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Q2335778 Português
O Texto 2 a seguir serve de base para a questão:

Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos

Por Ana Prado
Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.

    É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.
    Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?
    Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.
    A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.
    Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

    Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

    - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

    - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

    - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

    “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.
    Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra. 

Descrença pública

    O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.
    “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.
    Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.
    Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.
    E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença.

Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21
nov. 2023. 
Levando em conta os achados do estudo de Saunders, analise as afirmações abaixo:

I- A mulher se submete à violência doméstica, porque tem pena do parceiro.
II- Ainda é muito comum que se culpe a vítima por estar envolvida em um relacionamento abusivo.
III- A falta de recursos é comumente um dos fatores para que a mulher não vá embora.
IV- A existência de filhos é um fator complicador para que a mulher deixe o parceiro abusivo.
V- Muitas vezes, as autoridades que deveriam proteger as mulheres vítimas de violência doméstica não o fazem.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q2335777 Português
O Texto 2 a seguir serve de base para a questão:

Por que tantas mulheres continuam em relacionamentos abusivos

Por Ana Prado
Atualizado em 02 de maio de 2018, 17h06 – Publicado em 02 de maio de 2018, 16h49.

    É muito provável que você conheça alguém que já esteve – ou que está – em um relacionamento abusivo. Relações em que há agressões físicas, verbais ou psicológicas são, infelizmente, algo muito comum.
    Apesar de o tema estar sendo discutido mais amplamente na mídia, e de aquele papo antigo de “não meter a colher” em briga de casal estar finalmente sendo deixado de lado, ainda é muito comum que se culpe a vítima pela situação. Afinal, pensam muitas pessoas, por que as mulheres ainda “deixam” que isso aconteça? Por que se “submetem” a isso em vez de simplesmente irem embora?
    Em um artigo publicado no site The Conversation, o professor e pesquisador Daniel G. Saunders, da Universidade de Michigan, fala sobre seus estudos a respeito desse assunto e traz alguma luz para que se entenda o que impede as mulheres de se livrarem de relacionamentos abusivos.
    A resposta, como se pode imaginar, está ligada a uma série de fatores. Um dos mais comuns é a falta de recursos – a mulher talvez não tenha um emprego, ou não ganhe o suficiente para se sustentar sozinha. Se ela tiver filhos, a situação fica ainda mais complicada.
    Outro motivo é a falta de apoio da família, amigos e colegas, que muitas vezes não acreditam ou até culpam a vítima pelo abuso; e há ainda o medo: afinal, as mulheres podem ter motivos reais para temer por sua vida caso deixem seu companheiro. Um estudo feito pelo próprio professor Saunders constatou que o risco de homicídio aumenta logo depois de a vítima deixar o abusador.

    Mas há outras razões, menos visíveis, que mantêm a vítima presa a essa relação:

    - O parceiro não é violento o tempo todo, mas também se mostra gentil e sensível;

    - O parceiro se mostra arrependido e a vítima fica com pena;

    - O parceiro diz que vai procurar tratamento e a vítima cria esperanças de que ele vá mudar.

    “Deixar o parceiro é frequentemente um processo complexo com vários estágios: minimizar o abuso e tentar ajudar o agressor; abrir os olhos ao fato de que o relacionamento é abusivo e perder a esperança de que vai melhorar; e, finalmente, focar nas próprias necessidades de segurança e sanidade e lutar para superar os obstáculos externos”, escreve o professor.
    Quando o abusador é um homem de status ou alguém querido na comunidade, a vítima tem ainda outros dois fortes motivos para ficar relutante: por um lado, o medo de destruir a carreira do parceiro; de outro, o de não acreditarem em sua palavra. 

Descrença pública

    O medo da descrença de outras pessoas é bem fundamentado. “Em um estudo, o público via um ataque contra um parceiro íntimo como menos grave do que um ataque a um estranho, ainda que o mesmo nível de força fosse usado”, escreve Saunders.
    “Embora a aceitação pública do abuso doméstico tenha diminuído com o tempo, a culpabilização das vítimas está ligada a pontos de vista machistas, como a crença de que a discriminação contra a mulher não é mais um problema e homens e mulheres têm oportunidades iguais”, completa.
    Esse tipo de comportamento não está restrito a pessoas leigas: profissionais de saúde, terapeutas conjugais, juízes, policiais e outras autoridades que deveriam proteger as vítimas muitas vezes as ignoram, as desacreditam ou minimizam as agressões.
    Para ajudar a combater esse tipo de erro, o professor sugere que se envolvam meninos e homens no combate à violência doméstica, educando-os sobre o assunto e incentivando um comportamento mais cuidadoso e respeitoso para com as mulheres.
    E há ainda uma solução mais imediata: “É preciso pouco ou nenhum treinamento para que os profissionais, ou qualquer outra pessoa, deem crédito às experiências das vítimas e, assim, possam ajudá-las a cultivar a força interior para conseguir sair dessa relação”, escreve. Para isso, basta mostrar a essas mulheres que elas não estão sozinhas e que você acredita nelas. Isso já faz muita diferença.

Disponível em: <https://super.abril.com.br/coluna/como-pessoas-funcionam/por-que-tantas-mulheres-continuam-em-relacionamentos-abusivos/>. Acesso em: 21
nov. 2023. 
Conforme a leitura do Texto 2, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2335771 Português
No post a seguir: 
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <http//www.instagram.com>. Acesso em: 20 nov. 2023.

Considerando a estrutura do período composto da figura, analise as afirmações abaixo.

I- Como falar das coisas exerce a função sintática de oração principal.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adverbial causal.
V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada adjetiva restritiva.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2335768 Português
O artigo de opinião a seguir diz respeito à questão:

TEXTO 1

Descaso da T4F e de Taylor Swift com a família de Ana Benevides é chocante, e ruim para a imagem de ambos

Produtora e cantora não fornecem ajuda financeira aos parentes da fã morta

Tony Goes

20 nov. 2023, às 12:00

    "É com pesar que informamos que a família de Ana teve que recorrer a um empréstimo para possibilitar seu retorno para casa. Infelizmente, a T4F segue decepcionando e não ofereceu suporte nesta questão".
    Assim começa uma postagem publicada à 1h27 desta segunda (20) no X (antigo Twitter) pelo site Update Swift Brasil, que reúne fãs da cantora Taylor Swift. O texto prossegue informando que está rolando, uma vaquinha para ajudar a família de Ana Benevides, e fornece a chave Pix para que sejam feitas doações.
    Um parente dos Benevides desmentiu à Folha que a família tenha pedido um empréstimo. Mas é verdade que a T4F, contratante e produtora dos shows de Taylor Swift no Brasil, ofereceu apenas "apoio psicológico" aos pais da fã sul-mato-grossense que passou mal logo no começo do show de sexta-feira (17) no Rio de Janeiro e morreu de parada cardiorrespiratória no hospital Salgado Filho pouco depois.
    A Time For Fun, mais conhecida pela sigla T4F, está longe de ser uma empresa querida pelo público. Atuante no mercado de espetáculos desde 1998, ela vem acumulando reclamações há mais de uma década, que vão da dificuldade em comprar ingressos pela internet à desorganização e falta de estrutura em vários shows. No site Reclame Aqui, que agrega queixas contra diversas empresas, a T4F recebe atualmente a nota 6,0, considerada ruim, com base apenas nas reclamações recebidas nos últimos 12 meses.
    Esta nota deve despencar nos próximos dias. É inacreditável que a direção da T4F ainda não tenha percebido a gravidade do ocorrido. Mesmo que Ana Benevides tenha morrido de causas alheias à responsabilidade da companhia, o prestamento de apoio financeiro e logístico à família custaria muito mais barato que o desgaste de imagem que a T4F vem sofrendo agora.
    Os problemas não se resumem à morte da jovem. Outros fãs reclamaram de queimaduras de 2º grau provocadas por placas de metal colocadas no chão do estádio Engenhão, no Rio. A empresa respondeu apenas que estava tudo dentro dos conformes. Novamente, não se deu conta do tamanho da encrenca.
    Outra que parece não estar em sintonia com o público é a própria Taylor Swift. Na madrugada de sexta (17) para sábado (18), a cantora postou nas redes sociais uma carta manuscrita onde se dizia "arrasada" pela morte de Ana Benevides, mas que não mencionaria o caso em suas próximas apresentações.
    Talvez seja uma questão cultural, mas os brasileiros adorariam que Ana fosse homenageada durante o show, talvez até com fotos projetadas no telão. O tributo poderia se estender a Gabriel Mongenot, o fã assassinado na praia de Copacabana. O crime, obviamente, não foi culpa da cantora nem da produtora, mas o rapaz veio de longe para assistir ao show. Alguém da produção poderia ter avisado Taylor que somos um povo emotivo, e que pegaria bem para ela lembrar no palco de seus dois admiradores mortos.
    Mas o que ela fez até agora? Incluiu a canção "Bigger Than the Whole Sky", do album "Midnights" (2022) no setlist do show de domingo (19). A letra fala de luto e perda, mas Taylor Swift não foi além disso. Tampouco enfiou a mão em seus profundíssimos bolsos para ajudar a família de Ana Benevides.
    Na noite desta segunda (20), Taylor fará seu terceiro e último show no Rio. No fim de semana que vem estará em São Paulo, para mais três shows. Isto quer dizer, entre outras coisas, que o descaso tanto dela quanto da T4F continuará na mídia. Torçamos para que a organização esteja menos caótica e que o público não sofra tanto.
    Tampouco é preciso ser um gênio de marketing para perceber que demonstrar um mínimo de compaixão e fornecer alguma ajuda financeira à família Benevides faria maravilhas para as imagens de ambos.

Disponível em: <https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/tonygoes/2023/11/descaso-da-t4f-e-de-taylor-swift-com-a-familia-de-ana-benevides-e-chocante-e-ruimpara-a-imagem-de-ambos.shtml>. Acesso em: 20 nov. 2023. 
A respeito do trecho “Talvez seja uma questão cultural, mas os brasileiros adorariam que Ana fosse homenageada durante o show, talvez até com fotos projetadas no telão. O tributo poderia se estender a Gabriel Mongenot, o fã assassinado na praia de Copacabana”, a partir deste contexto, avalie as afirmações abaixo:

I- As duas ocorrências do advérbio talvez possuem o mesmo valor semântico no trecho em análise.
II- A segunda ocorrência do advérbio talvez poderia ser substituída pelo sinônimo provavelmente, sem que houvesse prejuízo do sentido e evitando repetições redundantes.
III- O sintagma nominal O tributo é um exemplo de catáfora.
IV- O referente do sintagma nominal O tributo é recuperado pragmaticamente, no contexto: trata-se de uma homenagem que Ana Benevides receberia num show de Taylor Swift, que talvez teria até fotos projetadas em um telão.
V- O referente do sintagma verbal o fã assassinado na praia de Copacabana é Gabriel Mongenot, cuja retomada é anafórica.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2335767 Português
O artigo de opinião a seguir diz respeito à questão:

TEXTO 1

Descaso da T4F e de Taylor Swift com a família de Ana Benevides é chocante, e ruim para a imagem de ambos

Produtora e cantora não fornecem ajuda financeira aos parentes da fã morta

Tony Goes

20 nov. 2023, às 12:00

    "É com pesar que informamos que a família de Ana teve que recorrer a um empréstimo para possibilitar seu retorno para casa. Infelizmente, a T4F segue decepcionando e não ofereceu suporte nesta questão".
    Assim começa uma postagem publicada à 1h27 desta segunda (20) no X (antigo Twitter) pelo site Update Swift Brasil, que reúne fãs da cantora Taylor Swift. O texto prossegue informando que está rolando, uma vaquinha para ajudar a família de Ana Benevides, e fornece a chave Pix para que sejam feitas doações.
    Um parente dos Benevides desmentiu à Folha que a família tenha pedido um empréstimo. Mas é verdade que a T4F, contratante e produtora dos shows de Taylor Swift no Brasil, ofereceu apenas "apoio psicológico" aos pais da fã sul-mato-grossense que passou mal logo no começo do show de sexta-feira (17) no Rio de Janeiro e morreu de parada cardiorrespiratória no hospital Salgado Filho pouco depois.
    A Time For Fun, mais conhecida pela sigla T4F, está longe de ser uma empresa querida pelo público. Atuante no mercado de espetáculos desde 1998, ela vem acumulando reclamações há mais de uma década, que vão da dificuldade em comprar ingressos pela internet à desorganização e falta de estrutura em vários shows. No site Reclame Aqui, que agrega queixas contra diversas empresas, a T4F recebe atualmente a nota 6,0, considerada ruim, com base apenas nas reclamações recebidas nos últimos 12 meses.
    Esta nota deve despencar nos próximos dias. É inacreditável que a direção da T4F ainda não tenha percebido a gravidade do ocorrido. Mesmo que Ana Benevides tenha morrido de causas alheias à responsabilidade da companhia, o prestamento de apoio financeiro e logístico à família custaria muito mais barato que o desgaste de imagem que a T4F vem sofrendo agora.
    Os problemas não se resumem à morte da jovem. Outros fãs reclamaram de queimaduras de 2º grau provocadas por placas de metal colocadas no chão do estádio Engenhão, no Rio. A empresa respondeu apenas que estava tudo dentro dos conformes. Novamente, não se deu conta do tamanho da encrenca.
    Outra que parece não estar em sintonia com o público é a própria Taylor Swift. Na madrugada de sexta (17) para sábado (18), a cantora postou nas redes sociais uma carta manuscrita onde se dizia "arrasada" pela morte de Ana Benevides, mas que não mencionaria o caso em suas próximas apresentações.
    Talvez seja uma questão cultural, mas os brasileiros adorariam que Ana fosse homenageada durante o show, talvez até com fotos projetadas no telão. O tributo poderia se estender a Gabriel Mongenot, o fã assassinado na praia de Copacabana. O crime, obviamente, não foi culpa da cantora nem da produtora, mas o rapaz veio de longe para assistir ao show. Alguém da produção poderia ter avisado Taylor que somos um povo emotivo, e que pegaria bem para ela lembrar no palco de seus dois admiradores mortos.
    Mas o que ela fez até agora? Incluiu a canção "Bigger Than the Whole Sky", do album "Midnights" (2022) no setlist do show de domingo (19). A letra fala de luto e perda, mas Taylor Swift não foi além disso. Tampouco enfiou a mão em seus profundíssimos bolsos para ajudar a família de Ana Benevides.
    Na noite desta segunda (20), Taylor fará seu terceiro e último show no Rio. No fim de semana que vem estará em São Paulo, para mais três shows. Isto quer dizer, entre outras coisas, que o descaso tanto dela quanto da T4F continuará na mídia. Torçamos para que a organização esteja menos caótica e que o público não sofra tanto.
    Tampouco é preciso ser um gênio de marketing para perceber que demonstrar um mínimo de compaixão e fornecer alguma ajuda financeira à família Benevides faria maravilhas para as imagens de ambos.

