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Analise as seguintes afirmações sobre técnicas de cultivo e identificação de microrganismos e indique se são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A técnica de Gram é utilizada para diferenciar bactérias com base na composição de suas paredes celulares.
( ) Culturas em caldo permitem uma análise detalhada da morfologia bacteriana.
( ) Meios de cultura seletivos inibem o crescimento de certos microrganismos, favorecendo outros.
( ) A PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) é uma técnica exclusivamente usada para a amplificação de DNA viral.
( ) O teste de coagulase é específico para identificar a presença de Staphylococcus aureus em amostras clínicas.
A sequência correta é:
Em um cenário avançado de análises bioquímicas em laboratório clínico, onde técnicas sofisticadas e equipamentos de última geração são utilizados, ordene corretamente os seguintes passos, considerando detalhes críticos e específicos para a precisão e eficácia do teste:
1 – Ajustar o espectrofotômetro para o comprimento de onda específico do teste bioquímico em questão.
2 – Avaliar os resultados obtidos em relação aos controles internos e limites de detecção do método.
3 – Realizar a centrifugação da amostra de sangue para separação do soro ou plasma, conforme necessário.
4 – Executar o teste utilizando reagentes específicos e seguindo rigorosamente os parâmetros de tempo e temperatura.
5 – Analisar criticamente os dados, correlacionando-os com o quadro clínico do paciente e possíveis interferentes.
A sequência correta é:
Indique se as seguintes afirmações sobre genética molecular, mutações e técnicas de sequenciamento de DNA são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) As mutações pontuais são alterações que afetam apenas um par de bases no DNA.
( ) O sequenciamento de próxima geração (NGS) permite o sequenciamento de um único gene por vez.
( ) As mutações silenciosas no DNA não têm impacto na sequência de aminoácidos das proteínas.
( ) A técnica CRISPR-Cas9 pode ser usada para edição genética direcionada, incluindo a correção de mutações.
( ) O sequenciamento de Sanger é mais eficiente que o NGS para o sequenciamento de genomas inteiros.
A sequência correta é:
Relacione as colunas a seguir, associando os processos de Biologia Molecular (Coluna I) às suas respectivas características ou funções (Coluna II).
1 – Replicação do DNA.
2 – Transcrição.
3 – Tradução.
4 – RNA mensageiro (mRNA).
5 – RNA ribossômico (rRNA).
( ) Síntese de proteínas a partir do mRNA.
( ) Contém o códon de iniciação AUG.
( ) Forma o complexo de ribossomos, essencial para a síntese proteica.
( ) Processo de duplicação do material genético.
( ) Síntese de uma molécula de RNA a partir de uma sequência de DNA.
A sequência correta é:
Qual das seguintes alternativas aborda corretamente uma das implicações do intercâmbio cultural?
1. A maioria dos presos por crimes de drogas não tem relação com facções.
2. A maioria das pessoas desconhece as maiores descobertas científicas.
3. A maior parte dos indígenas do Brasil vive fora dos territórios tradicionais e mora nas cidades.
4. 25% dos candidatos não compareceu para a realização das provas objetivas.
Acerca das orações acima, analise as assertivas abaixo:
I. A primeira notícia apresenta erro de concordância verbal, tendo em vista que a forma verbal “tem” precisa ser acentuada para concordar com o sujeito que está no plural (presos). Desse modo, a forma verbal “tem” deve ser grafada da seguinte maneira: têm.
II. Na segunda notícia apresentou erro de concordância verbal, pois a forma verbal “desconhece”, nesse caso, precisa ser grafada no plural. Portanto, a grafia correta deveria ser “desconhecem”.
III. Na terceira notícia encontramos o tipo de sujeito denominado de partitivo, possibilitando que a grafia da forma verbal “vive” possa ser escrita também no plural: vivem.
IV. A quarta notícia apresenta erro de concordância verbal, tendo em vista que o verbo deve concordar com o valor da expressão numérica. Nesse sentido, a notícia deveria ser escrita da seguinte maneira: 25% dos candidatos não compareceram para a realização das provas objetivas.
Assinale:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado
Fui demitido. Perdi o emprego em que estava trabalhando há seis anos. Especialista numa área em que poucos profissionais possuem conhecimento e preparo para atuar, definitivamente não esperava que isso viesse a acontecer. Nem meus colegas de trabalho entenderam os motivos que levaram a instituição a tomar essa providência.
Por incrível que pareça, fiquei menos abalado do que todos os demais. Não que eu estivesse esperando, pois já estávamos fazendo planos com o departamento em que atuava para novas aulas e cursos no ano que iria começar... Mas, como sabemos o quanto o mundo é competitivo, e como a globalização tem redirecionado as energias e exigido custos mínimos e máxima produtividade, penso até que isso demorou a acontecer. Já havia ocorrido idêntica situação com outros profissionais de qualidade que, engajados em projetos da instituição, da noite para o dia foram simplesmente “desligados” de suas funções, demitidos sumariamente...
Não que isso seja uma particularidade dessa instituição onde estive trabalhando ao longo dos últimos anos. Tampouco é possível encarar os acontecimentos como derivados de alguma perseguição ou diferença pessoal. Tudo ocorre da forma mais impessoal possível. A despeito de todo o trabalho feito, do reconhecimento do público-alvo, o que é avaliado não é sua capacidade profissional, e sim o quanto você custa para a empresa. Num mercado altamente competitivo, no qual os custos com publicidade são cada vez mais exorbitantes, em que é necessário dispor de infraestrutura e recursos materiais de ponta, a mão de obra qualificada e de alto custo deixou de ser um diferencial no qual seja prioritário investir.
O fim do emprego, como era concebido nos últimos 50 ou 60 anos, é uma realidade. Poucos serão os que ficarão por mais de 5 ou 8 anos numa mesma empresa. Carreiras duradouras, em que o sujeito trabalhava ao longo de toda sua existência num mesmo emprego, serão raríssimas. A rotatividade profissional do trabalhador, até recentemente vista como um sinal de imaturidade ou falta de seriedade, passou a ser encarada como acúmulo de experiências e de diversidade de habilidades e possibilidades funcionais.
De acordo com o consultor Ricardo Neves, em seu livro O Novo Mundo Digital, adentramos um mundo em que o emprego, aquele vínculo entre empresa e empregado, que dá ao funcionário uma forte sensação de estabilidade associada a fatores, como os benefícios trabalhistas e, principalmente, o salário mensal, está dando lugar ao conceito de trabalho. E o que seria então trabalho? Seria, no caso, a vinculação a projetos e planos, ações e realizações de prazo variável (curto, médio ou longo), para os quais os profissionais seriam contratados como “terceiros”, enquanto durassem essas empreitadas. E as garantias trabalhistas? São suprimidas, pois representam custos altos que as empresas precisam cortar. E os salários? São substituídos por honorários pagos aos profissionais que atuam como empresas, ou seja, que são identificados como pessoas jurídicas. O que se estabelece, a partir de agora, passa a ser o vínculo profissional free-lance, bastante conhecido dos profissionais que atuam na imprensa.
Também é uma prerrogativa dos novos tempos que a tecnologia esteja cada vez mais incorporada ao cotidiano e que, em alguns casos, como já ocorreu em vários segmentos profissionais, máquinas, como computadores, robôs e sistemas sofisticados substituam trabalhadores.
Outra situação bastante comum, em vigor nos Estados Unidos e em outros países, é a transferência dos setores de produção mais pesada para onde a mão de obra e os custos governamentais sejam menores. Exemplos de onde isso já está efetivado são a Índia e a China, que absorveram grande parte dos investimentos deslocados do primeiro mundo em busca de custos mais baixos.
É por isso que, mesmo tendo perdido o emprego, não acreditei, em momento algum, que fosse vítima de alguma perseguição da instituição. Entendi que os custos que significava para a empresa eram um pouco mais altos do que a média local e que, em virtude disso, fui mais uma vítima da competição globalizada...
O que fazer? Se preparar para o futuro – que não será tenebroso e sim diferente – estudando, se preparando, buscando novos espaços, virando a página e dando a volta por cima...
(___) Em “Se preparar para o futuro – que não será tenebroso e sim diferente – estudando, se preparando, buscando novos espaços, virando a página e dando a volta por cima” os usos dos travessões podem ser substituídos pelas vírgulas.
(___) Em “Fui demitido” encontramos o tipo de sujeito desinencial.
(___) Em “Mas, como sabemos o quanto o mundo é competitivo” o termo em destaque tem valor semântico de conformidade.
(___) Em “O fim do emprego, como era concebido nos últimos 50 ou 60 anos, é uma realidade” o uso da vírgula justifica-se por isolar um adjunto adverbial deslocado. Desse modo, a reescrita da oração por “O fim do emprego é uma realidade como era concebido nos últimos 50 ou 60 anos” não admite o uso da vírgula, tendo em vista que o adjunto adverbial foi colocado no final da oração.
(___) Em “Por incrível que pareça, fiquei menos abalado do que todos os demais” o uso da virgula justifica-se por isolar um vocativo.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é: