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I Os marcos legais e regulatórios da educação étnico-racial, por exemplo, as Leis n° 10.639/003 e 11.645/008 resultam de posicionamentos ideológicos da esquerda brasileira em consonância com os radicalismos do Movimento Negro.
II Há destaque para uma História do Brasil não eurocêntrica e para o papel dos africanos na construção da nação e da identidade nacional.
III Ficaram apenas nas intenções, sem que tenham produzido alterações nas escolas, nos governos ou no material didático.
IV Defende-se a valorização do pensamento afrodiaspórico e da decolonialidade, ou seja, questiona-se a hierarquização entre as etnias e as opressões colonialistas.
Estão corretas apenas as proposições
A nucleação das escolas quilombolas contribui para a redução das desigualdades educacionais, fornecendo um ensino mais inclusivo e sensível às necessidades das comunidades quilombolas.
A educação quilombola, em virtude de suas lutas e conquistas históricas, alcançou um status de plena autonomia, desvinculando-se das estruturas educacionais estatais e adotando um modelo de ensino auto-gerido, que preserva suas tradições culturais e conhecimentos ancestrais.
Ao centralizar a educação dentro das comunidades quilombolas, essas escolas quilombolas podem adaptar os currículos e métodos de ensino para refletir as realidades locais, incluindo aspectos culturais, históricos e linguísticos específicos.
A educação quilombola é plenamente integrada ao sistema educacional nacional, refletindo uma equidade total entre todas as comunidades educacionais do país.
A nucleação de escolas quilombolas é uma estratégia que promove a segregação étnica nas comunidades, exacerbando as divisões sociais.
Além de transmitir conteúdos curriculares, a Pedagogia Crioula busca desenvolver habilidades cognitivas e sociais nos alunos. Ela estimula o pensamento crítico ao questionar estereótipos e promove reflexões sobre a história, a identidade e as relações de poder.
A Pedagogia Crioula não é uma abordagem estática, senão dinâmica e sensível às particularidades de cada contexto. Ela reconhece que as comunidades afrodescendentes são diversas e têm necessidades e realidades distintas.
Em relação ás políticas públicas destinadas ao povo quilombola do Brasil, de um modo geral, existe uma dificuldade por parte dos governos em estabelecer metas de cumprimento das mesmas, e, na maioria das vezes, as mesmas são ausentes ou insuficientes para atender todas as comunidades.
Quando falamos em pedagogia crioula, nos atemos a uma abordagem segregacionista, que exclui outras culturas e perspectivas do ambiente educacional.
Ao se referir ao quilombo e às pessoas que o compõem, podemos dizer que a presunção de ancestralidade negra estabelecida pela Instrução Normativa do INCRA auxilia nos processos de reconhecimento e titulação de terras quilombolas.
A principal característica política do feudalismo era a centralização do poder. O rei tinha total autoridade sobre os senhores feudais e os militares. Esses fatores combinados resultaram em uma estrutura política que fortalecia a autoridade central do rei.
Em 23 de fevereiro de 1917 (1 de maio no calendário gregoriano), os trabalhadores de Petrogrado (atual São Petersburgo) organizaram uma marcha inicialmente para comemorar o Dia Mundial do Trabalho e protestar contra a escassez de pão e más condições de vida. Essa marcha transformou-se em um grande protesto que levou à abdicação do czar Nicolau II, marcando o início da Revolução Russa de 1917.
O Império Bizantino, durante grande parte de sua história, enfrentou conflitos com forças islâmicas. O evento culminante foi a queda de Constantinopla em 1453, quando as tropas otomanas, lideradas por Maomé II, conquistaram a capital bizantina, marcando o fim do Império Bizantino.
Em 30 de abril de 1864, a freguesia de Santo Antônio do Salgueiro, localizada na cidade de Salgueiro, Pernambuco, foi elevada à condição de município, tendo como primeiro intendente o Major Raimundo de Sá, filho do Coronel Manuel de Sá.
Os Fenícios foram dominados pelo Império Persa, após a conquista da região por Ciro, o Grande, em meados do século VI a.C. Eles permaneceram sob domínio persa até a chegada de Alexandre, o Grande, que iniciou sua campanha contra o Império Persa e conquistou a Fenícia em 332 a.C. A invasão de Alexandre marcou o fim do domínio persa na região e a incorporação da Fenícia ao seu império.
A Revolução de Outubro de 1917 resultou na instalação do Conselho dos Comissários do Povo pelos bolcheviques, que implementaram mudanças econômicas radicais, assinaram um tratado de paz com a Alemanha e instituíram o unipartidarismo, levando a um governo autoritário que se distanciava dos ideais de igualdade e liberdade.
Em meados da década de 1860, surgiram no Brasil associações abolicionistas inicialmente elitistas, formadas por segmentos da elite que se opunham ao sistema escravista. Com o tempo, essas associações se popularizaram e, no final da década de 1880, passaram a incluir uma ampla gama de participantes, como mulheres, pessoas negras e até mesmo escravizados, refletindo a diversificação e democratização do movimento abolicionista e a crescente mobilização social contra a escravidão.
Durante a Antiguidade Oriental, os Fenícios, originários dos povos semitas, eram grandes conquistadores e possuíam um exército organizado.