Questões de Concurso Comentadas para professor - inglês

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Q3745372 Direito Constitucional
Em conformidade com a Constituição Federal, ninguém será:

I. Processado nem sentenciado senão pela autoridade competente.
II. Privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal.
III. Obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3745371 Matemática
Uma família estabeleceu que o filho receberia um bônus de 15% sobre o valor da mesada para organizar seu quarto sem precisar ser lembrado. Em determinado mês, ele cumpriu o combinado e, por isso, recebeu o bônus de R$ 97,50. Diante disso, é possível concluir que o valor da mesada é um número entre:
Alternativas
Q3745367 Segurança da Informação
No contexto da segurança da informação, como se caracteriza um ataque de phishing?
Alternativas
Q3745364 Sociologia
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.

A população carcerária feminina representa uma parcela _________ dentro do sistema prisional brasileiro, sendo que _________ é uma das principais causas do encarceramento feminino no Brasil.
Alternativas
Q3745362 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
“É mais claro que o sol, que Deus criou a mulher para domar o homem.” (Voltaire). Sobre a estruturação desse pensamento, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Temos apenas orações subordinadas substantivas e adverbiais.
( ) “para domar o homem” funciona como oração subordinada adverbial final.
( ) “que Deus criou a mulher” funciona como oração subordinada adjetiva explicativa.
Alternativas
Q3745360 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta objeto direto.
Alternativas
Q3745357 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
Se passarmos a palavra “mosquito”, sublinhada no quarto parágrafo, para o plural, quantas outras palavras deverão ser alteradas para que se mantenha a concordância dentro do período?
Alternativas
Q3745356 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3745355 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
A palavra “proliferação”, sublinhada no último parágrafo, pode ser substituída por qual outra, sem que haja prejuízo no sentido da frase?
Alternativas
Q3745354 Português
    O aumento das temperaturas não provoca apenas desconforto. Ele representa uma ameaça concreta à saúde pública. Pesquisas mostram que ondas de calor já estão associadas ao crescimento de doenças respiratórias, cardiovasculares, neurológicas e renais, além do avanço de arboviroses como a dengue. O calor, literalmente, adoece.

    Isso ocorre porque o corpo humano precisa fazer um esforço extra para manter a temperatura interna estável. Em dias muito quentes, os batimentos cardíacos aceleram, a pressão pode subir e a desidratação se torna mais frequente, sobrecarregando o sistema circulatório. O impacto é especialmente grave para quem já vive com doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou Alzheimer.

    Estudos recentes mostram que esse impacto já é visível no Brasil. Entre 2000 e 2018, quase 50 mil mortes foram associadas a extremos de calor, segundo levantamento da Fiocruz e da Universidade de Lisboa.

    Além das doenças diretamente ligadas ao calor, o aquecimento global também estimula o avanço de vírus transmitidos por vetores. O mosquito da dengue, por exemplo, se beneficia de temperaturas altas e maior umidade. Em 2024, o ano mais quente da história do país, o Brasil bateu o recorde de casos: mais de 6 milhões de infecções por dengue foram registradas.

    Diante desse cenário, especialistas alertam que a crise climática não é apenas ambiental — é uma crise de saúde pública. Os efeitos do calor extremo, da mudança no regime de chuvas e da proliferação de vetores já são mensuráveis. Preservar o clima, portanto, não é só proteger o planeta: é proteger vidas.


Fonte: G1 - Adaptado.
De acordo com os gêneros textuais, esse texto é classificado como:
Alternativas
Q3743538 História
O início da ocupação da região onde se situa hoje o Município de Cachoeiras de Macacu ocorreu na segunda parte do século:
Alternativas
Q3743524 Português

Texto: Escrever para quê?


Itamar Vieira Jr.



    Este deveria ser um texto sobre o poder da literatura de nos deslocar para o lugar do outro. Como leitor e autor compreendo que esse talvez seja um dos sentidos mais proeminentes da ficção.

    Deslocar-se para o lugar do outro expande nosso horizonte, por natureza limitado, e reestabelece entre nós o exercício da alteridade. Sendo assim, é provável que, em um mundo onde vige o altericídio, a incapacidade de coexistir com o diferente, a literatura nos devolva algo importante. Mas, às vezes, a ficção parece ser apenas um grito no vão da vida, sem qualquer utilidade ou função, como dizem os que sempre tiveram voz.

    Enquanto escrevia para esta coluna, recebi uma mensagem de uma amiga, professora, liderança da comunidade quilombola de Iúna, localizada na Chapada Diamantina. Uma mensagem que me comoveu, porque neste país a vida dos que foram historicamente subalternizados permanece em risco, desde o nosso passado colonial e escravista que continua a nos assombrar.

    Precisei interromper minhas intenções iniciais para escrever sobre o que importa, sobre o agora, sobre os ameaçados, já que quem escreve, penso, deve refletir sobre seu tempo.

    Na mensagem, ela me relatava que a casa onde vive tinha sido incendiada. Tinha perdido quase tudo, restando alguns poucos utensílios da cozinha. Para os que vivem na comunidade quilombola, o incêndio criminoso transmite uma mensagem importante: a vida dos que defendem justiça social para os vulneráveis da história continua em risco.

    A literatura se alimenta da capacidade de observarmos o mundo à nossa volta, de evocarmos a memória e de, também, imaginarmos vidas e histórias. Essa liderança — que não se sente segura nem mesmo para revelar seu nome — é uma das muitas pessoas que me ensinaram sobre nós mesmos, sobre a relação dos quilombolas com a terra, e que me fez conhecer o Brasil em sua diversidade e profundidade.

    Graças à sua delicada paciência e capacidade de ensinar e envolver seus aprendizes, aprendi sobre o jarê, sobre o sistema de morada que substituiu o sistema escravista em muitas regiões do país após a Abolição.

    Muitos não sabem, mas seu rosto e sua voz de liderança se fundem aos de Bibiana, personagem de “Torto Arado”, na livre adaptação teatral da premiada diretora Christiane Jatahy — “Depois do Silêncio” —, que já percorreu mais de dez países na Europa e continua a encontrar seu público narrando uma das faces do drama fundiário brasileiro. Mesmo tendo emprestado seu corpo para contar o Brasil, ela se encontra em risco.

    Enquanto eu escrevia o romance, a mesma comunidade viveu um dos eventos mais tristes de sua história quando seis trabalhadores rurais foram assassinados em circunstâncias nunca esclarecidas. Muitos precisaram se afastar temporariamente do território onde nasceram e cresceram, sem que o poder público fizesse o suficiente para protegê-los.

    A literatura registrou nas páginas do livro o drama humano que nos assola de forma aviltante, mas certamente não é capaz de atos práticos para proteger os que precisam ser protegidos. É preciso que as autoridades compreendam os riscos e se antecipem às ameaças que têm ceifado vidas desde que o Brasil é Brasil.

    Se a literatura pode suscitar a empatia dos que leem, escrever sobre a realidade, sobre os que têm suas vidas ameaçadas, pode nos convocar à responsabilidade pelos que continuam marcados para morrer?

    Escrevo para tornar a vida dessa liderança responsabilidade de todos nós que nos importamos com o outro e defendemos um país mais justo para todos.



Adaptada de:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/itam

ar-vieira-junior/2024/02/escrever-paraque.shtml

Conforme a leitura global do texto, os que sempre tiveram voz (2º parágrafo) refere-se:
Alternativas
Q3743522 Inglês
When teachers focus on activities that guide learners toward identifying how texts are organized, especially regarding textual coherence and functional intent, they are engaging with higher-order reading instruction. In a reading comprehension task, if the teacher’s objective is to help learners identify how the writer organizes and signals meaning relationships within the text — for example, by recognizing connectives like however, therefore, or for example — the specific reading sub-skill which is being targeted is:  
Alternativas
Q3743521 Inglês
The definition that best characterizes the reading sub-skill known as skimming, as applied in language teaching and receptive skills development is:  
Alternativas
Q3743520 Inglês
In language pedagogy, materials used in reading and listening instruction play a crucial role in how learners interact with receptive skills. One of the central debates in ELT concerns the nature of the input: whether it should be simplified to aid comprehension or remain unmodified to reflect real-world language use.
When teachers use naturally occurring language samples — such as news articles, interviews, podcasts, or informal conversations — without altering the grammar, lexis, or structure for pedagogical purposes, the materials are said to promote exposure to language as it is genuinely used in context. This practice is often contrasted with the use of contrived or pedagogically engineered texts, which aim to isolate specific forms or vocabulary items. The term that best describes materials used in the classroom specifically to develop listening or reading skills through exposure to unmodified language input is:  
Alternativas
Q3743519 Inglês
“A legacy of innovation lies in how communities share knowledge. Some inventors produce tools, others refine ideas, but all benefit from collective feedback. When criticism arises, they often eventually find ways to improve those tools and refine those ideas into something truly impactful.” In the sentence: “When criticism arises, they often eventually find ways to improve those tools…”, the pronoun they refers to: 
Alternativas
Q3743518 Inglês
The prepositions at and in frequently overlap in locative expressions. However, their selection is governed by specific spatial and functional constraints: “In” tends to imply enclosure or inclusion within a boundary (physical or abstract).
“At” generally denotes a specific point, especially in directional or functional contexts. Considering the standard usage of these prepositions in British and international varieties of English, the sentence below which demonstrates the most appropriate and contextually precise usage is:  
Alternativas
Q3743517 Inglês
In restrictive (defining) relative clauses, omission of the relative pronoun is syntactically possible under specific conditions. The sentence in which the relative pronoun could be grammatically omitted without altering the structure of the sentence is: 
Alternativas
Q3743516 Inglês
In academic discourse, cohesion plays a crucial role in structuring logical relationships between ideas, particularly in argumentative writing. Among the excerpts below one of them best demonstrates the use of concessive and referential cohesive devices that are typically employed to build contrast and support claims in argumentative texts.
The appropriate option is:
Alternativas
Q3743515 Inglês
Some verbs, due to their stative nature, are generally not used in Continuous (Progressive) Tenses, as they describe mental states, emotions, or possession rather than dynamic actions. The option in which both verbs are typically considered stative and not commonly used in continuous forms is: 
Alternativas
Respostas
3361: D
3362: C
3363: C
3364: A
3365: C
3366: A
3367: B
3368: A
3369: C
3370: C
3371: B
3372: B
3373: C
3374: B
3375: A
3376: A
3377: B
3378: A
3379: B
3380: C