Questões de Concurso
Comentadas para professor - inglês
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Desumanizado mundo novo
- Vivemos em um mundo repleto de ironias, de contradições, de paradoxos, em um mundo
- confuso e confusamente percebido, como escreveu Milton Santos. Vemos, de um lado, a
- tecnologia se desenvolver em uma velocidade cada vez maior, enquanto nós parecemos ir no
- sentido contrário, em um processo contínuo e acelerado de desumanização. É óbvio que o
- desenvolvimento tecnológico em si não é o causador do problema, mas o progresso humano
- está paulatinamente mais distante do progresso da máquina e das grandes cidades. É como se,
- para que um exista, o outro tenha que ceder espaço de si mesmo, adaptar-se, abnegar-se,
- transformar-se no que não é.
- Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga
- benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é
- um mundo de pessoas. Todo “progresso” conseguido através da tecnologia deve servir como
- instrumento para que haja uma melhora na condição humana. Desse modo, caso não seja
- percebido um progresso similar entre o mundo das máquinas e o mundo dos homens, é
- necessário repensar e reorganizar as bases em que tal “desenvolvimento” tem ocorrido.
- Se analisarmos os altos índices (com projeções ainda maiores) de doenças psicológicas,
- perceberemos que as áreas com maior incidência são as grandes cidades, onde a modernidade,
- com todo o seu “progresso” material, consegue se “desenvolver” com maior êxito. Além disso,
- os jovens são o grupo mais afetado, o que não significa que outras pessoas não possam sofrer
- com os mesmos problemas. Esses dados separados podem não ter muito nexo. Contudo, se
- analisados juntos, fazem todo o sentido, já que há uma pressão muito maior sobre as atuais
- gerações para que elas consigam se afirmar e obter sucesso dentro dos parâmetros
- estabelecidos pela sociedade, pautada, evidentemente, pelo consumismo e espetacularização
- de bens que afirmam a magnificência do mundo líquido moderno.
- Com isso, na medida em que o “sucesso” não é atingido, uma vez que nem todos possuem
- os “pré-requisitos” necessários para adentrar no oásis de prazer da sociedade de consumo, nem
- os “talentos” necessários para agradar à plateia do espetáculo permanente, que é a nossa
- sociedade, passa-se a ter sujeitos frustrados, insatisfeitos e desindividualizados, que ao mesmo
- tempo em que não conseguem se encaixar no mundo, não conseguem reconhecer a si próprios.
- Em outras palavras, não há espaço para todos brilharem e/ou nem todos querem, de fato,
- “brilhar”. Logo, muitos acabam ficando no meio do caminho, entre ser um sujeito individual,
- mas desencaixado; ou ser um sujeito despersonalizado, porém ajustado. O preço cobrado por
- sair __ um lugar, mas não chegar __ outro, é ficar perdido da sociedade e, sobretudo, de si
- mesmo.
- Apesar desses casos serem, aparentemente, mais graves, não se deve entender que
- renunciar à própria individualidade em favor do cumprimento de protocolos sociais seja algo
- saudável ou normal. Pelo contrário, é no enquadramento, na subserviência às regras de uma
- sociedade que se apresenta em um temível estado patológico que reside o âmago do problema,
- pois é por meio da conversão de novas ovelhas que a “igreja” expande o seu rebanho e,
- consequentemente, o seu poder.
- É urgente repensar o nosso mundo e declarar a ironia de uma sociedade que transverte o
- fracasso em uma roupa de sucesso e que, ao criar a ilusão de uma sociedade de indivíduos,
- criou uma sociedade de massa, uniforme e prisioneira em um reino de ignorância, indiferença,
- egoísmo e apatia, em que todos, em alguma medida, vivem de forma mecânica, anônima,
- invisível e solitária, distantes de si, distantes do mundo, chorando as lágrimas escassas de
- quem não acredita mais no choro. Estamos todos doentes e precisamos nos curar. Entretanto, a
- cura não está na sanidade de um mundo aparentemente são, mas completamente adoecido, e
- sim na lou(cura) de ser a si mesmo e permitir que os outros também sejam, pois qualquer
- caminho que tomemos deve ter como destino o nosso ser.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/desumanizado-mundo-novo/. Acesso em 14 mar. 2019.
Com base exclusivamente no que o texto explicita, é correto afirmar que o autor:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Desumanizado mundo novo
- Vivemos em um mundo repleto de ironias, de contradições, de paradoxos, em um mundo
- confuso e confusamente percebido, como escreveu Milton Santos. Vemos, de um lado, a
- tecnologia se desenvolver em uma velocidade cada vez maior, enquanto nós parecemos ir no
- sentido contrário, em um processo contínuo e acelerado de desumanização. É óbvio que o
- desenvolvimento tecnológico em si não é o causador do problema, mas o progresso humano
- está paulatinamente mais distante do progresso da máquina e das grandes cidades. É como se,
- para que um exista, o outro tenha que ceder espaço de si mesmo, adaptar-se, abnegar-se,
- transformar-se no que não é.
- Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga
- benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é
- um mundo de pessoas. Todo “progresso” conseguido através da tecnologia deve servir como
- instrumento para que haja uma melhora na condição humana. Desse modo, caso não seja
- percebido um progresso similar entre o mundo das máquinas e o mundo dos homens, é
- necessário repensar e reorganizar as bases em que tal “desenvolvimento” tem ocorrido.
- Se analisarmos os altos índices (com projeções ainda maiores) de doenças psicológicas,
- perceberemos que as áreas com maior incidência são as grandes cidades, onde a modernidade,
- com todo o seu “progresso” material, consegue se “desenvolver” com maior êxito. Além disso,
- os jovens são o grupo mais afetado, o que não significa que outras pessoas não possam sofrer
- com os mesmos problemas. Esses dados separados podem não ter muito nexo. Contudo, se
- analisados juntos, fazem todo o sentido, já que há uma pressão muito maior sobre as atuais
- gerações para que elas consigam se afirmar e obter sucesso dentro dos parâmetros
- estabelecidos pela sociedade, pautada, evidentemente, pelo consumismo e espetacularização
- de bens que afirmam a magnificência do mundo líquido moderno.
- Com isso, na medida em que o “sucesso” não é atingido, uma vez que nem todos possuem
- os “pré-requisitos” necessários para adentrar no oásis de prazer da sociedade de consumo, nem
- os “talentos” necessários para agradar à plateia do espetáculo permanente, que é a nossa
- sociedade, passa-se a ter sujeitos frustrados, insatisfeitos e desindividualizados, que ao mesmo
- tempo em que não conseguem se encaixar no mundo, não conseguem reconhecer a si próprios.
- Em outras palavras, não há espaço para todos brilharem e/ou nem todos querem, de fato,
- “brilhar”. Logo, muitos acabam ficando no meio do caminho, entre ser um sujeito individual,
- mas desencaixado; ou ser um sujeito despersonalizado, porém ajustado. O preço cobrado por
- sair __ um lugar, mas não chegar __ outro, é ficar perdido da sociedade e, sobretudo, de si
- mesmo.
- Apesar desses casos serem, aparentemente, mais graves, não se deve entender que
- renunciar à própria individualidade em favor do cumprimento de protocolos sociais seja algo
- saudável ou normal. Pelo contrário, é no enquadramento, na subserviência às regras de uma
- sociedade que se apresenta em um temível estado patológico que reside o âmago do problema,
- pois é por meio da conversão de novas ovelhas que a “igreja” expande o seu rebanho e,
- consequentemente, o seu poder.
- É urgente repensar o nosso mundo e declarar a ironia de uma sociedade que transverte o
- fracasso em uma roupa de sucesso e que, ao criar a ilusão de uma sociedade de indivíduos,
- criou uma sociedade de massa, uniforme e prisioneira em um reino de ignorância, indiferença,
- egoísmo e apatia, em que todos, em alguma medida, vivem de forma mecânica, anônima,
- invisível e solitária, distantes de si, distantes do mundo, chorando as lágrimas escassas de
- quem não acredita mais no choro. Estamos todos doentes e precisamos nos curar. Entretanto, a
- cura não está na sanidade de um mundo aparentemente são, mas completamente adoecido, e
- sim na lou(cura) de ser a si mesmo e permitir que os outros também sejam, pois qualquer
- caminho que tomemos deve ter como destino o nosso ser.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/desumanizado-mundo-novo/. Acesso em 14 mar. 2019.
Tomando-se o exemplo da palavra “pré-requisito”, localizada no texto, qual das seguintes alternativas contém outra palavra corretamente hifenizada?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Desumanizado mundo novo
- Vivemos em um mundo repleto de ironias, de contradições, de paradoxos, em um mundo
- confuso e confusamente percebido, como escreveu Milton Santos. Vemos, de um lado, a
- tecnologia se desenvolver em uma velocidade cada vez maior, enquanto nós parecemos ir no
- sentido contrário, em um processo contínuo e acelerado de desumanização. É óbvio que o
- desenvolvimento tecnológico em si não é o causador do problema, mas o progresso humano
- está paulatinamente mais distante do progresso da máquina e das grandes cidades. É como se,
- para que um exista, o outro tenha que ceder espaço de si mesmo, adaptar-se, abnegar-se,
- transformar-se no que não é.
- Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga
- benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é
- um mundo de pessoas. Todo “progresso” conseguido através da tecnologia deve servir como
- instrumento para que haja uma melhora na condição humana. Desse modo, caso não seja
- percebido um progresso similar entre o mundo das máquinas e o mundo dos homens, é
- necessário repensar e reorganizar as bases em que tal “desenvolvimento” tem ocorrido.
- Se analisarmos os altos índices (com projeções ainda maiores) de doenças psicológicas,
- perceberemos que as áreas com maior incidência são as grandes cidades, onde a modernidade,
- com todo o seu “progresso” material, consegue se “desenvolver” com maior êxito. Além disso,
- os jovens são o grupo mais afetado, o que não significa que outras pessoas não possam sofrer
- com os mesmos problemas. Esses dados separados podem não ter muito nexo. Contudo, se
- analisados juntos, fazem todo o sentido, já que há uma pressão muito maior sobre as atuais
- gerações para que elas consigam se afirmar e obter sucesso dentro dos parâmetros
- estabelecidos pela sociedade, pautada, evidentemente, pelo consumismo e espetacularização
- de bens que afirmam a magnificência do mundo líquido moderno.
- Com isso, na medida em que o “sucesso” não é atingido, uma vez que nem todos possuem
- os “pré-requisitos” necessários para adentrar no oásis de prazer da sociedade de consumo, nem
- os “talentos” necessários para agradar à plateia do espetáculo permanente, que é a nossa
- sociedade, passa-se a ter sujeitos frustrados, insatisfeitos e desindividualizados, que ao mesmo
- tempo em que não conseguem se encaixar no mundo, não conseguem reconhecer a si próprios.
- Em outras palavras, não há espaço para todos brilharem e/ou nem todos querem, de fato,
- “brilhar”. Logo, muitos acabam ficando no meio do caminho, entre ser um sujeito individual,
- mas desencaixado; ou ser um sujeito despersonalizado, porém ajustado. O preço cobrado por
- sair __ um lugar, mas não chegar __ outro, é ficar perdido da sociedade e, sobretudo, de si
- mesmo.
- Apesar desses casos serem, aparentemente, mais graves, não se deve entender que
- renunciar à própria individualidade em favor do cumprimento de protocolos sociais seja algo
- saudável ou normal. Pelo contrário, é no enquadramento, na subserviência às regras de uma
- sociedade que se apresenta em um temível estado patológico que reside o âmago do problema,
- pois é por meio da conversão de novas ovelhas que a “igreja” expande o seu rebanho e,
- consequentemente, o seu poder.
- É urgente repensar o nosso mundo e declarar a ironia de uma sociedade que transverte o
- fracasso em uma roupa de sucesso e que, ao criar a ilusão de uma sociedade de indivíduos,
- criou uma sociedade de massa, uniforme e prisioneira em um reino de ignorância, indiferença,
- egoísmo e apatia, em que todos, em alguma medida, vivem de forma mecânica, anônima,
- invisível e solitária, distantes de si, distantes do mundo, chorando as lágrimas escassas de
- quem não acredita mais no choro. Estamos todos doentes e precisamos nos curar. Entretanto, a
- cura não está na sanidade de um mundo aparentemente são, mas completamente adoecido, e
- sim na lou(cura) de ser a si mesmo e permitir que os outros também sejam, pois qualquer
- caminho que tomemos deve ter como destino o nosso ser.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/desumanizado-mundo-novo/. Acesso em 14 mar. 2019.
Na frase extraída do texto, “Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é um mundo de pessoas”, se o vocábulo “desenvolvimento” fosse flexionado no plural, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Desumanizado mundo novo
- Vivemos em um mundo repleto de ironias, de contradições, de paradoxos, em um mundo
- confuso e confusamente percebido, como escreveu Milton Santos. Vemos, de um lado, a
- tecnologia se desenvolver em uma velocidade cada vez maior, enquanto nós parecemos ir no
- sentido contrário, em um processo contínuo e acelerado de desumanização. É óbvio que o
- desenvolvimento tecnológico em si não é o causador do problema, mas o progresso humano
- está paulatinamente mais distante do progresso da máquina e das grandes cidades. É como se,
- para que um exista, o outro tenha que ceder espaço de si mesmo, adaptar-se, abnegar-se,
- transformar-se no que não é.
- Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga
- benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é
- um mundo de pessoas. Todo “progresso” conseguido através da tecnologia deve servir como
- instrumento para que haja uma melhora na condição humana. Desse modo, caso não seja
- percebido um progresso similar entre o mundo das máquinas e o mundo dos homens, é
- necessário repensar e reorganizar as bases em que tal “desenvolvimento” tem ocorrido.
- Se analisarmos os altos índices (com projeções ainda maiores) de doenças psicológicas,
- perceberemos que as áreas com maior incidência são as grandes cidades, onde a modernidade,
- com todo o seu “progresso” material, consegue se “desenvolver” com maior êxito. Além disso,
- os jovens são o grupo mais afetado, o que não significa que outras pessoas não possam sofrer
- com os mesmos problemas. Esses dados separados podem não ter muito nexo. Contudo, se
- analisados juntos, fazem todo o sentido, já que há uma pressão muito maior sobre as atuais
- gerações para que elas consigam se afirmar e obter sucesso dentro dos parâmetros
- estabelecidos pela sociedade, pautada, evidentemente, pelo consumismo e espetacularização
- de bens que afirmam a magnificência do mundo líquido moderno.
- Com isso, na medida em que o “sucesso” não é atingido, uma vez que nem todos possuem
- os “pré-requisitos” necessários para adentrar no oásis de prazer da sociedade de consumo, nem
- os “talentos” necessários para agradar à plateia do espetáculo permanente, que é a nossa
- sociedade, passa-se a ter sujeitos frustrados, insatisfeitos e desindividualizados, que ao mesmo
- tempo em que não conseguem se encaixar no mundo, não conseguem reconhecer a si próprios.
- Em outras palavras, não há espaço para todos brilharem e/ou nem todos querem, de fato,
- “brilhar”. Logo, muitos acabam ficando no meio do caminho, entre ser um sujeito individual,
- mas desencaixado; ou ser um sujeito despersonalizado, porém ajustado. O preço cobrado por
- sair __ um lugar, mas não chegar __ outro, é ficar perdido da sociedade e, sobretudo, de si
- mesmo.
- Apesar desses casos serem, aparentemente, mais graves, não se deve entender que
- renunciar à própria individualidade em favor do cumprimento de protocolos sociais seja algo
- saudável ou normal. Pelo contrário, é no enquadramento, na subserviência às regras de uma
- sociedade que se apresenta em um temível estado patológico que reside o âmago do problema,
- pois é por meio da conversão de novas ovelhas que a “igreja” expande o seu rebanho e,
- consequentemente, o seu poder.
- É urgente repensar o nosso mundo e declarar a ironia de uma sociedade que transverte o
- fracasso em uma roupa de sucesso e que, ao criar a ilusão de uma sociedade de indivíduos,
- criou uma sociedade de massa, uniforme e prisioneira em um reino de ignorância, indiferença,
- egoísmo e apatia, em que todos, em alguma medida, vivem de forma mecânica, anônima,
- invisível e solitária, distantes de si, distantes do mundo, chorando as lágrimas escassas de
- quem não acredita mais no choro. Estamos todos doentes e precisamos nos curar. Entretanto, a
- cura não está na sanidade de um mundo aparentemente são, mas completamente adoecido, e
- sim na lou(cura) de ser a si mesmo e permitir que os outros também sejam, pois qualquer
- caminho que tomemos deve ter como destino o nosso ser.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/desumanizado-mundo-novo/. Acesso em 14 mar. 2019.
Por qual das seguintes conjunções ou locuções conjuntivas o vocábulo “logo”, situado na linha 30 do texto, pode ser substituído de modo a não haver distorção quanto ao sentido original da mensagem?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Desumanizado mundo novo
- Vivemos em um mundo repleto de ironias, de contradições, de paradoxos, em um mundo
- confuso e confusamente percebido, como escreveu Milton Santos. Vemos, de um lado, a
- tecnologia se desenvolver em uma velocidade cada vez maior, enquanto nós parecemos ir no
- sentido contrário, em um processo contínuo e acelerado de desumanização. É óbvio que o
- desenvolvimento tecnológico em si não é o causador do problema, mas o progresso humano
- está paulatinamente mais distante do progresso da máquina e das grandes cidades. É como se,
- para que um exista, o outro tenha que ceder espaço de si mesmo, adaptar-se, abnegar-se,
- transformar-se no que não é.
- Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga
- benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é
- um mundo de pessoas. Todo “progresso” conseguido através da tecnologia deve servir como
- instrumento para que haja uma melhora na condição humana. Desse modo, caso não seja
- percebido um progresso similar entre o mundo das máquinas e o mundo dos homens, é
- necessário repensar e reorganizar as bases em que tal “desenvolvimento” tem ocorrido.
- Se analisarmos os altos índices (com projeções ainda maiores) de doenças psicológicas,
- perceberemos que as áreas com maior incidência são as grandes cidades, onde a modernidade,
- com todo o seu “progresso” material, consegue se “desenvolver” com maior êxito. Além disso,
- os jovens são o grupo mais afetado, o que não significa que outras pessoas não possam sofrer
- com os mesmos problemas. Esses dados separados podem não ter muito nexo. Contudo, se
- analisados juntos, fazem todo o sentido, já que há uma pressão muito maior sobre as atuais
- gerações para que elas consigam se afirmar e obter sucesso dentro dos parâmetros
- estabelecidos pela sociedade, pautada, evidentemente, pelo consumismo e espetacularização
- de bens que afirmam a magnificência do mundo líquido moderno.
- Com isso, na medida em que o “sucesso” não é atingido, uma vez que nem todos possuem
- os “pré-requisitos” necessários para adentrar no oásis de prazer da sociedade de consumo, nem
- os “talentos” necessários para agradar à plateia do espetáculo permanente, que é a nossa
- sociedade, passa-se a ter sujeitos frustrados, insatisfeitos e desindividualizados, que ao mesmo
- tempo em que não conseguem se encaixar no mundo, não conseguem reconhecer a si próprios.
- Em outras palavras, não há espaço para todos brilharem e/ou nem todos querem, de fato,
- “brilhar”. Logo, muitos acabam ficando no meio do caminho, entre ser um sujeito individual,
- mas desencaixado; ou ser um sujeito despersonalizado, porém ajustado. O preço cobrado por
- sair __ um lugar, mas não chegar __ outro, é ficar perdido da sociedade e, sobretudo, de si
- mesmo.
- Apesar desses casos serem, aparentemente, mais graves, não se deve entender que
- renunciar à própria individualidade em favor do cumprimento de protocolos sociais seja algo
- saudável ou normal. Pelo contrário, é no enquadramento, na subserviência às regras de uma
- sociedade que se apresenta em um temível estado patológico que reside o âmago do problema,
- pois é por meio da conversão de novas ovelhas que a “igreja” expande o seu rebanho e,
- consequentemente, o seu poder.
- É urgente repensar o nosso mundo e declarar a ironia de uma sociedade que transverte o
- fracasso em uma roupa de sucesso e que, ao criar a ilusão de uma sociedade de indivíduos,
- criou uma sociedade de massa, uniforme e prisioneira em um reino de ignorância, indiferença,
- egoísmo e apatia, em que todos, em alguma medida, vivem de forma mecânica, anônima,
- invisível e solitária, distantes de si, distantes do mundo, chorando as lágrimas escassas de
- quem não acredita mais no choro. Estamos todos doentes e precisamos nos curar. Entretanto, a
- cura não está na sanidade de um mundo aparentemente são, mas completamente adoecido, e
- sim na lou(cura) de ser a si mesmo e permitir que os outros também sejam, pois qualquer
- caminho que tomemos deve ter como destino o nosso ser.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/desumanizado-mundo-novo/. Acesso em 14 mar. 2019.
Qual das seguintes palavras retiradas do texto possui igual quantidade de letras e fonemas?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Desumanizado mundo novo
- Vivemos em um mundo repleto de ironias, de contradições, de paradoxos, em um mundo
- confuso e confusamente percebido, como escreveu Milton Santos. Vemos, de um lado, a
- tecnologia se desenvolver em uma velocidade cada vez maior, enquanto nós parecemos ir no
- sentido contrário, em um processo contínuo e acelerado de desumanização. É óbvio que o
- desenvolvimento tecnológico em si não é o causador do problema, mas o progresso humano
- está paulatinamente mais distante do progresso da máquina e das grandes cidades. É como se,
- para que um exista, o outro tenha que ceder espaço de si mesmo, adaptar-se, abnegar-se,
- transformar-se no que não é.
- Por mais que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia seja importante e traga
- benefícios para a vida individual e coletiva, é preciso considerar que um mundo de coisas não é
- um mundo de pessoas. Todo “progresso” conseguido através da tecnologia deve servir como
- instrumento para que haja uma melhora na condição humana. Desse modo, caso não seja
- percebido um progresso similar entre o mundo das máquinas e o mundo dos homens, é
- necessário repensar e reorganizar as bases em que tal “desenvolvimento” tem ocorrido.
- Se analisarmos os altos índices (com projeções ainda maiores) de doenças psicológicas,
- perceberemos que as áreas com maior incidência são as grandes cidades, onde a modernidade,
- com todo o seu “progresso” material, consegue se “desenvolver” com maior êxito. Além disso,
- os jovens são o grupo mais afetado, o que não significa que outras pessoas não possam sofrer
- com os mesmos problemas. Esses dados separados podem não ter muito nexo. Contudo, se
- analisados juntos, fazem todo o sentido, já que há uma pressão muito maior sobre as atuais
- gerações para que elas consigam se afirmar e obter sucesso dentro dos parâmetros
- estabelecidos pela sociedade, pautada, evidentemente, pelo consumismo e espetacularização
- de bens que afirmam a magnificência do mundo líquido moderno.
- Com isso, na medida em que o “sucesso” não é atingido, uma vez que nem todos possuem
- os “pré-requisitos” necessários para adentrar no oásis de prazer da sociedade de consumo, nem
- os “talentos” necessários para agradar à plateia do espetáculo permanente, que é a nossa
- sociedade, passa-se a ter sujeitos frustrados, insatisfeitos e desindividualizados, que ao mesmo
- tempo em que não conseguem se encaixar no mundo, não conseguem reconhecer a si próprios.
- Em outras palavras, não há espaço para todos brilharem e/ou nem todos querem, de fato,
- “brilhar”. Logo, muitos acabam ficando no meio do caminho, entre ser um sujeito individual,
- mas desencaixado; ou ser um sujeito despersonalizado, porém ajustado. O preço cobrado por
- sair __ um lugar, mas não chegar __ outro, é ficar perdido da sociedade e, sobretudo, de si
- mesmo.
- Apesar desses casos serem, aparentemente, mais graves, não se deve entender que
- renunciar à própria individualidade em favor do cumprimento de protocolos sociais seja algo
- saudável ou normal. Pelo contrário, é no enquadramento, na subserviência às regras de uma
- sociedade que se apresenta em um temível estado patológico que reside o âmago do problema,
- pois é por meio da conversão de novas ovelhas que a “igreja” expande o seu rebanho e,
- consequentemente, o seu poder.
- É urgente repensar o nosso mundo e declarar a ironia de uma sociedade que transverte o
- fracasso em uma roupa de sucesso e que, ao criar a ilusão de uma sociedade de indivíduos,
- criou uma sociedade de massa, uniforme e prisioneira em um reino de ignorância, indiferença,
- egoísmo e apatia, em que todos, em alguma medida, vivem de forma mecânica, anônima,
- invisível e solitária, distantes de si, distantes do mundo, chorando as lágrimas escassas de
- quem não acredita mais no choro. Estamos todos doentes e precisamos nos curar. Entretanto, a
- cura não está na sanidade de um mundo aparentemente são, mas completamente adoecido, e
- sim na lou(cura) de ser a si mesmo e permitir que os outros também sejam, pois qualquer
- caminho que tomemos deve ter como destino o nosso ser.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/desumanizado-mundo-novo/. Acesso em 14 mar. 2019.
Qual das seguintes alternativas apresenta duas palavras extraídas do texto que são sinônimos?
Leia o texto abaixo e responda às questões de 13 a 15
TEXTO 7
Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
1 Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia
2 e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser
3 responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
4 O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos.
5 Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há
6 cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às
7 dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando
8 analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício
9 de direitos. De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6%
10 da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
11 Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito.
12 A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é
13 apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que
14 conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos,
15 enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de
16 reprodução do capital. Como afirma Harvey:
17 O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as
18 necessidades humanas, as nossas necessidades (…) O direito à cidade não é simplesmente o
19 direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente
20 diferente, quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais
21 que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o
22 capital. (HARVEY, 2011, p. 1).
23 Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de
24 viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a
25 população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
26 Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção
27 capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto
28 espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas
29 públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do
30 espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Assinale a alternativa que melhor representa a adequação à norma culta dos trechos do texto 7, com relação à pontuação e à concordância verbal:
Leia o texto abaixo e responda às questões de 13 a 15
TEXTO 7
Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
1 Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia
2 e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser
3 responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
4 O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos.
5 Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há
6 cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às
7 dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando
8 analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício
9 de direitos. De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6%
10 da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
11 Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito.
12 A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é
13 apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que
14 conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos,
15 enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de
16 reprodução do capital. Como afirma Harvey:
17 O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as
18 necessidades humanas, as nossas necessidades (…) O direito à cidade não é simplesmente o
19 direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente
20 diferente, quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais
21 que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o
22 capital. (HARVEY, 2011, p. 1).
23 Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de
24 viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a
25 população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
26 Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção
27 capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto
28 espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas
29 públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do
30 espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Releia o texto e analise as proposições seguintes:
I- A oração: “Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o capital (L. 30).”, é conclusiva em relação às anteriores, visto que arremata o ponto de vista defendido pelo autor.
II- No período: “O direito à cidade não é simplesmente o direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente diferente” (L. 26), a segunda oração apresenta uma relação sintática de consequência em relação à primeira.
III- Em “Quando analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício de direitos (L. 11).”, a oração destacada introduz uma relação sintática de temporalidade.
IV- No período: “O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as necessidades humanas, as nossas necessidades (...)” (L.24), a oração destacada em negrito é explicativa em relação à oração anterior.
Quanto às relações sintáticas entre as orações do referido trecho, é CORRETO o que se afirma em:
Leia o texto abaixo e responda às questões de 13 a 15
TEXTO 7
Precisamos falar sobre o direito à cidade
por Mariana de Freitas e Souza para o Portal Geledés - 22/04/2019
1 Sob a ótica constitucional, o conceito de direito à cidade está relacionado a construção de direitos relativos à moradia
2 e ao meio ambiente sustentável, assim, discutir esse tema é de fundamental importância para a classe trabalhadora e deve ser
3 responsabilidade de todos os lados: gestores, urbanistas, sujeitos jurídicos, incorporadores, mercado, sociedade.
4 O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos.
5 Segundo pesquisa da Fundação João Pinheiro, o Brasil possui mais de 6,9 milhões de famílias sem habitação e nesse cenário há
6 cerca de 6,05 milhões de imóveis desocupados. Essa situação evidencia que o poder público muitas vezes está alheio às
7 dinâmicas sociais, a preocupação com os direitos humanos no discurso dos gestores, fica apenas nisso: no discurso. Quando
8 analisadas as desigualdades sob a perspectiva de gênero e raça, podemos notar vários desafios para a autonomia e o exercício
9 de direitos. De acordo com Censo de 2010, estima-se que 11,4 milhões de brasileiros vivam em favelas (aproximadamente 6%
10 da população) e esses moradores também são maioria pretos ou pardos (68%).
11 Os movimentos sociais se constituem como um importante espaço no processo de luta pela constituição desse direito.
12 A narrativa dada pela grande imprensa, como forma de acionar demandas repressivas, não é novidade. Ao contrário do que é
13 apresentado, tais movimentos são formados pela resistência de trabalhadores(as) que estão no espaço periférico e que
14 conhecem no dia a dia a ausência do Estado no que diz respeito à provisão de infraestrutura e serviços públicos básicos,
15 enquanto as áreas centrais ou nobres da cidade recebem investimentos privados como públicos, em um processo contínuo de
16 reprodução do capital. Como afirma Harvey:
17 O direito à cidade significa o direito de todos nós a criarmos cidades que satisfaçam as
18 necessidades humanas, as nossas necessidades (…) O direito à cidade não é simplesmente o
19 direito ao que já existe na cidade, mas o direito de transformar a cidade em algo radicalmente
20 diferente, quando eu olho para a história, vejo que as cidades foram regidas pelo capital, mais
21 que pelas pessoas. Assim, nessa luta pelo direito à cidade haverá também uma luta contra o
22 capital. (HARVEY, 2011, p. 1).
23 Neste processo de produção espacial, evidencia-se a associação entre o capital imobiliário e o Estado com o intuito de
24 viabilizar interesses privados e não por iniciativa voltada à melhoria dos serviços públicos e infraestrutura urbana para a
25 população, o que gera variadas consequências sociais e tende a se acentuar no governo vigente.
26 Por fim, nos cabe buscar apreender as características da nossa formação sócio-histórica sob o modo de produção
27 capitalista que materializa hierarquizações bem como nesse contexto entender a atuação dos movimentos sociais, enquanto
28 espaço de resistência política no que se refere à luta pela garantia de direitos e exercício da cidadania em termos de políticas
29 públicas, pela efetivação da mobilidade urbana, à proteção ambiental e demais usos de utilidade pública e interesse social do
30 espaço, afinal “o direito à cidade não é um presente”. (HARVEY, 2013, p. 43).
Analise as afirmações abaixo acerca do Texto 7 e coloque V para as verdadeiras e F as para as falsas:
( ) Predomina o tipo textual dissertativo-argumentativo, uma vez que a autora expõem o tema do direito à cidade e defende um ponto de vista sobre ele.
( ) A problematização do tema encontra-se principalmente no primeiro parágrafo, que é propositivo, ou seja, visa a apresentar ao leitor que o direito à cidade, cujo conceito é exposto a partir da Constituição Federal, é da incumbência de diversos atores sociais.
( ) No período: “O acesso à moradia, mesmo sendo um direito reconhecido no ordenamento jurídico não é uma realidade para todos” (L.6 e 7), não há problema de pontuação.
A sequência que preenche CORRETAMENTE as lacunas é:
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
The following is an example of word formation b y suffixation:
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
De acordo com o PCN, é INCORRETO afirmar que:
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
A respeito do PCN, analise as afirmativas abaixo:
I. Como critério de avaliação, o aluno deverá demonstrar compreensão geral de tipos de textos variados, apoiado em elementos icônicos (gravuras, tabelas, fotografias, desenhos) e/ou em palavras cognatas;
II. O PCN de língua estrangeira apresenta um modelo curricular impositivo onde não devem ser modificadas nem adaptadas as temáticas apresentadas no documento.
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
Relacione a coluna abaixo com seus significados e assinale a alternativa correta:
1. Cabbage
2. Steal
3. Iron
4. Niece
( ) Sobrinha
( ) Roubar
( ) Ferro
( ) Repolho
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
Which of the following alternatives has the sam e verb tense as the sentence:
“He was bitten by a dog”
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
O termo available pode ser traduzido como:
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
Choose the correct translation of the sentence below:
The students can’t stay at school today.
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
“But he has _______ back stunning photos of th e former IS stronghold.”
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima:
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
According to the text:
Brit dad is the first person to take
a holiday in the ruins of failed state ISIS
in Northern Iraq
Dad-of-four Andy Drury, 53, had no visas and was in danger of kidnapping from militia d uring his £4,000 three-day break in Mosul, Northern Iraq. But he has _______ back stunning photos of t he former IS stronghold.
Building firm owner Andy, of Guildford, Surrey, has spent the last 20 years touring areas of the planet most people do not dare to go and first visited this a rea in 2016.
He said of one visit to a dangerous area near Mosul : “I was nervous, my heart was in my mouth for 20 minutes.
“We had been turned away by Iraqi forces. If caught , we could have been jailed for spying.”
Andy added: “I must be the first person to be have been a tourist in the ruins of Islamic State.
“My fixer Ammar (not his real name) was right on th e front line for the taking back of Mosul, taking repor ters in there.
“But he said he is more scared with me, with the ne ws reporters he was in an armoured car, but with m e on the front line a couple of years ago, he said I di dn’t wear a vest or helmet or nothing, he said that w as scarier.”
Andy said he doesn’t wear protective clothing beca use he tries to stumble on as little front line fighting as possible.
The businessman is meticulous in the planning of hi s trips and so far has holidayed in no-goareas like Somalia, North Korea and Afghanistan, as well as spending time with the Klu Klux Klan.
Andy said:
“Driving in from Iraq and Kurdistan, all the buildings were beautiful, and then it changes, and I’ve never seen nothing like it, it was like an apocalyptic film.
Fonte: https://www.thesun.co.uk/travel/10087541/br it-dad-holiday-isis-iraq/ Acesso em: 09/Out/2019
The word stronghold (1th paragraph) is:
Look up for two meteor showers this week
Shooting stars and fireballs could create quite a show
in the night sky this week courtesy of two meteor sh owers.
The Draconid meteor shower will be active through October 10, although Tuesday night might afford th e best view.
The
South Taurid meteor shower is expected to peak on the evenings of October 9 and 10, according to the American Meteor Society. If this doesn't pan out, the Royal
Astronomical Society of Canada's Observer's Handbook suggests that the peak could be on Nove mber 6.
Look out for the Draconid meteor shower in the early evening or nightfall. This won't be one you have to stay up past midnight to see.
The full moon is on October 13, but even in the days lea ding up to it, the bright moon may obscure the light of the meteors. However, the Draconid meteor sho wer is on the smaller side. Expect to see a few met eors streak across the sky in an hour.
Fonte: https://edition.cnn.com/2019/10/08/world/dra conid-south-taurid-meteor-showers-scntrnd/index.html Acesso em 08/Out/2019
The word might in
“The Draconid meteor shower will be active through October 10, although Tuesday night might afford th e best view.” expresses: