Questões de Concurso Comentadas para engenheiro florestal

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Q3419625 Engenharia Florestal
Entre as pragas mais prejudiciais para o cultivo de eucalipto estão a Atta sexdens rubropilosa (saúva-limão) e Atta laevigata (saúva-cabeça-de-vidro), que constroem sauveiros, constituídos por diversas câmaras ou panelas arredondadas, subterrâneas, ligadas entre si e a superfície do solo através de galerias que terminam em olheiros na superfície. Depois de preencher as lacunas com os métodos de controle dessas pragas, assinale a alternativa correta.

I- Controle ___________: a partir da aração e gradagem, que quando realizados em formigueiros novos, de até quatro meses, podem matar a rainha, localizada a aproximadamente 20 cm de profundidade.
II- Controle ___________: por meio da restrição de caça, uma vez que as aves são importantes predadores das formigas-cortadeiras no período da revoada, enquanto os tatus escavam os formigueiros para se alimentar.
III- Controle ___________: por meio de faixas de proteção ou corredores de fauna que reduzem a instalação de novos formigueiros na área por servirem de abrigo a inimigos naturais, principalmente pássaros.
IV- Controle ___________: a maioria dos inseticidas recomendados para o controle de formigas cortadeiras é na formulação de iscas, as quais devem ser protegidas em portas-isca biodegradáveis de papel parafinado com 5, 10 0u 20 gramas de iscas, dependendo da espécie.
Alternativas
Q3419624 Engenharia Florestal
As manchas foliares reduzem a área foliar fotossintetizante dos eucaliptos, diminuindo sua capacidade de produção de metabólitos essenciais e, consequentemente, prejudicando o crescimento. Sobre o tema, leia os itens seguintes:

I- A mancha bacteriana Phaeophleospora epicoccoides caracteriza-se pela forma angular e por serem úmidas e translúcidas. Posteriormente, as lesões tornam-se ressecadas e necróticas. Não há controle específico para a doença após sua ocorrência em campo.
II- As manchas de Cryptosporiopsis eucalypti são de coloração marrom ou palha, iniciando-se na base, ápice ou margem das folhas, podendo apresentar halos cloróticos nas margens das lesões. Em grandes proporções, provocam intenso desfolhamento dos terços basais e medianos das copas. Ainda não há produto registrado para controle dessa doença.
III- A mancha de Teratosphaeria spp. e Mycosphaerella spp. varia de circular a anelada ou irregular, com coloração palha, marrom-clara ou marrom-escura, sendo mais escura na porção abaxial (inferior) do limbo. A doença incide mais severamente em folhas jovens de Eucalyptus globulus e E. nitens. Não há produto registrado para controle da doença.

Estão corretos:
Alternativas
Q3419623 Meio Ambiente
Os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituem o Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA. Qual o órgão superior do SISNAMA, com a função de assessorar o Presidente da República na formulação da política nacional e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos ambientais?
Alternativas
Q3419622 Engenharia Florestal
 O objetivo básico das Unidades de Proteção Integral é preservar a natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus recursos naturais, com exceção dos casos previstos na legislação. São Unidades de Proteção Integral:
Alternativas
Q3419621 Engenharia Florestal
Quanto mais estreitas forem as bandas do espectro eletromagnético, maior será a resolução espectral do sensor e maior será também a capacidade do sistema de discriminar variações no comportamento espectral do alvo a ser estudado. Qual a denominação atribuída a menor porção do espectro eletromagnético que um sistema sensor é capaz de segmentar?
Alternativas
Q3419620 Direito Ambiental
Sobre as Áreas de Preservação Permanente, marque "F", quando a assertiva for FALSA, ou "V", quando for VERDADEIRA.

