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( ) A variação linguística é um fenômeno relacionado ao uso da Língua Portuguesa e ocorre por meio das variações históricas e regionais, tendo suas alterações feitas pelos próprios falantes.
( ) No processo de comunicação, é importante compreender as variações linguísticas, pois o entendimento com relação a essas variações evita o preconceito, quanto a quem fala diferente, tornando o idioma ainda mais amplo e rico, com relação aos significados das palavras e expressões.
( ) Estudos relacionados a cada tipo de variação linguística são recorrentes no caso dos profissionais que atuam na área de Letras, já que eles buscam analisar as transformações ocorridas na Língua em virtude de fatores geográficos, históricos, culturais, sociais, etc.
( ) Vale também destacar que há fatores extralinguísticos que interferem nas variações, como classe social ou nível socioeconômico, origem geográfica, nível de escolarização, sexo, idade, profissão, redes sociais, palavras e expressões estrangeiras.
Coluna I.
A- Sinonímia.
B- Antonímia.
C- Homonímia.
D- Paronímia.
Coluna II.
1- O pelo do gato é branco; viajamos pelo caminho pior.
2- Andar e caminhar. 3- Claro e escuro.
4- Cumprimento (saudação), comprimento (tamanho).
Leia o texto para responder à questão.
A vida que segue.
“Se há uma coisa que aprendemos com a vida, é que ela continua. E enquanto há vida há esperança, o importante é não se deixar estagnar e nem desanimar. Se a vida parece complicada e confusa, se você não sabe em que direção seguir, antes de dar o próximo passo pare, respire e reflita, só depois siga a viagem.
Andar sem saber para onde ir, às vezes, pode até ser bom, mas outras vezes implica ter que perder tempo voltando ao ponto de partida, ou atravessando perigosos obstáculos de modo desnecessário. Na vida é importante aventurar-se, mas não podemos andar a ermo durante toda a vida, pois não vivemos impunemente.
Cada uma de nossas atitudes e escolhas tem uma consequência. Somos responsáveis por tudo aqui que fazemos e precisamos estar preparados para responder pelos nossos atos. Mas nós temos o direito de errar. Erramos porque sonhamos, porque arriscamos tentar realizar os nossos sonhos, ou erramos simplesmente porque nos distraímos. E diante do erro, é preciso rever as nossas decisões, mas sem dramatizar mais a situação do que ela realmente merece. A vida continua, e até que a morte nos cegue, ela vai continuar. Não podemos é deixar que a vida nos atropele.”
https://kdmensagens.com/mensagem/se-ha-uma-coisa-que-aprendemos-com-a-vida.
Leia o texto para responder à questão.
A vida que segue.
“Se há uma coisa que aprendemos com a vida, é que ela continua. E enquanto há vida há esperança, o importante é não se deixar estagnar e nem desanimar. Se a vida parece complicada e confusa, se você não sabe em que direção seguir, antes de dar o próximo passo pare, respire e reflita, só depois siga a viagem.
Andar sem saber para onde ir, às vezes, pode até ser bom, mas outras vezes implica ter que perder tempo voltando ao ponto de partida, ou atravessando perigosos obstáculos de modo desnecessário. Na vida é importante aventurar-se, mas não podemos andar a ermo durante toda a vida, pois não vivemos impunemente.
Cada uma de nossas atitudes e escolhas tem uma consequência. Somos responsáveis por tudo aqui que fazemos e precisamos estar preparados para responder pelos nossos atos. Mas nós temos o direito de errar. Erramos porque sonhamos, porque arriscamos tentar realizar os nossos sonhos, ou erramos simplesmente porque nos distraímos. E diante do erro, é preciso rever as nossas decisões, mas sem dramatizar mais a situação do que ela realmente merece. A vida continua, e até que a morte nos cegue, ela vai continuar. Não podemos é deixar que a vida nos atropele.”
https://kdmensagens.com/mensagem/se-ha-uma-coisa-que-aprendemos-com-a-vida.
Leia o texto para responder à questão.
A vida que segue.
“Se há uma coisa que aprendemos com a vida, é que ela continua. E enquanto há vida há esperança, o importante é não se deixar estagnar e nem desanimar. Se a vida parece complicada e confusa, se você não sabe em que direção seguir, antes de dar o próximo passo pare, respire e reflita, só depois siga a viagem.
Andar sem saber para onde ir, às vezes, pode até ser bom, mas outras vezes implica ter que perder tempo voltando ao ponto de partida, ou atravessando perigosos obstáculos de modo desnecessário. Na vida é importante aventurar-se, mas não podemos andar a ermo durante toda a vida, pois não vivemos impunemente.
Cada uma de nossas atitudes e escolhas tem uma consequência. Somos responsáveis por tudo aqui que fazemos e precisamos estar preparados para responder pelos nossos atos. Mas nós temos o direito de errar. Erramos porque sonhamos, porque arriscamos tentar realizar os nossos sonhos, ou erramos simplesmente porque nos distraímos. E diante do erro, é preciso rever as nossas decisões, mas sem dramatizar mais a situação do que ela realmente merece. A vida continua, e até que a morte nos cegue, ela vai continuar. Não podemos é deixar que a vida nos atropele.”
https://kdmensagens.com/mensagem/se-ha-uma-coisa-que-aprendemos-com-a-vida.
Na perspectiva que reconhecemos como sendo a definição de princípios pedagógicos, isto é, aqueles princípios que fundamentam a teoria e a prática própria da educação e da escola, dando sustentação e vida à Escola e às suas dinâmicas de Ensino e de Aprendizagem, buscamos afirmar que Educação é:
“Acolher as crianças na escola, fazer com que a prática do acolhimento inspire as relações entre as pessoas supõe produzir uma ____________________ na esfera da cidade. Esta deve ser a ____________________, antes mesmo de conhecer subjetiva e culturalmente cada criança, ela deve ser pensada como o ____________________ da prática escolar, então, acolher as crianças é a primeira atitude educativa e política da Escola”.
Nesse processo, a BNCC desempenha papel fundamental, pois:
“Art. 26: Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter ____________________, a ser complementada(o), em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos”.
( ) Democratização da gestão.
( ) Democratização do acesso e permanência.
( ) Qualidade social da educação.
Atribua (C) certo ou (E) errado aos itens, depois assinale a alternativa com a sequência correta.
“Um projeto será tanto melhor quanto mais estiver articulado à realidade dos educandos, à essência significativa da área de saber, aos outros educadores, (trabalho interdisciplinar) e à realidade social mais geral.
A elaboração do projeto é também um processo de construção de conhecimento para os sujeitos que participam desta tarefa. É, portanto:
Assinale a alternativa que complete, corretamente, as lacunas.
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Sequência didática e alunos autores: o que é preciso ter em mente?
Sequência didática. O termo parece muito comum para quem está próximo ou trabalha com Educação, mas de onde ele vem? No texto “Sequências didáticas para o oral e para a escrita: apresentação de um procedimento”, Joaquim Dolz, Michèle Noveraz e Bernard Schneywly explicam que sequência didática é um “conjunto de atividades escolares organizadas, de maneira sistemática, em torno de um gênero textual oral ou escrito”.
O modelo desenvolvido por eles, conhecidos como Grupo de Genebra, consiste em um trabalho dividido em quatro etapas: apresentação da situação comunicacional a ser trabalhada; produção inicial; módulos de aprofundamento do gênero textual ou oral escolhido; e produção final. Foi esse modelo que inspirou o trabalho da professora Dayane Martins, de Ribeirão Pires (SP), que você está conhecendo nesta caixa.
Segundo o livro, cada uma dessas etapas permite que os alunos desenvolvam suas “capacidades de expressão oral e escrita, em situações de comunicação diversas”. Isso significa que as quatro etapas da proposta de sequência didática defendida pelos autores permitem que os alunos dominem melhor o tipo de texto escolhido, dando acesso às práticas de linguagem novas ou que apresentem dificuldades nunca antes enfrentadas pelos alunos.
Passaremos rapidamente por cada uma das etapas:
• Apresentação da situação: nesta etapa, o professor precisa fazer uma boa descrição do problema de comunicação que os alunos precisam resolver. Algumas perguntas a serem respondidas são: qual o gênero abordado? A quem se dirige essa produção? Que forma assumirá a produção? Quem participará da produção?
• Produção inicial: este é um momento crucial para a sequência, pois os alunos revelam o que eles pensam do gênero trabalhado. Dá insumos necessários para que o professor faça boas intervenções e trace com maior clareza o caminho a ser percorrido para se aprofundar durante os módulos.
• Módulos: a partir das dificuldades apresentadas na produção inicial, são oferecidos aos alunos os instrumentos necessários para superar os problemas. Ao planejar as atividades e exercícios propostos, é importante diversificar a forma com que o aluno vai acessar e entrar em contato com aquele instrumento a ser desenvolvido. Os autores dão algumas possibilidades, como atividades de análise de textos e tarefas simplificadas de produção, como, por exemplo, reorganizar conteúdos ou complementar um texto.
• Produção final: aqui o aluno coloca em prática os instrumentos que foram desenvolvidos separadamente durante os módulos.
O modelo de sequência didática em si já garante muita aprendizagem. Mas, para engajar ainda mais os alunos, a professora Dayane decidiu ir além: os textos produzidos têm uma função social e circularam entre leitores de verdade. E esse é o produto final da sequência.
No trabalho sobre fábulas, Dayane e os alunos criaram três coletâneas que foram lidas por alunos mais novos de uma escola vizinha. Ao trabalhar com crônicas, eles criaram um blog. Já um projeto de notícias culminou em um jornal da escola. “Ao experimentar o campo de atuação dos gêneros textuais e entender como aquele tipo de texto circula dentro da sociedade, os alunos vivenciam um desempenho próximo dos autores reais”, explica Maria José Nóbrega, professora de pós-graduação no Instituto Vera Cruz. “Ter leitores reais que são crianças dá outra qualidade para o produto”, afirma a especialista.
É importante também levar em consideração que cada gênero circula de uma forma, e que o produto final deve ser condizente com ela. Por exemplo: para reforçar a sensação de serem autores de livros, foi realizado um dia de autógrafos, algo que não faria sentido, por exemplo, se o gênero trabalhado fosse notícia, pois autografar reportagens de jornal não é uma prática comum aos jornalistas. Por isso, é importante estar atento para não perder de vista as características e suportes típicos do campo no qual o gênero se insere.
Escrever para aprender a escrever
Por outro lado, é preciso ter cuidado para não deixar de lado o exercício da escrita. “Na escola a gente também escreve para aprender a escrever”, explica Maria José. Por isso, por mais significativo e importante seja escrever textos com função social, também é preciso ter momentos de aprimoramento das habilidades de escrita fora de uma sequência didática. É possível também, durante os módulos, trazer pequenos exercícios de escrita, de forma a que os alunos não produzam apenas no começo e final do trabalho. Não é um ou outro, mas equilibrar os dois para extrair o máximo das duas estratégias.
(Gêneros Orais e Escritos na Escola, Bernard Schneuwly, Joaquim Dolz e colaboradores, Editora Mercado de Letras, 2010.)
Fragmento 1: “O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil.”
Fragmento 2: “Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais.”