Questões de Concurso
Comentadas para professor - inglês
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas tendo em vista a Lei Municipal nº 884/1969 – Estatuto dos Funcionários da Prefeitura Municipal de Betim (MG).
I. Poderá haver a posse mediante procuração por instrumento público.
II. A posse deverá verificar-se no prazo de 30 (trinta) dias, contados da publicação do decreto de provimento no órgão oficial da Prefeitura Municipal de Betim ou, em sua falta, por edital afixado nos locais costumeiros.
III. Se a posse não se der dentro do prazo previsto, será tornado sem efeito, por decreto, o ato de provimento, passando o direito à nomeação ao candidato imediatamente classificado.
IV. Somente o Prefeito Municipal é competente para dar posse.
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de plástico,
mas só recicla 2% do total
Entre os entraves para melhorar o índice estão a falta de incentivos e de infraestrutura, além da baixa qualidade dos produtos reciclados
Na última semana, um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado.
Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.
Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado.
A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.
Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de:<https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/brasil-e-um-dos-maiores-consumidores-de-plastico-mas-so-recicla-2-do-total.shtml>
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de plástico,
mas só recicla 2% do total
Entre os entraves para melhorar o índice estão a falta de incentivos e de infraestrutura, além da baixa qualidade dos produtos reciclados
Na última semana, um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado.
Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.
Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado.
A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.
Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de:<https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/brasil-e-um-dos-maiores-consumidores-de-plastico-mas-so-recicla-2-do-total.shtml>
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de plástico,
mas só recicla 2% do total
Entre os entraves para melhorar o índice estão a falta de incentivos e de infraestrutura, além da baixa qualidade dos produtos reciclados
Na última semana, um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado.
Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.
Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado.
A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.
Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de:<https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/brasil-e-um-dos-maiores-consumidores-de-plastico-mas-so-recicla-2-do-total.shtml>
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de plástico,
mas só recicla 2% do total
Entre os entraves para melhorar o índice estão a falta de incentivos e de infraestrutura, além da baixa qualidade dos produtos reciclados
Na última semana, um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado.
Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.
Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado.
A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.
Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de:<https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/brasil-e-um-dos-maiores-consumidores-de-plastico-mas-so-recicla-2-do-total.shtml>
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de plástico,
mas só recicla 2% do total
Entre os entraves para melhorar o índice estão a falta de incentivos e de infraestrutura, além da baixa qualidade dos produtos reciclados
Na última semana, um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado.
Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.
Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado.
A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.
Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de:<https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/brasil-e-um-dos-maiores-consumidores-de-plastico-mas-so-recicla-2-do-total.shtml>
Considerando o Texto 1, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O acento grave indicativo de crase está corretamente empregado no trecho “[...] os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio”. A crase é obrigatória nesses casos em que o termo regente exige preposição “a” posposta, e o termo regido admite o artigo feminino anteposto.
( ) Em “[...] os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio”, o acento grave indicativo de crase foi incorretamente empregado, porque não ocorre crase diante de verbo.
( ) Em “[...] a partir da interrupção no uso de substâncias [...]”, não houve a necessidade de empregar o acento grave indicativo de crase, pois esse uso é facultativo em locuções conjuntivas como “a partir da”.
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de plástico,
mas só recicla 2% do total
Entre os entraves para melhorar o índice estão a falta de incentivos e de infraestrutura, além da baixa qualidade dos produtos reciclados
Na última semana, um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF lançado na noite desta segunda (4). A organização fez um levantamento de pesquisas relacionadas ao plástico e elaborou um relatório que aponta o crescimento desse tipo de resíduo e sugere possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos oceanos há perto de 300 milhões de toneladas (o que equivale a cerca de 11 trilhões de garrafas plásticas de 500 ml). E essa estimativa não leva em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos, em 2030, o total de lixo plástico poderá ter dobrado.
Em 2016, 396 milhões de toneladas de plástico virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo, especialmente nos quatro países maiores poluentes: Estados Unidos, China, Índia e Brasil.
