Questões de Concurso Comentadas para professor - língua portuguesa

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Q3312294 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa na qual a palavra destacada foi empregada corretamente no significado conotativo.
Alternativas
Q3312293 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Identifique abaixo as construções (retiradas do texto 1) que podem ser passadas para a voz passiva como verdadeiras ( V ) e as que não podem como falsas ( F ).

( ) Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose …
( ) … já fiz um levantamento do papel …
( ) O restaurante inteiro parou …

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3312292 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Atente ao trecho retirado do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho em destaque.

1. Se retirássemos o artigo uma diante do substantivo reunião, estariam plasmadas as condições para o acento indicativo de crase.
2. Poderíamos substituir “… e desdenha do executivo…”, por “e o desdenha”, sem infração à gramática.
3. Poderíamos substituir “… que ele odeie o papel…” por “…que ele lhe odeie…”, sem infração à gramática.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312291 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Leia o trecho abaixo extraído do texto 1:

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho, do ponto de vista coesivo.

1. A palavra que na primeira ocorrência (sublinhada) retoma o substantivo almoço e é classificada morfologicamente de conjunção integrante.
2. A expressão dessa ferramenta funciona como hiperônimo de celulose ou de papel.
3. A palavra que, na última ocorrência (sublinhada), retoma o substantivo humanidade e é morfologicamente pronome relativo.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312290 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Observe o trecho abaixo extraído do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3312289 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas ao texto 1:

1. O enunciador se vale de recurso dialógico classificado como citação.
2. Na expressão brado retumbante há recurso dialógico conhecido como alusão.
3. No último período do texto, encontramos figura de linguagem conhecida como comparação.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312288 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 1
Alternativas
Q3311756 Pedagogia
Ombo'e va'e guarani pe oguereko (demanda), onhemboe'va'erã nhande reko re'egua, nhambojera aguã nhande rembiapo, onhembo'eva'e, oguereko aguã nhondivei político-pedagógicas re'egua nhanhembo'e, há'eve aguã nhande mburuvixaí kuery nhande rekoa py gua, já e va'e politica re'egua. Oekava'e, (atitude), mba'exa gua politica revê omba'eapo (política educacional): política nhanhembo'ea re'egua (conforme assegurado na legislação (CNE/2014). Ojapo va'erã nhanhembo'eá teko'apy ombo'e aguã onhembo'eapy. (implementação da educação escolar): ojapova ombo'eapy onhembo'e aguã ombo'eapy. 
Alternativas
Q3311754 Pedagogia
A Jaguera'a va'erã mitã guarani haxu'ia onhembo'e aguã a'e (desafiante),são mares turbulentos, a'e já axava'erã, nhembo'e re'egua ombojerava haxy nhande vype, a'e já hupyty peve teko re'egua, (inclusão) ijaivu, (Silva e Muller,2023). Mba'exagua a'e anhetegua.

I.A visão acerca do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhande guarani py. pode variar de acordo com a cultura e as crenças de cada grupo.
lI.Para melhor inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhanhebo'ea nhande reko re'egua.
IlI.As ações para a inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), a'e  nhanhebo'ea nhande reko re'egua, okotevê já exa pavê omba'eapo.

A'e anhetegua: 
Alternativas
Q3311753 Pedagogia
A garantia e efetivação, nhanhembo'ea re'egua diferenciado nhandereko re'egua, a'e nhanhemombara'ete nhande jaryi a'e nhande ramoi omombe'ú va'e re'egua. Nda'evei nhamokanhi jaipuru va'erã nhanhembo'ea py, jaguereko aguã mba'e nhambo'e arã,Projeto Político Pedagógico (PPP) planos de curso e Educação lndígena,(Potiguara,2024).Referencial Escolar Curricular Nacional, nhanhembo'e re'egua (RCNEI), ehexa mba'exagua a'e oi porãva embopara. 

I.Nhande guarani kuery oguereko (direito) oiko aguã nhande reko re'egua, ojapo a'e oiporavo aguã projetos futuro.

EJUHU KOVA'E RE'EGUA

II.Tenondeguá nhanembo'e va'e re'egua a'e, teko guarani re'egua, nhande kuery, oguereko oikua'ava tape nhanhembo'e aguã, teko re'egua, mbaexa nhamba'eapo nhembo'eapy. 

Ehexa mba'exagua a'e oĩ porãva embopara: 
Alternativas
Q3311752 Pedagogia
Oin aguã há'e nhamombyte aguã, teinke jaroaxa (desafio) petein rami arandu há'e nhamboja'o (experimentos) ojopy aguã ava rekoa ha'ejavy opa rupi, he'iarami petein (Silva Miller,2023). Kova'e rire, exa mava'e pa oin porã:

I.A'e ohupyty peteĩ nhembo'e oguerekova (emancipa), pav nhembo'ea guarani yvy re'egua, deve ser uma realidade que implica mediação dialógica, escuta sensível e transformação cultural.

 HA'ERIRE

II.Nhande reko yma guare nda'evei jaiko nhagareko'ỹ re joegua já rekova'era a'e jáguereko aguã nhemboe'a.

A'e mba'exagua Oĩ porãva'e, embo'para:  
Alternativas
Q3311751 Português
A respeito da diversidade e variação linguística, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(_)A Língua Portuguesa, no Brasil, possui muitas variedades dialetais. Identificam-se geográfica e socialmente as pessoas pela forma como falam.
(_)Há muitos preconceitos decorrentes do valor social relativo que é atribuído aos diferentes modos de falar: é muito comum se considerarem as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas.
(_)Como o preconceito decorrente das diferentes formas de falar é uma questão social, a escola não precisa assumir um papel de problematização desse preconceito. Ele deve ser foco de ações sociais e não escolares.
(_)Afirmar que a língua varia é afirmar que ela é homogênea, pois é falada de formas diferentes, mas dentro de uma unidade, que é o Brasil.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3311750 Português
Analise as sentenças apresentadas a seguir:

I.Fazem dois anos que eu fiz aquela viagem inesquecível pela América Latina, por onde aprendi tanto sobre a cultura dos nossos vizinhos de continente.
lI.Sobrou vários trabalhos para eu realizar sozinha.
IlI.Existem inúmeras pessoas que defendem o ensino da leitura em salas de aula na educação básica, temos que nos unir a elas.
IV.Eu visitei o Real Gabinete de Literatura, no Rio de Janeiro, têm quatro meses. Desde lá, minha empolgação com a leitura está ainda mais aflorada.

A relação de concordância verbal está correta em: 
Alternativas
Q3311748 Português
Marcuschi (2008, p. 193) afirma que "os textos situam se em domínios discursivos que produzem contextos e situações para as práticas sociodiscursivas características". À luz dessa citação, abordar gêneros discursivos em sala de aula está, em alguma medida, ligado à abordagem do contexto no qual circulam esses gêneros. Nesse sentido, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona domínios discursivos a gêneros que neles circulam:

Primeira coluna: Domínio discursivo

1.Jornal ístico.
2.Religioso.
3.Jurídico.
4. lnstrucional.
5.Comercial.
6.Publicitário.
7.Interpessoal.
8.Lazer.

Segunda coluna: Gêneros discursivos

(_)Anúncio.
(_)Piada.
(_)Carta ao leitor.
(_)Cânticos.
(_)Petição.
( _ )Carta pessoal.
(_)Fatura.
(_)Manual.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3311747 Português

Analise atentamente o texto apresentado a seguir:



Imagem associada para resolução da questão



Disponível em: hltps://encrypted lbn0.gslatic.comr.mages?q=tbn:ANd9GcSIEqRYHJ9i4M0k5L2mlQ31jOKkdOZMljzKvw&s 



A partir da análise dos recursos linguísticos e semióticos do texto, considere as seguintes afirmações:



1.O texto se constitui a partir da linguagem sincrética.


ll.O objetivo do texto é fazer uma crítica às pessoas que não sabem empregar a ortografia correta do português.


Ill.As palavras "senoura", "aufasse" e "tomati" podem ser compreendidas na leitura, ainda que fujam às normas ortográficas, pois se aproximam à forma como são pronunciadas.


IV.Ao escrever "hortografia" com "h", o autor do texto indica a dimensão temática do gênero, situando o contexto de construção do texto, isto é, construindo o sentido do todo.



É correto o que se afirma em: 

 

Alternativas
Q3311746 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa que apresenta a pontuação correta: 
Alternativas
Q3311745 Pedagogia
Considere a sequência de atividades, a partir do texto Macabéa: Flor de Mulungu, de Conceição Evaristo

Atividade: Explorando "Macabéa: Flor de
Mulungu" de Conceição Evaristo como releitura
de "A Hora da Estrela" de Clarice Lispector 


Objetivo: Analisar as obras "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela" sob diferentes perspectivas críticas, considerando aspectos estruturais, estilísticos, discursivos e culturais, e estabelecer conexões com o contexto contemporâneo.

Materiais necessários: Textos "Macabéa: Flor de Mulungu", de Conceição Evaristo; e "A Hora da Estrela", de Clarice Lispector; acesso a recursos para pesquisa (opcional), caderno ou meio digital para registro das respostas. 


Passo a passo: 


1. Introdução às obras e às autoras:


-Apresentar aos alunos as autoras Conceição Evaristo e Clarice Lispector, destacando suas contribuições para a literatura brasileira.

-Explicar brevemente as obras "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela", contextualizando-as dentro do movimento literário e social em que foram produzidas.


2. Comparação estrutural e estilística: 


-Distribuir trechos selecionados de ambas as obras para os alunos.

-Pedir para os alunos compararem a estrutura narrativa, o estilo de escrita, os recursos literários utilizados (como narrador, tempo narrativo e linguagem) em cada uma das obras.

-Orientá-los a fazer anotações sobre semelhanças e diferenças perceptíveis na forma como as histórias são contadas e desenvolvidas. 


3. Análise de aspectos discursivos e culturais:


-Promover uma discussão em grupo sobre os temas abordados nas obras, como identidade, marginalização social, condição da mulher na sociedade, entre outros.

-Explorar como as personagens principais (Macabéa em "Macabéa: Flor de Mulungu" e Macabéa em "A Hora da Estrela") são retratadas e como suas histórias refletem visões de mundo específicas. 


4. Diálogo com o contexto de produção:


-Incentivar os alunos a pesquisar sobre o contexto histórico e cultural em que cada obra foi escrita.

-Discutir como essas obras dialogam com movimentos estéticos e culturais da época, como o modernismo, o pós-modernismo, o feminismo, o movimento negro, entre outros.


5. Produção textual:


-Pedir aos alunos para escreverem um ensaio comparativo entre "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela", destacando suas análises sobre estrutura, estilo, aspectos discursivos e culturais.

-Eles devem incluir reflexões sobre como as obras dialogam com questões contemporâneas, como questões de identidade, representação e justiça social.


6. Apresentação e discussão final:


-Finalizar a atividade com uma sessão de apresentação dos ensaios produzidos pelos alunos.

-Promover uma discussão final sobre as descobertas e insights obtidos durante a análise das obras, incentivando os alunos a compartilharem suas perspectivas e conclusões. 

Avaliação: Avaliar os alunos com base na profundidade da análise realizada no ensaio comparativo, na capacidade de estabelecer conexões significativas entre as obras e seu contexto, na clareza da argumentação e na habilidade de expressar ideias de forma crítica e fundamentada. 


