Questões de Concurso Comentadas para professor - língua portuguesa

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Q3392440 Português
Texto para a questão.


Uma lição de Drummond sobre a saudade

A saudade anda para a frente, não para trás, como cremos.

Por Fabrício Carpinejar | Publicado em 10 de novembro de 2023

        Fui um dos convidados do Festival Literário Internacional de Itabira, organizado pelo incansável amigo Afonso Borges. Conheci a casa da infância de Carlos Drummond de Andrade, onde dormia, suas janelas, os ângulos de suas miradas para o pico do Cauê, que terminou desmanchado, infelizmente, pela extração do minério de ferro.
        A cada entrada num novo aposento, a cada retrato doído de sua formação na parede, eu recitava baixinho seus versos como uma oração, tentando entender o que ele sentira a partir daquilo que podia enxergar de indícios sentimentais do lugar:
        “(…) nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por cento de ferro nas almas. E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação. A vontade de amar, que me paralisa o trabalho, vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes”.
        Entre os corredores do casarão, interrompendo meu cantochão, encontrei seu neto, o artista Pedro Augusto Graña Drummond, que é, assim como eu, filho de dois escritores, o argentino Manuel Graña Etcheverry e Maria Julieta Drummond de Andrade. Lançou-me um olhar açucarado e oceânico, que se afundava ainda mais em ondas pelo uso da boina.

O término do transe mostrou-se providencial.

        Talvez assistindo ao quanto caminhava melancólico pelas salas, pois os mensageiros sempre sabem a quem entregar as missivas do destino, Pedro Augusto me descreveu uma conversa emblemática com seu avô.
        Quando havia perdido um amigo na juventude, aos 21 anos, e chorava copiosamente, Drummond o consolou dizendo que, a partir daquele momento, ele descobriria o que é o amor verdadeiro.

O neto, então, se defendeu:
– Mas eu já amava o meu amigo.
O poeta de Itabira concordou:

        – Já o amava, porém agora vai amar ainda mais. Só a morte possibilita o amor puro, desinteressado, que continua existindo e crescendo sem receber nada em troca.

        Era uma verdade. O luto é a maior resistência da afeição. Porque você não tem direito a receber mais nada do outro – nenhum abraço, nenhuma visita, nenhum colo, nenhum favor, nenhum apoio, nenhuma recompensa, simplesmente nada – e segue amando-o infinitamente. É uma sobrevivência emocional feita exclusivamente do ato de dar, do gesto incondicional da oferta, descompromissada de segundas intenções, desvinculada de benefícios diretos, desligada de interesses egoístas.

        A saudade anda para a frente, não para trás, como cremos. A gratidão do passado empurra a saudade para o futuro, para acrescentar sensações e impressões à amizade antiga.
        Quando o contato é sincero, quando a intimidade é honesta, não se deixa de gostar de alguém após a despedida. A emoção da primeira vez não cessa de renascer.
        A perda, portanto, não traz um vazio. Traz tudo, menos um vazio. Você transborda de lembranças. Passa a apresentar uma hipersensibilidade, percebendo os mínimos tremores e arrepios do universo. Não é capaz de escolher o que sentir de tanto que sente, de tanto que está presente por dois.

O luto é isto: uma solidão a dois.

        Eu somente consegui me despedir de Itabira porque agora a carrego em mim.

CARPINEJAR, Fabrício. Uma lição de Drummond sobre a saudade. O Tempo, 10 de novembro de 2023. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/uma-licao-de-drummond-sobre-a-saudade-1.3271388. Acesso em: 26 dez. 2023.
No trecho: “A cada entrada num novo aposento, a cada retrato doído de sua formação na parede, eu recitava baixinho seus versos como uma oração [...]” (2º parágrafo). Qual é o sentido veiculado pela palavra “como”? 
Alternativas
Q3392439 Português
Texto para a questão.


Uma lição de Drummond sobre a saudade

A saudade anda para a frente, não para trás, como cremos.

Por Fabrício Carpinejar | Publicado em 10 de novembro de 2023

        Fui um dos convidados do Festival Literário Internacional de Itabira, organizado pelo incansável amigo Afonso Borges. Conheci a casa da infância de Carlos Drummond de Andrade, onde dormia, suas janelas, os ângulos de suas miradas para o pico do Cauê, que terminou desmanchado, infelizmente, pela extração do minério de ferro.
        A cada entrada num novo aposento, a cada retrato doído de sua formação na parede, eu recitava baixinho seus versos como uma oração, tentando entender o que ele sentira a partir daquilo que podia enxergar de indícios sentimentais do lugar:
        “(…) nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por cento de ferro nas almas. E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação. A vontade de amar, que me paralisa o trabalho, vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes”.
        Entre os corredores do casarão, interrompendo meu cantochão, encontrei seu neto, o artista Pedro Augusto Graña Drummond, que é, assim como eu, filho de dois escritores, o argentino Manuel Graña Etcheverry e Maria Julieta Drummond de Andrade. Lançou-me um olhar açucarado e oceânico, que se afundava ainda mais em ondas pelo uso da boina.

O término do transe mostrou-se providencial.

        Talvez assistindo ao quanto caminhava melancólico pelas salas, pois os mensageiros sempre sabem a quem entregar as missivas do destino, Pedro Augusto me descreveu uma conversa emblemática com seu avô.
        Quando havia perdido um amigo na juventude, aos 21 anos, e chorava copiosamente, Drummond o consolou dizendo que, a partir daquele momento, ele descobriria o que é o amor verdadeiro.

O neto, então, se defendeu:
– Mas eu já amava o meu amigo.
O poeta de Itabira concordou:

        – Já o amava, porém agora vai amar ainda mais. Só a morte possibilita o amor puro, desinteressado, que continua existindo e crescendo sem receber nada em troca.

        Era uma verdade. O luto é a maior resistência da afeição. Porque você não tem direito a receber mais nada do outro – nenhum abraço, nenhuma visita, nenhum colo, nenhum favor, nenhum apoio, nenhuma recompensa, simplesmente nada – e segue amando-o infinitamente. É uma sobrevivência emocional feita exclusivamente do ato de dar, do gesto incondicional da oferta, descompromissada de segundas intenções, desvinculada de benefícios diretos, desligada de interesses egoístas.

        A saudade anda para a frente, não para trás, como cremos. A gratidão do passado empurra a saudade para o futuro, para acrescentar sensações e impressões à amizade antiga.
        Quando o contato é sincero, quando a intimidade é honesta, não se deixa de gostar de alguém após a despedida. A emoção da primeira vez não cessa de renascer.
        A perda, portanto, não traz um vazio. Traz tudo, menos um vazio. Você transborda de lembranças. Passa a apresentar uma hipersensibilidade, percebendo os mínimos tremores e arrepios do universo. Não é capaz de escolher o que sentir de tanto que sente, de tanto que está presente por dois.

O luto é isto: uma solidão a dois.

        Eu somente consegui me despedir de Itabira porque agora a carrego em mim.

CARPINEJAR, Fabrício. Uma lição de Drummond sobre a saudade. O Tempo, 10 de novembro de 2023. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/uma-licao-de-drummond-sobre-a-saudade-1.3271388. Acesso em: 26 dez. 2023.
Dado o contexto em que foi empregado, o que quer dizer, sob o ponto de vista do autor, o trecho “os mensageiros sempre sabem a quem entregar as missivas do destino” (6º parágrafo)? 
Alternativas
Q3392438 Português
Texto para a questão.


Uma lição de Drummond sobre a saudade

A saudade anda para a frente, não para trás, como cremos.

Por Fabrício Carpinejar | Publicado em 10 de novembro de 2023

        Fui um dos convidados do Festival Literário Internacional de Itabira, organizado pelo incansável amigo Afonso Borges. Conheci a casa da infância de Carlos Drummond de Andrade, onde dormia, suas janelas, os ângulos de suas miradas para o pico do Cauê, que terminou desmanchado, infelizmente, pela extração do minério de ferro.
        A cada entrada num novo aposento, a cada retrato doído de sua formação na parede, eu recitava baixinho seus versos como uma oração, tentando entender o que ele sentira a partir daquilo que podia enxergar de indícios sentimentais do lugar:
        “(…) nasci em Itabira. Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro. Noventa por cento de ferro nas calçadas. Oitenta por cento de ferro nas almas. E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação. A vontade de amar, que me paralisa o trabalho, vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes”.
        Entre os corredores do casarão, interrompendo meu cantochão, encontrei seu neto, o artista Pedro Augusto Graña Drummond, que é, assim como eu, filho de dois escritores, o argentino Manuel Graña Etcheverry e Maria Julieta Drummond de Andrade. Lançou-me um olhar açucarado e oceânico, que se afundava ainda mais em ondas pelo uso da boina.

O término do transe mostrou-se providencial.

