Questões de Concurso
Comentadas para professor - ciências
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As creches que estão sendo construídas pelo governo municipal são esperadas há muito tempo pelas mães teixeirenses, que agora terão como trabalhar e desenvolver suas atividades, sem prejudicar o crescimento e desenvolvimento dos filhos. Para elas, o significado destas construções vai além: são sinônimo de segurança, comodidade e cuidado. Para o município, é uma prova da crescente representatividade local junto às políticas estaduais e federais, fruto de diálogo firmado pela atual gestão municipal. As unidades de Teixeira de Freitas serão as primeiras, neste modelo, a serem entregues na Bahia.
“É um local onde eu vou deixar meus filhos e eles serão bem cuidados”, comentou a mãe Creuza Santos, 29 anos. Ela possui três filhos, com idades de 7,4 e 2 anos. Atualmente Creuza não trabalha. Ela afirmou que, quando ouviu falar que a creche seria construída, ficou feliz, não apenas por saber que teria um local equipado e preparado para receber as crianças, mas porque “vai ter quem cuide deles, acompanhe, porque hoje em dia é muito complicado encontrar alguém em quem você confie” explicou. Quando a unidade entrar em funcionamento, ela pretende voltar a trabalhar para melhorar sua qualidade de vida e da sua família.
Disponível em:<http://upb.org.br/noticias/teixeira-de-freitas-governo- municipal-garante dignidade-e-qualidade-de-vida-com-as-creches-do-proinfancia/>. Acesso em: 28 out. 2015, fragmento
De acordo com as informações do texto, pode-se dizer que
É CORRETO afirmar que o ensino deve ser ministrado, levando-se em conta
A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais, etc. Revela ela a força dessas “minorias”, que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com ela, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a esses grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
Em 2004, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República publicou uma cartilha intitulada Politicamente correto e direitos humanos, em que mostrava que determinadas palavras, expressões e anedotas revelam preconceitos e discriminações contra pessoas ou grupos sociais. Essa publicação gerou muita polêmica e levou o governo a recolhê-la. Muitos intelectuais proeminentes acusaram o governo de estar instaurando a censura (por exemplo, João Ubaldo Ribeiro, no artigo “O programa Fala Zero”, publicado em O Estado de S. Paulo, de 8/5/2005, p. D3, e Ferreira Gullar, no artigo “A coisa está branca”, publicado na Folha de S. Paulo, de 15 de maio de 2005, p. E 12). Declaravam que se tratava de um ato autoritário de um governo que pretendia até mesmo controlar o que as pessoas dizem; que o poder público tinha coisas mais importantes, como a educação e a saúde, com que se preocupar. Chegaram a afirmar que poderíamos ser presos, se disséssemos alguma coisa que contrariasse as normas linguísticas governamentais. Bradavam que se pretendia engessar a língua, impedindo o seu desenvolvimento.
Não vamos fazer a maldade de argumentar, dizendo que chama atenção que esses furiosos críticos do governo (no geral, articulistas dos principais jornais do país) não tivessem tido a mesma irada reação, quando os jornais em que escrevem vetaram o uso, em suas páginas, de uma série de palavras ou expressões por denotarem preconceito, discriminação ou ofensa em relação a determinados grupos sociais (conferir, por exemplo, o verbete “preconceito” do Manual de redação da Folha de S. Paulo (2001, p. 94) ou o verbete “ética interna” do Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo (1990, p. 34-38)).
A linguagem politicamente correta leva-nos a pensar em uma série de aspectos a respeito do funcionamento da linguagem (meus argumentos concordam com os de Sírio Possenti, difundidos em comunicações e textos). O primeiro é que, como já ensinava Aristóteles, na Retórica, aquele que fala ou escreve cria, ao produzir um texto, uma imagem de si mesmo. Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista, etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
De um lado, é verdade que a linguagem modela sentimentos e emoções. Se alguém sempre ouviu certos termos ou expressões, como negro, bicha ou coisa de mulher, ditos com desdém ou com raiva, certamente vai desenvolver uma atitude machista ou racista. Quem é tratado com gritos ou com ameaças seguramente não vai introjetar atitudes de bondade ou doçura. Portanto, usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo na busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social. Se assim não fosse, poder-se-ia empregar, sem qualquer problema, por exemplo, o vocábulo negro, sem precisar recorrer à expressão afrodescendente. Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras, ensina Bakhtin, são assinaladas por uma apreciação social. Considera-se que os termos bicha, veado, fresco são mais preconceituosos que a designação gay. Isso é parcialmente verdadeiro, pois os três primeiros estão marcados por pesada conotação negativa. No entanto, o termo gay também vai assumindo valor pejorativo, tanto que, à semelhança do aumentativo bichona e do diminutivo bichinha, criaram-se gayzaço e gayzinho. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual, etc. são as de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas, etc. [...] http://www.letras.ufscar.br/linguasagem/edicao01/artigos_alinguagempoliticament ecorreta.htm [adaptado]
Para “costurar” uma frase a outra no texto, buscando dar-lhe coerência, o autor utiliza-se de recursos de coesão bastante variados, como acontece em: Isso é parcialmente verdadeiro, pois os três primeiros estão marcados por pesada conotação negativa. Nesse trecho o segmento sublinhado:
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-03/comeca-contagem-regressiva-para-os-jogos- olimpicos-de-2016, com adaptações
O assunto acima se refere aos Jogos Olímpicos 2016 que acontecerá no Rio de Janeiro. Carlos Arthur Nuzman é presidente de qual entidade?
I - Animais com corpo protegido por exoesquleto de quitina, segmentado em cabeça, tórax e abdome. Têm também apêndices articuladores (patas, anteras, quelíceras e asas). II - Vermes de corpo achatado. Os que são parasitas conjugam sua circulação com a do organismo hospedeiro. Apresentam gânglios nervosos e, às vezes, ocelos que acusam a presença de luz. As descrições I e II correspondem, respectivamente, a
Ecossistema designa o conjunto formado por todas as comunidades que vivem e interagem em determinada região e pelos fatores abióticos que atuam sobre essas comunidades. Sobre o assunto julgue as afirmativas que seguem.
I. São considerados fatores bióticos os fatores externos como a água, o sol, o gelo e o vento e, como fatores abióticos, os efeitos das diversas populações de animais, plantas, vírus e bactérias.
II. O conjunto de todos os ecossistemas do mundo forma a Estratosfera.
III. Em um determinado local, seja uma vegetação de cerrado, mata ciliar, caatinga, mata Atlântica ou floresta amazônica, todas as relações dos organismos entre si e com seu meio ambiente chamamos de ecossistema. Ou seja, podemos definir ecossistema como sendo um conjunto de comunidades interagindo sobre e/ou sofrendo a ação de fatores abióticos.
É correto o que se afirma em apenas: