Questões de Concurso Comentadas para professor - ciências

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Q3142475 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

Analise os elementos mórficos das palavras dadas a seguir e identifique o conjunto em que todas as palavras são formadas com o mesmo sufixo. 
Alternativas
Q3142474 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

O excerto que apresenta verbo em forma nominal é:
Alternativas
Q3142473 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

O substantivo “charlatão” dispõe de mais de uma forma de plural. O mesmo ocorre com o substantivo: 
Alternativas
Q3142472 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

A expressão ‘ilimitado’ – “Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado” – poderia ser substituída pela construção de mesmo valor morfossintático:
Alternativas
Q3142471 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

A segunda oração que ocorre no excerto “A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade” é introduzida por uma conjunção que exprime: 

Alternativas
Q3142470 Português
Leia o texto a seguir para responder as questão.

Charlatões


Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.

Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.

O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.


LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em

Compreende-se, a partir da leitura do texto, que: 
Alternativas
Q3139968 Ciências
Na relação entre os seres vivos e o ambiente, o consumo reduz a disponibilidade tanto dos recursos renováveis quanto dos recursos não-renováveis. A respeito desse tema, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Quando uma demanda cresce tanto que o suprimento de recursos decrescente não pode mais atender as necessidades, o tamanho da população estabiliza, ou pode começar a diminuir.
(__)Por meio da diminuição dos recursos, os consumidores não limitam seu próprio crescimento populacional.
(__)À medida que uma população cresce, sua demanda total de recurso cresce também.

Fonte: Ricklefs, R.E. A Economia da Natureza. Quinta edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q3139967 Pedagogia
O atendimento educacional especializado está disposto no Decreto n° 7.611/11, onde apresenta como objetivos do atendimento educacional especializado alguns itens como os descritos abaixo, julgue-os como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

(__)Prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino personalizado e diferenciado.
(__)Garantir serviços de apoio especializados de acordo com as necessidades individuais dos estudantes.
(__)Assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis, etapas e modalidades de ensino.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo.
Alternativas
Q3139966 Ciências
O ensino de Ciências engloba temas como aqueles relacionados à utilização racional de um recurso qualquer, de modo a se obter um rendimento considerado bom, garantindo-se, entretanto, sua renovação ou sua autossustentação. Também se relaciona ao uso apropriado do meio ambiente dentro dos limites capazes de manter sua qualidade e seu equilíbrio em níveis aceitáveis.
Fonte: Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: meio ambiente, saúde. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: 128p.

O conceito acima refere-se à:
Alternativas
Q3139965 Ciências
Duas situações envolvem a redução do tamanho de uma população, um é o efeito gargalo que é quando morre de uma vez, muitos indivíduos da população, geralmente por fatores ambientais, e o outro é o efeito fundador, onde há migração de um pequeno grupo da população original para uma região anteriormente não habitada pela espécie. Esses dois exemplos da evolução referem-se à:
Alternativas
Q3139964 Ciências
A desnutrição humana é uma condição que afeta populações de todas as nações, sejam elas subdesenvolvidas ou tecnologicamente avançadas. Sobre a mesma, julgue os excertos a seguir:

Excerto I.A desnutrição humana está associada a uma série de fatores que incluem a pobreza, a negligência e o abuso de drogas, e consiste de aspectos biológicos, psicológicos e sociológicos. Um fator agravante associado aos efeitos de longa duração, ou até mesmo permanentes, é o de que estes vários dispositivos e práticas comportamentais, associados à desnutrição, tendem a ser transmitidos de geração a geração.

Excerto II.A maturação do sistema nervoso central depende de diretrizes genéticas, da complexidade e do grau da estimulação ambiental e de alimentação adequada, sendo a desnutrição um dos principais fatores não genéticos que afetam o desenvolvimento cerebral.
Fonte: SCHWEIGERT, Ingrid Dalira; SOUZA, Diogo Onofre Gomes de; PERRY, Marcos Luiz Santos. Desnutrição, maturação do sistema nervoso central e doenças neuropsiquiátricas. Revista de Nutrição,  v. 22, p. 271-281, 2009.

Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3139963 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9.394/96), o dever do Estado com a educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de acesso público e gratuito (X) para todos os que não os concluíram na idade própria. Substitua o (X) do texto pela alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3139962 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê proteção integral à criança e ao adolescente. Dentre os direitos relativos à saúde, dispõe-se da obrigatoriedade de aplicação a todas as crianças, nos seus primeiros dezoito meses de vida, de protocolo ou outro instrumento construído com a finalidade de facilitar a detecção, em consulta pediátrica de acompanhamento da criança, de risco para o seu desenvolvimento: 
Alternativas
Q3139961 Ciências
A ligação covalente ocorre quando os átomos envolvidos tendem a receber elétrons. Como é impossível que todos os átomos recebam elétrons sem ceder nenhum, eles compartilham seus elétrons, formando pares eletrônicos. Cada par eletrônico é constituído por um elétron de cada átomo e pertence simultaneamente aos dois átomos.
Fonte: Usberco, João; Salvador, Edgard. Química — volume único. 5. ed. reform. São Paulo: Saraiva, 2002.

Diante disso, por que a ligação covalente também pode ser chamada de ligação molecular?
Alternativas
Q3139960 Direito Constitucional
Conforme disposto no Art. 7 da Constituição Federal/98, são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

I.Décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria.
II.Irredutibilidade do salário, salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo.
III.Duração do trabalho normal não superior a nove horas diárias e quarenta e quatro semanais.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3139959 Pedagogia
Dentre as fontes de receitas que compõem o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, existe uma porcentagem que é composta por impostos como: Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD), Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), dentre outros. Qual é a porcentagem das receitas que compõem o FUNDEB? Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3139958 Ciências

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Educação e saúde sempre foram temas que caminharam juntos. Há um consenso de que os anos 80 "apontaram para o limiar de uma nova era, que conduz a humanidade para além da modernidade... a pós-modernidade, uma sociedade com ênfase na informação e no conhecimento". Entretanto, nem sempre a população tem informações sobre os seus direitos em saúde e o acesso a essa informação é básico para a participação no sistema de saúde e democratização dos serviços.


LEFÈVRE e LEFÈVRE, 2004; KLEIN, 1984 apud MAINARDI, Neuza; PEREIRA, IMTB; PELICIONI, Maria Cecília Focesi. Educação e Saúde na Modernidade e Pós-Modernidade: um resgate da história. Revista Extensão em Foco, n. 8, 2013.

No que se refere à saúde, atualmente vive-se num momento de transição epidemiológica onde:

I.Observa-se o ressurgir de doenças já tidas como controladas, como: tuberculose, hanseníase, febre amarela, dengue.
II.Diminuiu consideravelmente a incidência de doenças crônico-degenerativas e aumentou a de doenças infectocontagiosas.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3139957 Pedagogia

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Educação e saúde sempre foram temas que caminharam juntos. Há um consenso de que os anos 80 "apontaram para o limiar de uma nova era, que conduz a humanidade para além da modernidade... a pós-modernidade, uma sociedade com ênfase na informação e no conhecimento". Entretanto, nem sempre a população tem informações sobre os seus direitos em saúde e o acesso a essa informação é básico para a participação no sistema de saúde e democratização dos serviços.


LEFÈVRE e LEFÈVRE, 2004; KLEIN, 1984 apud MAINARDI, Neuza; PEREIRA, IMTB; PELICIONI, Maria Cecília Focesi. Educação e Saúde na Modernidade e Pós-Modernidade: um resgate da história. Revista Extensão em Foco, n. 8, 2013.

Só ocorre aprendizagem e, portanto, construção do conhecimento, quando o aluno se faz sujeito nesse processo, quando ele é ativo, participante, quando parte para a busca, quando quer aprender.

Identifique e marque abaixo, a alternativa que concorde com o texto no que se refere à educação.
Alternativas
Q3985707 Biologia

Epifitismo é o modo de vida de certas plantas que se desenvolvem na superfície de outros seres vivos, geralmente de plantas, absorvendo nutrientes e água do ar, da chuva ou de resíduos orgânicos que se acumulam ao seu redor. As plantas epífitas, como bromélias e orquídeas, desempenham um papel significativo nos ecossistemas em que estão inseridas, contribuindo para a diversidade biológica e a biomassa da comunidade, além de oferecer recursos, tanto habitacionais quanto alimentares, para os organismos consumidores. O epifitismo é um exemplo de 

Alternativas
Q3985706 Biologia
A malária é uma doença infecciosa transmitida para humanos pela picada de fêmeas infectadas do mosquito prego. No entanto, também pode ser transmitida pelo compartilhamento de seringas, transfusão de sangue ou até mesmo da mãe para feto, na gravidez. Mas no geral, não é considerada uma doença contagiosa diretamente. Essa infecção ocorre por meio de: 
Alternativas
Respostas
4561: E
4562: C
4563: D
4564: C
4565: A
4566: B
4567: A
4568: B
4569: D
4570: A
4571: A
4572: D
4573: D
4574: B
4575: A
4576: D
4577: C
4578: B
4579: A
4580: A