crítica diante do agir.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Comitês de ética podem avaliar os benefícios e os
possíveis malefícios causados aos voluntários. Se o
benefício para um paciente for maior que para toda a
coletividade, o projeto merecerá aprovação e estará
eticamente correto.
Já pensou em ser voluntário em uma pesquisa científica?
Gabriel Alves – Folha de São Paulo
28/2/2018, 8h07
Fazer parte de um estudo científico como voluntário (alguns diriam “cobaia”) é uma das experiências mais curiosas que um indivíduo pode ter.
Imagine só a emoção de estar no princípio de uma descoberta. Será que o exercício físico ajuda a reduzir o ronco? Quais seriam os efeitos da poluição atmosférica na qualidade dos espermatozoides? Há questões que não podem ser respondidas de outra forma senão pesquisando.
Desde pequeno eu queria ser cientista e isso me guiou até a escolha do curso universitário. Aos dezoito anos de idade, quando comecei a estudar biomedicina na Unifesp, me deparei com um universo repleto de todo tipo de pesquisa, com camundongos, ratos, coelhos, cultura de células, bactérias, vírus… e com humanos.
E no caso do teste de novas drogas? Será que há risco ao participar de um protocolo de pesquisa? Sim, há, mas geralmente não são riscos altos. Dependendo do estágio em que a pesquisa clínica está, ainda não se sabe se há grande chance de efeitos colaterais; nesse caso, geralmente o paciente é internado e monitorado de perto.
Além disso, projetos de pesquisa que envolvem humanos têm de ser aprovados por dois comitês de ética em pesquisa, um local e um nacional, para poderem acontecer. Se o possível benefício é pequeno em comparação ao estresse causado, o projeto, via de regra, não vai para frente.
No Brasil, não pode haver remuneração em troca da participação em estudos. Essa é uma estratégia para evitar, entre outros problemas, o surgimento de “voluntários profissionais”. Por aqui, só é possível ressarcir despesas com transporte e alimentação; em outros países, como os EUA, é possível ganhar dinheiro dessa forma.
Tendo o texto como referência inicial, julgue o item a seguir acerca de ética e moral.
Não é possível que a ciência e a ética prosperem em
conjunto, devendo prevalecer a ciência, que visa ao bem
do indivíduo, que poderá se beneficiar com a nova
tecnologia.
Com base nessa situação hipotética, julgue o seguinte item.
Suponha‐se que um dos rótulos seja conferido e esteja
correto. Nesse caso, a probabilidade de os três restantes
também estarem corretos é maior que 25%.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
Um procedimento de backup que já é realizado por
todas as pessoas é não permitir que as fitas de backup
sejam armazenadas fora das instalações onde se
encontram os sistemas de informações (servidores),
independentemente de existirem sistemas considerados
como críticos. Tal procedimento visa à recuperação, em
caso de desastres, em menor tempo possível.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
O backup é uma cópia de segurança dos arquivos
pessoais armazenados no computador. Logo, os
arquivos de sistemas, por não fazerem parte desse
escopo e por serem protegidos contra leitura, não
podem ser submetidos ao processo de backup.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
O antispyware é conhecido como uma ferramenta complementar ao antivírus que deve ser executada frequentemente para checagem de possíveis ameaças que possam ter contaminado o sistema.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
Os antivírus são aplicações semelhantes aos firewalls
que têm a função de garantir a segurança do
computador. Ambos usam regras de segurança para que
os pacotes que estejam dentro dessas regras sejam
liberados e cheguem ao destino final. Esses dois
softwares resolvem todos os problemas relacionados
aos incidentes de segurança provocados por programas
maliciosos nos computadores.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
É permitido ao usuário criar um atalho para uma pasta
específica e enviá‐lo à área de trabalho do Windows.
A respeito dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos e pastas, dos aplicativos para segurança da informação e dos procedimentos de backup, julgue o item a seguir.
A extensão .dll refere‐se a um tipo de arquivo conhecido
no Windows como executável.
Com relação ao programa Microsoft Word 2013, ao sistema operacional Windows 10 e ao programa de navegação Google Chrome, em sua versão mais atual, julgue o próximo item.
O Google Chrome possui recursos que permitem
localizar softwares nocivos no computador e
removê‐los.