Questões de Concurso Comentadas para pedagogo

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Q412712 Português
                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q412711 Português
                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

Atente para as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, o autor estranha a presença de uma reflexão tão aguda, em tom conclusivo, na letra de compositor popular, que melhor faria se viesse a dar voz a questões menos complexas.

II. No segundo parágrafo, os exemplos de canções elencados pelo autor do texto servem-lhe como argumento para contestar a relevância do questionamento expresso no verso de Caetano Veloso, citado no parágrafo anterior.

III. No terceiro parágrafo, os versos de uma conhecida cantiga de roda são lembrados como exemplo do alcance trágico que se pode reconhecer nas palavras que as crianças cantam enquanto brincam.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q412710 Português
                                                        Fundas canções

        “Existirmos, a que será que se destina?" - pergunta um verso de Caetano Veloso em sua bela canção “Cajuína", nascida numa visita a amigo em Teresina. Que faz numa canção popular essa pergunta fundamental sobre o propósito mesmo da vida humana? - perguntarão aqueles que preferem separar bem as coisas, julgando que somente os gêneros “sérios" podem querer dar conta das questões “sérias". O preconceito está em não admitir que haja inteligência - e das fulgurantes, como a de Caetano Veloso - entre artistas populares. O fato é que a pergunta dessa canção, tão sintética e pungente, incide sobre o primeiro dos nossos enigmas: o da finalidade da nossa existência.

        Não seria difícil encontrarmos em nosso cancioneiro exemplos outros de pontos de reflexão essencial sobre nossa condição no mundo. Em “A vida é um moinho", de Cartola, ou em “Esses moços", de Lupicínio Rodrigues, ou ainda em “Juízo final", de Nelson Cavaquinho, há agudos lampejos reflexivos, nascidos de experiências curtidas e assimiladas. Não se trata de “sabedoria popular": é sabedoria mesmo, sem adjetivo, filtrada por espíritos sensíveis que encontraram na canção os meios para decantar a maturidade de suas emoções. Até mesmo numa marchinha de carnaval, como “A jardineira", do Braguinha, perguntamos: “Ó jardineira, por que estás tão triste? Mas o que foi que te aconteceu?" - para saber que a tristeza dela vem da morte de uma camélia. Essa pequena tragédia, cantada enquanto se dança, mistura-se à alegria de todos e funde no canto da vida o advento natural da morte: “Foi a camélia que caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu..."

        Mesmo em nosso folclore, compositores anônimos alcançaram um tom elevado na dicção aparentemente ingênua de uma cantiga de roda. Enquanto se brinca, canta-se: “Menina, minha menina / Faz favor de entrar na roda / Cante um verso bem bonito / Diga adeus e vá-se embora". Não será essa uma expressão justa do sentido mesmo de nossa vida: entrar na roda, dizer a que veio e ir-se embora? É o que cantam as alegres crianças de mãos dadas, muito antes de se preocuparem com a metafísica ou o destino da humanidade.


(BARROSO, Silvino, inédito)

O sentido essencial desse texto, considerado no conjunto e na perspectiva adotada pelo autor, está adequadamente expresso na seguinte formulação:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399298 Pedagogia
Oliveira (2006) aborda questões trazidas pela implantação da gestão democrática da educação no atual contexto de reforma do Estado.

Assinale (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) A eficácia das atuais políticas educacionais atrelam financiamento e avaliação como principais instrumentos de gestão.
( ) A luta pela democratização da educação básica assume a ampla defesa da autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial.
( ) As políticas educacionais recentes têm atribuído maior ênfase ao planejamento descentralizado e aos processos de avaliação, como critérios de financiamento e custeio.
( ) A autonomia pedagógica se relaciona a critérios de produtividade, previamente definidos pelos órgãos centrais e garantidos pelos processos de avaliação.

A sequência correta encontrada é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399297 Pedagogia
“O sentido do ensino médio integrado, de natureza filosófica, expressa uma concepção de formação humana, com base na integração de todas as dimensões da vida no processo educativo, visando à formação omnilateral dos sujeitos. Essas dimensões são o trabalho, a ciência e a cultura.” 
(BRASIL. Documento Base. Educação profissional técnica de nível médio integrada ao ensino médio. Brasília: MEC, 2007.)

Nesse sentido, o trabalho é compreendido como a(o) (s)
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399296 Pedagogia
De acordo com Vieira apud Mancebo (2009), a educação superior vivencia um processo de “privatização” por consequência da desobrigação financeira da União, que se deve, em parte, aos programas governamentais como o
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399295 Pedagogia
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/96, uma das finalidades da educação superior é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399294 Pedagogia
De acordo com Libâneo (2008), a educação no neoliberalismo enfatiza a
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399293 Pedagogia
As pesquisas de Dayrell (1997) sobre “o jovem como sujeito social”, consideram que
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399292 Pedagogia
(...) Foi dentro da compreensão
Desse instante solitário
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário.
Cresceu em alto e profundo
Em largo e no coração
E como tudo que cresce
Ele não cresceu em vão
Pois além do que sabia
- Exercer a profissão
- O operário adquiriu
Uma nova dimensão: (...)
Vinicius de Moraes

Pensar a formação do trabalhador brasileiro, na perspectiva de uma formação unitária, como definiu Gramsci (1986), é compreender que essa formação deve possibilitar conhecimentos que vão além de saber “exercer a profissão”, como apontou Vinicius de Moraes, no poema “O Operário em Construção”.

De acordo com Pires apud Dourado (2010), a formação do trabalhador na perspectiva humanista passa pelo entendimento da educação como
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399290 Pedagogia
As profundas modificações que têm ocorrido no mundo do trabalho trazem novos desafios para a educação. Kuenzer (2008) analisa os delineamentos da nova pedagogia que se desenvolve, no âmbito das relações sociais e produtivas, determinadas por tais mudanças no mundo do trabalho.

Nesse contexto

I- a escola garante a apropriação do conhecimento, cabendo ao professor a função de mediador no processo da aprendizagem.

II- a nova pedagogia cria condições para o desenvolvimento de subjetividades, viabilizando a internalização dos conhecimentos.

III- a definição de procedimentos metodológicos deve permitir a organização dos conteúdos na estrutura lógico-formal das áreas do conhecimento.

IV- a realidade virtual influencia a expansão dos espaços escolares, possibilitando o acesso imediato às informações por diversos meios.

Estão corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399289 Pedagogia
“Os instrumentos empregados nos processos de avaliação referem- se a tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento de aprendizagem de seus estudantes. Esses instrumentos utilizados no processo de avaliação, sejam referenciados nos programas gerais ou no estágio de desenvolvimento dos estudantes reais existentes em uma sala de aula, devem partir de uma especificação muito clara do que se pretende avaliar.”


(BRASIL. MEC/SEB. FERNANDES, Cláudia de Oliveira; FREITAS, Luiz Carlos de. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação. Brasília, 2007.) (Adaptado)

Na elaboração de um instrumento de avaliação, deve-se levar em consideração .

I- a relevância do conteúdo a ser avaliado.
II- a coerência com os propósitos de ensino.
III- a contextualização daquilo que se investiga.
IV- o contexto social e cultural do estudante a ser avaliado.
V- a capacidade de leitura e escrita, bem como o raciocínio.
VI- as diretrizes definidas pelo Estado por meio dos sistemas nacionais de avaliação.

São INCORRETOS apenas os itens

Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399288 Pedagogia
O trabalho, como princípio educativo, incorpora a relação indissociável entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura. Como produtor de sua realidade, o sujeito se apropria dela e pode transformá-la. 
(BRASIL. Documento Base. Educação profissional técnica de nível médio integrado ao ensino médio. Brasília: MEC, 2007, p. 46). Adaptado.

Nesta perspectiva, o trabalho é princípio educativo no ensino, quando se
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399287 Pedagogia
Segundo Zabala (2002), multidisciplinaridade é a
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399286 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores para a Educação Básica (BRASIL. MEC/CNE, 2002), parágrafo 3º do artigo 6º, a definição dos conhecimentos exigidos para a constituição de competências, dentre outras, deverá contemplar os
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399285 Pedagogia
Considerando-se a Educação Ambiental, o ensino de História Afro- Brasileira e a Educação Especial, é correto afirmar que
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399284 Pedagogia
Hernandez (1998) convida a escola a transgredir a visão de educação escolar, a visão de aprendizagem e a visão de organização dos conteúdos como necessidades do século xxI. Para isso, apresenta os projetos de trabalho, na perspectiva de currículo integrado de caráter transdisciplinar, como alternativa à apreensão do conhecimento de uma maneira fragmentada.

Enumere de (1) a (8) a sequência de passos apresentada pelo autor que conferem a qualidade de um trabalho por projetos.

( ) Selecionam-se fontes de informação.
( ) Conecta-se com um novo tema ou problema.
( ) Estabelecem-se novas dúvidas e perguntas.
( ) Estabelecem-se relações com outros problemas.
( ) Inicia-se um processo de pesquisa.
( ) Parte-se de um tema ou de um problema negociado com a turma.
( ) Recapitula-se o que se aprendeu.
( ) Representa-se o processo de elaboração do conhecimento obtido.

A ordem correta encontrada é
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399283 Pedagogia
Em 2010, foi encaminhada à SETEC/MEC uma proposta de parecer contendo cinco possibilidades de formação de professores para a EPT: quatro resultantes dos debates promovidos nos anos de 2006 e 2007 e uma constante na Resolução CNE/CP 02/1997. (PACHECO, 2012, p. 82) De acordo com essas propostas, a formação de professores para a EPT NÃO é possibilitada por intermédio de cursos de
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399282 Pedagogia
Segundo Veiga (2002), a abordagem do projeto político-pedagógico como organização do trabalho da escola, em sua totalidade, fundamenta-se em princípios que deverão nortear a escola democrática, pública e gratuita.

Um dos princípios apresentados por essa autora é a(o)
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Pedagogo |
Q399281 Pedagogia
“Embora Currículo e Didática tenham-se construído como campos independentes, pelo menos no Brasil, tendo em vista, sobretudo o objeto de estudo que vieram enfatizando, a sua complementaridade seria uma necessidade que se impõe, numa concepção dialética da educação e do ensino. Ao lado disso, os campos envolvem interseções pelas quais estudam temas comuns.”
(OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales. PACHECO, José Augusto Brito (orgs.). Currículo, didática e formação de professores. Papirus, 2013, p.27.)

No debate entre Currículo e Didática, um dos pontos de convergência é a
Alternativas
Respostas
16101: B
16102: E
16103: C
16104: D
16105: B
16106: B
16107: D
16108: C
16109: A
16110: A
16111: D
16112: C
16113: E
16114: D
16115: E
16116: D
16117: A
16118: E
16119: E
16120: B