Questões de Concurso Comentadas para técnico em eletrônica

Foram encontradas 745 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2051867 Eletrônica
Em sistemas trifásicos é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q2051865 Eletrônica
Um conversor A/D (analógico/digital) converte um sinal que varia entre 0 e 3 V em uma palavra binária de 4 bits. O valor binário para o sinal 2,2 V é:
Alternativas
Q2051864 Eletrônica
Qual é o tempo necessário para que um motor elétrico, com potência de 2 CV, levante uma carga de 30 kgf a uma altura de 10 m? Considere 1 CV = 75 kgf.m/s. 
Alternativas
Q2051863 Eletrônica
Entre os dispositivos abaixo, assinale aquele que não mede temperatura.
Alternativas
Q2051862 Eletrônica
O circuito integrado (CI) EPROM 2732 é uma memória com capacidade de armazenar 4096 palavras de um byte. Podemos afirmar que a memória EPROM 2732 possui:
Alternativas
Q2051861 Eletrônica
O número binário 01100111 equivale em decimal a:
Alternativas
Q2051857 Eletrônica
Em um circuito trifásico, a potência aparente é 100 VA e o fator de potência 0,95. O valor da potência ativa neste circuito é:
Alternativas
Q2051856 Eletrônica
No estudo da eletrostática, são consideradas formas de eletrização:
1) a eletrização por contato. 2) a eletrização por atrito. 3) a eletrização por indução.
Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q2051853 Eletrônica
Em relação à intensidade do campo eletromagnético gerado por um solenoide, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q2051852 Eletrônica
Um transformador ideal, de potência 330 W, possui tensão no primário de 110 V e corrente no secundário de 15 A. Qual é o valor da relação entre espiras do primário e do secundário do transformador?
Alternativas
Q2051841 Noções de Informática
A partir do XP, o sistema operacional Windows passou a permitir que um usuário suspenda sua sessão temporariamente, mantendo seus aplicativos abertos, para que outro usuário utilize o computador e, mais tarde, reabrir sua sessão. Para que o segundo usuário não tenha acesso aos aplicativos do primeiro, esse último tem como procedimento mais direto a seguinte opção:  
Alternativas
Q2051827 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Considerando as regras de concordância verbal, assinale a alternativa cujo enunciado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua.
Alternativas
Q2051824 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Considerando as relações de sentido estabelecidas por meio do vocabulário utilizado no Texto 1, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2051822 Português
Texto 1 

A família dos porquês

A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.

Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.

A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.

No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?

In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado. 
Quando o autor do Texto 1 afirma que “os porquês da ciência são por natureza rasos” (3º parágrafo), ele quer dizer que:
Alternativas
Q839179 Eletricidade

Considere um motor de indução trifásico de quatro polos, operando em 60 Hz, com velocidade rotacional de 1710 rpm e potência de entrada de 10 kW. A potência dissipada no enrolamento do estator é 100 W por fase.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da potência total dissipada no enrolamento do rotor (em W).

Alternativas
Q839178 Eletricidade

Em relação às características a vazio e de curto-circuito de máquinas síncronas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.


( ) A linha de entreferro corresponde à porção linear da curva de saturação de circuito aberto ou a vazio da máquina.

( ) As características a vazio e de curto-circuito são ambas necessárias para o cálculo da reatância síncrona não saturada da máquina.

( ) A relação de curto-circuito (RCC) é definida como sendo a razão entre a corrente de campo necessária para que seja gerada a tensão nominal a vazio e a corrente de campo necessária para se alcançar a corrente de armadura nominal em curto-circuito.

( ) A resistência efetiva do enrolamento de armadura pode ser calculada por meio da característica a vazio da máquina.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q839177 Eletricidade

Sobre a operação em regime permanente de uma máquina síncrona de polos lisos representada pelo modelo clássico sem perdas ativas e conectada a um sistema elétrico de potência representado por um barramento infinito, considere as seguintes afirmativas:


1. Quando a máquina está sobre-excitada, a projeção do fasor da força eletromotriz interna sobre a direção do fasor da tensão terminal da máquina é maior do que a magnitude deste último fasor, esteja a máquina operando como gerador, motor ou compensador de potência reativa.

2. Na operação da máquina como compensador de potência reativa, a potência ativa deve ser nula, o que significa que a defasagem entre os fasores da força eletromotriz interna e da tensão terminal é igual a 90 graus.

3. A máquina operando como gerador fornece potência reativa ao sistema quando ela está subexcitada.

4. A sensibilidade entre a potência reativa da máquina e o ângulo δ formado entre os fasores da força eletromotriz interna e da tensão terminal é menor, conforme se reduz o ângulo δ.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q839176 Eletricidade

Em relação às perdas e aquecimento nas máquinas elétricas, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas.


( ) As perdas ôhmicas consistem em atrito nas escovas e mancais das máquinas.

( ) As perdas por correntes parasitas em motores de indução variam com o quadrado da frequência de operação.

( ) Os ensaios de envelhecimento acelerado são utilizados para avaliação dos sistemas de isolamento de máquinas elétricas, incluindo uma análise térmica dos materiais isolantes utilizados.

( ) As perdas por atrito e ventilação podem ser medidas a partir do valor da potência de entrada da máquina quando ela está funcionando sob carregamento nominal, porém sem excitação.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q839175 Eletricidade

Considere um transformador monofásico com valores nominais de 10000 VA e 2400:240 V. As perdas no núcleo de ferro e a corrente de magnetização do transformador são consideradas desprezíveis. Os parâmetros do circuito equivalente em unidades reais são dados por uma impedância série no enrolamento de alta tensão igual a 1 + j2 Ω e uma impedância série no enrolamento de baixa tensão igual a 2 + j4 Ω.


Assinale a alternativa que apresenta o valor correto da impedância do circuito equivalente, por unidade, após a eliminação do transformador ideal, usando a especificação nominal do equipamento como base.

Alternativas
Q839174 Eletricidade

Sobre os ensaios de curto-circuito e circuito aberto para determinação dos parâmetros em série (resistência e reatância equivalentes) e parâmetros em derivação (resistência de perdas no núcleo e reatância de magnetização) dos circuitos equivalentes de transformadores monofásicos, considere as seguintes afirmativas:


1. A medição de potência ativa no equipamento é necessária apenas para o ensaio de circuito aberto.

2. No ensaio de curto-circuito, a escolha de qual enrolamento, primário ou secundário, usar para aplicação do curtocircuito é arbitrária.

3. Considerando o ensaio de circuito aberto com o enrolamento secundário em aberto e a tensão nominal aplicada ao enrolamento primário, a resistência de perdas no núcleo referida ao primário pode ser calculada pela razão entre o quadrado da tensão aplicada e a potência ativa de entrada, ao se desprezar a impedância de dispersão do primário.

4. O ensaio de curto-circuito permite encontrar a resistência em série dos enrolamentos e a reatância de magnetização do núcleo do transformador.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
361: C
362: E
363: B
364: B
365: C
366: E
367: A
368: A
369: D
370: E
371: D
372: A
373: C
374: D
375: D
376: E
377: B
378: A
379: B
380: C