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Q3092318 Português
Leia o Texto I e responda à questão.

Texto I

ÊXITO PESSOAL, FRACASSO NACIONAL

O descaso com a educação faz o país avançar muito pouco

    Nos esportes, só comemoramos o vencedor – o segundo colocado não recebe festa. Na educação, porém, consideramos vitória um avanço pessoal, ainda que seja prova de fracasso nacional. A televisão tem mostrado a fala de um jovem brasileiro celebrando ser o primeiro de sua família a ingressar em curso superior. Não há dúvida do sucesso do menino ao ser uma exceção em sua família. Mas seu sucesso pessoal e a publicidade como êxito social são provas do descaso nacional com a educação. Na terceira década do século XXI, duzentos anos depois da independência, quase um século e meio de república, quarenta anos depois da redemocratização, quinze anos de governos de esquerda, o atual ocupante do Planalto comemora o primeiro membro de uma família a ingressar no ensino superior.
    A publicidade revela fracasso ao admitir que o êxito do jovem ainda é uma exceção, sem mesmo dizer qual a qualidade de seu curso para dar-lhe chances na vida e condições de ajudar a construir um Brasil melhor. O governo ignora o fracasso público de não conseguir assegurar a conclusão da educação de base com qualidade a todos os brasileiros, independentemente da renda e do endereço de suas famílias. O jovem merece aplausos, mas sua glória indica que dez governos democráticos ainda comemoram a exceção devido ao descuido por não terem feito do ingresso na faculdade uma regra natural do talento de cada jovem, de qualquer origem social.
    Quando o jovem brilhante e bem-sucedido que aparece na publicidade do governo nasceu, a democracia já tinha 20 anos [...]. Desde então, o Brasil assistiu a diversas políticas públicas positivas que permitiram aumento substancial no número de vagas no ensino superior, inclusive graças à adoção de cotas raciais e sociais. Sem esse aumento de vagas e essas cotas, o jovem talvez não tivesse conseguido ser o primeiro da família a ingressar no ensino superior, mas os governos democráticos, inclusive de esquerda, não conseguiram fazer com que todos os jovens terminem a educação de base em cursos de qualidade para poder caminhar na vida em busca da felicidade pessoal, dispondo do conhecimento necessário para participar da construção do país, e ao mesmo tempo disputar vaga no ensino superior em condições iguais, independentemente da desigualdade social na sua origem. O governo comemora o êxito pessoal devido ao fracasso governamental: a justa comemoração de uma família pobre por conquistar a exceção do ingresso no ensino superior decorre da pobreza do governo na educação de base.
    É como se, no lugar de promover a abolição da escravatura para todos, os governos ainda hoje comemorassem a alforria de um jovem brilhante que consegue o raro feito de ser o primeiro de sua família a sair da escravidão ao ingressar no ensino superior. [...] Precisamos parar de comemorar exceções.

Fonte: BUARQUE, Cristovam. Êxito pessoal, fracasso nacional. Revista Veja, São Paulo, 2884 ed., 15 mar. 2024. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cristovam-buarque/exito-pessoal-fracasso-nacional/. Acesso em: 20 ago. 2024.
Analise as assertivas que seguem a respeito das estratégias de coesão textual empregadas no Texto I.

I- No texto, os termos “menino”, “jovem”, “jovem brilhante” formam uma cadeia coesiva em torno do referente “jovem brasileiro”.
II- A repetição do termo “descaso” ao longo do texto quebra a coesão textual e prejudica a fluidez da leitura.
III- O pronome “sua” no fragmento “O jovem merece aplausos, mas sua glória indica que dez governos democráticos ainda comemoram a exceção devido ao descuido” (2º§) retoma o referente “o jovem”.
IV- O pronome “seu” utilizado no trecho “Mas seu sucesso pessoal e a publicidade” (1º§) retoma o termo “educação”, contribuindo para a coesão textual por retomada anafórica.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3087241 Português

Texto 5


Quadrilha


João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.


João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 22ª edição, Rio de Janeiro: Record, 1987, p. 146. 


Texto 6


Refrão da letra da canção Flor da idade

(Chico Buarque)


Carlos amava Dora que amava Lia que amava Léa que amava Paulo que amava Juca que amava Dora que amava


Carlos amava Dora que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava


Carlos amava Dora que amava Pedro que amava tanto que amava a filha que amava Carlos que amava Dora que amava toda a quadrilha

Assinale a alternativa correta considerando os textos 5 e 6.
Alternativas
Q3087240 Literatura

Texto 5


Quadrilha


João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.


João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 22ª edição, Rio de Janeiro: Record, 1987, p. 146. 


Texto 6


Refrão da letra da canção Flor da idade

(Chico Buarque)


Carlos amava Dora que amava Lia que amava Léa que amava Paulo que amava Juca que amava Dora que amava


Carlos amava Dora que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava


Carlos amava Dora que amava Pedro que amava tanto que amava a filha que amava Carlos que amava Dora que amava toda a quadrilha

Assinale a alternativa correta considerando o Texto 5 e os estudos das escolas da Literatura Brasileira.
Alternativas
Q3087239 Literatura

Texto 3


Passagem da obra Dom Casmurro (Machado de Assis)


Tinham-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era oblíqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira; eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que…


Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me.


Fonte: ASSIS, Machado de. Dom Casmurro.

2ª edição [e-book], Brasília: Edições Câmara, 2019, p. 57-58.


Texto 4


Passagem da obra O cortiço (Aluísio Azevedo)


Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas.

Um acordar alegre e farto de quem dormiu de uma assentada sete horas de chumbo. Como que se sentiam ainda na indolência de neblina as derradeiras notas da última guitarra da noite antecedente, dissolvendo-se à luz loura e tenra da aurora, que nem um suspiro de saudade perdido em terra alheia.

A roupa lavada, que ficara de véspera nos coradouros, umedecia o ar e punha-lhe um farto acre de sabão ordinário. As pedras do chão, esbranquiçadas no lugar da lavagem e em alguns pontos azuladas pelo anil, mostravam uma palidez grisalha e triste, feita de acumulações de espumas secas.


Fonte: AZEVEDO, Aluísio. O cortiço.

30ª ed., São Paulo: Ática, 1997, p. 21.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) considerando os textos 3 e 4 e as características das escolas da Literatura Brasileira.


( ) Dom Casmurro é obra do romantismo, estilo marcado pela análise psicológica e a temática do adultério feminino.


( ) O cortiço apresenta estética naturalista, escola marcada pela objetividade, crítica social e oposição ao romantismo.


( ) Os textos 3 e 4 são passagens tipológicas narrativas desenvolvidas para descrever personagens das duas obras.


( ) Da expressão “olhos de cigana oblíqua e dissimulada” infere-se o preconceito existente no século XIX em relação aos ciganos, tratados como falsos e de má índole.


( ) Em “Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava”, o autor produz uma personificação, figura de linguagem bastante utilizada em textos literários.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3087238 Pedagogia

De acordo com a variedade padrão da língua escrita, assinale a alternativa correta em relação à sintaxe e ao encadeamento entre as sentenças.

Alternativas
Q3087237 Português

Identifique a ordem dos períodos, de modo que assegure unidade, coesão e coerência ao parágrafo.


( ) Esse conceito já é proposto por filósofos da educação e educadores.


( ) Um dos maiores desafios dos professores na contemporaneidade é engajar os estudantes nos processos educacionais.


( ) Recentemente, no entanto, o conceito de aluno protagonista passou a ter centralidade nas teorias da educação como alternativa para aumentar a participação dos alunos nas aulas.


( ) A solução que vem sendo apresentada para resolver esse problema é colocar o aluno no centro desse processo.


( ) Esse posicionamento vem sendo chamado de aluno protagonista.


Disponível em: https://blog.conexia.com.br/aluno-protagonista/. Acesso em: 10 out. 2024.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3087234 Português

Analise a imagem abaixo:


Drogas e Alcoolismo:

campanha de conscientização e alerta


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.sonhoseguro.com.br/2022/02/drogase-alcoolismo-dor-consultoria-lanca-campanha-de-conscientizacaoe-alerta/. Acesso em: 10 out. 2024 [Adaptado].



Assinale a alternativa correta com base na imagem e na variedade padrão da língua escrita.

Alternativas
Q3087233 Português

Analise o enunciado abaixo:


A avaliação é uma atividade que não existe nem subsiste por si mesma. Ela só faz sentido na medida em que serve para o diagnóstico da execução e dos resultados que estão sendo buscados e obtidos. Ela é um instrumento auxiliar da melhoria dos resultados.


LUCKESI, Cipriano. Prática docente e avaliação. Rio de Janeiro: ABT, 1990. p. 44 [Adaptado].


Assinale a alternativa correta quanto ao tipo de mecanismo de coesão utilizado e à retomada estabelecida pelo termo sublinhado no enunciado.

Alternativas
Q3087228 Pedagogia

Texto 1


Componente Curricular de Língua Portuguesa


“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua” (GERALDI, 1993, p. 135)


[…]


O pressuposto anunciado na epígrafe se estabelece e a aula de língua portuguesa se constitui em um lugar onde a língua acontece (GERALDI, 1993). Assim, o texto torna-se o fio condutor de todo esse processo. 


Portanto, se assumimos em nossa prática pedagógica que o texto é ponto de partida e o ponto de chegada, assumimos também o compromisso de criarmos condições para as práticas de linguagem que efetivamente se materializam em sala de aula, pois serão elas que garantirão a apropriação e o domínio da língua, para o seu uso nas mais diferentes instâncias sociais, tanto públicas quanto privadas (GERALDI, 1999). O que se almeja é que todos consigam utilizar a fala, a escuta, a leitura e a escrita de maneira produtiva, e esta é uma das tarefas da escola, em especial, das aulas de língua portuguesa.


Para que isso ocorra, algumas escolhas se tornam necessárias, entre elas destacamos: (1) desapegar-se das listas de conteúdos pré-estabelecidos, uma vez que não se podem prever quais serão as dificuldades e dúvidas em relação ao uso da língua, pois é da produção oral e escrita do aluno que o professor irá identificar quais são as dificuldades em relação ao uso que precisam. De outro modo: são as produções concretas e reais que indicarão parte dos conteúdos gramaticais necessários em cada turma (ANTUNES, 2003); com isso se pode: (2) dar à gramática somente o espaço que ela precisa ter em aula, ou seja, quando ela está servindo para elucidar dúvidas que os alunos têm sobre o uso da língua, desta maneira o ensino-aprendizagem torna-se mais produtivo, já que não se perde tempo ensinando o que aluno já sabe ou o que ainda não lhe é necessário (POSSENTI, 1996); assim será possível: (3) explorar o texto literário como lugar de experimentação estética e de fruição, não o usando como pretexto para exploração gramatical, ao contrário disso, explorando-o para fomentar a formação de leitores críticos e criativos, desde a alfabetização (BARTHES, 1988), assim como: (4) promover o exercício da escrita real e autoral, não apenas simulações artificiais de redação, criando as condições de produção adequadas para a manifestação de cada sujeito, considerando a escola como apenas mais um lugar onde se escreve, ou seja, se escreve na escola e não para a escola. Já na alfabetização, mesmo que o aluno ainda não tenha o pleno domínio do registro da língua. São essas experiências que promovem o letramento, para além da alfabetização. (GERALDI, 1984). Por fim: (5) dar ao livro didático lugar de coadjuvante e não papel principal – que determina e sequencia arbitrariamente conteúdos – passando a atuar como material complementar e de apoio aos estudos em sala de aula, tanto para o professor quanto para os estudantes (CORACINI, 1999). 


Essas, e muitas outras escolhas fazem parte das decisões político-pedagógicas que, na condição de docentes ocorrem em todas as etapas da educação básica. Desta forma, o quadro do componente curricular de Língua Portuguesa tem como principal função referenciar às escolhas teórico-metodológicas, auxiliando-os no processo de implementação da BNCC, exigência legal do Parágrafo Único do Art. 15 da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, o qual prevê que “A adequação dos currículos à BNCC deve ser efetivada preferencialmente até 2019 e no máximo, até início do ano letivo de 2020” (BRASIL, 2017, p. 11). 


Fonte: CHAPECÓ. Secretaria Municipal De Educação. Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, dezembro de 2019, p. 49-50 [Adaptado].



Assinale a alternativa correta de acordo com o Texto 1 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó.
Alternativas
Q3087227 Pedagogia

Texto 1


Componente Curricular de Língua Portuguesa


“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua” (GERALDI, 1993, p. 135)


[…]


O pressuposto anunciado na epígrafe se estabelece e a aula de língua portuguesa se constitui em um lugar onde a língua acontece (GERALDI, 1993). Assim, o texto torna-se o fio condutor de todo esse processo. 


Portanto, se assumimos em nossa prática pedagógica que o texto é ponto de partida e o ponto de chegada, assumimos também o compromisso de criarmos condições para as práticas de linguagem que efetivamente se materializam em sala de aula, pois serão elas que garantirão a apropriação e o domínio da língua, para o seu uso nas mais diferentes instâncias sociais, tanto públicas quanto privadas (GERALDI, 1999). O que se almeja é que todos consigam utilizar a fala, a escuta, a leitura e a escrita de maneira produtiva, e esta é uma das tarefas da escola, em especial, das aulas de língua portuguesa.


Para que isso ocorra, algumas escolhas se tornam necessárias, entre elas destacamos: (1) desapegar-se das listas de conteúdos pré-estabelecidos, uma vez que não se podem prever quais serão as dificuldades e dúvidas em relação ao uso da língua, pois é da produção oral e escrita do aluno que o professor irá identificar quais são as dificuldades em relação ao uso que precisam. De outro modo: são as produções concretas e reais que indicarão parte dos conteúdos gramaticais necessários em cada turma (ANTUNES, 2003); com isso se pode: (2) dar à gramática somente o espaço que ela precisa ter em aula, ou seja, quando ela está servindo para elucidar dúvidas que os alunos têm sobre o uso da língua, desta maneira o ensino-aprendizagem torna-se mais produtivo, já que não se perde tempo ensinando o que aluno já sabe ou o que ainda não lhe é necessário (POSSENTI, 1996); assim será possível: (3) explorar o texto literário como lugar de experimentação estética e de fruição, não o usando como pretexto para exploração gramatical, ao contrário disso, explorando-o para fomentar a formação de leitores críticos e criativos, desde a alfabetização (BARTHES, 1988), assim como: (4) promover o exercício da escrita real e autoral, não apenas simulações artificiais de redação, criando as condições de produção adequadas para a manifestação de cada sujeito, considerando a escola como apenas mais um lugar onde se escreve, ou seja, se escreve na escola e não para a escola. Já na alfabetização, mesmo que o aluno ainda não tenha o pleno domínio do registro da língua. São essas experiências que promovem o letramento, para além da alfabetização. (GERALDI, 1984). Por fim: (5) dar ao livro didático lugar de coadjuvante e não papel principal – que determina e sequencia arbitrariamente conteúdos – passando a atuar como material complementar e de apoio aos estudos em sala de aula, tanto para o professor quanto para os estudantes (CORACINI, 1999). 


Essas, e muitas outras escolhas fazem parte das decisões político-pedagógicas que, na condição de docentes ocorrem em todas as etapas da educação básica. Desta forma, o quadro do componente curricular de Língua Portuguesa tem como principal função referenciar às escolhas teórico-metodológicas, auxiliando-os no processo de implementação da BNCC, exigência legal do Parágrafo Único do Art. 15 da Resolução CNE/CP nº 2, de 22 de dezembro de 2017, o qual prevê que “A adequação dos currículos à BNCC deve ser efetivada preferencialmente até 2019 e no máximo, até início do ano letivo de 2020” (BRASIL, 2017, p. 11). 


Fonte: CHAPECÓ. Secretaria Municipal De Educação. Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, dezembro de 2019, p. 49-50 [Adaptado].



De acordo com o Texto 1 e com o disposto de forma integral no Componente Curricular de Língua Portuguesa do Currículo do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino de Chapecó, a expressão sublinhada “o texto é ponto de partida e o ponto de chegada” significa que a produção de um texto novo tem como ponto de partida:
Alternativas
Q3086718 Pedagogia

Com relação às várias tecnologias aplicadas à educação, julgue o item seguinte.


A inserção de realidade aumentada (RA) em atividades educacionais propicia um ambiente de aprendizagem mais interativo e imersivo, alterando significativamente os resultados de aprendizagem quando comparada a métodos tradicionais.

Alternativas
Q3086716 Pedagogia

"Educação é um conceito amplo que se refere ao processo de desenvolvimento unilateral da personalidade, envolvendo a formação de qualidades humanas físicas, morais intelectuais, estéticas tendo em vista a orientação da atividade humana na sua relação com o meio social, em determinado contexto de relações sociais."


Tendo o fragmento do texto acima como referência inicial e considerando a relevância do tema por ele tratado, julgue o item seguinte.


LIBÂNEO, J. C. Didática. 28ª reimpressão. São Paulo: Cortez, 2008,

O conceito de educação está relacionado com o contexto de relações sociais e com a interação do indivíduo com o meio social.
Alternativas
Q3086706 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

O planejamento da produção oral na escola deve fazer parte do trabalho docente desde a Educação Infantil. É preciso que o professor entenda que as crianças passam a dominar a fala espontânea a partir de um ensino sistematizado, que ocorre a partir do uso de gêneros orais que são usados em contextos públicos e que demandam adequação a situações formais.
Alternativas
Q3086705 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

A prática da oralidade envolve o uso da linguagem em contextos tanto públicos quanto privados, partindo de diferentes tipos de registros. Dessa forma, as circunstâncias de produção, o grau de formalidade do gênero e o público a que se destina irão definir se a linguagem será utilizada de maneira mais ou menos formal.
Alternativas
Q3086704 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

