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Q1192643 Português

Leia o texto a seguir:

“Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”

                                                                                                                                       Fernando Pessoa

Marque a opção que classifica correta e simultaneamente os termos em destaque no texto acima.

Alternativas
Q1192642 Português

Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.


“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.

José de Alencar

Ainda com base no texto de José de Alencar, anteriormente apresentado, assinale a opção que apresenta uma outra construção possível para a última oração do excerto, sem que o sentido do texto seja alterado.
Alternativas
Q1192641 Português

Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.


“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.

José de Alencar

No que tange às sequências tipológicas, é correto afirmar que o texto apresentado se trata de
Alternativas
Q1192640 Português

Assinale a opção em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que preencham, RESPECTIVAMENTE, as lacunas da seguinte frase:


“Quando se trata de eleição ___ duas coisas devem ser observadas ____ uma é o projeto político proposto pelo candidato ___ a outra é o posicionamento dele ante as demandas populares.”

Alternativas
Q1192639 Português

Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,

vista do passado, toda evolução é corrupção

Aldo Bizzocchi


      Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.

      (...)

      É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.

      Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.

      (...)

      A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.

      (...)

      Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.

      Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.

Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007

Após a leitura do texto de Aldo Bizzocchi podemos inferir que o autor trata a questão do erro de português a partir de um enfoque
Alternativas
Q1192638 Português

Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,

vista do passado, toda evolução é corrupção

Aldo Bizzocchi


      Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.

      (...)

      É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.

      Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.

      (...)

      A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.

      (...)

      Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.

      Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.

Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007

A intenção comunicativa predominante no texto é
Alternativas
Q1191189 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. No trecho "Não vai ao teatro há anos", o vocábulo "há" é classificado como numeral. II. No trecho "Foram-se todos bem depressa", o vocábulo "foram-se" é classificado como substantivo. III. No trecho "Ele foi à feira", o vocábulo "foi" é classificado como substantivo. IV. A grafia do verbo seguinte está correta: ler. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1191188 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. O vocábulo "tertúlia" é um substantivo coletivo que serve para designar um conjunto de insetos. II. No trecho "O e-mail com a resposta já foi", o vocábulo "resposta" é classificado como pronome. III. No trecho "A carta foi pelo correio", o vocábulo "carta" é classificado como pronome oblíquo átono. IV. O termo "plumagem" é um substantivo coletivo que serve para designar um conjunto de peixes. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1191187 Português

Leia as afirmativas a seguir:

I. A grafia do verbo seguinte está correta: conhecer.

II. A grafia do verbo seguinte está correta: conpenetrár.

III. A grafia do verbo seguinte está correta: dever.

IV. No trecho "A água do Ártico é gelada", o vocábulo "A" é classificado como pronome.

Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1191186 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. No trecho "A moto foi contra o carro", o vocábulo "carro" é classificado como artigo indefinido. II. No trecho "O trem vai a uma boa velocidade", o vocábulo "vai" é classificado como substantivo. III. A grafia dos vocábulos seguintes está correta: babà, bacía. IV. Na frase “clique para enviar” ocorre substantivo. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1191185 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. No trecho "Lá se vão os peregrinos", o vocábulo "vão" é classificado como artigo. II. Na frase "Está na hora de ir", o vocábulo "ir" é classificado como pronome de tratamento. III. A grafia do verbo seguinte está correta: dividir. IV. No trecho "Diga que fui por aí", o vocábulo "fui" é classificado como substantivo coletivo. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1191184 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. No período "A mitologia narra que Narciso amava-se acima de tudo", o vocábulo "Narciso" é classificado como pronome possessivo. II. A grafia do verbo seguinte está correta: expor. III. A grafia do verbo seguinte está correta: corrigir. IV. A grafia do vocábulo seguinte está incorreta: área. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1191183 Português
Leia as afirmativas a seguir: I. A grafia do verbo seguinte está correta: começar. II. A grafia do verbo seguinte está correta: comer. III. A grafia do verbo seguinte está correta: pulàr. IV. A grafia do verbo seguinte está correta: rir. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1191181 Português

Leia as afirmativas a seguir:

I. Na seguinte frase, não há um substantivo: a casa é verde.

II. No trecho "Já fecharam a urna funerária", o vocábulo "urna" é classificado como pronome reflexivo.

III. O termo "enxame" é um verbo.

IV. A grafia do verbo seguinte está correta: correr.

Marque a alternativa CORRETA:


Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Mampituba - RS
Q1189638 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A referida Lei, ao tratar da seguridade social, quanto ao servidor público do Município de Mampituba, determina que os benefícios do plano de Seguridade Social compreendem:    I. Salário-família. 
II. Licença para tratamento de saúde. 
III. Licença para viagem de férias.    Quais estão INCORRETAS? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Pastos Bons - MA
Q1189034 História
Os portos brasileiros, no século XIX, não passavam de algumas amuradas e trapiches de madeira que avançavam até o mar, utilizados pelos escravos para levar, nas costas, as mercadorias dos veleiros à terra firme. Na maior parte do país, isso não existia, pois as embarcações fundeavam ao largo, e as jangadas ou chalanas faziam o transporte de pessoas e produtos da praia até o veleiro. Ao findar o século, um vento de modernidade agitou o panorama comercial, e alguns empreendedores resolveram sacudir a velha modorra colonial. Assim, os tons modernos da Revolução industrial, as necessidades de escoamento do café fizeram o País moderniza-se. Sobre esse processo, marque a alternativa que não se adéqua: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Pastos Bons - MA
Q1188839 Conhecimentos Gerais
Entre 1960 e 1965, o Japão viveu o mais rápido desenvolvimento econômico jamais experimentado por qualquer outro país. Livre do militarismo, o capitalismo e a democracia liberal consolidaram-se no país. Nos anos de 1980, a sua economia passou a ameaçar até mesmo os Estados Unidos, com um crescimento sustentado, em especial, no campo das indústrias de tecnologia avançada. Sobre as razões dessa prosperidade japonesa e pela elevada capacidade de desenvolvimento até os dias de hoje, responda a alternativa que não se adéqua nessa estrutura.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FURB Órgão: Prefeitura de Timbó - SC
Q1184926 História
Acredita-se que foi uma das guerras mais sangrentas da história da humanidade. Estima-se que foram, aproximadamente, 9 milhões de soldados mortos e 6 milhões voltaram para as suas casas mutilados. Diante disso, analise as afirmativas sobre outras consequências deixadas por esta guerra e identifique as corretas:
I- Os EUA tornaram-se o país mais rico do mundo. II- O império Austro-húngaro se fragmentou. III- O desemprego aumentou na Europa. IV- Surgimento de alguns países (Iugoslávia) e desaparecimento de outros.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Vinhedo - SP
Q1182173 História
Preocupado em explicar o período da Revolução Francesa à sua neta, o historiador Michel Vovelle discorre sobre o chamado Período do Terror na França. Acerca desse período, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Vinhedo - SP
Q1182164 História
Para o históriador Marc Bloch o passado não é objeto de ciência. Sobre a concepção de história para este autor, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
19541: C
19542: A
19543: B
19544: C
19545: A
19546: D
19547: B
19548: A
19549: C
19550: A
19551: B
19552: C
19553: D
19554: B
19555: C
19556: D
19557: D
19558: E
19559: C
19560: B