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Q3068196 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.” (8º§) Conforme o contexto, as palavras sublinhadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3068195 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado.” (5º§) Sobre o excerto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3068194 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
O acento grave indicador de crase em “[...] condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima.” (2º§) está corretamente empregado. Assinale a alternativa em que o uso desse acento é facultativo.
Alternativas
Q3068193 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.” (1º§) É correto afirmar que quanto à transitividade o verbo “subir”, no excerto anterior, é:
Alternativas
Q3068192 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.” (7º§) A palavra “embora” introduz ideia de: 
Alternativas
Q3068191 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
No seguinte fragmento: “Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades.” (1º§), a palavra “com” estabelece relação de: 
Alternativas
Q3068190 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
Das alternativas a seguir, assinale aquela cujo trecho tem sentido de possibilidade.
Alternativas
Q3068189 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
No excerto “A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental”. (2º§), as vírgulas foram usadas para:
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Q3068188 Português
Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental

        Dias cinzentos e com altas temperaturas passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros nas últimas semanas. Com o agravamento dos incêndios ao redor do país, o clima mais seco do que o normal tomou conta das cidades. No início da semana, o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para a baixa umidade em 12 estados do país, com níveis entre 12% e 20%. São Paulo também subiu ao topo do ranking de cidades com o ar mais poluído do mundo.
        A situação, que já traz sintomas físicos e aumenta os riscos à saúde, também tem impactos na saúde mental. O fenômeno ficou conhecido como “ansiedade climática”, condição caracterizada por sentimentos de impotência, angústia, mal-estar e medo em relação às mudanças do clima. “A seca traz uma sensação de impotência muito forte. Esse sentimento de desesperança pode, em muitos casos, evoluir para um quadro depressivo grave”, explica Arthur Guerra, professor da Faculdade de Medicina da USP, da Faculdade de Medicina do ABC e cofundador da Caliandra Saúde Mental.
        No Brasil, mais de 60% dos jovens entre 16 e 25 anos se dizem “muito” ou “extremamente preocupados” com os efeitos das mudanças climáticas, segundo um estudo realizado em 2021 por pesquisadores do Reino Unido, Finlândia e Estados Unidos. Desde então, a situação tem ficado ainda pior.
      Como o terceiro país que mais utiliza redes sociais no mundo, esse tipo de preocupação pode ser intensificado no ambiente digital. “Se alimentar constantemente de informações falsas e verdadeiras gera um estresse gigantesco.”
     O especialista explica que algumas pessoas são naturalmente mais vulneráveis a esses impactos psicológicos, especialmente se já estão fragilizadas emocionalmente ou enfrentaram situações de estresse intenso no passado. “Quem já apresenta problemas como depressão, ansiedade, consumo de drogas ou dificuldades de relacionamento, tem maior chance de sofrer com a ansiedade climática. Nessas circunstâncias, a crise ambiental pode agravar o estado mental da pessoa.”
      Esses quadros estão se tornando cada vez mais comuns, acompanhando as mudanças e tragédias do clima em todo o mundo. “Estamos vivendo temperaturas extremas, queimadas no Brasil e outros eventos climáticos severos. Por serem incontroláveis, esses fenômenos geram uma sensação ainda maior de desamparo.”
     Embora não exista uma fórmula para resolver o problema, alguns hábitos podem ajudar a prevenir e tratar a ansiedade climática.
      Praticar atividades físicas, meditar, manter uma alimentação equilibrada, cuidar do sono e limitar o uso de redes sociais são estratégias recomendadas. “Mesmo durante a seca, se for possível fazer exercícios como caminhadas, com bastante hidratação, já ajuda bastante.”
    Além de mudanças no estilo de vida, é importante buscar apoio médico para quem enfrenta os sintomas da ansiedade climática.
    O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), por exemplo, é um serviço de saúde pública que oferece suporte psicológico em mais de duas mil unidades espalhadas pelo Brasil. “Profissionais de saúde mental, como psicólogos e psiquiatras, podem ajudar quem estiver sofrendo com esse tipo de estresse”, diz Guerra, que também recomenda procurar um médico de confiança para discutir o tratamento adequado.

