Questões de Concurso Comentadas para professor - história

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Q2407860 Pedagogia

Diante da proposta ampla de possibilidades de aprofundamentos de estudos na disciplina de história para o primeiro ciclo do ensino fundamental segundo o PCN - História cabe ao professor:


Marque a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2407859 História

A Contrarreforma foi um movimento no qual várias teorias novas foram expostas, buscando renovar dogmas e criar doutrinas diversas aos interesses da Igreja católica, que tomou atitudes, a fim de não perder os fiéis e o poder que isso representava politicamente. Analise os itens abaixo:


I. Os ritos, adoração às imagens e sacramentos, foram mantidos, mas como opcionais.

II. A proibição de diversos livros, por meio do Index – lista atualizada de tempos em tempos até o século XIX –, isto é, apenas autoridades religiosas estariam permitidas a ler esses livros e a própria bíblia;

III. Criou-se a Companhia de Jesus a qual tinha por objetivo alcançar novos territórios, visto os muitos que tinha perdido para as igrejas anglicana, calvinista e luterana.

IV. A Inquisição, criada em Portugal para perseguir os judeus, primeiramente, a qual julgava e condenava a castigos ou à morte todo aquele(a) que fosse considerado(a) um herege, ou seja, que descumprisse o esperado pelos dogmas da Igreja católica.

V. O Tribunal do Santo Ofício perseguiu, julgou e matou milhares de vítimas, de vizinhos mal-intencionados a cientistas, como Giordano Bruno, ou mesmo mulheres guerreiras, como Joana d’Arc.


Assinale a resposta CORRETA:

Alternativas
Q2407858 História

O Egito foi considerado a terra dos Faraós, esse território foi palco de inúmeras dinastias que governaram por mais de 3.000 anos. Para facilitar a compreensão de um longo período de existência, a historiografia estabeleceu, com base na análise das fontes, uma cronologia histórica.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2407857 Pedagogia

De acordo com o PCN de História, espera-se que, ao longo do ensino fundamental, os alunos gradativamente possam ler e compreender sua realidade, posicionar-se, fazer escolhas e agir criteriosamente. Nesse sentido, os alunos deverão ser capazes de, EXCETO:

Alternativas
Q2407856 Pedagogia

As Orientações Curriculares para o Ensino Médio diz que a dimensão da temporalidade é considerada uma das categorias centrais do conhecimento histórico. Considera-se fundamental levar o aluno a perceber as diversas temporalidades no decorrer da História e sua importância nas formas de organizações sociais e de conflitos.


I. Sendo um produto cultural forjado pelas necessidades concretas das sociedades historicamente situadas, o tempo representa um conjunto complexo de vivências humanas.

II. Faz-se necessário relativizar as diferentes concepções de tempo e as periodizações propostas, e de situar os acontecimentos históricos nos seus respectivos tempos.

III. Deve- se ressaltar a importância das periodizações, dos calendários e das contagens dos tempos como foram sendo historicamente construídos para que o aluno elabore, de forma problematizada, seus próprios pontos de referência como marcos para as explicações de sua própria história de vida, assim como da história dos homens em geral.

IV. O tempo pode ser considerado o estruturador do pensamento e da ação humanos.


Marque a resposta CORRETA:

Alternativas
Q2407849 Pedagogia

Para Veiga (1995, p. 167), “o Projeto Político Pedagógico, ao propiciar a estruturação de novas formas de organização de trabalho, enfatiza o fortalecimento da equipe escolar, a gestão democrática, alicerçada na decisão coletiva e na corresponsabilidade do grupo”, e deve ter as seguintes características:


I. Ser processo tomada de decisões unicamente da equipe gestora;

II. Explicitar princípios baseados na autonomia da escola, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo;

III. Conter opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade específica;

IV. Explicitar o compromisso com a formação do cidadão;

V. Preocupar-se em instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2407845 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

Assinale a alternativa que complete CORRETAMENTE as lacunas das orações abaixo com (a, as, há, à):


I. Daqui ___ 20 anos serão sentidos os impactos destas medidas.

II. Gosto das roupas desta loja, pois são feitas ___ mão.

III. Na última black friday, aumentou em 20% as compras ___ prazo.

IV. ___ 5 anos não vou ___ minha terra natal.


Alternativas:

Alternativas
Q2407844 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

As conjunções são importantes ferramentas de coesão textual e sem elas não seria possível dar unidade e construir um texto significativo. Observe as orações abaixo e assinale a alternativa em que a conjunção destacada apresenta classificação semântica correta entre parênteses:

Alternativas
Q2407843 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

Observe o excerto abaixo extraído do texto bem como a palavra destacada e assinale a alternativa que apresente vocábulo que poderia, sem prejuízo gramatical e semântico, substituir dada palavra:


É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe?


Alternativas:

Alternativas
Q2407842 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

Todo texto possui uma função. Dentre as funções da linguagem previstas pela gramática da língua portuguesa, a que mais se evidencia neste texto é:

Alternativas
Q2405193 História

Em 1945, surgiu, em Goiás, a proposta de formação de um partido político para defender o retorno do País ao regime democrático, do qual havia sido afastado durante vários anos por Getúlio Vargas. Tratava-se da União Democrática Nacional (UDN).


Acerca da UDN, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2405192 História e Geografia de Estados e Municípios

Nas regiões norte e nordeste de Goiás, entre os séculos 18 e 19, foram formados quilombos, isto é, acampamentos habitados por escravos que fugiam do trabalho nas minas de ouro e em outras atividades nas quais eram empregados. Com eles, surgiram comunidades autossuficientes e isoladas, situadas em locais de difícil acesso para dificultar a localização deles.


Com relação à história dos quilombos, é correto afirmar que

Alternativas
Q2405191 História e Geografia de Estados e Municípios

Na primeira metade do século 20, a pecuária extensiva predominava em Goiás, demandando grandes áreas de pastagem para sustentar o aumento do rebanho. Houve, então, um crescimento horizontal de estabelecimentos com essa atividade econômica, processo que reforçou a concentração de terra, visto que contribuiu para a formação de médias e grandes propriedades, com fazendas de gado acima de 100 hectares.


AURÉLIO NETO, Onofre. A pecuária extensiva em Goiás: a técnica no espaço rural e o crescimento horizontal da bovinocultura entre 1920 e 1960. Boletim Goiano de Geografia. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, v. 34, n. 3, 2014.


Com relação a esse assunto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2405190 História e Geografia de Estados e Municípios

O coronelismo se expressa em um encadeamento rígido de tráfico de influências. Sua prática política está muito bem estruturada em um sistema eleitoral, em que é possível reconhecer todos os seus passos, localizando-os no tempo e no espaço. Forma-se uma pirâmide de compromissos recíprocos entre o eleitorado, o coronel, o poder municipal, o poder estadual e o poder federal.


JANOTTI, Maria de Lourdes Mônaco. O coronelismo: uma política de compromissos. São Paulo: Brasiliense, 1989, p. 11, com adaptações.


Quanto às características do coronelismo em Goiás, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2405189 História e Geografia de Estados e Municípios

A construção da Estrada de Ferro Goiás, prolongamento da Estrada de Ferro Mogiana, foi iniciada em 1909 e seu funcionamento repercutiu na economia do estado, resultando na(o)

Alternativas
Q2405188 História e Geografia de Estados e Municípios

Em 15 anos, abrem caminhos e estradas, vasculham rios e montanhas, desviam correntes, desmatam e limpam regiões inteiras, rechaçam os índios, e exploram, habitam e povoam uma área imensa — em grande parte hostil pela aridez e pela insalubridade — que se estende a mais da metade do atual estado de Goiás.


PALACIN, L. Goiás 1722-1822: estrutura e Conjuntura numa Capitania de Minas. Goiânia: Oriente, 1976, p. 39, com adaptações.


Considerando que o texto se refere à atividade mineradora em Goiás, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2405187 História e Geografia de Estados e Municípios

Goiânia, aos 75 anos, é um pedaço de modernidade cravado no sertão de Goiás. Capim em meio ao concreto, crescendo desordenadamente por entre bairros e vilas, luz neon em contraste com o entardecer do interior de Goiás, essa capital planejada se mistura com a própria história dos anos 30 da história de Goiás.


CHAUL, Nasr Fayad. Goiânia: a capital do sertão. Revista UFG. Junho 2009. Ano XI, n. 6, p. 100, com adaptações.


No que tange à construção da nova capital do estado de Goiás, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2405186 História e Geografia de Estados e Municípios

[...] uma evolução poderosa dos “lanceiros”, a “dansa dos velhos”, o “villão”, em traje de corte, resuscitando o período áureo da nossa velha capitania, ou a iluminar os derradeiros esplendores da emancipação.


A INFORMAÇÃO GOYANA, 2001 (1917-1935). Edição fac-símile. Goiânia: Agepel, 2001 (fragmento).


As manifestações folclóricas mencionadas nesse excerto são as danças

Alternativas
Q2405185 História e Geografia de Estados e Municípios

Assim [ocorreu], no momento da independência, o acesso ao conhecimento e à compreensão do que ocorria nas outras províncias, no Rio de Janeiro e na Metrópole. Estava restrito a um pequeno número de grandes proprietários e ao estamento burocrático, concentrado na capital.


MOREYRA, Sérgio Paulo. O processo de Independência em Goiás. In: MOTA, Carlos Guilherme. 1822 – Dimensões. 2. ed., São Paulo: Perspectiva, 1986, p. 258, com adaptações.


Em relação ao movimento da independência em Goiás, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2405184 História

Jan Magalinski nasceu na pequena aldeia de Gajlesze, na cidade de Braslaw (Polônia), em 19 de agosto de 1935. Filho de agricultores que conviveram com os horrores da Segunda Guerra Mundial, viu o pai ser feito prisioneiro de guerra na Alemanha, para onde foi depois com a mãe, iniciando os seus primeiros estudos. Com o fim do conflito na Europa, a família decidiu vir para o Brasil e, em 1949, começou a trabalhar em uma lavoura de café no município de Silvânia.


POLONIAL, Juscelino M. Jan Magalinski: o consolidador do museu de Anápolis. Revista Educação & Mudança, Goiânia, v. 24, n. 13, 2010, p. 5, com adaptações.


Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
12181: E
12182: A
12183: A
12184: E
12185: E
12186: B
12187: B
12188: A
12189: C
12190: E
12191: D
12192: C
12193: E
12194: D
12195: C
12196: A
12197: B
12198: E
12199: B
12200: A