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O excerto discorre sobre o:
I- A cidadania está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento humano e suas relações sociais estão dentro do contexto do Estado. Portanto, II- Seu conceito é determinado, sua compreensão varia no tempo e no espaço, modificando-se a depender do jogo de interesses de quem busca ser cidadão.
Prefeitura de Xanxerê/ SC implanta Incubadora Tecnológica no município.
Fonteadaptada:Disponível:/www.xanxere.sc.gov.br/not icias/ver/2020/12/
A respeito da informação acima assinale a alternativa
CORRETA, no dia 22 de dezembro de 2020 foi
implantada a Incubadora Tecnológica De Xanxerê -SC
(ITEX) tendo como objetivo:
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O não desaparecimento de Maria Sombrinha
[...]
Deu-se o caso numa família pobre, tão pobre que nem tinha doenças. Dessas em que se morre mesmo saudável. Não sendo, pois espantável que esta narração acabe em luto. Em todo o mundo, os pobres têm essa estranha mania de morrerem muito. Um dos mistérios dos lares famintos é falecerem tantos parentes e a família aumentar cada vez mais. Adiante, diria o camaleonino réptil.
A família de Maria Sombrinha vivia em tais misérias, que nem queria saber de dinheiro. A moeda é o grão de areia esfluindo entre os dedos? Pois, ali nem dedos. Tudo começou com o pai de Sombrinha. Ele se sentou, uma noite, à cabeceira da mesa. Fez as rezas e olhou o tampo vazio.
[...]
Por fim, sua visão minguante aconteceu com Sombrinha. Ele via o tamanho dela se acanhar, mais e mais pequenita. E se queixava, pressentimental: - “Esta menina está-se a enxugar no poente...”
[...]
Valia a pena sombrear a miúda, minhocar-lhe o juízo? Mas Sombrinha não deixou de rimar com a alegria. Afinal, era ainda menos que adolescente, dada somente a brincriações. Sendo ainda tão menina, contudo, um certo dia ela se barrigou, carregada de outrem. Noutros termos: ela se apresentou grávida. Nove meses depois se estreava a mãe. Sem ter idade para ser filha como podia desempenhar maternidades?
A criancinha nasceu, de simples escorregão, tão minusculinha que era. A menina pesava tão nada que a mãe se esquecia dela em todo o lado. Ficava em qualquer canto sem queixa nem choro.
[...]
Deram o nome à menininha: Maria Brisa. Que ela nem vento lembrava, simples aragem. Dona mãe ralhava, mas sem nunca fechar riso, tudo em disposições. Até que certa vez repararam em Maria Brisa. Porque a barriguinha dela crescia, parecia uma lua em estação cheia. Sombrinha ainda devaneou. Deveria ser um vazio mal digerido. Gases crescentes, arrotos tontos. Mas depois, os seios lhe incharam. E concluíram, em tremente arrepiação: a recém-nascida estava grávida! E, de facto, nem tardaram os nove meses. Maria Brisa dava à luz e Maria Sombrinha ascendia a mãe e avó quase em mesma ocasião. Sombrinha passou a tratar de igual seus rebentinhos - a filha e a filha da filha. Uma pendendo em cada pequenino seio.
A família deu conta, então, do que o pai antes anunciara: Sombrinha, afinal das contas, sempre se confirmava regredindo. De dia para dia ela ia ficando sempre menorzita. Não havia que iludir - as roupas iam sobrando, o leito ia crescendo. Até que ficou do mesmo tamanho da filha. Mas não se quedou por ali. Continuou definhando a pontos de competir com a neta.
Os parentes acreditaram que ela já chegara ao mínimo, mas, afinal, ainda continuava a reduzir-se. Até que ficou do tamanho de uma unha negra. A mãe, as primas, as tias a procuravam, agulha em capinzal.
Encontravam-na em meio de um anónimo buraco e lhe deixavam cair uma gotícula de leite.[...]
Até que, um dia, a menina se extingiu, em idimensão.
Sombrinha era incontemplável a vistas nuas. Choraram os familiares, sem conformidade. Como iriam ficar as duas orfãzinhas, ainda na gengivação de leite? A mãe ordenou que se fosse ao quintal e se trouxesse o esquecido pai. O velho entrou sem entender o motivo do chamamento. Mas, assim que passou a porta, ele olhou o nada e chamou, em encantado riso:
- “Sombrinha, que faz você nessa poeirinha?”
E depois pegou numa imperceptível luzinha e suspendeu-a no vazio dos braços. “Venha que eu vou cuidar de si”, murmurou enquanto regressava para o quintal da casa, nas traseiras da vida.
Mia Couto, Contos do nascer da Terra
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O não desaparecimento de Maria Sombrinha
[...]
Deu-se o caso numa família pobre, tão pobre que nem tinha doenças. Dessas em que se morre mesmo saudável. Não sendo, pois espantável que esta narração acabe em luto. Em todo o mundo, os pobres têm essa estranha mania de morrerem muito. Um dos mistérios dos lares famintos é falecerem tantos parentes e a família aumentar cada vez mais. Adiante, diria o camaleonino réptil.
A família de Maria Sombrinha vivia em tais misérias, que nem queria saber de dinheiro. A moeda é o grão de areia esfluindo entre os dedos? Pois, ali nem dedos. Tudo começou com o pai de Sombrinha. Ele se sentou, uma noite, à cabeceira da mesa. Fez as rezas e olhou o tampo vazio.
[...]
Por fim, sua visão minguante aconteceu com Sombrinha. Ele via o tamanho dela se acanhar, mais e mais pequenita. E se queixava, pressentimental: - “Esta menina está-se a enxugar no poente...”
[...]
Valia a pena sombrear a miúda, minhocar-lhe o juízo? Mas Sombrinha não deixou de rimar com a alegria. Afinal, era ainda menos que adolescente, dada somente a brincriações. Sendo ainda tão menina, contudo, um certo dia ela se barrigou, carregada de outrem. Noutros termos: ela se apresentou grávida. Nove meses depois se estreava a mãe. Sem ter idade para ser filha como podia desempenhar maternidades?
A criancinha nasceu, de simples escorregão, tão minusculinha que era. A menina pesava tão nada que a mãe se esquecia dela em todo o lado. Ficava em qualquer canto sem queixa nem choro.
[...]
Deram o nome à menininha: Maria Brisa. Que ela nem vento lembrava, simples aragem. Dona mãe ralhava, mas sem nunca fechar riso, tudo em disposições. Até que certa vez repararam em Maria Brisa. Porque a barriguinha dela crescia, parecia uma lua em estação cheia. Sombrinha ainda devaneou. Deveria ser um vazio mal digerido. Gases crescentes, arrotos tontos. Mas depois, os seios lhe incharam. E concluíram, em tremente arrepiação: a recém-nascida estava grávida! E, de facto, nem tardaram os nove meses. Maria Brisa dava à luz e Maria Sombrinha ascendia a mãe e avó quase em mesma ocasião. Sombrinha passou a tratar de igual seus rebentinhos - a filha e a filha da filha. Uma pendendo em cada pequenino seio.
A família deu conta, então, do que o pai antes anunciara: Sombrinha, afinal das contas, sempre se confirmava regredindo. De dia para dia ela ia ficando sempre menorzita. Não havia que iludir - as roupas iam sobrando, o leito ia crescendo. Até que ficou do mesmo tamanho da filha. Mas não se quedou por ali. Continuou definhando a pontos de competir com a neta.
Os parentes acreditaram que ela já chegara ao mínimo, mas, afinal, ainda continuava a reduzir-se. Até que ficou do tamanho de uma unha negra. A mãe, as primas, as tias a procuravam, agulha em capinzal.
Encontravam-na em meio de um anónimo buraco e lhe deixavam cair uma gotícula de leite.[...]
Até que, um dia, a menina se extingiu, em idimensão.
Sombrinha era incontemplável a vistas nuas. Choraram os familiares, sem conformidade. Como iriam ficar as duas orfãzinhas, ainda na gengivação de leite? A mãe ordenou que se fosse ao quintal e se trouxesse o esquecido pai. O velho entrou sem entender o motivo do chamamento. Mas, assim que passou a porta, ele olhou o nada e chamou, em encantado riso:
- “Sombrinha, que faz você nessa poeirinha?”
E depois pegou numa imperceptível luzinha e suspendeu-a no vazio dos braços. “Venha que eu vou cuidar de si”, murmurou enquanto regressava para o quintal da casa, nas traseiras da vida.
Mia Couto, Contos do nascer da Terra
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O não desaparecimento de Maria Sombrinha
[...]
Deu-se o caso numa família pobre, tão pobre que nem tinha doenças. Dessas em que se morre mesmo saudável. Não sendo, pois espantável que esta narração acabe em luto. Em todo o mundo, os pobres têm essa estranha mania de morrerem muito. Um dos mistérios dos lares famintos é falecerem tantos parentes e a família aumentar cada vez mais. Adiante, diria o camaleonino réptil.
A família de Maria Sombrinha vivia em tais misérias, que nem queria saber de dinheiro. A moeda é o grão de areia esfluindo entre os dedos? Pois, ali nem dedos. Tudo começou com o pai de Sombrinha. Ele se sentou, uma noite, à cabeceira da mesa. Fez as rezas e olhou o tampo vazio.
[...]
Por fim, sua visão minguante aconteceu com Sombrinha. Ele via o tamanho dela se acanhar, mais e mais pequenita. E se queixava, pressentimental: - “Esta menina está-se a enxugar no poente...”
[...]
Valia a pena sombrear a miúda, minhocar-lhe o juízo? Mas Sombrinha não deixou de rimar com a alegria. Afinal, era ainda menos que adolescente, dada somente a brincriações. Sendo ainda tão menina, contudo, um certo dia ela se barrigou, carregada de outrem. Noutros termos: ela se apresentou grávida. Nove meses depois se estreava a mãe. Sem ter idade para ser filha como podia desempenhar maternidades?
A criancinha nasceu, de simples escorregão, tão minusculinha que era. A menina pesava tão nada que a mãe se esquecia dela em todo o lado. Ficava em qualquer canto sem queixa nem choro.
[...]
Deram o nome à menininha: Maria Brisa. Que ela nem vento lembrava, simples aragem. Dona mãe ralhava, mas sem nunca fechar riso, tudo em disposições. Até que certa vez repararam em Maria Brisa. Porque a barriguinha dela crescia, parecia uma lua em estação cheia. Sombrinha ainda devaneou. Deveria ser um vazio mal digerido. Gases crescentes, arrotos tontos. Mas depois, os seios lhe incharam. E concluíram, em tremente arrepiação: a recém-nascida estava grávida! E, de facto, nem tardaram os nove meses. Maria Brisa dava à luz e Maria Sombrinha ascendia a mãe e avó quase em mesma ocasião. Sombrinha passou a tratar de igual seus rebentinhos - a filha e a filha da filha. Uma pendendo em cada pequenino seio.
A família deu conta, então, do que o pai antes anunciara: Sombrinha, afinal das contas, sempre se confirmava regredindo. De dia para dia ela ia ficando sempre menorzita. Não havia que iludir - as roupas iam sobrando, o leito ia crescendo. Até que ficou do mesmo tamanho da filha. Mas não se quedou por ali. Continuou definhando a pontos de competir com a neta.
Os parentes acreditaram que ela já chegara ao mínimo, mas, afinal, ainda continuava a reduzir-se. Até que ficou do tamanho de uma unha negra. A mãe, as primas, as tias a procuravam, agulha em capinzal.
Encontravam-na em meio de um anónimo buraco e lhe deixavam cair uma gotícula de leite.[...]
Até que, um dia, a menina se extingiu, em idimensão.
Sombrinha era incontemplável a vistas nuas. Choraram os familiares, sem conformidade. Como iriam ficar as duas orfãzinhas, ainda na gengivação de leite? A mãe ordenou que se fosse ao quintal e se trouxesse o esquecido pai. O velho entrou sem entender o motivo do chamamento. Mas, assim que passou a porta, ele olhou o nada e chamou, em encantado riso:
- “Sombrinha, que faz você nessa poeirinha?”
E depois pegou numa imperceptível luzinha e suspendeu-a no vazio dos braços. “Venha que eu vou cuidar de si”, murmurou enquanto regressava para o quintal da casa, nas traseiras da vida.
Mia Couto, Contos do nascer da Terra
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O não desaparecimento de Maria Sombrinha
[...]
Deu-se o caso numa família pobre, tão pobre que nem tinha doenças. Dessas em que se morre mesmo saudável. Não sendo, pois espantável que esta narração acabe em luto. Em todo o mundo, os pobres têm essa estranha mania de morrerem muito. Um dos mistérios dos lares famintos é falecerem tantos parentes e a família aumentar cada vez mais. Adiante, diria o camaleonino réptil.
A família de Maria Sombrinha vivia em tais misérias, que nem queria saber de dinheiro. A moeda é o grão de areia esfluindo entre os dedos? Pois, ali nem dedos. Tudo começou com o pai de Sombrinha. Ele se sentou, uma noite, à cabeceira da mesa. Fez as rezas e olhou o tampo vazio.
[...]
Por fim, sua visão minguante aconteceu com Sombrinha. Ele via o tamanho dela se acanhar, mais e mais pequenita. E se queixava, pressentimental: - “Esta menina está-se a enxugar no poente...”
[...]
Valia a pena sombrear a miúda, minhocar-lhe o juízo? Mas Sombrinha não deixou de rimar com a alegria. Afinal, era ainda menos que adolescente, dada somente a brincriações. Sendo ainda tão menina, contudo, um certo dia ela se barrigou, carregada de outrem. Noutros termos: ela se apresentou grávida. Nove meses depois se estreava a mãe. Sem ter idade para ser filha como podia desempenhar maternidades?
A criancinha nasceu, de simples escorregão, tão minusculinha que era. A menina pesava tão nada que a mãe se esquecia dela em todo o lado. Ficava em qualquer canto sem queixa nem choro.
[...]
Deram o nome à menininha: Maria Brisa. Que ela nem vento lembrava, simples aragem. Dona mãe ralhava, mas sem nunca fechar riso, tudo em disposições. Até que certa vez repararam em Maria Brisa. Porque a barriguinha dela crescia, parecia uma lua em estação cheia. Sombrinha ainda devaneou. Deveria ser um vazio mal digerido. Gases crescentes, arrotos tontos. Mas depois, os seios lhe incharam. E concluíram, em tremente arrepiação: a recém-nascida estava grávida! E, de facto, nem tardaram os nove meses. Maria Brisa dava à luz e Maria Sombrinha ascendia a mãe e avó quase em mesma ocasião. Sombrinha passou a tratar de igual seus rebentinhos - a filha e a filha da filha. Uma pendendo em cada pequenino seio.
A família deu conta, então, do que o pai antes anunciara: Sombrinha, afinal das contas, sempre se confirmava regredindo. De dia para dia ela ia ficando sempre menorzita. Não havia que iludir - as roupas iam sobrando, o leito ia crescendo. Até que ficou do mesmo tamanho da filha. Mas não se quedou por ali. Continuou definhando a pontos de competir com a neta.
Os parentes acreditaram que ela já chegara ao mínimo, mas, afinal, ainda continuava a reduzir-se. Até que ficou do tamanho de uma unha negra. A mãe, as primas, as tias a procuravam, agulha em capinzal.
Encontravam-na em meio de um anónimo buraco e lhe deixavam cair uma gotícula de leite.[...]
Até que, um dia, a menina se extingiu, em idimensão.
Sombrinha era incontemplável a vistas nuas. Choraram os familiares, sem conformidade. Como iriam ficar as duas orfãzinhas, ainda na gengivação de leite? A mãe ordenou que se fosse ao quintal e se trouxesse o esquecido pai. O velho entrou sem entender o motivo do chamamento. Mas, assim que passou a porta, ele olhou o nada e chamou, em encantado riso:
- “Sombrinha, que faz você nessa poeirinha?”
E depois pegou numa imperceptível luzinha e suspendeu-a no vazio dos braços. “Venha que eu vou cuidar de si”, murmurou enquanto regressava para o quintal da casa, nas traseiras da vida.
Mia Couto, Contos do nascer da Terra
Leia o texto abaixo e responda a questão.
O não desaparecimento de Maria Sombrinha
[...]
Deu-se o caso numa família pobre, tão pobre que nem tinha doenças. Dessas em que se morre mesmo saudável. Não sendo, pois espantável que esta narração acabe em luto. Em todo o mundo, os pobres têm essa estranha mania de morrerem muito. Um dos mistérios dos lares famintos é falecerem tantos parentes e a família aumentar cada vez mais. Adiante, diria o camaleonino réptil.
A família de Maria Sombrinha vivia em tais misérias, que nem queria saber de dinheiro. A moeda é o grão de areia esfluindo entre os dedos? Pois, ali nem dedos. Tudo começou com o pai de Sombrinha. Ele se sentou, uma noite, à cabeceira da mesa. Fez as rezas e olhou o tampo vazio.
[...]
Por fim, sua visão minguante aconteceu com Sombrinha. Ele via o tamanho dela se acanhar, mais e mais pequenita. E se queixava, pressentimental: - “Esta menina está-se a enxugar no poente...”
[...]