Somente uma pequena parcela desse lixo é devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a reciclagem é inferior a 2%, o menor valor entre os líderes em produção de detritos. Nos EUA o valor chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o mundo inteiro, cerca de 20% do plástico é coletado para reciclagem, mas isso não significa que ele realmente o terá esse destino honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa, por exemplo, menos da metade do material é reaproveitado.
A baixa qualidade de produtos feitos com o material reciclado, seu baixo valor de mercado e a possível presença de contaminação atrapalham a expansão da atividade.
Um tratado internacional pode ser o início da solução, segundo Anna Carolina Lobo, coordenadora da WWF-Brasil. A organização defende um caminho semelhante ao protocolo de Montreal. Nele, os países se comprometeram, em 1987, à proteção da camada de ozônio a partir da interrupção no uso de substâncias que a destroem (a deterioração da camada aumenta o índice de radiação e, consequentemente, as chances de câncer de pele, além de agredir florestas e prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de:<https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/brasil-e-um-dos-maiores-consumidores-de-plastico-mas-so-recicla-2-do-total.shtml>
An interview with Paolo Kwan, 20, from Hong Kong, who is improving his English while studying Business Administration at Sierra College in northern California.
WHY DID YOU DECIDE TO STUDY IN THE USA?
It provides a nice education in a beautiful country. When I
was younger I used to watch American movies and I
wanted to visit the United States. They always talked about
the American dream, and I wanted to come and see it.
HOW DID YOU CHOOSE YOUR INTENSIVE ENGLISH PROGRAM?
Sierra College is one of the biggest community colleges in northern California. It is in a quiet location but has a beautiful campus.
The college has a good business program. I can study for two years at Sierra College and then two years at my transfer school to earn my degree.
WHAT DO YOU LIKE BEST?
I also enjoy the quality of the teaching at the college. There is a writing center where I can go at any time. The teachers can make suggestions to improve my essay, regarding grammar and my vocabulary. At the Math Center, they can explain in detail the problems.
WHAT DO YOU MISS MOST?
I miss the food and also my family.
WHAT WAS YOUR BIGGEST SURPRISE?
I was surprised by the cultural difference. The taste and style of food is very different. The amount of food is a lot larger. A small portion in the USA is a large portion in Hong Kong. When people from America find out that I am from another country they ask a lot of questions. They are very interested in you and finding out about Hong Kong.
... YOUR BIGGEST DISAPPOINTMENT?
I have not had any since I came here.
HOW HAVE YOU HANDLED:
... LANGUAGE DIFFERENCES?
It is important not to be shy, as that does not help you when you are trying to improve your language. I make sure that I study, practice and speak as often as I can—that is the only way to improve. ...
FINANCES?
I am being supported by my family.
... ADJUSTING TO A DIFFERENT EDUCATIONAL SYSTEM?
The American system is much more open. In Hong Kong you just learn what the teacher writes on the board. In America, you discuss the issues and focus more on ideas
WHAT ARE YOUR ACTIVITIES?
I am interested in traveling around the USA. I have been to San Francisco, which you can reach by train from Sierra College. In my free time I go out with friends.
HOW EASY OR DIFFICULT IS MAKING FRIENDS?
It has not been that hard to make friends in the USA. Other people at the college are friendly and want to make friends as well.
HOW IS YOUR U.S. EDUCATION RELEVANT TO YOUR PERSONAL GOALS AND TO THE NEEDS OF YOUR COUNTRY?
I think that the U.S. education system will provide me with
good resources and skills to be able to support myself in
order to get hired in my own country
WHAT IS YOUR ADVICE TO OTHER STUDENTS?
An awesome life experience is waiting for you in the future. You will learn so much more than you think. Nothing is impossible, so go ahead and give it a try.
Adapted from: https://www.studyusa.com
If we say that Paolo flunked the math test last semester, we mean that he:
An interview with Paolo Kwan, 20, from Hong Kong, who is improving his English while studying Business Administration at Sierra College in northern California.
WHY DID YOU DECIDE TO STUDY IN THE USA?
It provides a nice education in a beautiful country. When I
was younger I used to watch American movies and I
wanted to visit the United States. They always talked about
the American dream, and I wanted to come and see it.
HOW DID YOU CHOOSE YOUR INTENSIVE ENGLISH PROGRAM?
Sierra College is one of the biggest community colleges in northern California. It is in a quiet location but has a beautiful campus.
The college has a good business program. I can study for two years at Sierra College and then two years at my transfer school to earn my degree.
WHAT DO YOU LIKE BEST?
I also enjoy the quality of the teaching at the college. There is a writing center where I can go at any time. The teachers can make suggestions to improve my essay, regarding grammar and my vocabulary. At the Math Center, they can explain in detail the problems.
WHAT DO YOU MISS MOST?
I miss the food and also my family.
WHAT WAS YOUR BIGGEST SURPRISE?
I was surprised by the cultural difference. The taste and style of food is very different. The amount of food is a lot larger. A small portion in the USA is a large portion in Hong Kong. When people from America find out that I am from another country they ask a lot of questions. They are very interested in you and finding out about Hong Kong.
... YOUR BIGGEST DISAPPOINTMENT?
I have not had any since I came here.
HOW HAVE YOU HANDLED:
... LANGUAGE DIFFERENCES?
It is important not to be shy, as that does not help you when you are trying to improve your language. I make sure that I study, practice and speak as often as I can—that is the only way to improve. ...
FINANCES?
I am being supported by my family.
... ADJUSTING TO A DIFFERENT EDUCATIONAL SYSTEM?
The American system is much more open. In Hong Kong you just learn what the teacher writes on the board. In America, you discuss the issues and focus more on ideas
WHAT ARE YOUR ACTIVITIES?
I am interested in traveling around the USA. I have been to San Francisco, which you can reach by train from Sierra College. In my free time I go out with friends.
HOW EASY OR DIFFICULT IS MAKING FRIENDS?
It has not been that hard to make friends in the USA. Other people at the college are friendly and want to make friends as well.
HOW IS YOUR U.S. EDUCATION RELEVANT TO YOUR PERSONAL GOALS AND TO THE NEEDS OF YOUR COUNTRY?
I think that the U.S. education system will provide me with
good resources and skills to be able to support myself in
order to get hired in my own country
WHAT IS YOUR ADVICE TO OTHER STUDENTS?
An awesome life experience is waiting for you in the future. You will learn so much more than you think. Nothing is impossible, so go ahead and give it a try.
Adapted from: https://www.studyusa.com
An interview with Paolo Kwan, 20, from Hong Kong, who is improving his English while studying Business Administration at Sierra College in northern California.
WHY DID YOU DECIDE TO STUDY IN THE USA?
It provides a nice education in a beautiful country. When I
was younger I used to watch American movies and I
wanted to visit the United States. They always talked about
the American dream, and I wanted to come and see it.
HOW DID YOU CHOOSE YOUR INTENSIVE ENGLISH PROGRAM?
Sierra College is one of the biggest community colleges in northern California. It is in a quiet location but has a beautiful campus.
The college has a good business program. I can study for two years at Sierra College and then two years at my transfer school to earn my degree.
WHAT DO YOU LIKE BEST?
I also enjoy the quality of the teaching at the college. There is a writing center where I can go at any time. The teachers can make suggestions to improve my essay, regarding grammar and my vocabulary. At the Math Center, they can explain in detail the problems.
WHAT DO YOU MISS MOST?
I miss the food and also my family.
WHAT WAS YOUR BIGGEST SURPRISE?
I was surprised by the cultural difference. The taste and style of food is very different. The amount of food is a lot larger. A small portion in the USA is a large portion in Hong Kong. When people from America find out that I am from another country they ask a lot of questions. They are very interested in you and finding out about Hong Kong.
... YOUR BIGGEST DISAPPOINTMENT?
I have not had any since I came here.
HOW HAVE YOU HANDLED:
... LANGUAGE DIFFERENCES?
It is important not to be shy, as that does not help you when you are trying to improve your language. I make sure that I study, practice and speak as often as I can—that is the only way to improve. ...
FINANCES?
I am being supported by my family.
... ADJUSTING TO A DIFFERENT EDUCATIONAL SYSTEM?
The American system is much more open. In Hong Kong you just learn what the teacher writes on the board. In America, you discuss the issues and focus more on ideas
WHAT ARE YOUR ACTIVITIES?
I am interested in traveling around the USA. I have been to San Francisco, which you can reach by train from Sierra College. In my free time I go out with friends.
HOW EASY OR DIFFICULT IS MAKING FRIENDS?
It has not been that hard to make friends in the USA. Other people at the college are friendly and want to make friends as well.
HOW IS YOUR U.S. EDUCATION RELEVANT TO YOUR PERSONAL GOALS AND TO THE NEEDS OF YOUR COUNTRY?
I think that the U.S. education system will provide me with
good resources and skills to be able to support myself in
order to get hired in my own country
WHAT IS YOUR ADVICE TO OTHER STUDENTS?
An awesome life experience is waiting for you in the future. You will learn so much more than you think. Nothing is impossible, so go ahead and give it a try.
Adapted from: https://www.studyusa.com
An interview with Paolo Kwan, 20, from Hong Kong, who is improving his English while studying Business Administration at Sierra College in northern California.
WHY DID YOU DECIDE TO STUDY IN THE USA?
It provides a nice education in a beautiful country. When I
was younger I used to watch American movies and I
wanted to visit the United States. They always talked about
the American dream, and I wanted to come and see it.
HOW DID YOU CHOOSE YOUR INTENSIVE ENGLISH PROGRAM?
Sierra College is one of the biggest community colleges in northern California. It is in a quiet location but has a beautiful campus.
The college has a good business program. I can study for two years at Sierra College and then two years at my transfer school to earn my degree.
WHAT DO YOU LIKE BEST?
I also enjoy the quality of the teaching at the college. There is a writing center where I can go at any time. The teachers can make suggestions to improve my essay, regarding grammar and my vocabulary. At the Math Center, they can explain in detail the problems.
WHAT DO YOU MISS MOST?
I miss the food and also my family.
WHAT WAS YOUR BIGGEST SURPRISE?
I was surprised by the cultural difference. The taste and style of food is very different. The amount of food is a lot larger. A small portion in the USA is a large portion in Hong Kong. When people from America find out that I am from another country they ask a lot of questions. They are very interested in you and finding out about Hong Kong.
... YOUR BIGGEST DISAPPOINTMENT?
I have not had any since I came here.
HOW HAVE YOU HANDLED:
... LANGUAGE DIFFERENCES?
It is important not to be shy, as that does not help you when you are trying to improve your language. I make sure that I study, practice and speak as often as I can—that is the only way to improve. ...
FINANCES?
I am being supported by my family.
... ADJUSTING TO A DIFFERENT EDUCATIONAL SYSTEM?
The American system is much more open. In Hong Kong you just learn what the teacher writes on the board. In America, you discuss the issues and focus more on ideas
WHAT ARE YOUR ACTIVITIES?
I am interested in traveling around the USA. I have been to San Francisco, which you can reach by train from Sierra College. In my free time I go out with friends.
HOW EASY OR DIFFICULT IS MAKING FRIENDS?
It has not been that hard to make friends in the USA. Other people at the college are friendly and want to make friends as well.
HOW IS YOUR U.S. EDUCATION RELEVANT TO YOUR PERSONAL GOALS AND TO THE NEEDS OF YOUR COUNTRY?
I think that the U.S. education system will provide me with
good resources and skills to be able to support myself in
order to get hired in my own country
WHAT IS YOUR ADVICE TO OTHER STUDENTS?
An awesome life experience is waiting for you in the future. You will learn so much more than you think. Nothing is impossible, so go ahead and give it a try.
Adapted from: https://www.studyusa.com
When Paolo answered about his finances, he used a sentence in the passive voice: “ I am being supported by my family”.
“They are building a new library at Sierra College” in the passive voice is: