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Q4007056 História
O decreto que instituiu a separação entre a Igreja e Estado ocorreu no governo de: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005915 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
Segundo as convenções ortográficas, as palavras paroxítonas terminadas em ditongo devem ser acentuadas. Assinale a alternativa cuja palavra em destaque exemplifica essa regra.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005914 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
Assinale a alternativa em que o verbo destacado possui a mesma transitividade do verbo presente no seguinte trecho do texto: “... para criar o melhor ambiente possível ...”. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005913 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
De acordo com o texto III, para ser feliz no trabalho, é necessário
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005911 Português
TEXTO III.


Jesse Koz e Shurastey e o valor da felicidade no trabalho


Não dá para esperar


A morte de Jesse Koz, um brasileiro que viajava pelo mundo de fusca com o seu cachorro comoveu milhões de pessoas. Jesse dizia que vivia uma vida que não queria viver. Passava todo seu tempo trabalhando dentro de uma loja em um shopping sem perspectivas e estava muito infeliz. Em um determinado momento, decidiu sair do emprego e abandonar a faculdade de educação física.


Vendeu as poucas coisas que tinha: um videogame, uma televisão, um micro-ondas e uma moto. Apurou R$ 10 mil e comprou um fusquinha. Pegou seu cachorro, o Shurastey, e saiu em uma viagem sem rumo. Sua aventura, infelizmente, não teve um final feliz, e Jesse e Shurastey morreram após acidente em uma estrada dos Estado Unidos, a caminho do Alasca. De acordo com uma amiga, Jesse sempre dizia que “a vida é mais do que ficar esperando”. Ele não esperou. Ele foi lá, ele viveu o que queria ter vivido.


Quem nunca pensou em mudar de vida? Viver uma grande transformação? E por que não colocamos esses planos em ação? São tantas as inseguranças e perguntas nesse caminho. “Será que vai dar certo?” “E se eu me arrepender?” “Não vou trocar o certo pelo duvidoso”. Temos tantos medos! É o que nos paralisa e acaba trazendo frustração para nossa vida pessoal e profissional.


Mas afinal, “o que é felicidade no trabalho?”. Você já deve ter ouvido a frase, atribuída ao sábio chinês Confúcio: “Faça o que você ama e não terá que trabalhar um dia”. Quando alguém gosta do que faz, se sente empolgado para realizar suas tarefas e cumprir as metas e não torce só pela chegada da sexta-feira e lamenta profundamente o fim do domingo.


É claro que não tem nenhum problema em querer ter um tempo livre, planejar o seu descanso, sonhar com o fim de semana, com as férias. O ponto de atenção é quando não sentimos mais nenhum interesse nas nossas realizações profissionais e passamos o tempo todo de olho no relógio, contando os minutos para ir embora. Cada hora no trabalho é um grande sacrifício e o estresse reflete na nossa saúde física e mental.


A boa notícia é que você pode sim ser feliz no seu trabalho, sem necessariamente ter que tomar uma atitude tão radical e abandonar tudo e sumir. Alcançar essa tão sonhada felicidade não é algo muito simples, mas possível.


O importante é entendermos que não é uma questão de ignorar os sentimentos ruins, mas mudarmos a nossa perspectiva, com rotinas e relações mais saudáveis. Um bom exemplo de como fazer isso é criando metas alcançáveis, aumentando o engajamento da sua equipe. Tente transformar sua rotina em algo divertido. Entender também que não estamos imunes aos problemas. Complicações irão surgir e a pressão não vai deixar de existir. Precisamos lutar para criar o melhor ambiente possível e esse é papel de todos, colaboradores, líderes e da empresa.


Que a história de Jesse e Shurastey desperte em todos nós o sentimento da urgência da felicidade. Precisamos ser felizes hoje e não quando o final de semana chegar, quando sairmos de férias ou, somente quando nos aposentarmos! Não podemos jogar na lata de lixo, todos os dias, 8 horas da nossa vida e sermos felizes apenas com o que sobrar.


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/open-mindbrazil/jesse-koz-e-shurastey-e-o-valor-da-felicidade-no-trabalho-1.2676954
Sobre o uso de sequências narrativas, nos dois primeiros parágrafos do texto III, analise as afirmativas a seguir. 

I. Trata-se de um uso incorreto, uma vez que essas estruturas linguísticas não são permitidas em textos dissertativos-argumentativos.
II. Trata-se uma estratégia argumentativa, uma vez que permitiu ao autor contextualizar o tema a ser debatido ao longo do texto.
III. Trata-se de um uso prejudicial à coesão do texto, uma vez que esse tipo de estrutura prejudica a organização dos argumentos.

É correto o que se afirma em 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005908 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
O trecho “Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.” pode ser reescrito, mantendo o mesmo sentido, da seguinte forma: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005907 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
Em “Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir.”, os termos destacados transmitem uma ideia de 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005906 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
Em todos os trechos a seguir, retirados do texto, o termo “que” é classificado como pronome relativo, exceto em: 
Alternativas
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Q4005905 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
No trecho “Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado”, as vírgulas foram utilizadas para 
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Q4005904 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
A respeito do texto, analise as afirmativas a seguir.

I. Apesar de ser legítima, a necessidade de pertencer é prejudicial ao ser humano, pois está diretamente relacionada à síndrome do impostor.
II. O desejo de pertencer faz com que o ser humano tente se ajustar a modelos e padrões com os quais nem sempre concorda.
III. Às vezes, é necessário ajustarmos nossas condutas em nossas interações para mantermos um ambiente mais equilibrado.
IV. A síndrome do impostor adoece o ser humano, pois faz com que ele perca a própria integridade na busca por ser aceito pela sociedade.

É correto o que se afirma em 
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Q4005903 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


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não é causa da síndrome do impostor 
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Q4005902 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
Partindo da noção de que um gênero textual possui uma estrutura e uma finalidade comunicativa, pode-se classificar o texto “A síndrome do impostor” como 
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Ano: 2022 Banca: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita Órgão: Prefeitura de Buriticupu - MA Provas: LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Psicopedagogo | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Atendimento Educacional Especializado | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Biologia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor de Ensino Fundamental Nível I | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Inglês | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Matemática | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Língua Portuguesa | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - Geografia | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Ensino Fundamental - História | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Instrutor de Língua Brasileira de Sinais | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Intérprete de Libras | LJ Assessoria e Planejamento Administrativo Limita - 2022 - Prefeitura de Buriticupu - MA - Professor Transcritor de Braile |
Q4005901 Português
TEXTO I


A síndrome do impostor


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo


A síndrome do impostor é, na verdade, o conflito interno que denuncia a distância entre o nosso íntimo e a forma como nos projetamos no mundo.


Todos nós usamos “máscaras”. E isso não quer dizer que tenhamos a intenção de enganar o mundo, mas apenas que existe, dentro de nós, a necessidade de sermos aceitos.


Somos cercados de protocolos: a receita pronta do sucesso profissional, o modelo perfeito de família, o padrão estético massificado, as convenções sociais sobre o que é certo e errado, ou sobre o que é nobre e fútil, valoroso ou inútil. E nos desdobramos para fazer nossas peças se encaixarem no quebra-cabeça dessas formatações, porque, no fundo, queremos pertencer.


A necessidade de pertencer é, inclusive, legítima. Somos seres sociais, afinal de contas. O problema começa quando colocamos a vontade de sermos aceitos à frente das nossas verdadeiras pulsões. E, assim, para nos adaptarmos ao senso comum, criamos um personagem.


É natural modificarmos sutilmente nossas atuações quando se altera o contexto. Mas, no momento em que as adaptações se tornam afrontas à nossa própria liberdade, estamos caindo na cilada de vestir a fantasia do personagem.


É razoável alterarmos sutilmente nossas condutas quando estamos num ambiente profissional, por exemplo. Mas não é equilibrado, por exemplo, ser uma pessoa em casa e outra radicalmente diferente no trabalho.


As adaptações feitas por bom senso e respeito aos ambientes que nos cercam são válidas. Mas adaptações sutis não geram efeito colateral. O que nos adoece por dentro é a dose errada de transformação que nos dispomos a fazer na tentativa de pertencer.


Quanto menor for a distância entre quem somos e a forma como nós atuamos no mundo, mais livres, autênticos e inteiros vamos nos sentir. E, quanto mais distante for o nosso universo interno das duas atuações no mundo externo, maiores as chances de nos sentirmos impostores.


Um impostor habilidoso pode convencer o mundo, mas não há performance boa o suficiente para enganar a si. Aplausos seduzem o ego, mas não acalmam os estragos que a falta de integridade provoca na essência. Quanto mais espessa for a máscara, maior a dose de solidão quando as cortinas se fecham. Porque solidão, ao contrário do que muitos pensam, não é falta do outro, é falta de si. E nada nos distancia mais de nós mesmos do que nos projetarmos no mundo de uma forma que, no íntimo, nem somos.


O Yoga ensina que, quando o falar e o agir estão em sintonia com o sentir, é sinal de que estamos inteiros. E desse alinhamento nasce um tipo de autoestima que não é baseado em imagem, e sim em integridade. E não existe melhor remédio para a tal síndrome do impostor do que ser em público o mais próximo possível de quem se é no privado.


Autora: Carol Rache

Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/filosofadas/asindrome-do-impostor-1.2571776
O texto “A síndrome do impostor”, de Carol Rache, tem por objetivo
Alternativas
Q4004073 História
Conforme Stuart Hall, o cristianismo medieval europeu possuía uma imagem ambígua do continente africano. Podia ser um lugar misterioso, concebido de modo positivo, como apontam os diversos santos negros. Porém, havia concomitante uma imagem negativa ao considerar seus habitantes como descendentes do personagem bíblico Cam, que fora amaldiçoado a ser servo perpétuo de seus irmãos (HALL, S. Cultura e Representação. Rio de Janeiro: Ed. da PUC Rio, 2016. p. 161-162). Assinale a alternativa que indica de maneira correta uma consequência dessas representações durante o processo de colonização da América.
Alternativas
Q4004072 História
O filósofo Immanuel Kant defendeu a “Ideia de uma história universal com um propósito cosmopolita”. Em texto assim intitulado, e publicado em 1784, ele pro punha “um ensaio filosófico que procure elaborar toda a história mundial segundo um plano da Natureza, em vista da perfeita associação civil no gênero humano, [...] se, por suposição, a Natureza, mesmo no jogo da liber dade humana, não procede sem plano e meta final...” (KANT, I. A paz perpétua e outros opúsculos. Lisboa: Edições 70, 1995. p. 35). Assinale a alternativa em que é apontada corretamente outra obra com concepção seme lhante de natureza, mas inserida no campo da economia política.
Alternativas
Q4004071 História
Com sua visão crítica dos governantes, a catadora Carolina de Jesus escreveu na obra Quarto de despejo: “Eu quando estou com fome quero matar o Jânio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta (sic.) o afeto do povo pelos políticos” (JESUS, C. M. de. Quarto de despejo. São Paulo: Ática, 2014. p. 28). Ao aproximar três lideranças políticas da década 1950, pertencentes a partidos distintos, podemos compreender as ambiguidades do populismo brasileiro. Assinale a alternativa que indica corretamente características desse modo de exercer o comando político.
Alternativas
Q4004070 História
O Manifesto Comunista escrito por Karl Marx e Friedrich Engels foi um pequeno livro que obteve grande força histórica. Dentre suas teses centrais, estava a inevitável derrota do sistema capitalista. Assinale a alternativa que apresenta corretamente porque isso aconteceria, conforme o pensamento dos autores:
Alternativas
Q4004068 História
A constituição mexicana de 1917 estabelecia em seu artigo 27 que: “A nação terá sempre o direito de impor à propriedade privada as modalidades que dite o interesse público, assim como o de regular o aproveitamento dos elementos naturais suscetíveis de apropriação, para fazer uma distribuição equitativa da riqueza pública e para cuidar de sua conservação [...]. (DABÈNE, Olivier. Amé rica Latina no século XX. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003. p. 46). Assinale a alternativa que relaciona corretamente a conquista desse direito constitucional com o movimento político correspondente:
Alternativas
Q4004066 História

O Dia do Historiador foi estabelecido no Brasil pelo Decreto nº 12.130 aprovado em 2009. A data escolhida de 19 de agosto homenageia o nascimento do político e diplomata pernambucano Joaquim Nabuco. Marque a alternativa que indica corretamente uma de suas obras mais importantes:

Alternativas
Q4004065 Pedagogia
Acerca dos temas multiculturalismo, diversidade, educação, entre outros, analise as afirmativas e julgue-as.
I. As questões acerca do multiculturalismo, da raça, da identidade, do poder, do conhecimento, da ética e do trabalho estão explícitas no cotidiano escolar. Essas questões exercem um papel importante na definição da escolarização, no que significa ensinar e na forma como as(os) estudantes devem ser ensinados(as) para viver em um mundo que será amplamente mais globalizado, high tech e racialmente mais diverso do que em qualquer ou tra época da escola (Giroux, apud Candau, 2002).
II. Para Moreira (2001), a primeira mudança dentro da educação multicultural, deve partir da figura principal do processo de ensino aprendizagem: o professor. Ele e ́ o instrumento humano de formação e construção de opiniões, se ele está fora do contexto de uma educação multicultural, seu trabalho não será produtivo.
III. De acordo com Mclaren e Giroux (2000), uma edu cação multicultural é aquela que tem o objetivo de de senvolver nos indivíduos uma excelência no nível de capacidade, de questionamento, de tomada de decisões e resolução de problemas. Quando o indivíduo conse gue atingir um bom nível de criticidade e de questiona mento, ele consegue fluir melhor com os conhecimentos construídos, durante os anos de escolarização, aplican do-os melhor na vida prática.
IV. Na visão de Moreira e silva “o currículo deve enfa tizar a importância de tornar o social, o cultural, o po lítico e o econômico os principais aspectos de análise e avaliação da escolarização” (MOREIRA; SILVA, 2005, p. 19).
Estão corretas:
Alternativas
Respostas
11921: C
11922: E
11923: D
11924: C
11925: B
11926: B
11927: D
11928: A
11929: D
11930: C
11931: A
11932: D
11933: C
11934: A
11935: C
11936: C
11937: B
11938: D
11939: C
11940: D