Questões de Concurso Comentadas para professor - história

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Q3400825 Segurança da Informação
Uma das formas de aumentar o nível de segurança na navegação da internet é:
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Q3400824 Noções de Informática
A respeito das medidas de segurança na navegação na internet, analisar as afirmações a seguir:

I. É recomendado manter os softwares de navegação sempre atualizados.
II. É importante definir Passwords diferentes para diferentes contas que são utilizadas na internet.
III. Uma das formas comuns de apanhar vírus é baixando ficheiros aparentemente confiáveis na internet.

Está(ão) Correto(s):
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Q3400813 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
Alternativas
Q3400812 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um adjetivo desempenhando a função de advérbio.
Alternativas
Q3400811 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um substantivo dotado de um significado coletivo.
Alternativas
Q3400810 Português
Analise as sentenças a seguir quanto às formas verbais empregadas. Assinale a alternativa em que ocorre um verbo em forma nominal.
Alternativas
Q3400809 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
As palavras “encaracolando” e “desencaracolando” são ambas formadas pelo(s) processo(s) de formação: 
Alternativas
Q3400808 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”.” As palavras “dali” e “aí”, que ocorrem no excerto dado, funcionam como elementos: 
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Q3400807 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho (...)”. A palavra que melhor substituí “tosco”, no contexto indicado, é:
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Q3400806 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “(...) como fazia todos os domingos (...)”, o sentido do verbo “fazer”, conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, indica uma ação:
Alternativas
Q3400805 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O julgamento do sacristão em relação ao velho indica que ele:
Alternativas
Q3400804 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O final da narrativa permite concluir que o personagem do velho era:
Alternativas
Q3399800 Pedagogia

Sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - Fundeb:



I- É um fundo especial, formado por 27 fundos (26 estaduais e 1 do Distrito Federal) que são compostos basicamente por contribuições dos Estados e dos Municípios.


II- A União complementa os recursos dos Fundos numa porcentagem fixa, independentemente se alcançam um valor capaz de garantir uma educação básica de qualidade mínima.


III- Atua como um mecanismo de redistribuição desses recursos, levando em consideração o tamanho das redes de ensino e, dessa forma, buscando equalizar as oportunidades educacionais do país.


IV- A educação básica abrange os ensinos fundamental e médio.



Estão corretas as afirmações contidas em: 

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Q3399798 Pedagogia

A escola que os alunos da Educação de Jovens e Adultos têm em seu imaginário, nem sempre é aquela com que se deparam nos primeiros dias de aula. Nesses casos, esperam encontrar um lugar onde predominam aulas expositivas, com pontos copiados da lousa, onde o professor é o único detentor do saber e transmite conteúdos que são recebidos passivamente pelo aluno. [...] Muitos, ao se depararem com uma aula na qual são convidados a pensar juntos, em grupo, a aprender com a música, a poesia, o jornal, a fazer matemática com jogos e cálculos diversos, construir projetos, estranham, resistem e acreditam não ser esse o caminho para aprender o que a escola ensina. Neusa, uma aluna de EJA, descreve bem esse quadro:



“Na primeira semana de aula, eu estava muito assustada, não entendia nada, tudo era diferente. Cheguei até a pensar em desistir, mas criei coragem e continuei, e hoje estou muito feliz”.



Este cenário poderá ser transformado na medida em que:

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Q3399796 Pedagogia
Para que a aprendizagem ocorra com sucesso, são necessárias regras, normas, organização escolar, enfim, um ensino de qualidade com responsabilidade. É preciso entender, por meio da conscientização, reflexão e sensibilização, o como e o porquê o aluno deve realizar algo e não é sua obediência cega que tornará efetivo seu desenvolvimento. Quando ocorrer a indisciplina, ela não pode ser encarada apenas como um desrespeito às regras, mas sim, ser refletida como uma forma de: 
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Q3399795 Pedagogia
O trabalho pedagógico do professor deve estar em função dos alunos e seu poder é legitimado como autoridade sempre que seus alunos o reconhecem como autoridade, que age com sabedoria e compromisso com o seu trabalho. Caso contrário, se resolver valer apenas a sua vontade, não exercerá sua autoridade e sim, autoritarismo. Por autoridade, entende-se:
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Q3399794 Pedagogia

A aprendizagem ocorre por meio da mediação do professor que atua como ponte entre o conhecimento e o aluno. Diálogos, intervenções e questionamentos, permitem que o professor seja um facilitador da aprendizagem, enquanto o aluno deve desenvolver a autonomia de estudar para apreender o conhecimento de novas capacidades. Algumas posturas do professor sugeridas por estudiosos, permitem que a prática pedagógica cercada pelo trabalho em equipe, participação e criatividade favoreçam a autonomia. Veja as ações abaixo:



I- Favorecer situações em classe nas quais o aluno se sinta à vontade para expressar suas opiniões, seus pontos de vista e seus sentimentos.


II- Determinar com a classe a única solução proposta pelo livro didático dos problemas trabalhados com um determinado conteúdo.


III- Respeitar e fazer respeitar diferenças de opiniões.


IV- Demonstrar que há somente uma explicação para um mesmo fenômeno observado.


V- Relacionar os temas estudados com as vivências dos alunos.



Os itens que favorecem o sucesso da prática pedagógica são:

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Q3399793 Pedagogia
Para que a aprendizagem realmente aconteça, ela precisa ser significativa para o aluno, envolvendo-o como pessoa. Então, para que o professor proporcione aulas significativas, é necessário:
Alternativas
Q3399792 Pedagogia

A didática busca responder ao porquê, para quê e como ensinar, além de abranger uma complexidade de temas relacionados ao ensino que auxiliam no trabalho do professor. Tomando por base como o professor ensina, de acordo com alguns autores, existem três tipos de professor: o transmissor de conteúdo, o professor-facilitador e o professor mediador. Veja as características a seguir:



( ) O professor tenta variar mais os métodos de ensino. Alguns deles se preocupam, realmente, com as características individuais e sociais dos alunos, procuram conhecer as experiências dos alunos e tentam investir no bom relacionamento com os educandos. Avaliam a aprendizagem dos alunos por meio de respostas memorizadas e de repetição.


( ) O professor busca formas e meios diferentes para avaliar o aluno. Ensina/estimula o aluno a estudar, a refletir, a criar seu próprio conhecimento e a ser crítico, resultando na conexão dos conteúdos com a realidade em que vive. Está atento e busca entender seu papel diante da sala de aula, é um orientador e facilitador que vai auxiliar o aluno na aprendizagem e que o leva à reflexão dos conhecimentos que serão abordados nas aulas, tornando-o o próprio sujeito do seu conhecimento.


( ) O professor não permite que o aluno dê conta de explicar uma ideia, uma definição, com suas próprias palavras, nem na sala de aula nem fora dela. A participação do aluno é pouca, e alunos desses professores não aprendem permanentemente, ou seja, não sabem lidar por si só com os conhecimentos, não apreendem os conceitos, o modo de pensar e raciocinar



Relacionando os atributos acima às denominações de professor Transmissor, Facilitador e Mediador, a alternativa que responde correta e respectivamente é:

Alternativas
Q3399791 Português

Instrução: Considere o excerto da música a seguir para responder à questão.


Óculos

Os Paralamas do Sucesso



Por que você não olha pra mim?

Me diz o que é que eu tenho de ____ (MAU / MAL).

Por que você não olha pra mim?

Por ______ (TRÁS / TRAZ) dessa lente tem um cara legal.



Vianna, HERBERT. Óculos. Disponível em: < https://www.letras.mus.br/osparalamas-do-sucesso/47956/>. Acesso em: 09 fev. 2024. 09)

Com base nas regras gramaticais, marque a opção que completa corretamente as lacunas nos versos 02 e 04 da música:
Alternativas
Respostas
5861: B
5862: E
5863: C
5864: C
5865: D
5866: A
5867: A
5868: E
5869: D
5870: C
5871: B
5872: C
5873: D
5874: B
5875: C
5876: D
5877: C
5878: A
5879: B
5880: D