(Disponível em: https://forbes.com.br/forbessaude/. Acesso em: setembro de 2025.) 
No título “Ansiedade climática: como a seca pode afetar sua saúde mental”, os dois-pontos deixam explícito que ocorre uma relação de:
Alternativas
Q3064508 Inglês

TEXT 1


                                                   Why is music good for the brain?


                                                                                                                                                October 7, 2020

    By Andrew E. Budson, MD, Editorial Advisory Board Member, Harvard Health Publishing


                                        



1. Can music really affect your well-being, learning, cognitive function, quality of life, and even happiness? Hand in a recent survey on music and brain health conducted by AARP revealed some interesting findings about the impact of music on cognitive and emotional well-being: music listeners had higher scores for mental well-being and slightly reduced levels of anxiety and depression compared to people overall.


2. Of survey respondents who currently go to musical performances, 69% rated their brain health as “excellent” or “very good,” compared to 58% for those who went in the past and 52% for those who never attended. Of those who reported often being exposed to music as a child, 68% rated their ability to learn new things as “excellent” or “very good,” compared to 50% of those who were not exposed to music.


3. Active musical engagement, including those over age 50, was associated with higher rates of happiness and good cognitive function. Adults with no early music exposure but who currently engage in some music appreciation show above average mental well-being scores. Those are pretty impressive results, to be sure. However, this 20-minute online survey has some limitations. For one, it included 3,185 US adults ages 18 and older; that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country. For another, it is really a survey of people’s opinions. For example, although people might report their brain health as “excellent,” there was no objective measure of brain health such as an MRI scan, or even a test to measure their cognition.


4. Lastly, even if the ratings were true, the findings are only correlations. They do not prove that, for example, it was the exposure to music as a child that led to one’s improved ability to learn new things. It may be equally likely that those children brought up in more affluent households were both more likely to be exposed to music and to be given a good education that led to their being able to easily learn new things later in life.


5. Music has been shown to activate some of the broadest and most diverse networks of the brain. Of course, music activates the auditory cortex in the temporal lobes close to your ears, but that’s just the beginning. The parts of the brain involved in emotion are not only activated during emotional music, they are also synchronized. Music also activates a variety of memory regions. And, interestingly, music activates the motor system. In fact, it has been theorized that it is the activation of the brain’s motor system that allows us to pick out the beat of the music even before we start tapping our foot to it!


6. Okay, get along! so music activates just about all of the brain. Why is that so important? Well, have you ever heard the expression, “If you don’t use it, you’ll lose it”? It turns out this is actually true in the brain. Brain pathways — and even whole networks — are strengthened when they are used and are weakened when they are not used. The reason is that the brain is efficient; it isn’t going to bother keeping a brain pathway strong when it hasn’t been used in many years. The brain will use the neurons in that pathway for something else. These types of changes should be intuitively obvious to you — that’s why it is harder to speak that foreign language if you haven’t used it in 20 years; many of the old pathways have degraded and the neurons are being used for other purposes.


BUDSON, Andrew E. Why is music good for the brain? Harvard Health Publishing, 7 out. 2020. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2024

Acoording the Communicative Language Teaching (CLT):


I. The communicative approach is based on the idea that learning language successfully comes through having to communicate real meaning.


II. The movement and approach known as Communicative Language Teaching (CLT) is a good example of how a paradigm shift in language teaching reflects these two sources of change.


III. Practising question forms by asking learners to find out personal information about their colleagues is an example of the communicative approach, as it involves meaningful communication.


The correct staments are: 

Alternativas
Q3064507 Inglês

TEXT 1


                                                   Why is music good for the brain?


                                                                                                                                                October 7, 2020

    By Andrew E. Budson, MD, Editorial Advisory Board Member, Harvard Health Publishing


                                        



1. Can music really affect your well-being, learning, cognitive function, quality of life, and even happiness? Hand in a recent survey on music and brain health conducted by AARP revealed some interesting findings about the impact of music on cognitive and emotional well-being: music listeners had higher scores for mental well-being and slightly reduced levels of anxiety and depression compared to people overall.


2. Of survey respondents who currently go to musical performances, 69% rated their brain health as “excellent” or “very good,” compared to 58% for those who went in the past and 52% for those who never attended. Of those who reported often being exposed to music as a child, 68% rated their ability to learn new things as “excellent” or “very good,” compared to 50% of those who were not exposed to music.


3. Active musical engagement, including those over age 50, was associated with higher rates of happiness and good cognitive function. Adults with no early music exposure but who currently engage in some music appreciation show above average mental well-being scores. Those are pretty impressive results, to be sure. However, this 20-minute online survey has some limitations. For one, it included 3,185 US adults ages 18 and older; that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country. For another, it is really a survey of people’s opinions. For example, although people might report their brain health as “excellent,” there was no objective measure of brain health such as an MRI scan, or even a test to measure their cognition.


4. Lastly, even if the ratings were true, the findings are only correlations. They do not prove that, for example, it was the exposure to music as a child that led to one’s improved ability to learn new things. It may be equally likely that those children brought up in more affluent households were both more likely to be exposed to music and to be given a good education that led to their being able to easily learn new things later in life.


5. Music has been shown to activate some of the broadest and most diverse networks of the brain. Of course, music activates the auditory cortex in the temporal lobes close to your ears, but that’s just the beginning. The parts of the brain involved in emotion are not only activated during emotional music, they are also synchronized. Music also activates a variety of memory regions. And, interestingly, music activates the motor system. In fact, it has been theorized that it is the activation of the brain’s motor system that allows us to pick out the beat of the music even before we start tapping our foot to it!


6. Okay, get along! so music activates just about all of the brain. Why is that so important? Well, have you ever heard the expression, “If you don’t use it, you’ll lose it”? It turns out this is actually true in the brain. Brain pathways — and even whole networks — are strengthened when they are used and are weakened when they are not used. The reason is that the brain is efficient; it isn’t going to bother keeping a brain pathway strong when it hasn’t been used in many years. The brain will use the neurons in that pathway for something else. These types of changes should be intuitively obvious to you — that’s why it is harder to speak that foreign language if you haven’t used it in 20 years; many of the old pathways have degraded and the neurons are being used for other purposes.


BUDSON, Andrew E. Why is music good for the brain? Harvard Health Publishing, 7 out. 2020. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2024

Acoording to the text 1, the verbal tense in the fifth paragraph is:
Alternativas
Q3064506 Inglês

TEXT 1


                                                   Why is music good for the brain?


                                                                                                                                                October 7, 2020

    By Andrew E. Budson, MD, Editorial Advisory Board Member, Harvard Health Publishing


                                        



1. Can music really affect your well-being, learning, cognitive function, quality of life, and even happiness? Hand in a recent survey on music and brain health conducted by AARP revealed some interesting findings about the impact of music on cognitive and emotional well-being: music listeners had higher scores for mental well-being and slightly reduced levels of anxiety and depression compared to people overall.


2. Of survey respondents who currently go to musical performances, 69% rated their brain health as “excellent” or “very good,” compared to 58% for those who went in the past and 52% for those who never attended. Of those who reported often being exposed to music as a child, 68% rated their ability to learn new things as “excellent” or “very good,” compared to 50% of those who were not exposed to music.


3. Active musical engagement, including those over age 50, was associated with higher rates of happiness and good cognitive function. Adults with no early music exposure but who currently engage in some music appreciation show above average mental well-being scores. Those are pretty impressive results, to be sure. However, this 20-minute online survey has some limitations. For one, it included 3,185 US adults ages 18 and older; that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country. For another, it is really a survey of people’s opinions. For example, although people might report their brain health as “excellent,” there was no objective measure of brain health such as an MRI scan, or even a test to measure their cognition.


4. Lastly, even if the ratings were true, the findings are only correlations. They do not prove that, for example, it was the exposure to music as a child that led to one’s improved ability to learn new things. It may be equally likely that those children brought up in more affluent households were both more likely to be exposed to music and to be given a good education that led to their being able to easily learn new things later in life.


5. Music has been shown to activate some of the broadest and most diverse networks of the brain. Of course, music activates the auditory cortex in the temporal lobes close to your ears, but that’s just the beginning. The parts of the brain involved in emotion are not only activated during emotional music, they are also synchronized. Music also activates a variety of memory regions. And, interestingly, music activates the motor system. In fact, it has been theorized that it is the activation of the brain’s motor system that allows us to pick out the beat of the music even before we start tapping our foot to it!


6. Okay, get along! so music activates just about all of the brain. Why is that so important? Well, have you ever heard the expression, “If you don’t use it, you’ll lose it”? It turns out this is actually true in the brain. Brain pathways — and even whole networks — are strengthened when they are used and are weakened when they are not used. The reason is that the brain is efficient; it isn’t going to bother keeping a brain pathway strong when it hasn’t been used in many years. The brain will use the neurons in that pathway for something else. These types of changes should be intuitively obvious to you — that’s why it is harder to speak that foreign language if you haven’t used it in 20 years; many of the old pathways have degraded and the neurons are being used for other purposes.


BUDSON, Andrew E. Why is music good for the brain? Harvard Health Publishing, 7 out. 2020. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2024

In the text 1, the word “across” in the phrase “that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country.” (third paragraph) can be replaced by:
Alternativas
Q3064505 Inglês

TEXT 1


                                                   Why is music good for the brain?


                                                                                                                                                October 7, 2020

    By Andrew E. Budson, MD, Editorial Advisory Board Member, Harvard Health Publishing


                                        



1. Can music really affect your well-being, learning, cognitive function, quality of life, and even happiness? Hand in a recent survey on music and brain health conducted by AARP revealed some interesting findings about the impact of music on cognitive and emotional well-being: music listeners had higher scores for mental well-being and slightly reduced levels of anxiety and depression compared to people overall.


2. Of survey respondents who currently go to musical performances, 69% rated their brain health as “excellent” or “very good,” compared to 58% for those who went in the past and 52% for those who never attended. Of those who reported often being exposed to music as a child, 68% rated their ability to learn new things as “excellent” or “very good,” compared to 50% of those who were not exposed to music.


3. Active musical engagement, including those over age 50, was associated with higher rates of happiness and good cognitive function. Adults with no early music exposure but who currently engage in some music appreciation show above average mental well-being scores. Those are pretty impressive results, to be sure. However, this 20-minute online survey has some limitations. For one, it included 3,185 US adults ages 18 and older; that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country. For another, it is really a survey of people’s opinions. For example, although people might report their brain health as “excellent,” there was no objective measure of brain health such as an MRI scan, or even a test to measure their cognition.


4. Lastly, even if the ratings were true, the findings are only correlations. They do not prove that, for example, it was the exposure to music as a child that led to one’s improved ability to learn new things. It may be equally likely that those children brought up in more affluent households were both more likely to be exposed to music and to be given a good education that led to their being able to easily learn new things later in life.


5. Music has been shown to activate some of the broadest and most diverse networks of the brain. Of course, music activates the auditory cortex in the temporal lobes close to your ears, but that’s just the beginning. The parts of the brain involved in emotion are not only activated during emotional music, they are also synchronized. Music also activates a variety of memory regions. And, interestingly, music activates the motor system. In fact, it has been theorized that it is the activation of the brain’s motor system that allows us to pick out the beat of the music even before we start tapping our foot to it!


6. Okay, get along! so music activates just about all of the brain. Why is that so important? Well, have you ever heard the expression, “If you don’t use it, you’ll lose it”? It turns out this is actually true in the brain. Brain pathways — and even whole networks — are strengthened when they are used and are weakened when they are not used. The reason is that the brain is efficient; it isn’t going to bother keeping a brain pathway strong when it hasn’t been used in many years. The brain will use the neurons in that pathway for something else. These types of changes should be intuitively obvious to you — that’s why it is harder to speak that foreign language if you haven’t used it in 20 years; many of the old pathways have degraded and the neurons are being used for other purposes.


BUDSON, Andrew E. Why is music good for the brain? Harvard Health Publishing, 7 out. 2020. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2024

In text 1, the verbal tense in the second paragraph is:
Alternativas
Q3064504 Inglês

TEXT 1


                                                   Why is music good for the brain?


                                                                                                                                                October 7, 2020

    By Andrew E. Budson, MD, Editorial Advisory Board Member, Harvard Health Publishing


                                        



1. Can music really affect your well-being, learning, cognitive function, quality of life, and even happiness? Hand in a recent survey on music and brain health conducted by AARP revealed some interesting findings about the impact of music on cognitive and emotional well-being: music listeners had higher scores for mental well-being and slightly reduced levels of anxiety and depression compared to people overall.


2. Of survey respondents who currently go to musical performances, 69% rated their brain health as “excellent” or “very good,” compared to 58% for those who went in the past and 52% for those who never attended. Of those who reported often being exposed to music as a child, 68% rated their ability to learn new things as “excellent” or “very good,” compared to 50% of those who were not exposed to music.


3. Active musical engagement, including those over age 50, was associated with higher rates of happiness and good cognitive function. Adults with no early music exposure but who currently engage in some music appreciation show above average mental well-being scores. Those are pretty impressive results, to be sure. However, this 20-minute online survey has some limitations. For one, it included 3,185 US adults ages 18 and older; that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country. For another, it is really a survey of people’s opinions. For example, although people might report their brain health as “excellent,” there was no objective measure of brain health such as an MRI scan, or even a test to measure their cognition.


4. Lastly, even if the ratings were true, the findings are only correlations. They do not prove that, for example, it was the exposure to music as a child that led to one’s improved ability to learn new things. It may be equally likely that those children brought up in more affluent households were both more likely to be exposed to music and to be given a good education that led to their being able to easily learn new things later in life.


5. Music has been shown to activate some of the broadest and most diverse networks of the brain. Of course, music activates the auditory cortex in the temporal lobes close to your ears, but that’s just the beginning. The parts of the brain involved in emotion are not only activated during emotional music, they are also synchronized. Music also activates a variety of memory regions. And, interestingly, music activates the motor system. In fact, it has been theorized that it is the activation of the brain’s motor system that allows us to pick out the beat of the music even before we start tapping our foot to it!


6. Okay, get along! so music activates just about all of the brain. Why is that so important? Well, have you ever heard the expression, “If you don’t use it, you’ll lose it”? It turns out this is actually true in the brain. Brain pathways — and even whole networks — are strengthened when they are used and are weakened when they are not used. The reason is that the brain is efficient; it isn’t going to bother keeping a brain pathway strong when it hasn’t been used in many years. The brain will use the neurons in that pathway for something else. These types of changes should be intuitively obvious to you — that’s why it is harder to speak that foreign language if you haven’t used it in 20 years; many of the old pathways have degraded and the neurons are being used for other purposes.


BUDSON, Andrew E. Why is music good for the brain? Harvard Health Publishing, 7 out. 2020. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2024

In the text 1, which of the following sentences contains a relative clause?
Alternativas
Q3064502 Inglês

TEXT 1


                                                   Why is music good for the brain?


                                                                                                                                                October 7, 2020

    By Andrew E. Budson, MD, Editorial Advisory Board Member, Harvard Health Publishing


                                        



1. Can music really affect your well-being, learning, cognitive function, quality of life, and even happiness? Hand in a recent survey on music and brain health conducted by AARP revealed some interesting findings about the impact of music on cognitive and emotional well-being: music listeners had higher scores for mental well-being and slightly reduced levels of anxiety and depression compared to people overall.


2. Of survey respondents who currently go to musical performances, 69% rated their brain health as “excellent” or “very good,” compared to 58% for those who went in the past and 52% for those who never attended. Of those who reported often being exposed to music as a child, 68% rated their ability to learn new things as “excellent” or “very good,” compared to 50% of those who were not exposed to music.


3. Active musical engagement, including those over age 50, was associated with higher rates of happiness and good cognitive function. Adults with no early music exposure but who currently engage in some music appreciation show above average mental well-being scores. Those are pretty impressive results, to be sure. However, this 20-minute online survey has some limitations. For one, it included 3,185 US adults ages 18 and older; that is a small number if you are extrapolating to 328 million people across the country. For another, it is really a survey of people’s opinions. For example, although people might report their brain health as “excellent,” there was no objective measure of brain health such as an MRI scan, or even a test to measure their cognition.


4. Lastly, even if the ratings were true, the findings are only correlations. They do not prove that, for example, it was the exposure to music as a child that led to one’s improved ability to learn new things. It may be equally likely that those children brought up in more affluent households were both more likely to be exposed to music and to be given a good education that led to their being able to easily learn new things later in life.


5. Music has been shown to activate some of the broadest and most diverse networks of the brain. Of course, music activates the auditory cortex in the temporal lobes close to your ears, but that’s just the beginning. The parts of the brain involved in emotion are not only activated during emotional music, they are also synchronized. Music also activates a variety of memory regions. And, interestingly, music activates the motor system. In fact, it has been theorized that it is the activation of the brain’s motor system that allows us to pick out the beat of the music even before we start tapping our foot to it!


6. Okay, get along! so music activates just about all of the brain. Why is that so important? Well, have you ever heard the expression, “If you don’t use it, you’ll lose it”? It turns out this is actually true in the brain. Brain pathways — and even whole networks — are strengthened when they are used and are weakened when they are not used. The reason is that the brain is efficient; it isn’t going to bother keeping a brain pathway strong when it hasn’t been used in many years. The brain will use the neurons in that pathway for something else. These types of changes should be intuitively obvious to you — that’s why it is harder to speak that foreign language if you haven’t used it in 20 years; many of the old pathways have degraded and the neurons are being used for other purposes.


BUDSON, Andrew E. Why is music good for the brain? Harvard Health Publishing, 7 out. 2020. Disponível em: . Acesso em: 12 maio 2024

Choose the following phrasal verb from the Text 1, means to choose or select something from a group?
Alternativas
Q3062015 Inglês

Atenção! Leia o texto a seguir para responder à questão.


      The research paper published in ‘Humanities & Social Sciences Communications’ — an open-access journal, distributed by Springer Nature — examines the impact of AI on “loss in decisionmaking and privacy concerns among university students in Pakistan and China”.

      The rise of AI has also exposed students and teachers to a number of challenges, particularly data hacking and systemic and racial biases. “Many people are now concerned with the ethical attributes of AI systems and believe that the security issue must be considered in AI system development,” the researchers claimed. In order to mitigate safety concerns, the paper said there was a need to “continuously re-evaluate and re-design” security practices. However, academia is poorly equipped to deal this issue due to a shortage of funding and technical staff. “No one can run from the threat of AI concerning cybersecurity, it behaves like a double-edged sword.”

      As per the research, AI has the potential to revolutionise the education sector but with certain drawbacks. In order to effectively harness this technology, the paper called for steps to ensure AI does not cause at least “severe ethical concerns”, and technology backed by secure algorithms to ensure data security and minimisation of AI’s bias. It also recommended measures to curtail overreliance on AI to address “laziness” and cognitive deficiency.


ABBAS, Zaki. AI making students lazy, impairing cognition: study. Disponível em: https://www.dawn.com/news/1759121/ai-making-students-lazy-impairingcognition-study. Acesso em: 12 jul. 2024. Adaptado. 

No trecho “AI has the potential to revolutionise the education sector but with certain drawbacks”, o termo ‘drawbacks’ poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3062014 Inglês

Atenção! Leia o texto a seguir para responder à questão.


      The research paper published in ‘Humanities & Social Sciences Communications’ — an open-access journal, distributed by Springer Nature — examines the impact of AI on “loss in decisionmaking and privacy concerns among university students in Pakistan and China”.

      The rise of AI has also exposed students and teachers to a number of challenges, particularly data hacking and systemic and racial biases. “Many people are now concerned with the ethical attributes of AI systems and believe that the security issue must be considered in AI system development,” the researchers claimed. In order to mitigate safety concerns, the paper said there was a need to “continuously re-evaluate and re-design” security practices. However, academia is poorly equipped to deal this issue due to a shortage of funding and technical staff. “No one can run from the threat of AI concerning cybersecurity, it behaves like a double-edged sword.”

      As per the research, AI has the potential to revolutionise the education sector but with certain drawbacks. In order to effectively harness this technology, the paper called for steps to ensure AI does not cause at least “severe ethical concerns”, and technology backed by secure algorithms to ensure data security and minimisation of AI’s bias. It also recommended measures to curtail overreliance on AI to address “laziness” and cognitive deficiency.


ABBAS, Zaki. AI making students lazy, impairing cognition: study. Disponível em: https://www.dawn.com/news/1759121/ai-making-students-lazy-impairingcognition-study. Acesso em: 12 jul. 2024. Adaptado. 

De acordo com o texto, a pesquisa publicada no ‘Humanities & Social Sciences Communications’ avalia o impacto da IA 
Alternativas
Q3062013 Inglês
Considere a habilidade: (EF08LI04PE) Utilizar recursos e repertório linguísticos apropriados para informar/comunicar/falar do futuro: planos, previsões, possibilidades e probabilidades.

Em uma atividade de sala, a professora pediu aos alunos que marcassem em suas agendas seus planos para a semana seguinte. Em seguida, eles deveriam sentar-se com um colega e simular um diálogo. Para realizar a atividade, ela escreveu na lousa o seguinte diálogo, a partir do qual os alunos deveriam usar corretamente um repertório linguístico aprendido para preencher a lacuna.
Aluno A: What __________ (do) on Monday/Tuesday/Wednesday…?
Aluno B: I ____________ (play soccer/go dancing/do my homework…) on Monday/Tuesday/Wednesday…

Para que os alunos sejam bem-sucedidos nessa atividade, é preciso que eles saibam usar corretamente qual tempo verbal? 
Alternativas
Q3062012 Inglês
Leia o texto a seguir:

      Learning Portuguese-English cognates is a great way to build vocabulary fast! It’s basically using what you already know to get a jump-start.
      Cognates are simply words that are very similar in both languages, usually due to a common root.
      Below, you can explore some of the typical spelling patterns for English → Portuguese cognates, with examples for each one. Remember that these patterns do not apply every time. But they are a convenient way to help you notice more cognates as you continue to learn English!
      Observe os padrões de sufixo abaixo e complete as lacunas indicadas.
ph → f
Ex: telephone → telefone
tion → -ção
Ex: nation → nação
ty → ____________
Ex: society → ____________
fy → ____________
Ex: identify → ____________
(...)

Practice Portuguese. Portuguese-English Cognates. Practice Portuguese, 2024. Disponível em: https://www.practiceportuguese.com/learning-notes/portugueseenglish-cognates/. Acesso em: 12 jul. 2024. Adaptado.

Em sequência, os termos que completam corretamente essas lacunas são: 
Alternativas
Q3062011 Inglês
Leia o texto a seguir:

A Well Respected Man
The Kinks
'Cause he gets up in the morning
And he goes to work at nine
And he comes back home at five-thirty
Gets the same train every time
'Cause his world is built 'round punctuality
It never fails

And he's oh, so good
And he's oh, so fine
And he's oh, so healthy
In his body and his mind
(…)

And his mother goes to meetings
While his father pulls the maid
And she stirs the tea with councilors
While discussing foreign trade
And she passes looks, as well as bills
At every suave young man (…)
DAVIES, Ray. A well respected man. Disponível em: https://lyrics.lyricfind.com/lyrics/the-kinks-a-well-respected-man. Acesso em: 12 jul. 2024. Adaptado.

Letras de música podem ser ótimos recursos para desenvolver uma habilidade exigida pelo currículo escolar. A letra de “A well respected man” poderia ser mais bem usada para trabalhar qual habilidade dos estudantes? 
Alternativas
Respostas
7781: A
7782: A
7783: B
7784: D
7785: D
7786: A
7787: D
7788: D
7789: C
7790: E
7791: A
7792: B
7793: A
7794: C
7795: C
7796: C
7797: D
7798: D
7799: B
7800: B