Foram encontradas 17.469 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1676944 Português
Leia o texto com atenção:

EMERGÊNCIA

    É fácil identificar o passageiro de primeira viagem. É o que já entra no avião desconfiado. O cumprimento da aeromoça, na porta do avião, já é um desafio para a sua compreensão.
    – Bom dia...
    – Como assim?
    Ele faz questão de sentar num banco de corredor, perto da porta. Para ser o primeiro a sair no caso de alguma coisa dar errado. Tem dificuldade com o cinto de segurança. Não consegue atá-lo. Confidencia para o passageiro ao seu lado:
     – Não encontro o buraquinho. Não tem buraquinho?
    Acaba esquecendo a fivela e dando um nó no cinto.
    Comenta, com um falso riso descontraído: “Até aqui, tudo bem”. O passageiro ao lado explica que o avião ainda está parado, mas ele não ouve. A aeromoça vem lhe oferecer um jornal, mas ele recusa.
     – Obrigado. Não bebo.
    Quando o avião começa a correr pela pista antes de levantar voo, ele é aquele com os olhos arregalados e a expressão de Santa Mãe do Céu! No rosto. Com o avião no ar, dá uma espiada pela janela e se arrepende. É a última espiada que dará pela janela.
    Mas o pior está por vir. De repente ele ouve uma misteriosa voz descarnada. Olha para todos os lados para descobrir de onde sai a voz.
    “Senhores passageiros, sua atenção, por favor. A seguir, nosso pessoal de bordo fará uma demonstração de rotina do sistema de segurança deste aparelho. Há saídas de emergência na frente, nos dois lados e atrás.”
    – Emergência? Que emergência? Quando eu comprei a passagem ninguém falou nada em emergência. Olha, o meu é sem emergência.
    Uma das aeromoças, de pé ao seu lado, tenta acalmá-lo.
    – Isto é apenas rotina, cavalheiro.
    – Odeio a rotina. Aposto que você diz isso para todos. Ai meu santo.
    “No caso de despressurização da cabina, máscaras de oxigênio cairão automaticamente de seus compartimentos.”
    – Que história é essa? Que despressurização? Que cabina?
    “Puxe a máscara em sua direção. Isso acionará o suprimento de oxigênio. Coloque a máscara sobre o rosto e respire normalmente.”
     – Respirar normalmente?! A cabina despressurizada, máscaras de oxigênio caindo sobre nossas cabeças – e ele quer que a gente respire normalmente?! “Em caso de pouso forçado na água...”
    – O quê?!
     “... os assentos de suas cadeiras são flutuantes e podem ser levados para fora do aparelho e...”
    – Essa não! Bancos flutuantes, não! Tudo, menos bancos flutuantes!
    – Calma, cavalheiro.
    – Eu desisto! Parem este troço que eu vou descer. Onde é a cordinha? Parem!
    – Cavalheiro, por favor. Fique calmo.
   – Eu estou calmo. Calmíssimo. Você é que está nervosa e, não sei por quê, está tentando arrancar as minhas mãos do pescoço deste cavalheiro ao meu lado. Que, aliás, também parece consternado e levemente azul.
    – Calma! Isso. Pronto. Fique tranquilo. Não vai acontecer nada.
    – Só não quero mais ouvir falar de banco flutuante.
   – Certo. Ninguém mais vai falar em banco flutuante.
    Ele se vira para o passageiro ao lado, que tenta desesperadamente recuperar a respiração, e pede desculpas. Perdeu a cabeça.
    – É que banco flutuante foi demais. Imagine só. Todo mundo flutuando sentado. Fazendo sala no meio do Oceano Atlântico!
     A aeromoça diz que lhe vai trazer um calmante e aí mesmo é que ele dá um pulo:
    – Calmante, por quê? O que é que está acontecendo? Vocês estão me escondendo alguma coisa!
    Finalmente, a muito custo, conseguem acalmá-lo. Ele fica rígido na cadeira. Recusa tudo que lhe é oferecido. Não quer o almoço. Pergunta se pode receber a sua comida em dinheiro. Deixa cair a cabeça para trás e tenta dormir. Mas, a cada sacudida do avião, abre os olhos e fica cuidando da portinha do compartimento sobre sua cabeça, de onde, a qualquer momento, pode pular uma máscara de oxigênio e matá-lo do coração.
    De repente, outra voz. Desta vez é a do comandante.
     – Senhores passageiros, aqui fala o comandante Araújo. Neste momento, à nossa direita, podemos ver a cidade de...
    Ele pula outra vez da cadeira e grita para a cabina do piloto:
    – Olha para a frente, Araújo! Olha para a frente!

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Mais comédias para ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2009.

Com base no texto lido responda a questão:
Pode-se inferir que o passageiro se trata de um homem:
Alternativas
Q1676943 Português
Leia o texto com atenção:

EMERGÊNCIA

    É fácil identificar o passageiro de primeira viagem. É o que já entra no avião desconfiado. O cumprimento da aeromoça, na porta do avião, já é um desafio para a sua compreensão.
    – Bom dia...
    – Como assim?
    Ele faz questão de sentar num banco de corredor, perto da porta. Para ser o primeiro a sair no caso de alguma coisa dar errado. Tem dificuldade com o cinto de segurança. Não consegue atá-lo. Confidencia para o passageiro ao seu lado:
     – Não encontro o buraquinho. Não tem buraquinho?
    Acaba esquecendo a fivela e dando um nó no cinto.
    Comenta, com um falso riso descontraído: “Até aqui, tudo bem”. O passageiro ao lado explica que o avião ainda está parado, mas ele não ouve. A aeromoça vem lhe oferecer um jornal, mas ele recusa.
     – Obrigado. Não bebo.
    Quando o avião começa a correr pela pista antes de levantar voo, ele é aquele com os olhos arregalados e a expressão de Santa Mãe do Céu! No rosto. Com o avião no ar, dá uma espiada pela janela e se arrepende. É a última espiada que dará pela janela.
    Mas o pior está por vir. De repente ele ouve uma misteriosa voz descarnada. Olha para todos os lados para descobrir de onde sai a voz.
    “Senhores passageiros, sua atenção, por favor. A seguir, nosso pessoal de bordo fará uma demonstração de rotina do sistema de segurança deste aparelho. Há saídas de emergência na frente, nos dois lados e atrás.”
    – Emergência? Que emergência? Quando eu comprei a passagem ninguém falou nada em emergência. Olha, o meu é sem emergência.
    Uma das aeromoças, de pé ao seu lado, tenta acalmá-lo.
    – Isto é apenas rotina, cavalheiro.
    – Odeio a rotina. Aposto que você diz isso para todos. Ai meu santo.
    “No caso de despressurização da cabina, máscaras de oxigênio cairão automaticamente de seus compartimentos.”
    – Que história é essa? Que despressurização? Que cabina?
    “Puxe a máscara em sua direção. Isso acionará o suprimento de oxigênio. Coloque a máscara sobre o rosto e respire normalmente.”
     – Respirar normalmente?! A cabina despressurizada, máscaras de oxigênio caindo sobre nossas cabeças – e ele quer que a gente respire normalmente?! “Em caso de pouso forçado na água...”
    – O quê?!
     “... os assentos de suas cadeiras são flutuantes e podem ser levados para fora do aparelho e...”
    – Essa não! Bancos flutuantes, não! Tudo, menos bancos flutuantes!
    – Calma, cavalheiro.
    – Eu desisto! Parem este troço que eu vou descer. Onde é a cordinha? Parem!
    – Cavalheiro, por favor. Fique calmo.
   – Eu estou calmo. Calmíssimo. Você é que está nervosa e, não sei por quê, está tentando arrancar as minhas mãos do pescoço deste cavalheiro ao meu lado. Que, aliás, também parece consternado e levemente azul.
    – Calma! Isso. Pronto. Fique tranquilo. Não vai acontecer nada.
    – Só não quero mais ouvir falar de banco flutuante.
   – Certo. Ninguém mais vai falar em banco flutuante.
    Ele se vira para o passageiro ao lado, que tenta desesperadamente recuperar a respiração, e pede desculpas. Perdeu a cabeça.
    – É que banco flutuante foi demais. Imagine só. Todo mundo flutuando sentado. Fazendo sala no meio do Oceano Atlântico!
     A aeromoça diz que lhe vai trazer um calmante e aí mesmo é que ele dá um pulo:
    – Calmante, por quê? O que é que está acontecendo? Vocês estão me escondendo alguma coisa!
    Finalmente, a muito custo, conseguem acalmá-lo. Ele fica rígido na cadeira. Recusa tudo que lhe é oferecido. Não quer o almoço. Pergunta se pode receber a sua comida em dinheiro. Deixa cair a cabeça para trás e tenta dormir. Mas, a cada sacudida do avião, abre os olhos e fica cuidando da portinha do compartimento sobre sua cabeça, de onde, a qualquer momento, pode pular uma máscara de oxigênio e matá-lo do coração.
    De repente, outra voz. Desta vez é a do comandante.
     – Senhores passageiros, aqui fala o comandante Araújo. Neste momento, à nossa direita, podemos ver a cidade de...
    Ele pula outra vez da cadeira e grita para a cabina do piloto:
    – Olha para a frente, Araújo! Olha para a frente!

