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Q3590666 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto, considerando a necessidade (ou não) de uso do acento grave (crase):

Na vida precisamos sempre de uma boa dose de malícia para o bom convívio social. Isso não significa estar todo o tempo atento ________ e comportamentos alheios, mas precaver-se de armadilhas ou de situações embaraçosas. ________ fora do círculo mais íntimo, basta que se conte o mínimo ou nada sobre projetos e planos pessoais e profissionais. Quanto _____ que se dizem nossos amigos, melhor esperar que o tempo comprove __ veracidade do vínculo.

I. as atitudes – Às pessoas – aqueles – à.
II. às atitudes – Às pessoas – àqueles – a.
III. às atitudes – As pessoas – àqueles – a.
IV. as atitudes – As pessoas – aqueles – a.
Alternativas
Q3590665 Português
Leia o texto a seguir e assinale a alternativa cuja classificação do termo em destaque esteja correta.

Em clima de celebração e orgulho, mais de 500 pessoas se reuniram no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, para a divulgação na quarta-feira (28 de junho) dos primeiros resultados do Censo Demográfico 2022, que apontaram novos dados e tendências da população e sua distribuição no território brasileiro. Mais uma vez, presencialmente ou via internet, o evento atraiu grande número de veículos e repórteres de todo o país, que produziram junto ao IBGE uma cobertura jornalística histórica. A divulgação dos resultados pelo IBGE mereceu elogios de grandes nomes da imprensa, como Mauro Paulino (Globonews), Míriam Leitão (TV Globo, O Globo) e Elio Gaspari (O Globo, Folha de São Paulo).
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/
Alternativas
Q3590664 Português
Segundo o gramático Fernando Pestana (2013, p. 215), “o prefixo vem antes do radical para ampliar sua significação e formar nova palavra”. Considerando que ele pode mudar de sentido a depender do contexto, julgue as sentenças a seguir.

I. Na palavra descobrir, des- indica ideia contrária.
II. Na palavra despedaçar, o prefixo -des significa partir, dividir.
III. Na palavra desassossego, o prefixo -des significa retornar à calmaria.
Alternativas
Q3590663 Português
Em qual das alternativas o termo em destaque pode ser classificado como objeto indireto.
Alternativas
Q3590662 Português
O texto a seguir é uma das falas finais da personagem protagonista Lisbela ao final do filme que estava assistindo com Leléu no cinema.

“No final, todo mundo sai antes de acabar o filme, aquele finalzinho ninguém gosta de ver, mas sempre fica algum casalzinho apaixonado, até o fim, e mesmo depois que o filme acabar eles vão ficar parados um tempão, até o cinema esvaziar todinho. E só depois eles vão acordar. Acordar depois de sonhar com a nossa história”. (Trecho do filme Lisbela e o prisioneiro, dirigido por Guel Arraes, lançado em 2003)

A função da linguagem predominante no texto é:
Alternativas
Q3590661 Português
Nessa última estrofe do poema Soneto de fidelidade, de Vinicius de Moraes, podem ser identificadas as seguintes figuras de linguagem:

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure. 
Alternativas
Q3590660 Português
Nesse trecho, retirado da crônica de Marina Colasanti: “A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.” Pode-se afirmar que:

I. “...para poupar a vida” é uma oração subordinada adverbial reduzida de infinitivo.
II. Em “Que aos poucos se gasta...”, a palavra que é pronome relativo e introduz uma oração subordinada adjetiva.
III. Todo o segundo período desse trecho se refere à vida, ou seja, retoma a palavra vida. 
IV. A palavra mesma nesse contexto pode ser classificada como advérbio.