Valia a pena sombrear a miúda, minhocar-lhe o juízo? Mas Sombrinha não deixou de rimar com a alegria. Afinal, era ainda menos que adolescente, dada somente a brincriações. Sendo ainda tão menina, contudo, um certo dia ela se barrigou, carregada de outrem. Noutros termos: ela se apresentou grávida. Nove meses depois se estreava a mãe. Sem ter idade para ser filha como podia desempenhar maternidades?
A criancinha nasceu, de simples escorregão, tão minusculinha que era. A menina pesava tão nada que a mãe se esquecia dela em todo o lado. Ficava em qualquer canto sem queixa nem choro.
[...]
Deram o nome à menininha: Maria Brisa. Que ela nem vento lembrava, simples aragem. Dona mãe ralhava, mas sem nunca fechar riso, tudo em disposições. Até que certa vez repararam em Maria Brisa. Porque a barriguinha dela crescia, parecia uma lua em estação cheia. Sombrinha ainda devaneou. Deveria ser um vazio mal digerido. Gases crescentes, arrotos tontos. Mas depois, os seios lhe incharam. E concluíram, em tremente arrepiação: a recém-nascida estava grávida! E, de facto, nem tardaram os nove meses. Maria Brisa dava à luz e Maria Sombrinha ascendia a mãe e avó quase em mesma ocasião. Sombrinha passou a tratar de igual seus rebentinhos - a filha e a filha da filha. Uma pendendo em cada pequenino seio.
A família deu conta, então, do que o pai antes anunciara: Sombrinha, afinal das contas, sempre se confirmava regredindo. De dia para dia ela ia ficando sempre menorzita. Não havia que iludir - as roupas iam sobrando, o leito ia crescendo. Até que ficou do mesmo tamanho da filha. Mas não se quedou por ali. Continuou definhando a pontos de competir com a neta.
Os parentes acreditaram que ela já chegara ao mínimo, mas, afinal, ainda continuava a reduzir-se. Até que ficou do tamanho de uma unha negra. A mãe, as primas, as tias a procuravam, agulha em capinzal.
Encontravam-na em meio de um anónimo buraco e lhe deixavam cair uma gotícula de leite.[...]
Até que, um dia, a menina se extingiu, em idimensão.
Sombrinha era incontemplável a vistas nuas. Choraram os familiares, sem conformidade. Como iriam ficar as duas orfãzinhas, ainda na gengivação de leite? A mãe ordenou que se fosse ao quintal e se trouxesse o esquecido pai. O velho entrou sem entender o motivo do chamamento. Mas, assim que passou a porta, ele olhou o nada e chamou, em encantado riso:
- “Sombrinha, que faz você nessa poeirinha?”
E depois pegou numa imperceptível luzinha e suspendeu-a no vazio dos braços. “Venha que eu vou cuidar de si”, murmurou enquanto regressava para o quintal da casa, nas traseiras da vida.
Mia Couto, Contos do nascer da Terra
English in Brazil: Insights from the Analysis of Language Policies, Internationalization Programs and the CLIL Approach
Abstract: The paper proposes a reflection on the role of English in the globalized world and its teaching/learning in Brazil. With that aim, the study reviews language policies and internationalization programs in Brazil regarding the role of foreign languages in general and of English in particular. The theoretical framework includes a review of an English language teaching (ELT) approach used mainly in Europe, as a result of globalization and internationalization, the Content and Language Integrated Approach (CLIL). In order to support this reflection, a case study was carried out to examine pre-service English teachers’ beliefs on the use of CLIL in Brazil. The results of study show that pre-service English teachers understand the importance of the CLIL approach though they are aware of the various obstacles to its implementation in that context. The study suggests a review of language policies in Brazil so as to ensure a convergence between them and internationalization policies and approaches, at all levels of education. Regarding the ELT approach analyzed, the study concludes that despite the difficulties associated with the implementation of CLIL in Brazil, it represents a relevant alternative in that context.
Keywords: English language teaching (ELT), Content and Language Integrated Learning (CLIL), Language policies, Internationalization, Brazil
Source:
FINARDI, Kyria; LEÃO, Roberta; PINHEIRO, Livia Melina. English in Brazil: Insights from the Analysis of Language Policies, Internationalization Programs and the CLILApproach. In: Education and Linguistics Research, 2016, Vol. 2, No. 1. Available at:
https://www.researchgate.net/profile/Kyria_Finardi/publication/297653683_English_in_Brazil_Insights_from_the_Analysis_of_Language_Policies_Internationaliz
ation_Programs_and_the_CLIL_Approach/links/5814871508aeffbed6bdf5ba/English-in-Brazil-Insights-from-the-Analysis-of-Language-Policiesth Internationalization-Programs-and-the-CLIL-Approach.pdf . Accessed on September 29th , 2020.
English in Brazil: Insights from the Analysis of Language Policies, Internationalization Programs and the CLIL Approach
Abstract: The paper proposes a reflection on the role of English in the globalized world and its teaching/learning in Brazil. With that aim, the study reviews language policies and internationalization programs in Brazil regarding the role of foreign languages in general and of English in particular. The theoretical framework includes a review of an English language teaching (ELT) approach used mainly in Europe, as a result of globalization and internationalization, the Content and Language Integrated Approach (CLIL). In order to support this reflection, a case study was carried out to examine pre-service English teachers’ beliefs on the use of CLIL in Brazil. The results of study show that pre-service English teachers understand the importance of the CLIL approach though they are aware of the various obstacles to its implementation in that context. The study suggests a review of language policies in Brazil so as to ensure a convergence between them and internationalization policies and approaches, at all levels of education. Regarding the ELT approach analyzed, the study concludes that despite the difficulties associated with the implementation of CLIL in Brazil, it represents a relevant alternative in that context.
Keywords: English language teaching (ELT), Content and Language Integrated Learning (CLIL), Language policies, Internationalization, Brazil
Source:
FINARDI, Kyria; LEÃO, Roberta; PINHEIRO, Livia Melina. English in Brazil: Insights from the Analysis of Language Policies, Internationalization Programs and the CLILApproach. In: Education and Linguistics Research, 2016, Vol. 2, No. 1. Available at:
https://www.researchgate.net/profile/Kyria_Finardi/publication/297653683_English_in_Brazil_Insights_from_the_Analysis_of_Language_Policies_Internationaliz
ation_Programs_and_the_CLIL_Approach/links/5814871508aeffbed6bdf5ba/English-in-Brazil-Insights-from-the-Analysis-of-Language-Policiesth Internationalization-Programs-and-the-CLIL-Approach.pdf . Accessed on September 29th , 2020.
Based on Text IV, analyze the following sentences and check True (T) or False (F).
( ) In-service English teachers are aware of the importance of the CLIL approach as well as of the obstacles to its implementation in that context.
( ) The study suggests a review of language and internalization policies in Brazil to ensure a convergence between them and internationalization policies and approaches, mainly at higher education.
( ) Globalization and internationalization have influenced the use of CLIL as an ELT approach.
Choose the alternative with the CORRECT sequence:
English in Brazil: Insights from the Analysis of Language Policies, Internationalization Programs and the CLIL Approach
Abstract: The paper proposes a reflection on the role of English in the globalized world and its teaching/learning in Brazil. With that aim, the study reviews language policies and internationalization programs in Brazil regarding the role of foreign languages in general and of English in particular. The theoretical framework includes a review of an English language teaching (ELT) approach used mainly in Europe, as a result of globalization and internationalization, the Content and Language Integrated Approach (CLIL). In order to support this reflection, a case study was carried out to examine pre-service English teachers’ beliefs on the use of CLIL in Brazil. The results of study show that pre-service English teachers understand the importance of the CLIL approach though they are aware of the various obstacles to its implementation in that context. The study suggests a review of language policies in Brazil so as to ensure a convergence between them and internationalization policies and approaches, at all levels of education. Regarding the ELT approach analyzed, the study concludes that despite the difficulties associated with the implementation of CLIL in Brazil, it represents a relevant alternative in that context.
Keywords: English language teaching (ELT), Content and Language Integrated Learning (CLIL), Language policies, Internationalization, Brazil
Source:
FINARDI, Kyria; LEÃO, Roberta; PINHEIRO, Livia Melina. English in Brazil: Insights from the Analysis of Language Policies, Internationalization Programs and the CLILApproach. In: Education and Linguistics Research, 2016, Vol. 2, No. 1. Available at:
https://www.researchgate.net/profile/Kyria_Finardi/publication/297653683_English_in_Brazil_Insights_from_the_Analysis_of_Language_Policies_Internationaliz
ation_Programs_and_the_CLIL_Approach/links/5814871508aeffbed6bdf5ba/English-in-Brazil-Insights-from-the-Analysis-of-Language-Policiesth Internationalization-Programs-and-the-CLIL-Approach.pdf . Accessed on September 29th , 2020.
I - Sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades, bem como o aprendizado durante o período escolar; II - Aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena; III - projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia; IV - Oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas;
Assinale a alternativa correta: