Questões de Concurso
Comentadas para professor - língua portuguesa
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I – Sempre que uma palavra tiver dígrafo, o número de letras será maior que o de fonemas.
II – Se as palavras terminal em –AM, -EM, - EN(S), tais terminações não são dígrafos vocálicos, mas sim ditongos decrescentes nasais.
III – A letra “H” é chamada de letra etimológica, pois se manteve do latim até o português atual; não representa fonema algum.
I – A oração “que envelhece” expressa ideia de restrição.
II – Os termos “ninguém” e “vida” exercem a mesma função sintática.
III – A forma verbal “envelhece” tem como complemento o termo “pessoa”.
I – crônica.
II – lista de compras.
III – bula de medicamento.
I – Ele nunca encontrou tais exemplares.
II – Obtivemos resultados exemplares na avaliação.
III – Ele comprou diferentes exemplares da obra.
I – Ok, sabichão, você nunca erra (ironia).
II – Amorzinho, me deixa em paz um pouquinho (afeto).
III – Gatinha, posso dar meu número de telefone? (depreciação).
I – Os tenentes-coronéis foram recebidos pela autoridade.
II – Os arroz-doces que comemos estavam ótimos.
III – Fizeram poucos-casos dos presentes.
I – As mágoas da infância atormentavam-lhe fortemente (complemento nominal).
II – Ela necessita de sua atenção para concluir a tarefa (objeto direto).
III – De todo aquele episódio apenas restou algo: uma forte decepção. (aposto).
I – Por que chovia muito, cancelamos o encontro.
II – Não querer estudar hoje? Por que?
III – Não entendo o porquê da confusão.
I – Acento agudo: marca a posição da sílaba tônica e o timbre aberto.
II – Acento grave: marca a posição da sílaba tônica e o timbre fechado.
III – Acento circunflexo: marca o fenômeno da assimetria suspensa.
I – quanto ao modo de articulação.
II – quanto à zona de articulação.
III – quanto ao papel das cordas vocais.
I – Não existe distinção entre Fonética e Fonologia.
II – A Fonologia estuda os sons da língua, sua capacidade de combinação e sua capacidade de distinção.
III – A Fonologia ocupa-se da função dos sons dentro da língua.
I. Nas formações em que o segundo elemento começa por “h”, ou seja, não importa o prefixo: se o segundo elemento iniciar-se por “h”, deve-se empregar o hífen. Exemplo: Extrahumano; II. Não se usa, no entanto, o hífen em formações que contêm em geral os prefixos “des-” e “in-”, nas quais o segundo elemento perdeu o “h” inicial. Exemplo: inumano, inábil, etc; III. Não se emprega hífen nas formações em que o prefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplo: contralmirante. Dos itens acima:
O termo destacado exerce função sintática de: