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Sobre o Geopark Araripe assinale a ALTERNATIVA CORRETA:
Nesse ano de 2018, a FIFA realizou a vigésima primeira edição de seu maior evento: a Copa do Mundo de Futebol. Foi anfitriã dessa edição da Copa do Mundo de Futebol:
Considerado como um dos principais temas da economia no Brasil contemporâneo, é motivo de discussão sobre tempo de serviço, direitos trabalhistas, tempo de contribuição entre outros assuntos. Trata-se da:
Em maio de 2018 ocorreu um movimento que levou a paralisação quase total do sistema de transportes no Brasil. Durante o mês de maio de 2018 se desenvolve um movimento que chega a paralisar quase que totalmente os transportes no Brasil. Esse movimento ficou conhecido como:
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento
Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas.
(...)
No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição.
O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio.
Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário.
(...)
Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo.
E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional.
As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis.
O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.
Por isso, um epistemicídio, a morte do conhecimento, que caminha lado a lado, como publiquei nessa coluna há uma semana, ao genocídio em curso dos povos indígenas, da população jovem negra, e do crescente fascismo.
Destruir o Museu Nacional é uma vitória da intolerância, do Brasil escravista e colonizador, talvez esses alguns fantasmas que podem ter sido exumados pelo fogo e que estão vivendo tão junto na nossa contemporaneidade.
(https://www.cartacapital.com.br/sociedade/incendio-do-museu-nacional-e-vitoria-da-intolerancia-e-morte-do-conhecimento) Adaptado
Há um descompasso tremendo. A escrita das palavras apresenta um certo nível de dificuldade quando ao uso do S. Das sequências a seguir, marque a opção em que as palavras estejam grafadas corretamente:
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento
Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas.
(...)
No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição.
O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio.
Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário.
(...)
Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo.
E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional.
As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis.
O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.
Por isso, um epistemicídio, a morte do conhecimento, que caminha lado a lado, como publiquei nessa coluna há uma semana, ao genocídio em curso dos povos indígenas, da população jovem negra, e do crescente fascismo.
Destruir o Museu Nacional é uma vitória da intolerância, do Brasil escravista e colonizador, talvez esses alguns fantasmas que podem ter sido exumados pelo fogo e que estão vivendo tão junto na nossa contemporaneidade.
(https://www.cartacapital.com.br/sociedade/incendio-do-museu-nacional-e-vitoria-da-intolerancia-e-morte-do-conhecimento) Adaptado
... mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações... Das alternativas a seguir, marque a que apresenta a flexão de número da mesma forma que a palavra em destaque:
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento
Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas.
(...)
No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição.
O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio.
Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário.
(...)
Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo.
E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional.
As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis.
O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.
Por isso, um epistemicídio, a morte do conhecimento, que caminha lado a lado, como publiquei nessa coluna há uma semana, ao genocídio em curso dos povos indígenas, da população jovem negra, e do crescente fascismo.
Destruir o Museu Nacional é uma vitória da intolerância, do Brasil escravista e colonizador, talvez esses alguns fantasmas que podem ter sido exumados pelo fogo e que estão vivendo tão junto na nossa contemporaneidade.
(https://www.cartacapital.com.br/sociedade/incendio-do-museu-nacional-e-vitoria-da-intolerancia-e-morte-do-conhecimento) Adaptado
Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio. Assinale a alternativa que o uso da vírgula seja justificado pela mesma regra acima:
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento
Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas.
(...)
No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição.
O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio.
Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário.
(...)
Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo.
E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional.
As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis.
O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.
Por isso, um epistemicídio, a morte do conhecimento, que caminha lado a lado, como publiquei nessa coluna há uma semana, ao genocídio em curso dos povos indígenas, da população jovem negra, e do crescente fascismo.
Destruir o Museu Nacional é uma vitória da intolerância, do Brasil escravista e colonizador, talvez esses alguns fantasmas que podem ter sido exumados pelo fogo e que estão vivendo tão junto na nossa contemporaneidade.
(https://www.cartacapital.com.br/sociedade/incendio-do-museu-nacional-e-vitoria-da-intolerancia-e-morte-do-conhecimento) Adaptado
... de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. A utilização do acento grave no trecho destacado está pautada nas regras de regência nominal. Das alternativas a seguir, marque a que apresenta desvio da norma culta sobre regência:
Incêndio do Museu Nacional é vitória da intolerância e morte do conhecimento
Na noite de domingo, 2 de setembro, na Quinta da Boa Vista, o cenário era de perplexidade diante da dimensão catastrófica do incêndio do Museu Nacional. A polícia tentava barrar pessoas indignadas que vinham oferecer seus braços para remediar a tragédia, alguns professores, estudantes e funcionários montaram vigília e estavam lá estarrecidos ao verem seus trabalhos de vida ardendo em chamas.
(...)
No ar, um misto de tristeza profunda e revolta. Raiva, indignação. Alguns estudantes e pesquisadores ali na frente do Museu, ora choravam, ora expressavam raiva pura diante desse crime premeditado: o incêndio é um crime contra a história do Brasil, contra a luta por direitos, contra a ciência que poderia produzir um conhecimento para uma vida melhor, ajudar a combater as mudanças climáticas, a mudar nosso modo de se relacionar com o planeta e a deixar o mundo habitável para as futuras gerações, e menos desigual, menos injusto. Um epistemicídio anunciado, que caminha ao lado do genocídio em marcha. Um projeto de país que se funda na destruição.
O fogo no Museu Nacional é uma das maiores tragédias da humanidade - sim, muito além do Brasil -, é como a queima da Biblioteca de Alexandria da história do Brasil, da história da fauna, da flora, da história dos povos indígenas, da colonização... É uma destruição de memórias, de livros, de peças, de artefatos, de áudios, de imagens, de fósseis que sobreviveram a milhares de anos, de vidas inteiras dedicadas à pesquisa, de conhecimento acumulado para a humanidade, um acervo imprescindível para as futuras gerações. Mataram o conhecimento e, nesse sentido, provocaram um epistemicídio.
Ainda que não exista até o momento a determinação das causas do incêndio, certamente as condições para que ele ocorresse de forma tão devastadoras é sim um crime. E ao mesmo tempo, reflexo do País que nos tornamos, um país bruto, insensível, ignorante, desigual, autoritário.
(...)
Agora, o governo anuncia postumamente que havia fechado um acordo com o BNDES de cerca de 20 milhões de reais para a infraestrutura básica — enquanto isso, ali do lado do Museu Nacional, era transtornador ver o Estádio do Maracanã que recebeu mais de um bilhão poucos anos atrás. Há um descompasso tremendo.
E não foram apenas peças do acervo do Museu Nacional que foram corroídas: havia milhares de peças de outros museus e centros de pesquisas, como, por exemplo, cabeças esculpidas pelo povo mundurucu, que pertenciam ao Museu Paraense Emílio Goeldi e haviam sido emprestadas para uma exposição há cerca de cem anos. Era um museu verdadeiramente nacional.
As primeiras notas emitidas pelo governo mancham suas próprias mãos. Era anunciado o risco, ameaças de fechamento do museu, cortes nas bolsas dxs pesquisadrxs e o governo sabia que estava deixando o país inteiro exposto com os cortes irresponsáveis.
O estrangulamento da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os cortes seguidos do governo federal, o descaso, o desdém não são apenas falta de interesse, mas sim “um projeto”, como já disse Darcy Ribeiro.
Por isso, um epistemicídio, a morte do conhecimento, que caminha lado a lado, como publiquei nessa coluna há uma semana, ao genocídio em curso dos povos indígenas, da população jovem negra, e do crescente fascismo.
Destruir o Museu Nacional é uma vitória da intolerância, do Brasil escravista e colonizador, talvez esses alguns fantasmas que podem ter sido exumados pelo fogo e que estão vivendo tão junto na nossa contemporaneidade.
(https://www.cartacapital.com.br/sociedade/incendio-do-museu-nacional-e-vitoria-da-intolerancia-e-morte-do-conhecimento) Adaptado
Das opções a seguir, marque a que melhor justifica a ideia central do texto:
O nome que se dá a transferência da água da atmosfera para a superfície terrestre sob a forma de pequenas gotas de granizo, de orvalho, de neblina, de neve ou de geada é:
De acordo com a Hidrografia do Município de Linhares-ES, analise o trecho e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
A região fica situada no que se convencionou chamar de ___________.
É uma modalidade avaliativa pontual que ocorre ao fim de um processo educacional (ano, semestre, bimestre, ciclo, curso etc.). Os resultados deste modelo de avaliação servem para verificar, classificar, situar, informar e certificar.
O trecho acima descreve a avaliação:
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
O verbo “perdeu” (linha 13), no contexto em que está inserido, é:
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
“[...] já passou [...]” (linha 1). Caso a pessoa utilizada para tratamento na frase acima retirada do Texto fosse alterada para a segunda pessoa do singular, mantendo-se o tempo e o modo verbal, sua reescrita correta seria:
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
“Já pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas informações?” (linhas 3 a 5). O sujeito da oração principal, no contexto em que está inserido, é considerado:
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
“Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher [...]” (linha 1). Assinale a alternativa que justifica corretamente o porquê de o termo destacado não ter sido craseado:
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
Acerca da partícula “que” presente no período abaixo retirado do Texto, é correto afirmar que:
“Não seria muito melhor se houvesse um único arquivo que, mediante sua autorização, pudesse ser acessado [...]” (linhas 5 a 7)
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
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1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
Em relação à pontuação do trecho a seguir retirado do Texto, assinale a alternativa correta:
“[...]: se trocou de médico, deixou para trás anos de conversas importantes, de resultados de exames – coisas das quais nem se lembra mais.” (linhas 10 a 13)
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
Há erro de concordância no seguinte trecho retirado do Texto:
As questões de 01 a 10 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(Texto)
Os benefícios de se ter acesso a todos os dados do paciente
1 Você já passou dos 50 ou 60 e começa a preencher
um questionário com seus dados de saúde. Ou está
na frente do doutor para uma primeira consulta. Já
pensou quantas vezes teve que repetir as mesmas
5 Informações? Não seria multo melhor se houvesse
um único arquivo que, mediante sua autorização,
pudesse ser acessado e disponibilizasse o histórico
de suas doenças, medicamentos de uso continuo,
hospitalizações e cirurgias? O volume de
10 Informações desperdiçadas são gigantescas: se
trocou de médico, deixou para trás anos de
conversas importantes, de resultados de exames —
coisas das quais nem se lembra mais. Se perdeu o
emprego e ficou sem plano de saúde, também corre
15 o risco de ter que buscar outra rede de especialistas
e começar do zero. Até mesmo se foi atendido num
pronto-socorro, aquele episódio provavelmente vai
se perder, embora faça parte do quebra-cabeça da
sua existência.
(Fonte adaptada http://g1.globo.com>acesso em 05 de novembro de 2018)
De acordo com as ideias do Texto, analise as afirmativas abaixo:
I- Ao longo da vida, muitas informações referentes ao histórico de saúde do paciente tiveram que ser repetidas inúmeras vezes;
II- O volume de informações que são desperdiçadas ao longo da vida do paciente é gigantesco;
III- Um dos casos em que as informações do paciente são perdidas é no caso de ganhar um novo emprego e ficar sem plano de saúde.
Dos itens acima: