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Q3745367 Segurança da Informação
No contexto da segurança da informação, como se caracteriza um ataque de phishing?
Alternativas
Q3745364 Sociologia
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

A população carcerária feminina representa uma parcela _________ dentro do sistema prisional brasileiro, sendo que _________ é uma das principais causas do encarceramento feminino no Brasil.
Alternativas
Q3745362 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
“É mais claro que o sol, que Deus criou a mulher para domar o homem.” (Voltaire). Sobre a estruturação desse pensamento, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Temos apenas orações subordinadas substantivas e adverbiais.
( ) “para domar o homem” funciona como oração subordinada adverbial final.
( ) “que Deus criou a mulher” funciona como oração subordinada adjetiva explicativa.
Alternativas
Q3745357 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
Se passarmos a palavra “mosquito”, sublinhada no quarto parágrafo, para o plural, quantas outras palavras deverão ser alteradas para que se mantenha a concordância dentro do período?
Alternativas
Q3745356 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3745355 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
A palavra “proliferação”, sublinhada no último parágrafo, pode ser substituída por qual outra, sem que haja prejuízo no sentido da frase?
Alternativas
Q3745354 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
De acordo com os gêneros textuais, esse texto é classificado como:
Alternativas
Q3744199 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, o ensino fundamental é organizado em cinco áreas do conhecimento, que são:
Alternativas
Q3744197 Pedagogia
De acordo com o art. 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, organizada da seguinte forma: 
Alternativas
Q3744195 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, a educação de qualidade, como um direito fundamental, é, antes de tudo, relevante, pertinente e equitativa. À luz desse documento, a equidade tem como objetivo garantir desenvolvimento e aprendizagens equiparáveis, assegurando a todos a igualdade de direito à educação. Além disso, o documento acrescenta que a equidade supõe: 
Alternativas
Q3744187 Português
Texto: Escrever para quê?

Itamar Vieira Jr.


           Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.

     Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.

     Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.

      Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.

      Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.

        A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.

       Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.

     Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.

        Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los. 

       A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.

      Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?

      Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.


Adaptada de:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam
ar-vieira-junior/2024/02/escrever-para-
que.shtml 
A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. (6º parágrafo).
No período destacado, os recursos linguísticos utilizados para estruturar o ponto de vista do narrador estão evidenciados no par: 
Alternativas
Q3744184 Biologia
Mangueiras, coqueiros, laranjeiras e bananeiras são exemplos de representantes das:
Alternativas
Q3744183 Física
As ondas sonoras propagam-se em meios materiais (sólidos, líquidos ou gases) e são tridimensionais, ou seja, se propagam em todas as direções. Essas ondas são classificadas como: 
Alternativas
Q3744181 Ciências
As rochas procedentes da transformação de outras rochas por efeito de alterações em sua estrutura, em decorrência de modificações, como aumento da temperatura e da pressão, são as: 
Alternativas
Q3744180 Biologia
Os hormônios vegetais, assim como os de animais, estimulam reações em células ou órgão-salvos. Representado pela fórmula química C2H4, o hormônio gasoso que atua no amadurecimento dos frutos denomina-se: 
Alternativas
Q3744179 Biologia
Células anucleadas não se dividem porque é no núcleo que se encontra: 
Alternativas
Q3744178 Ciências
Doenças como sarampo, caxumba, rubéola, catapora e poliomielite representam importantes temas a serem trabalhados no espaço escolar, pois, além de fazerem parte do conteúdo curricular de Ciências e Biologia, também são preveníveis por vacinação, o que reforça o papel da escola na promoção da saúde. Considerando o Programa Nacional de Imunizações (PNI), a doença não contemplada pela vacina tríplice viral, mas que possui esquema vacinal específico, é: 
Alternativas
Q3744177 Biologia
A meiose é formada por duas divisões celulares sucessivas: a meiose I e a meiose II, também conhecidas por: 
Alternativas
Q3744176 Medicina
A eritroblastose fetal decorre da incompatibilidade entre mãe e feto. Nessas condições, o risco de ocorrência da doença em gestações posteriores ocorre quando: 
Alternativas
Q3744175 Biologia
A condição genética que afeta apenas mulheres, caracterizada pela ausência total ou parcial de um dos cromossomos X, denomina-se síndrome de: 
Alternativas
Respostas
2281: C
2282: A
2283: C
2284: B
2285: A
2286: C
2287: C
2288: D
2289: B
2290: A
2291: D
2292: B
2293: D
2294: B
2295: B
2296: A
2297: D
2298: C
2299: B
2300: B