        Talvez assistindo ao quanto caminhava melancólico pelas salas, pois os mensageiros sempre sabem a quem entregar as missivas do destino, Pedro Augusto me descreveu uma conversa emblemática com seu avô.
        Quando havia perdido um amigo na juventude, aos 21 anos, e chorava copiosamente, Drummond o consolou dizendo que, a partir daquele momento, ele descobriria o que é o amor verdadeiro.

O neto, então, se defendeu:
– Mas eu já amava o meu amigo.
O poeta de Itabira concordou:

        – Já o amava, porém agora vai amar ainda mais. Só a morte possibilita o amor puro, desinteressado, que continua existindo e crescendo sem receber nada em troca.

        Era uma verdade. O luto é a maior resistência da afeição. Porque você não tem direito a receber mais nada do outro – nenhum abraço, nenhuma visita, nenhum colo, nenhum favor, nenhum apoio, nenhuma recompensa, simplesmente nada – e segue amando-o infinitamente. É uma sobrevivência emocional feita exclusivamente do ato de dar, do gesto incondicional da oferta, descompromissada de segundas intenções, desvinculada de benefícios diretos, desligada de interesses egoístas.

        A saudade anda para a frente, não para trás, como cremos. A gratidão do passado empurra a saudade para o futuro, para acrescentar sensações e impressões à amizade antiga.
        Quando o contato é sincero, quando a intimidade é honesta, não se deixa de gostar de alguém após a despedida. A emoção da primeira vez não cessa de renascer.
        A perda, portanto, não traz um vazio. Traz tudo, menos um vazio. Você transborda de lembranças. Passa a apresentar uma hipersensibilidade, percebendo os mínimos tremores e arrepios do universo. Não é capaz de escolher o que sentir de tanto que sente, de tanto que está presente por dois.

O luto é isto: uma solidão a dois.

        Eu somente consegui me despedir de Itabira porque agora a carrego em mim.

CARPINEJAR, Fabrício. Uma lição de Drummond sobre a saudade. O Tempo, 10 de novembro de 2023. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/uma-licao-de-drummond-sobre-a-saudade-1.3271388. Acesso em: 26 dez. 2023.
A crônica apresentada envolve diversos sentimentos em sua temática. Qual dos sentimentos a seguir NÃO faz parte do universo dessa crônica? 
Alternativas
Q3391682 Pedagogia

Em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), analisar os itens abaixo:



I. Mais de 250 línguas são faladas no país – indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras, além do português e de suas variedades. Esse patrimônio cultural e linguístico é desconhecido por grande parte da população brasileira.


II. No Brasil com a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, oficializou-se também a Língua Brasileira de Sinais (Libras), tornando possível, em âmbito nacional, realizar discussões relacionadas à necessidade do respeito às particularidades linguísticas da comunidade surda e do uso dessa língua nos ambientes escolares.

Alternativas
Q3391681 Linguística
Sobre a filosofia da linguagem, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3391680 Português
Na frase “Ele caminhou até a montanha para apreciar a vista panorâmica.”, o uso da preposição sublinhada justifica-se: 
Alternativas
Q3391679 Português
Na frase “Vou ao parque hoje à tarde porque o tempo está incrível e quero aproveitar o sol.”, o uso de “porque” (junto e sem acento) justifica-se:
Alternativas
Q3391678 Português

Sobre o uso da crase, analisar a sentença abaixo: 



Ele se dirigiu à praça da cidade, não apenas por ir à festa, mas pelo compromisso que tinha com o dono do local (1ª parte). Entreguei o presente à um amigo de minha irmã (2ª parte). Ela se destacou à frente do grupo durante todo o ano (3ª parte).



A sentença está:

Alternativas
Q3391677 Português

A respeito do preconceito linguístico, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:



( ) Algumas línguas, como o francês, por exemplo, não têm a intenção de imitar fielmente a fala, optando, em vez disso, por uma forma de escrita ideográfica.


( ) A linguagem oral é inteiramente construída, necessitando de prática, memorização e exercício, seguindo regras estabelecidas que têm uma inclinação conservadora.


( ) A língua falada e a escrita é uma relação totalmente acessível.

Alternativas
Q3391621 Pedagogia
Considerando-se a Resolução nº 7/2010 — Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3391620 Pedagogia

Segundo a Resolução CNE/CEB nº 4/2010 — Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, a avaliação no ambiente educacional compreende três dimensões básicas:  



I. Avaliação da aprendizagem.


II. Avaliação institucional interna e externa.


III. Avaliação de redes de Educação Básica.



Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q3391619 Pedagogia
Considerando-se que a relação objetivo-conteúdo-método constitui a linha fundamental de compreensão do processo didático, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3391618 Pedagogia
A respeito da tendência pedagógica crítico-social dos conteúdos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) O papel do professor é auxiliar o aluno e colocá-lo em condições para que, partindo das suas necessidades e estimulando os seus interesses, possa buscar por si mesmo conhecimentos e experiências. ( ) Paulo Freire é o principal representante dessa tendência, utilizando métodos dialógicos a partir de temas geradores extraídos da problematização da vida dos estudantes. ( ) Surgiu com o objetivo de formular propostas e desenvolver estudos no sentido de tornar possível uma escola articulada com os interesses concretos do povo. Nessa tendência didática, o professor tem a atribuição de mediador do conhecimento. 
Alternativas
Q3391617 Pedagogia
Em relação aos conceitos-chave da teoria da aprendizagem construtivista, a partir de uma abordagem piagetiana, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3391615 Português

Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:



A República Federativa do Brasil buscará a integração _________, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando a formação de uma comunidade _____________ de nações. 

Alternativas
Q3391613 Administração Financeira e Orçamentária

Em relação ao plano plurianual e as diretrizes orçamentárias, em concordância com a Lei Orgânica do Município, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:



(1) Diretrizes orçamentárias.


(2) Plano plurianual.


(3) Orçamento anual.


( ) Gastos com execução de programas de duração continuada.


( ) Orçamento das atividades de administração indireta, inclusive das fundações instituídas pelo Poder Público Municipal.


( ) Alteração na legislação tributária. 

Alternativas
Q3391606 Português
Considerando-se as normas de concordância nominal, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Como Maria é um monstro em Gramática! ( ) As dez milhões de crianças refugiadas serão resgatadas. ( ) Minhas alunas e meu aluno foram aprovadas no concurso militar. 
Alternativas
Q3391604 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra homônima sublinhada está empregada CORRETAMENTE segundo a frase:
Alternativas
Q3391603 Português
Sobre a pontuação, analisar os itens abaixo:

I. Em “O Brasil, país da América do Sul, tem um contingente cada vez maior de idosos”, as vírgulas separam um aposto.
II. Na frase “Idoso, denuncie o desrespeito aos seus direitos!”, a vírgula separa um vocativo.
III. Em “Um número significativo de idosos, tem buscado planos de saúde.”, a vírgula separa um adjunto adverbial de grande extensão deslocado.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3391602 Português
O eclipse na mitologia nórdica


            Os eclipses solares ________ quando o Sol, a Lua e a Terra entram em alinhamento total ou parcial. A NASA (agência espacial norte-americana) explica que, quando isso acontece, a Lua projeta uma sombra sobre a Terra e bloqueia parte ou toda a luz que emana da estrela. Entretanto, como o satélite da Terra não se move na mesma órbita que o Sol e o planeta, os eclipses ocorrem ocasionalmente. 


            Em algumas culturas humanas antigas, os eclipses estavam ligados a uma série de lendas sobre a ordem divina. Para muitas pessoas, um eclipse solar ________ medo e estava ligado a pensamentos de fim do mundo ou da chegada de um terrível evento apocalíptico. 


            Uma seção do Farmer's Almanac, um periódico americano publicado desde 1818 e que fornece informações sobre clima, astronomia e jardinagem, explica que a cultura nórdica antiga explicava o fenômeno dos eclipses por meio de um mito.


            De acordo com esta crença, os deuses do Olimpo nórdico ________ acorrentado um feiticeiro maligno chamado Loki. O homem aprisionado, irritado com o que aconteceu com ele, vingou-se e criou gigantes parecidos com lobos. Um deles engoliu o Sol e causou um eclipse. O outro desses animais perseguiu a Lua, tentou comê-la e deu origem aos eclipses lunares. 


            Apesar dos mitos e lendas que tentavam explicar o que estava acontecendo no céu, os eclipses solares são, na verdade, uma coincidência cósmica.

(Fonte: National Geographic Brasil — adaptado.)
Em “[...] os eclipses ocorrem ocasionalmente.”, a palavra sublinhada é classificada como: 
Alternativas
Respostas
5921: C
5922: A
5923: C
5924: A
5925: D
5926: B
5927: C
5928: D
5929: D
5930: C
5931: D
5932: B
5933: B
5934: B
5935: C
5936: B
5937: C
5938: B
5939: A
5940: D