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Q1735428 História
[...]. No mundo dos engenhos, a mobilidade que permitia a transformação de lavradores em proprietários, escravos em libertos, trabalhadores em patrões, ou simplesmente, de negro em branco, foi mais evidente nas categorias de trabalhadores assalariados, que sempre estiveram presentes no processo do fabrico do açúcar. Muito embora a mão de obra escrava caracterizasse a economia açucareira no Brasil, desde seus primórdios até o final século XIX e os cativos sempre fossem preponderantes como força de trabalho, o caráter da produção açucareira e suas exigências específicas criaram a necessidade de um grupo de assalariados no cerne do processo. [...]. (SCHWARTZ, Stuart B. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial. São Paulo: Cia. das Letas, 2011. p. 261).
O trecho remete ao universo da produção do açúcar na economia colonial e às relações de trabalho que lhe deram suporte, dando destaque para
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Q1735427 História
Procurando determinar os contrastes entre o comércio de africanos e o comércio de índios, examino o contexto ligado às práticas comutativas por meio das quais o escravo é obtido por métodos convencionados e transações preestabelecidas. Leis sucessivamente editadas permitiam três modos de apropriação de indígenas: os resgates, os cativeiros e os descimentos. (ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p.119).
O autor cita os três principais modos de aquisição de mão de obra indígena para o trabalho compulsório, no Brasil colonial. Em relação a esses modos de aquisição, justifica-se considerar que
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Q1735426 História
O Renascimento, ou os renascimentos, essa prodigiosa riqueza de manifestações variadas e divergentes, presta-se de maneira excepcional, neste caso, como uma lição sobre a vitalidade incontrolável da cultura humana, quando atravessada por um sopro ou um anseio geral de liberdade. Se a complexidade que o movimento renascentista representou deve ser vista como a raiz de nossa consciência moderna, então não se deve ressaltar apenas a dimensão metódica e harmoniosa em torno de um só eixo dessa consciência. (SEVCENKO, Nicolau. O Renascimento. 17 ed. São Paulo: Atual, 1994. p. 85. Coleção Discutindo a história).
O texto faz referência à “racionalização crescente e avassaladora da experiência humana”. Esse importante processo
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Q1735425 História
O destino da Europa foi comandado, de ponta a ponta, pelo desenvolvimento obstinado de liberdades particulares, de franquias, que constituem privilégios reservados a determinados grupos, uns estreitos, outros amplos. Tais liberdades se opõem com frequência e até se excluem mutuamente. Claro, tais liberdades só puderam vir à luz, quando a Europa Ocidental se constituiu enquanto espaço homogêneo, enquanto casa abrigada. Sem casa defendida, não há liberdades possíveis. Os dois problemas são um só. (BRAUDEL, Fernand. Gramática das civilizações. São Paulo: Martins Fontes,2004, p.287)
A liberdade, uma das grandes questões da história do homem, tem sido demandada em diversas modalidades e formas durante toda a trajetória da humanidade: pensamento, expressão, ação, organização, movimento, entre outras. Por seu caráter histórico, em cada experiência assume um propósito e uma feição própria. Com base no texto, a noção de liberdade (libertates), experimentada pelos europeus entre os séculos XI e XVIII, é identificada
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Q1735424 História
A cidade medieval é, antes de mais nada, uma sociedade da abundância, concentrada num pequeno espaço em meio a vastas regiões pouco povoadas. Em seguida, é um lugar de produção e de trocas, onde se articulam o artesanato e o comércio, sustentados por uma economia monetária. É também o centro de um sistema de valores particular, do qual emerge a prática laboriosa e criativa do trabalho, o gosto pelo negócio e pelo dinheiro, a inclinação para o luxo, o senso da beleza. (LE GOFF, Jacques. Cidade. IN: LE GOFF, Jacques e SCHIMIDIT, Jean-Claude. Dicionário temático do Ocidente Medieval. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo, SP: IMPRENSA Oficial do Estado, 2002, p.223, v.I)
O desenvolvimento das cidades na Europa, durante a Segunda Idade Média, deve-se
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Q1735423 História
Ao longo do século III a. C., a costa da Itália tornou-se uma potência marítima e enfrentou, com sucesso, o domínio da marinha cartaginesa (também chamada de púnica) no mar ocidental, em duas sangrentas guerras. A segunda guerra púnica foi particularmente violenta. Os cartagineses, que haviam sido expulsos do mar, voltaram sua atenção para a península ibérica e suas ricas fontes de metais. De lá lançaram um ataque por terra à própria Itália, comandados por Aníbal. O general cartaginês permaneceu 15 anos em terras italianas, sem conseguir romper a aliança romana. (GUARINELLO, Norberto Luiz.História Antiga. São Paulo: Contexto, 2013, p.128)
As Guerras Púnicas foram enfrentamentos entre Roma e Cartago, nos anos de 264 a.C. a 146 a.C. Essas guerras foram marcadas
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Q1735422 História
TEXTO EGÍPICIO
Limpe-se antes dos seus (próprios) olhos, Para que outro não o limpe. Tome uma esposa saudável, um filho vai nascer você. É para o filho que você constrói uma casa, Quando você faz um lugar para você. Faça sua morada no cemitério, Faça digna sua estação no oeste. Dado que a morte nos humilha, Dado que a vida nos exalta, A casa da morte é para a vida. Procure por você mesmo campos bem regados. (Lichtheim 2006, 58).
Para as pesquisadoras Gabriela Cruz Vásquez e Adriana Pastorello Buim Arena, em “As contribuições da civilização egípcia na literatura e na educação: primeiras relações históricas entre texto verbal e texto não verbal” (2017), o Antigo Egito exerce fascínio às civilizações modernas pela magia da sua cultura, sua arte, sua religião e sua literatura. Para as autoras, dois elementos foram superiores a qualquer relíquia, aos saques e, inclusive, ao tempo. Tais elementos pareciam profetizar o futuro do Egito e os perigos aos quais sua cultura estaria exposta na época atual. Estes elementos são tesouros inestimáveis, que nos permitem compreender esse passado. Referimo-nos à escrita e à pintura, pois
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Q1735421 História
Esperemos da história uma certa objetividade, a objetividade que lhe convém: a maneira pela qual a história nasce e renasce nô-lo atesta; procede ela sempre da retificação da arrumação oficial e pragmática feita pelas sociedades tradicionais com relação ao seu passado. Tal retificação não é de espírito diferente da retificação operada pelas ciências físicas em relação ao primeiro arranjo das aparências na percepção e nas cosmologias que lhe são tributárias. (RICOEUR, Paul. História e verdade. São Paulo: Forense, 1968, p. 24-25).
No texto acima, Paul Ricoeur serve-se da obra de Marc Bloch “Apologia da História”, para caracterizar a objetividade histórica, afirmando que tudo que o historiador necessita, para uma reflexão sobre essa objetividade incompleta, encontra nessa obra, pois, nela, o autor deixa evidente que
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Q1735085 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A Lei nº 8.069/90 prevê que o Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e odontológica para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população infantil, e campanhas de educação sanitária para pais, educadores e alunos. Sobre a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias, assinale a alternativa correta de acordo com a referida Lei:
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Q1734750 Atualidades
O governo da Alemanha informou, em setembro de 2020, que Alexei Navalny, ativista e opositor do presidente Russo Vladmir Putin, estava internado em Berlim, vítima de:
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Q1734744 Pedagogia
A educação bancária, termo estabelecido por Paulo Freire, está em oposição a educação libertadora, pois embasada meramente no conteúdo e desprovida de reflexão, simplesmente mantém o aluno em um estado de distanciamento do real conhecimento de sua realidade social. Conclui-se que para Freire, a educação bancária está em consonância com a ideia de:
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Q1734743 Pedagogia
A equilibração é um conceito fundamental para Jean Piaget, essencialmente é caracterizado por sua universalidade, tendo em vista que é uma característica da espécie humana, mas também podem ter alterações sensíveis derivadas da cultura na qual o sujeito está inserido. Em suma é preciso levar em consideração os fatores que Piaget denominou:
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Q1734742 Pedagogia
Nesta fase de desenvolvimento, Jean Piaget descreve a emergência da capacidade da criança de estabelecer relações e coordenar pontos de vista diferentes e de integrá-los de modo lógico e coerente, deixando de lado o egocentrismo que caracterizava a fase precedente. A descrição se refere ao período:
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Q1734741 Pedagogia
Os conteúdos escolares se aproximam da vida pessoal do aluno, de modo que pode ser classificado em diferentes tipos, conceituais, procedimentais e atitudinais. Os conteúdos procedimentais se referem ao que o aluno deve aprender a:
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Q1734740 Pedagogia
Ao elaborar um plano de aula, o professor de história do sétimo ano estabeleceu que seriam dedicas duas aulas à “Expansão ultramarina europeia no século XV e XVI”. Este tópico pode ser definido como:
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Q1734739 Pedagogia
No enfoque do alinhamento Construtivo o professor desenvolve seu planejamento com base nos resultados que pretende alcançar e não sobre o que vai ensinar, partindo da perspectiva do aluno, do que ele irá aprender e do como irá aprender. Nesse sentido, é correto afirmar sobre as atividades avaliativas:
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Q1734738 Pedagogia
São características da tendência pedagógica progressista libertadora: I. O ensino procura é realizado de modo a criar consciência no aluno sobre a realidade em que vive. II. A relação em sala de aula é marcada por muito profissionalismo e o conteúdo é ensinado de maneira técnica. III. Os conteúdos são extraídos do cotidiano dos alunos, refletindo sobre suas particularidades. IV. Embora o aluno seja o foco principal da relação de ensino e aprendizagem, o professor ainda é visto como detentor do conhecimento. Podemos afirmar que:
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Q1734737 Pedagogia
Em determinado contexto escolar, os professores procuram realizar atividades avaliativas baseado em debates, atividades e trabalhos em grupo, sempre estimulando a prática e o pensamento. Este tipo de prática está alicerçada em qual tendência pedagógica?
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Q1734736 Pedagogia
O modelo escolar hegemônico da escola pública tem passado por um esforço de reformulação, para que possa atender e receber toda a multiplicidade de alunos, sem distinção das condições necessárias para atendê-los. Este modelo é representado pela:
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Q1734735 Pedagogia
Atualmente a concepção de educação relega um papel específico para a instituição escolar, tomando o aluno como sujeito de múltiplas interfaces, indo além de uma proposta vertical como foi definida por muitos anos. A função social da escola pode ser então resumida em conformidade com a alternativa:
Alternativas
Respostas
15141: D
15142: B
15143: D
15144: A
15145: D
15146: A
15147: E
15148: C
15149: C
15150: D
15151: D
15152: C
15153: B
15154: A
15155: A
15156: D
15157: C
15158: A
15159: B
15160: B