Disponível em: <https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/tonygoes/2023/11/descaso-da-t4f-e-de-taylor-swift-com-a-familia-de-ana-benevides-e-chocante-e-ruimpara-a-imagem-de-ambos.shtml>. Acesso em: 20 nov. 2023. 
Com relação à ideia central do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2334046 História
Entre os séculos VIII e VII a.C., com o advento da pólis, o mundo grego observou uma série de mudanças que marcaram profundamente os rumos de sua expansão civilizacional. Ainda que apresentassem formas variadas, no geral, o caráter revolucionário da pólis grega reside no estabelecimento de um tipo de modelo de organização social que descentraliza o poder das mãos da realeza e passa a investir na capacidade de organização dos homens por eles mesmos. Sobre o processo de transformação estimulado pelas pólis, analise as assertivas abaixo: 

I. A organização e a regulação das formas sociais, antes submetidas à figura do soberano, com o surgimento da pólis, passam a pertencer ao campo do debate, o que faz com que a palavra ganhe preeminência sobre todos os outros instrumentos de poder.
II. O debate e a publicização instituem a política como exercício de linguagem e permitem que o discurso mítico tome consciência de si próprio.
III. Concebida como algo sagrado, a lei escrita estabeleceu uma medida comum entre os homens e fez da justiça (diké) um negócio público.
IV. Em Esparta, havia uma instituição chamada apella, composta por magistrados eleitos por um ano que eram os guardiões da constituição (politheia). Assim, esses magistrados deveriam estar sempre prontos a atuar contra todos aqueles que pudessem ameaçá-la, mesmo que esses homens fossem gerontes ou reis.

Quais estão INCORRETAS? 
Alternativas
Q2334045 História
Analise um trecho do poema “A criança que foi morta por um soldado em Nyanga”, de Ingrid Jonker, traduzido por Maria Helena D´Eugênio: 

A criança não está morta! [...] A criança está presente em todas as assembleias e tribunais Surge aos pares, nas janelas das casas e nos corações das mães Aquela criança, que só queria brincar sob o sol de Nyanga, está em toda parte!

Ingrid Jonker foi uma poeta sul-africana que, através da arte, lutou contra a desigualdade racial em pleno regime do apartheid. O poema acima foi lido por Nelson Mandela em sua cerimônia de posse como presidente da África do Sul, em 1994, como forma de marcar a dura luta do povo sul-africano pelo fim do regime de segregação. Sobre o regime de apartheid na África do Sul, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2334044 Pedagogia
Sobre a Lei nº 11.645/2008, que torna obrigatório o estudo da história e da cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de ensino no Brasil, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2334043 História
A maior parte dos autores considera que foi no norte da Península Itálica que o Renascimento atingiu o seu auge. Entre outros fatores, foi a presença de mercadores de diferentes regiões e de uma forte burguesia, que garantia o financiamento da produção artística, que fez da Itália o contexto propício para o desenvolvimento das artes. Sobre as condições de desenvolvimento do Renascimento nas outras regiões da Europa, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2334042 História
A Guerra do Pacífico (1879-1884) foi um conflito complexo envolvendo disputas territoriais, interesses econômicos e tensões políticas entre Chile, Peru e Bolívia. Sobre esse conflito, analise as assertivas a seguir:

I. O Tratado de Limites foi um acordo assinado pelos referidos países que estabelecia a concordância em repartir as rendas provenientes dos impostos de exploração extraídos da chamada zona de mútuos benefícios até o ano de 1899. 
II. Os chilenos saíram fortalecidos do conflito, já que o país obteve um acréscimo substancial de território e se apoderou das jazidas de guano e de salitre, o que impulsionaria a sua economia pelos próximos quarenta anos.
III. O Peru perdeu a região de Taparacá e cedeu ao Chile a administração das províncias de Tacna e Arica, já a Bolívia foi destituída da importante província de Antofagasta, a única parte de seu território que tinha acesso ao Oceano Pacífico. 

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2334041 História
Sobre a Revolução Mexicana, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2334040 História
Analise as assertivas a seguir sobre os períodos de transição democrática e da nova república brasileira:

I. A campanha “Diretas Já!” expressava, ao mesmo tempo, a vitalidade da manifestação popular por uma representação autêntica e a dificuldade dos partidos de exprimir suas reivindicações, em virtude da maioria que o PDS tinha no Congresso Nacional.
II. Para manter a ordem social em um contexto de crise econômica, o Governo José Sarney lançou mão de um governo autoritário, abolindo conquistas políticas anteriores. 
III. Após a redemocratização do Brasil (1985), observaram-se mudanças econômicas significativas no país, tais como a privatização de empresas estatais em setores como os de comunicação e mineração. 

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2334039 História
O governo de João Goulart foi marcado por uma série de fatores que se desenharam antes mesmo de sua chegada à presidência, mas que, no entanto, influenciaram diretamente os rumos de seu governo. Por exemplo, houve um importante avanço dos movimentos sociais e o surgimento de novos atores políticos. Sobre a ação dessas forças sociais emergentes, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2334038 História
“A agitação negra marcou a luta contra a escravidão na sociedade brasileira. A revolta escrava, individual ou coletiva, foi o primeiro e principal instrumento de instabilidade da ordem vigente. Rebeliões, crimes contra senhores, fugas e tantas outras formas de ação escravas vivenciadas no Brasil, até quando não explicitavam esse propósito, construíram os caminhos para a falência do mundo governado por proprietários de pessoas. Ao mesmo tempo, ao fazerem circular nas senzalas notícias sobre fugas, revoltas e ideias de liberdade, aqueles que estavam no cativeiro desestabilizavam a lógica escravista” (Albuquerque, 2009). Sobre os movimentos sociais abolicionistas, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2330876 Pedagogia
Segundo Luckesi (2013), para a elaboração de um instrumento avaliativo, deve haver compatibilidade entre o que foi ensinado e o que foi aprendido nos seguintes aspectos: 
I. Conteúdos. II. Metodologia. III. Complexidade das questões.
Quais estão corretos?
Alternativas
Q2330875 Pedagogia
Antunes (2014), ao analisar as características de um sistema de avaliação completo, destaca que esse sistema:

I. É integrador e leva em consideração a diversidade cultural e linguística dos alunos.
II. Emite juízo de valor sobre as habilidades dos alunos a partir de seus desempenhos em provas e testes finais.
III. Tem uma finalidade formativa e oferece aos alunos informações sobre seus avanços e dificuldades, apontando aspectos que necessitam de maior atenção.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2330872 Pedagogia
Segundo Vasconcellos (2012), o planejamento:

I. Tem uma relação intrínseca com a prática. II. Enquanto processo, é provisório. III. É uma mediação teórico-metodológica para a ação que, em virtude de tal mediação, passa a ser consciente e intencional.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2330871 Pedagogia
Vasconcellos (2012) chama atenção que são finalidades pertinentes para os Projetos de Ensino-Aprendizagem: 

I. Propiciar a pesquisa sobre a própria prática para o educador. II. Resgatar o espaço de criatividade do educador. III. Possibilitar a reflexão do trabalho do educador.

Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
10021: A
10022: D
10023: B
10024: E
10025: B
10026: C
10027: A
10028: C
10029: B
10030: D
10031: E
10032: D
10033: D
10034: A
10035: E
10036: C
10037: A
10038: B
10039: C
10040: E