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Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
A lacuna tracejada da linha 22 poderia ser corretamente preenchida por:
I. Porque.
II. Por que.
III. Pois.
Quais estão corretas?
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 01, o emprego dos dois-pontos deve-se à introdução de uma explicação a respeito de um termo anterior à ocorrência desse sinal de pontuação.
II. Na linha 04, o emprego das aspas deve-se ao fato de que a palavra está sendo citada a partir do discurso de outra pessoa.
III. Na linha 30, o emprego do travessão introduz a fala de um personagem.
Quais estão corretas?
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual NÃO tenha havido o emprego de linguagem figurada.
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 01, 13 e 16.
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra cujo significado é semelhante ao do vocábulo “rústico” (l. 03), considerando-se a situação de ocorrência no texto anterior.
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coloque os eventos a seguir em ordem cronológica, sendo o número 1 relacionado ao primeiro evento, e assim subsequentemente, de acordo com a história do surgimento do jeans relatada pelo texto:
( ) O jeans tornou-se um símbolo de rebeldia entre os jovens.
( ) Foram lançadas calças jeans com a assinatura de estilistas.
( ) Levi Strauss inventou as calças jeans.
( ) As calças jeans passaram a ser usadas em filmes de cowboys.
( ) O movimento hippie consagrou o jeans.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Rita me abriu uma porta e chamou: “vem comigo”.
Por Martha Medeiros
01 Resumida história do jeans: durante ... Corrida do Ouro, na Califórnia, mineradores
02 precisavam de roupas fortes e duráveis, então o industrial Levi Strauss inventou calças em tecido
03 rústico, usando toldos de barracas e carroças. O molde veio de uma calça de marinheiro genovês,
04 daí a palavra “jeans”.
05 A partir de 1930, essas calças começaram a ser usadas em filmes de cowboy. Nos anos
06 1950, James Dean e Marylin Monroe aderiram, e o jeans tornou-se um símbolo de rebeldia,
07 popularizando-se entre os jovens. Nos anos 1960 e 1970, o movimento hippie consagrou-o.
08 Revolução concluída, o jeans foi adotado pela moda nos anos 1980, com estilistas lançando suas
09 próprias marcas.
10 O resumo da minha história: nasci com o gene da obediência. Fui uma menina mais calada
11 do que extrovertida, e ser livre virou um ideal. Um dia, ouvi um jingle que definia liberdade como
12 sendo uma calça velha, azul e desbotada. Comprei e não tirei mais do corpo. Na adolescência,
13 só faltava dormir com as calças da Lixo, famosas pela boca pata de elefante. ... despeito da
14 marca, eu chamava todas elas de calça Lee em vez de jeans.
15 Virou peça curinga de pessoas de todas as idades, classes, credos e cruz-credos: é da
16 natureza do jeans, a democracia. Um uniforme que convida ... autenticidade: pode-se usá-lo
17 com pedrarias ou rasgões, pérolas no pescoço ou dreadlock no cabelo.
18 Está nos brechós e nas vitrines da Avenue Montaigne. São tantos os estilos, que buscar
19 o modelo perfeito se tornou um estresse, mas depois de experimentar uns 30 no provador de
20 uma loja de departamentos, a gente acaba dando match com algum (essa sou eu, a que prefere
21 um jeans “zé-ninguém” aos de grife).
22 Comecei a escrever este texto _________ foi em 20 de maio de 1873 que Levi Strauss
23 patenteou o jeans, dando início ao seu bombástico sucesso. Há exatos 150 anos. Achei que cabia
24 o registro em crônica, e estava exatamente aqui, nos parágrafos finais, quando soube da morte
25 de Rita. Foi um flechaço: adeus. Parecia que eu tinha perdido uma amiga íntima. Fiquei sem
26 palavras, abandonei o computador e fui fazer meu luto. Só mais tarde voltei ao texto, perplexa
27 com a coincidência luminosa: Lee.
28 Minha mais importante Lee. A que me ensinou o que era liberdade para além dos refrões
29 de jingles, a que salvou a menina perdida, procurando se encontrar. Rita me abriu uma porta e
30 chamou, “vem comigo”, e fui com ela bailar, amar, gozar – e nunca mais me calei.
31 Se tive coragem para ser uma mulher independente, devo à Rita o empurrão e o caimento.
32 Agora é tratar de viver o daqui para frente, sobre o qual sei quase nada, apenas que, mesmo
33 que aos 90 anos, é de jeans que pretendo ser flagrada no final.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2023/05/rita-me-abriu-uma-porta-e-chamou-vem-comigo-clhtfxiuh008d0165t6g20fpv.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. A autora começa a escrever a crônica sobre o jeans para homenagear a cantora Rita Lee, cujo sobrenome era o de uma famosa marca dessas calças.
II. A calça jeans passou a ser usada por Martha Medeiros pela sua associação com a liberdade.
III. As calças Lee foram as que ensinaram a autora o que era realmente liberdade, para além dos jingles.
Quais estão corretas?
Leia as assertivas acerca dos direitos humanos e marque a alternativa correta.
I- A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) é um documento marco na história dos direitos humanos.
II- A DUDH reconhece a dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais.
III- O desconhecimento e o desprezo dos direitos humanos conduzem a atos de barbárie, tirania, opressão e miséria.
Com base nos pilares da educação para o século XXI, analise as assertivas e marque a alternativa correta.
I - Versa sobre a compreensão do mundo que habitamos e de nós mesmos, do objetivo de se viver dignamente, da necessidade de se desenvolver capacidades apropriadas a realidade atual, voltadas ao raciocínio lógico com autonomia.
II- Significa aprender a trabalhar junto com os outros, apresentar proposições, participar de projetos, comemorar conquistas, dialogar, resolver conflitos e ter empatia pelo sentimento dos outros.
Analise as assertivas sobre a função da avaliação escolar (SACRISTÁN, 2000) e a relação entre elas.
A avaliação escolar tem como função apenas classificar, hierarquizar, selecionar, reprimir, aprovar ou reprovar.
POIS
Deve ser entendida como um diagnóstico a serviço das necessidades de conhecimentos dos alunos e alunas.
Analise as assertivas a respeito do planejamento (SACRISTÁN, 2000) e assinale a alternativa correta.
I - O planejamento não faz parte da atividade profissional do professor na escola.
II- O planejador dialoga com a realidade em que atua e elabora estratégias de ação.
III - O planejamento apoia-se em conhecimentos diversos sobre como se comportam determinadas realidades.
Assinale a alternativa que se refere à interdisciplinaridade.
Com base nos parâmetros curriculares nacionais, "as culturas são produzidas pelos grupos sociais ao longo das suas histórias, na construção de suas formas de subsistência, na organização da vida social e política, nas suas relações com o meio e com outros grupos, na produção de conhecimentos" (BRASIL, 1997, p. 121). Assim sendo, é correto afirmar que:
Aponte o que não é correto afirmar sobre o uso de recursos tecnológicos a serviço da aprendizagem.
Em relação às tendências filosóficas da educação, assinale a alternativa que se refere à educação como redentora da sociedade.
Marque a alternativa que indique a prática inovadora que se refere o seguinte conceito: "É uma metodologia que busca integrar o mundo físico com o digital. Nela são adotadas duas dinâmicas para o desenvolvimento do aprendizado: existe o foco na apresentação de conteúdo presencial e, ao mesmo tempo, são feitas atividades on-line em que a tecnologia contribui para a aquisição de conhecimentos."
Aponte a alternativa que caracteriza o estudo ativo.
Observe a descrição das teorias de aprendizagem e assinale a alternativa correta.
I- Os modelos pedagógicos dão especial realce às construções prévias dos alunos à medida que filtram, escolhem, decodificam e reelaboram informações que o indivíduo recebe do meio.
II O conhecimento é construído socialmente e o professor atua na criação de contextos para que o aluno possa desenvolver suas habilidades sociais e cognitivas na interação com os outros.
Dentre as alternativas, assinale aquela que indica relações interativas em sala de aula (ZABALA, 1998).
Considerando o processo de avaliação do desempenho escolar como instrumento de acompanhamento do trabalho do professor e dos avanços da aprendizagem do aluno (LUCKESI, 2011 }, analise as assertivas e marque a alternativa correta.
I- A avaliação é pontual e deve ocorrer somente ao final de uma unidade de ensino ou bimestre letivo tendo em vista a aprovação ou reprovação do aluno.
II- O ato de avaliar, do ponto de vista construtivo, considera as variáveis da situação avaliada, prevê intervenções e almeja alcançar resultados mais satisfatórios no futuro.
IlI- A avaliação deve levar em consideração o que estava ocorrendo antes, o que está ocorrendo agora e o que ainda pode vir a ocorrer no futuro, próximo ou distante.