A leitura e a produção de textos são práticas sociais, nas quais os sentidos são coproduzidos pela interação entre autor, texto e leitor, que estão inseridos em contextos históricos, sociais e culturais. A linguagem reflete simplesmente a realidade; há uma relação desintrincada entre quem produz o texto, o próprio texto e quem o interpreta. Diferentes conhecimentos, como os cognitivos, linguísticos, textuais e discursivos, influenciam essa construção de sentidos.
Alternativas
Q3086703 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

A escrita é uma ação social, ou seja, uma atividade colaborativa, interativa e normatizada, que envolve um interlocutor, a troca de ideias, o compartilhamento de informações e a convergência de intenções. Dessa forma, toda prática de escrita implica em "ter algo a comunicar a outra pessoa".
Alternativas
Q3086702 Pedagogia

Ninguém ensina a ler e a produzir textos orais e escritos levando em conta apenas a estrutura linguística ou meramente o sistema de escrita. Isso porque leitura e produção de textos orais e escritos são práticas sociais, consequentemente, atividades discursivas e socioculturais realizadas em um dado momento histórico, por uma dada sociedade, submetida a uma dada condição social e pertencente a um determinado grupo étnico racial. Dessa perspectiva, afirmamos que a escola é um locus privilegiado para essas práticas. É espaço para usar a palavra, para produzir sentido, para dizer coisas importantes ou desimportantes. A escola é espaço para ampliar as possibilidades de uso da linguagem em função do desenvolvimento de competências cognitivas, linguísticas, textuais e discursivas de estudantes.


FARIAS, Ana Cristina Santos; SOUZA, Fátima Aparecida de. Leitura e produção de textos orais e escritos na alfabetização. Salvador: UFBA, Faculdade de Educação; Superintendência de Educação a Distância, 2019.


 https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/553648/2/eBook%20ED K63%20-%20Leitura%20e%20Producao%20de%20Textos%20Orais% 20e%20Escritos%20na%20Alfabetizacao.pdf

Para promover a prática de leitura na escola, é essencial realizar um planejamento cuidadoso, selecionando o texto de forma criteriosa e estabelecendo objetivos claros. Além disso, é importante criar situações que reflitam o uso real da língua, incentivando o desenvolvimento do hábito de leitura.
Alternativas
Q3086701 Português

Eu estou − apesar de tudo oh apesar de tudo − estou sendo alegre neste instante já que passa se eu não o fixar com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo. Como resposta. Amor impessoal, amor it, é alegria: mesmo o amor que não dá certo, mesmo o amor que termina. E a minha própria morte e a dos que amamos tem que ser alegre, não sei ainda como, mas tem que ser. Viver é isto: a alegria do it. Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga. E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio.


Texto Adaptado


 LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p.         

A expressão "neste mesmo" em "Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo" indica que a autora está se referindo ao momento presente, ou seja, ao momento no discurso.
Alternativas
Q3086700 Português

Eu estou − apesar de tudo oh apesar de tudo − estou sendo alegre neste instante já que passa se eu não o fixar com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo. Como resposta. Amor impessoal, amor it, é alegria: mesmo o amor que não dá certo, mesmo o amor que termina. E a minha própria morte e a dos que amamos tem que ser alegre, não sei ainda como, mas tem que ser. Viver é isto: a alegria do it. Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga. E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio.


Texto Adaptado


 LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p.         

Em "Viver é isto: a alegria do it" o pronome demonstrativo foi incorretamente empregado, uma vez que deveria ser utilizado "isso", que é utilizado quanto faz referência a algo que ainda será apresentado no texto, que virá a seguir.
Alternativas
Q3086699 Português

Eu estou − apesar de tudo oh apesar de tudo − estou sendo alegre neste instante já que passa se eu não o fixar com palavras. Estou sendo alegre neste mesmo instante porque me recuso a ser vencida: então eu amo. Como resposta. Amor impessoal, amor it, é alegria: mesmo o amor que não dá certo, mesmo o amor que termina. E a minha própria morte e a dos que amamos tem que ser alegre, não sei ainda como, mas tem que ser. Viver é isto: a alegria do it. Viver é sentir sempre aquele friozinho na barriga. E conformar-se não como vencida, mas num allegro com brio.


Texto Adaptado


 LISPECTOR, Clarice. Água viva. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1973, p.         

No texto em referência temos uma figura de linguagem denominada "Anáfora", que ocorre quando há repetição de uma mesma palavra ou expressão no início de versos, orações ou frases consecutivas.
Alternativas
Respostas
7121: B
7122: E
7123: E
7124: D
7125: A
7126: D
7127: C
7128: B
7129: D
7130: C
7131: C
7132: C
7133: E
7134: C
7135: E
7136: C
7137: C
7138: C
7139: E
7140: C