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Mais comédias para ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2009.

Com base no texto lido responda a questão:
Use V para verdadeiro e F para falso:
(___) Por desconhecer as informações habituais de um voo o passageiro apresenta uma emotividade excessiva. (___) O texto deixa evidente uma posição crítica quanto a falta de segurança desse meio de transporte. (___) O que causa o humor na crônica é a estratégia do autor ao empregar somente palavras polissêmicas. (___) O comportamento do passageiro diante da tripulação foi belicoso.
Respeitando a ordem em que as frases aparecem, temos:
Alternativas
Q1676942 Português
Leia o texto com atenção:

EMERGÊNCIA

    É fácil identificar o passageiro de primeira viagem. É o que já entra no avião desconfiado. O cumprimento da aeromoça, na porta do avião, já é um desafio para a sua compreensão.
    – Bom dia...
    – Como assim?
    Ele faz questão de sentar num banco de corredor, perto da porta. Para ser o primeiro a sair no caso de alguma coisa dar errado. Tem dificuldade com o cinto de segurança. Não consegue atá-lo. Confidencia para o passageiro ao seu lado:
     – Não encontro o buraquinho. Não tem buraquinho?
    Acaba esquecendo a fivela e dando um nó no cinto.
    Comenta, com um falso riso descontraído: “Até aqui, tudo bem”. O passageiro ao lado explica que o avião ainda está parado, mas ele não ouve. A aeromoça vem lhe oferecer um jornal, mas ele recusa.
     – Obrigado. Não bebo.
    Quando o avião começa a correr pela pista antes de levantar voo, ele é aquele com os olhos arregalados e a expressão de Santa Mãe do Céu! No rosto. Com o avião no ar, dá uma espiada pela janela e se arrepende. É a última espiada que dará pela janela.
    Mas o pior está por vir. De repente ele ouve uma misteriosa voz descarnada. Olha para todos os lados para descobrir de onde sai a voz.
    “Senhores passageiros, sua atenção, por favor. A seguir, nosso pessoal de bordo fará uma demonstração de rotina do sistema de segurança deste aparelho. Há saídas de emergência na frente, nos dois lados e atrás.”
    – Emergência? Que emergência? Quando eu comprei a passagem ninguém falou nada em emergência. Olha, o meu é sem emergência.
    Uma das aeromoças, de pé ao seu lado, tenta acalmá-lo.
    – Isto é apenas rotina, cavalheiro.
    – Odeio a rotina. Aposto que você diz isso para todos. Ai meu santo.
    “No caso de despressurização da cabina, máscaras de oxigênio cairão automaticamente de seus compartimentos.”
    – Que história é essa? Que despressurização? Que cabina?
    “Puxe a máscara em sua direção. Isso acionará o suprimento de oxigênio. Coloque a máscara sobre o rosto e respire normalmente.”
     – Respirar normalmente?! A cabina despressurizada, máscaras de oxigênio caindo sobre nossas cabeças – e ele quer que a gente respire normalmente?! “Em caso de pouso forçado na água...”
    – O quê?!
     “... os assentos de suas cadeiras são flutuantes e podem ser levados para fora do aparelho e...”
    – Essa não! Bancos flutuantes, não! Tudo, menos bancos flutuantes!
    – Calma, cavalheiro.
    – Eu desisto! Parem este troço que eu vou descer. Onde é a cordinha? Parem!
    – Cavalheiro, por favor. Fique calmo.
   – Eu estou calmo. Calmíssimo. Você é que está nervosa e, não sei por quê, está tentando arrancar as minhas mãos do pescoço deste cavalheiro ao meu lado. Que, aliás, também parece consternado e levemente azul.
    – Calma! Isso. Pronto. Fique tranquilo. Não vai acontecer nada.
    – Só não quero mais ouvir falar de banco flutuante.
   – Certo. Ninguém mais vai falar em banco flutuante.
    Ele se vira para o passageiro ao lado, que tenta desesperadamente recuperar a respiração, e pede desculpas. Perdeu a cabeça.
    – É que banco flutuante foi demais. Imagine só. Todo mundo flutuando sentado. Fazendo sala no meio do Oceano Atlântico!
     A aeromoça diz que lhe vai trazer um calmante e aí mesmo é que ele dá um pulo:
    – Calmante, por quê? O que é que está acontecendo? Vocês estão me escondendo alguma coisa!
    Finalmente, a muito custo, conseguem acalmá-lo. Ele fica rígido na cadeira. Recusa tudo que lhe é oferecido. Não quer o almoço. Pergunta se pode receber a sua comida em dinheiro. Deixa cair a cabeça para trás e tenta dormir. Mas, a cada sacudida do avião, abre os olhos e fica cuidando da portinha do compartimento sobre sua cabeça, de onde, a qualquer momento, pode pular uma máscara de oxigênio e matá-lo do coração.
    De repente, outra voz. Desta vez é a do comandante.
     – Senhores passageiros, aqui fala o comandante Araújo. Neste momento, à nossa direita, podemos ver a cidade de...
    Ele pula outra vez da cadeira e grita para a cabina do piloto:
    – Olha para a frente, Araújo! Olha para a frente!

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Mais comédias para ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2009.

Com base no texto lido responda a questão:
Sobre a crônica:
I. É narrada por um narrador observador. II. É possível perceber ao final do texto que o passageiro se mostra sólito ao voo. III. A intencionalidade discursiva do autor da crônica é relatar, de forma cômica, a ignávia que acomete alguns passageiros. IV. A intenção discursiva do escritor é de relatar o descontrole de alguns passageiros durante um suposto primeiro voo, o que provoca exasperação dentro do avião.
Alternativas
Q1676797 Direito Constitucional
Sobre as universidades, assinale a alternativa correta, de acordo com a Constituição Federal de 1988:
Alternativas
Q1676795 Biologia
De acordo com a Definição de Sexualidade da Organização Mundial da Saúde, considere a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1676794 Pedagogia
Usos do solo, de acordo com a BNCC, é objeto de conhecimento, para o 3º ano do Ensino Fundamental, na unidade temática:
Alternativas
Q1676793 Pedagogia
Das competências específicas para o Ensino de Ciências da Natureza para o Ensino Fundamental, para comunicar, acessar e divulgar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, obrigatória, reflexiva e ética, a BNCC recomenda que o aluno a :
Alternativas
Q1676792 Pedagogia
A BNCC aponta que o ensino de Ciências deve provocar nas quais os alunos podem, entre outras, definir problemas. Nesse conceito, de definição de problemas, são hipóteses evolvidas pelo ensino de Ciências, exceto: 
Alternativas
Q1676791 Pedagogia
A capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências é o conceito trazido pela Base Nacional Comum Curricular - BNCC para:
Alternativas
Q1676789 Biologia
Um indivíduo pode ser considerado heterossexual quando a atração e os sentimentos ocorrem entre pessoas do sexo oposto. Esse tipo de relação é chamada de:
Alternativas
Q1676788 Biologia
Sobre os mamíferos, considere os itens abaixo: I. Os mamíferos possuem respiração pulmonar, um sistema nervoso complexo e sua reprodução é sexual. II. Como mamíferos aquáticos podemos citar como baleias e golfinhos. III. A alimentação animais animais varia de acordo com uma espécie, podendo ser carnívoros, herbívoros ou onívoros.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q1676787 Biologia
Nos seres humanos, a hipófise é um órgão que compõe o sistema:
Alternativas
Q1676785 Biologia
“Os insetos apresentam respiração traqueal. O ar entra no corpo através de _______________, presente na superfície corporal, e através das traqueias, que são tubos ramificados, chegando até as células do corpo. ”

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto: 
Alternativas
Q1676784 Biologia
Muitas pessoas não procuram ajuda médica para tratar da hiperidrose por vergonha ou por desconhecerem opções de tratamento, aponta uma reportagem da Revista Veja de novembro de 2020. Hiperidrose é uma patologia associada:
Alternativas
Q1676783 Biologia
Na terça-feira do primeiro dia de dezembro de 2020, a revista VEJA apurou que o plano de imunização do Ministério da Saúde, que está em fase final, prevê que uma vacinação contra um Covid19 ocorrerá em quatro etapas. De acordo com a apuração da revista e informações do Ministério da Saúde, as primeiras doses serão aplicadas em grupos prioritários, dos quais, não se inclui:
Alternativas
Q1676782 Biologia
Considere a alternativa que especificações, corretamente, o baço:
Alternativas
Q4169002 Biologia
A Biologia da Conservação é a área que estuda as causas de ameaças e extinção de espécies a fim de desenvolver métodos de preservação de genes, espécies, comunidades e ecossistemas, como por exemplo, formas para estimar as taxas atuais de extinção e identificar espécies em risco de extinção.
A partir do contexto, analise a adequação das estratégias propostas abaixo:
I- O estudo longitudinal da relação entre o número de espécies e o tamanho de uma área analisada é uma forma de estimar o número de extinções em consequência da destruição do habitat, como por exemplo, o estudo das florestas tropicais brasileiras ao longo das décadas relacionando a taxa de desmatamento com o número de espécies.
II- A análise da interação entre a variação genética da população, a morfologia, a fisiologia, o comportamento e seu ambiente físico e biológico é usada para estimar o risco de extinção de uma população, pois espécies cuja população esteja aumentando rapidamente em uma área provavelmente serão extintas por perturbações locais tais como incêndios.
III- As informações demográficas e genéticas coletadas ao longo do tempo são usadas para determinar o risco de extinção de populações que vivem em diferentes locais com perturbações naturais frequentes, tais como a análise dos dados de sobrevivência, crescimento e reprodução de plantas submetidas a periódicos eventos naturais de incêndios (cerrado) ou enchentes (região amazônica).
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4169001 Geologia
Entre o período Pré-Cambriano e o Quaternário, o clima na Terra tem variado entre condições de quente e úmido ou frio e seco.
Considerando este contexto, analise as asserções a seguir.
I- A deriva das placas tem influenciado a variação climática da Terra ao longo dos milhares de anos.
Porque
II – Os padrões de circulação dos oceanos, assim como os padrões climáticos globais, são influenciados pelas posições e os tamanhos dos continentes.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA. 
Alternativas
Q4169000 Biologia
Muitos estudantes nas aulas de ciências sobre origem da vida se questionam tanto sobre o fato de como é possível estudar um evento único que ocorreu há vários bilhões de anos, quanto se podemos observar atualmente o surgimento da vida a partir da matéria não-viva. Para responder a tais questionamentos, docentes devem argumentar que, para a formulação de hipóteses plausíveis sobre o tema, levamos em consideração os princípios de: continuidade (a vida deve ter evoluído da não vida em um processo gradual); vestígios (a continuidade histórica dos processos prebióticos fornece pistas bioquímicas); e o de “nada é de graça” (organismos vivos usam o processo de oxidação para obter a energia necessária para a sobrevivência).
Considerando esse contexto, analise as asserções a seguir, que constituem respostas às perguntas dos discentes.
I- Atualmente não se formam seres vivos a partir da matéria-não viva.
Porque
II- As moléculas biológicas simples que se formam no ambiente atual são rapidamente oxidadas ou consumidas pela vida preexistente.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q4168999 Biologia
Um dos dilemas que docentes de ciências enfrentam nas salas de aula são as questões discentes que contrapõem os conhecimentos científicos com os religiosos. Há diversas indicações para que os saberes discentes sejam levados em consideração nos processos de ensino e aprendizagem, porém, também há recomendações para que seja feita a distinção entre possíveis formas de compreensão do mundo e a legitimidade de cada uma delas. Assim, é importante a compreensão do conhecimento científico para a análise do mundo que nos cerca. Entre estas questões aparecem os dilemas: “Como sabemos que a Terra é antiga?”, “Quais as evidências de que a vida evoluiu há milhões de anos na Terra e que continua evoluindo?”.
Entre os argumentos do conhecimento científico que são usados para explicar estas questões estão:
I- Através de datação de carbono-14 conseguimos estimar a idade das rochas.
II- Apesar dos continentes parecerem estáticos atualmente, o que acontece é que o núcleo da Terra tem perdido calor ao longo dos milhões de anos, e como consequência a deriva continental tem diminuído durante a história da Terra.
III- O registro fóssil revela padrões regulares, tal como o fato de que um dado organismo é encontrado em rochas de idades específicas e novos organismos só aparecem em rochas mais recentes.
IV- As lacunas no registro fóssil são evidências da ausência do processo evolutivo de determinados organismos.
V- Mudanças no ambiente físico ou biológico, tais como concentração salina, temperatura, umidade e presença de predadores, influenciam as taxas evolutivas dos organismos ao longo do tempo.
VI- A seleção artificial e a biotecnologia têm influenciado, principalmente, na evolução de organismos com importância econômica.
É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
13301: B
13302: A
13303: A
13304: C
13305: B
13306: C
13307: A
13308: B
13309: C
13310: A
13311: D
13312: B
13313: B
13314: A
13315: A
13316: C
13317: B
13318: E
13319: B
13320: C