Assinale a alternativa que apresenta a habilidade indicada no Ensino de Língua Portuguesa no Ensino Médio que mais coerentemente seria alcançada com a prática apresentada: 
Alternativas
Q3311743 Pedagogia
Segundo Rojo (2012, p. 13), "diferente do conceito de letramentos (múltiplos), que não faz senão apontar para a multiplicidade e variedade das práticas letradas, valorizadas ou não nas sociedades em geral, o conceito de multiletramentos - é bom enfatizar - aponta para dois tipos específicos e importantes de multiplicidade presentes em nossas sociedades, principalmente urbanas, na contemporaneidade: a multiplicidade cultural das populações e a multiplicidade semiótica de constituição dos textos por meio dos quais ela se informa e se comunica".

I.Adotar uma perspectiva em diálogo com os multiletramentos nas aulas de língua portuguesa requer que o professor amplie o leque de gêneros em sala de aula, abrangendo variadas estéticas, com gêneros variados; como exemplos, temos: stop motions, mashups e animes
ll.Os gêneros abordados, nesta perspectiva, muitas vezes, constituem-se multissemióticos. 
III.Embora a pedagogia dos multiletramentos seja bastante atual e consistente, ela não é compatível com as salas de aula, que, muitas vezes, não dispõem de tecnologias digitais. 
IV.Trabalhar com a pedagogia dos multiletramentos requer a adoção de práticas situadas, críticas e reflexivas nas quais os estudantes, para além de consumirem textos, possam analisá-los criticamente. 

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3311741 Pedagogia
A literatura é uma forma de arte que precisa estar presente não apenas em aulas de língua portuguesa, mas como forma de representação do mundo, de humanização do ser, em práticas transdisciplinares. A respeito do ensino de literatura, anal i se as proposições a seguir e a relação estabelecida entre elas:

I.A escola deve oportunizar o encontro do leitor (neste caso, o aluno leitor) com o texto literário e, ao se encontrar com o texto literário, o leitor deve poder desenvolver sua criatividade, sua imaginação. A leitura do texto literário se configura, pois, como um ato de enunciação e coenunciação; há um diálogo entre o sujeito leitor com o texto e, a partir desse diálogo, há a transformação da identidade do leitor, que pode identificar contradições e conflitos da realidade (Martins, 2006).

POR ISSO
ll.O ensino de literatura só se estabelece no Ensino Médio, em aulas específicas para este fim quando os leitores já estão maduros para lidar com textos literários, quase sempre complexos. Durante o Ensino Fundamental - anos finais, não há espaço para um ensino de literatura propriamente dito, mas a leitura de alguns textos literários que, possivelmente, não são apresentados em sua totalidade, e sim a partir de excertos previamente selecionados (Joaquim, 2012).

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: 
Alternativas
Q3311740 Português
A ortografia consiste no conjunto de regras e convenções que regulam a forma de escrever as palavras em uma determinada língua. Ela define como as palavras devem ser grafadas, levando em consideração a pronúncia, a fonologia, a morfologia, a sintaxe e a etimologia das palavras. Trabalhar a ortografia em sala de aula é possibilitar que o estudante participe de práticas de linguagem que são fundamentais à sua efetiva inserção social. Nesse contexto, analise atentamente a ortografia das sentenças a seguir:

I.Ele precisava usar óculos para enchergar melhor de perto.
lI.Minha avó prepara um delicioso refogado com xuxu e cenoura.
IlI.Ele deu um chilique quando percebeu que tinha perdido o celular.
IV.O artista decidiu pixar a parede com um mural colorido e vibrante.
V.Os dois rivais começaram a digladiar pelo controle da empresa durante a reunião. 
VI.A falta de recursos financeiros foi um grande impecilho para o desenvolvimento do projeto.
VII.O excesso de bagagem era supérfulo para a viagem curta que ele planejava fazer.

Está correta a ortografia, considerando o sentido das sentenças, em: 
Alternativas
Respostas
6341: E
6342: B
6343: A
6344: B
6345: C
6346: E
6347: D
6348: C
6349: E
6350: D
6351: C
6352: B
6353: E
6354: E
6355: B
6356: B
6357: D
6358: C
6359: D
6360: D