Estão corretas as seguintes assertivas:
Alternativas
Q3590572 História
"Envolvidos nas suas disputas internas que levariam à decapitação de Carlos I, à República e à deposição de James II, os ingleses pouca atenção deram às suas colônias americanas. Essa "negligência salutar", como foi definida muitas vezes, implicava uma relativa liberdade de comércio [...] A partir da metade do século XVIII, existe, entretanto, uma visível mudança no comportamento colonial inglês."
(KARNAL, Leandro. Estados Unidos, liberdade e cidadania. In. PINSKY, Jaime. PINSKY, Carla Bassanezi (Org). História e Cidadania. 6. ed. São Paulo: Contexto, 2016., p138)
As razões atribuídas para a mudança da Coroa Inglesa em relação a suas colônias na América, são:
Alternativas
Q3590571 História
 "A história pode ser concebida como uma narrativa de fatos passados. Conhecer o passado dos homens é, por princípio, uma definição de história e, aos historiadores, cabe recolher por intermédio de uma variedade de documentos, os fatos mais importantes, ordená-los cronologicamente e narrá-los [...] Os historiadores, impedidos de emitir qualquer juízo de valor, mantendo-se sempre em uma atitude "imparcial" e neutra diante dos fatos, têm como objetivo "mostrar o que realmente aconteceu".
(BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo:Cortez,2004, p.140).
 Essa tendência historiográfica foi:
Alternativas
Q3590570 História
Entre os diversos documentos, atualmente utilizados para o ensino da História, em nosso país, estão os monumentos históricos. Sobre eles podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Q3590568 História
No transcorrer do período conhecido como Idade Média, um movimento intelectual denominado Renascimento caracterizou a transição da cultura medieval para a cultura moderna. Sobre o Renascimento é correto afirmar que:
Alternativas
Q3590567 História
Entre as ordens religiosas que atuaram na Amazônia, a que conseguiu reunir um maior número de terras e de índios foi a:
Alternativas
Q3590566 História
"Liberdade, igualdade e fraternidade. São esses os direitos que vão sintetizar a natureza do novo cidadão e essas as palavras de ordem dos que se amotinaram contra as opressões que há séculos viviam.
(ODALIA, Nilda. A liberdade como meta coletiva. In PINSKY, Jaime e PINSKY, Carla Bassanezi (Org). História e Cidadania.6. ed. São Paulo: Contexto, 2016, p.163).
Os direitos, acima citados, estão relacionados ao que se chama de "século da Ilustração" e vão ser assegurados a partir da:
Alternativas
Q3590565 História
"Tentar, em tais condições, chamá-los à ordem e querer, sem meios de repressão, submetê-los à ação regular da autoridade, era tarefa inútil, senão impossível de cumprir. Ufanos de sua fátua influência e poderio tornavam-se audazes, intransigentes, assomados e rancorosos: baldos de educação, além disto, embrutecia-os a ignorância agravada, tanto pelo vício da embriaguez, que lhes embotava o entendimento, como pelas insinuações de espíritos malignos que lhes açulavam as paixões. Somente isso pode explicar os atos de estolidez e desumanidade que praticam sem nenhuma justificativa plausível. [...] Parece que o movimento faccioso tinha degenerado em ódio de raças, nascido de vexames e extorsões de que se julgavam vítimas os índios, os pretos, os mestiços e seus descendentes.
(RAIOL, Domingos Antônio. Motins Políticos. Belém: UFPA,1970. v. 3. p.898).
A descrição acima, feita por Domingos Antônio Raiol, sobre os cabanos, os caracterizam como:
Alternativas
Q3590564 História
"Os africanos, quando chegaram ao Brasil, passaram a conviver com diversos grupos sociais - portugueses, crioulos, indígenas e africanos - originários de diferentes partes da África. Nesse caldeirão social tentaram garantir a sobrevivência, estabelecendo relações com seus companheiros de cor e origem, construindo espaços para a prática de solidariedade e recriando sua cultura e suas visões de mundo [....] Com isso, os africanos influenciaram profundamente a sociedade brasileira e deixaram contribuições importantes para o que chamamos, hoje, de cultura afro-brasileira."
(MATTOS, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira.1. ed. São Paulo: Contexto, 2009, p. 155) 
Uma das contribuições dos africanos foi na religiosidade e, buscando a construção desses espaços de sobrevivência, afirma-se que:
Alternativas
Q3590563 História
"Cinquenta anos em cinco" foi o slogan da campanha presidencial de Juscelino Kubitschek, em 1955.O lema propunha de forma sugestiva uma ideia que se tornou central para compreender o seu governo (1956-1961):a de que, por meio do planejamento econômico e de investimentos públicos e privados nos setores corretos da economia, era possível realizar em um mandato presidencial, então de cinco anos, a rápida industrialização do país, superando o subdesenvolvimento, a pobreza e as desigualdades sociais."
MOREIRA, Vânia Maria Losada. Um salto para o futuro. Revista Nossa História. Ano 2/nº 23. Setembro de 2005, p.14)
Esse projeto ficou conhecido como:
Alternativas
Q3590562 Pedagogia
Sobre a diversidade na educação, não é correto afirmar que:
Alternativas
Q3590556 Pedagogia
Considerando os componentes do processo de ensino, assinale a alternativa que define "objetivo".
Alternativas
Q3590533 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
A relação "coletivo e elemento" agrupado não está adequada em:
Alternativas
Q3590527 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Assinale a alternativa em que há, sequenciadas, palavras com dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico.
Alternativas
Respostas
8941: B
8942: A
8943: B
8944: C
8945: D
8946: A
8947: C
8948: D
8949: D
8950: A
8951: B
8952: D
8953: C
8954: B
8955: B
8956: D
8957: D
8958: D
8959: D
8960: B