( ) A intervenção ou a supressão de vegetação nativa em Área de Preservação Permanente não será permitida em nenhuma hipótese.
( ) A supressão de vegetação nativa protetora de nascentes, dunas e restingas somente poderá ser autorizada em caso de utilidade pública.
( ) A intervenção ou a supressão de vegetação nativa em Área de Preservação Permanente poderá ser autorizada, excepcionalmente, em locais onde a função ecológica do manguezal esteja comprometida, para execução de obras habitacionais e de urbanização, inseridas em projetos de regularização fundiária de interesse social, em áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda.
( ) A execução, ainda que em caráter de urgência, de atividades de segurança nacional e obras de interesse da defesa civil destinadas à prevenção e mitigação de acidentes em áreas urbanas somente será iniciada após a autorização do órgão ambiental competente.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3419619 Engenharia Florestal
Os produtos florestais madeireiros compreendem o material lenhoso, a biomassa, a madeira. São produtos florestais não-madeireiros:

I- Cipós, óleos e resinas.
II- Plantas medicinais e ornamentais.
III- Serviços ambientais e produção de alimentos.

Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3419618 Engenharia Florestal
O mogno (Swietenia macrophylla King) é muito utilizado na fabricação de móveis de luxo, compensados, painéis, construção civil, decoração interna e adornos. Na fase de viveiro e nos plantios destinados à produção de sementes, alguns patógenos associados aos tecidos foliares do mogno têm sido observados. Os sintomas característicos da mancha da folha no mogno são manchas grandes, nas extremidades dos foIíolos, de coloração marrom-escura e com o comprimento variando em tamanho, chegando a alcançar até 6 cm. A mancha da folha é causada pelo fungo. A descrição refere-se a: 
Alternativas
Q3419617 Engenharia Florestal
O termo Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) é aplicável a sistemas que realizam tratamento computacional de dados geográficos e armazenam a geometria e os atributos dos dados georreferenciados, isto é, localizados na superfície terrestre e representados numa projeção cartográfica. Analise os itens seguintes sobre o tema:

I- Os SIGs são imprescindíveis para a realização de avaliações de cobertura vegetal e de uso das terras, bem como, sobre a alteração dessa cobertura ao longo do tempo, que resulta em estudos de monitoramento da cobertura vegetal.
II- Para sistemas integrados de produção, zoneamentos e mapeamentos de aptidão, poderiam ser realizados a fim de identificar as práticas e os sistemas de produção mais recomendados para as diferentes áreas.
III- Os SIGs também são utilizados para a realização de zoneamentos agrícolas e agroclimáticos, para identificar as épocas e culturas mais apropriadas para as diferentes regiões.

Marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3419614 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
A Lei Municipal n. 003, de 04 de fevereiro de 1999, estabelece as diretrizes sobre o estágio probatório. Sobre o assunto, apenas não é correto afirmar:
Alternativas
Q3419611 Atualidades
"Brasil não assina comunicado final da Cúpula de Paz na Suíça." (Fonte: Dol.com / Data: 16/06/2024). Qual o motivo do Brasil não ter assinado?
Alternativas
Q3419609 Logística
"Escoamento pelo Pará está previsto em rotas de integração anunciadas pelo governo federal. Com objetivo de expansão do comércio exterior, Simone Tebet prevê que em 4 anos, essas rotas vão ligar Brasil à Ásia." (Fonte: OLiberal.com / Data: 21.06.2024). Sobre o assunto apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Q3419608 Português
"Vacina contra câncer de mama é testada pela primeira vez em paciente voluntária." (Fonte: OLiberal.com / Data: 21.06.2024). A respeito da reportagem, apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Q3419599 Português
PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.


Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?

As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.

Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.

Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?

Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).

A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).

Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.

De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.

Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.

Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.

De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.

(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)
Sobre a regência, parágrafo 9, do verbo agradar em: "(...) agradar às crianças (...)", pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3419594 Português
PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.


Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?

As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.

Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.

Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?

Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).

A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).

Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.

De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.

Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.

Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.

De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.

(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)
Assinale a alternativa que contém um operador argumentativo de oposição.
Alternativas
Q3419593 Português
PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.


Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?

As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.

Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.

Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?

Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).

A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).

Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.

De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.

Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.

Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.

De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.

(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)
A autora emprega um modalizador discursivo para ratificar seu ponto de vista em: 
Alternativas
Q3342459 Engenharia Florestal
Incêndio florestal é o termo utilizado para definir um fogo incontrolado que se propaga livremente e consome os diversos tipos de materiais combustíveis existentes em uma floresta. Sobre os fatores que influenciam incêndios florestais, analisar os itens.
I. Em áreas declivosas, a propagação do fogo diminui à medida que o grau de inclinação aumenta. Desconsiderando-se a ação do vento, o fogo tende a se alastrar para baixo, visto que as chamas produzidas passam a aquecer o material combustível localizado na parte inferior do terreno, favorecendo sua ignição e a continuidade na propagação do fogo.
II. O vento assume grande importância no comportamento do fogo, pois renova o oxigênio na área de combustão. Além disso, transfere calor para os demais combustíveis presentes ao redor, porém o vento não transporta material particulado incandescente, o que poderia proporcionar novos focos.
III. A precipitação disponibiliza umidade para o material combustível. Dessa forma, dificulta ou torna impossível o início e a propagação de incêndios florestais. Assim, quanto maiores os períodos de estiagem, menores serão as perdas de umidade dos materiais combustíveis, e mais favoráveis se tornarão as condições para a ocorrência de incêndios florestais.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3342458 Engenharia Florestal
Os processos sucessionais ocorrem em todas as florestas em diferentes escalas espaciais e temporais. A sucessão pode ser caracterizada como mudanças na composição de espécies e cobertura do substrato ao longo do tempo. Sobre sucessão florestal, analisar os itens.
I. Florestas jovens são resultantes de um processo natural de regeneração da vegetação em áreas onde no passado houve corte raso da floresta primária. Nesses casos, em geral, as terras foram usadas para agricultura, exploração madeireira e pastagem, e a floresta ressurge espontaneamente, após o abandono da atividade.
II. Florestas maduras se encontram em um estágio tardio de sucessão e são relativamente estáveis. A dinâmica florestal não cessa, e existem distúrbios localizados (endógenos) como quedas de árvores ou inundações locais.
III. Geralmente, florestas maduras apresentam menor número de árvores com áreas basais grandes, enquanto florestas jovens apresentam uma alta densidade de árvores de maior porte e redução significativa na cobertura e na altura do dossel.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3342457 Engenharia Florestal
Nos viveiros florestais, as atividades podem ser sempre adaptadas e melhoradas para o crescimento do empreendimento. Considerando-se a terminologia dessas atividades rotineiras, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Classificação. (2) Transplante. (3) Raleio. (4) Seleção.
( ) Essa atividade ocorre quando várias plântulas emergem no mesmo recipiente, sendo necessária a retirada das excedentes. Esse procedimento deve ser realizado quando as plantas são pequenas, o que permite retirá-las sem comprometer a muda que permanece. Para tanto, primeiro se realiza irrigação e depois se retira(m) a(s) planta(s) excedente(s) do substrato.
( ) Essa prática envolve colocar as mudas em um recipiente com maior volume de substrato, usado para espécies nativas ou plantas utilizadas na arborização urbana. Após, as mudas são regadas e podem ser movidas para uma área de aclimatação ou expostas a pleno sol, dependendo da estação e das necessidades específicas de cada espécie.
( ) Essa atividade visa melhorar a uniformidade do lote de mudas. Para tanto, estas são separadas por tamanho, com foco, na maior parte das vezes, na altura. As plantas são organizadas em sublotes de tamanhos (pequeno, médio e grande). Após, cada sublote é manejado separadamente. Essa atividade é normalmente realizada durante o estágio intermediário da produção do lote de mudas.
( ) Essa prática envolve a remoção de plantas malformadas, bifurcadas, doentes ou com algum problema que possa comprometer a qualidade do lote de mudas. É contínua dentro do viveiro, comum em viveiros de raiz nua e em viveiros de recipientes. É realizada junto a outras atividades. Sempre que uma planta não atende aos padrões de qualidade, ela é removida do lote.
Alternativas
Q3342455 Engenharia Florestal
O Sistema de Informações Geográficas (SIG) é utilizado de diversas maneiras, geralmente vinculado a espaços físicos, porém não se limitando a isso. Sobre o SIG e a base de dados georreferenciados, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
581: B
582: D
583: D
584: B
585: A
586: C
587: C
588: D
589: A
590: D
591: C
592: D
593: A
594: A
595: C
596: C
597: D
598: B
599: D
600: A