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Leia as afirmativas a seguir:
I. Na seguinte frase, não há um substantivo: a casa é verde.
II. No trecho "Já fecharam a urna funerária", o vocábulo "urna" é classificado como pronome reflexivo.
III. O termo "enxame" é um verbo.
IV. A grafia do verbo seguinte está correta: correr.
Marque a alternativa CORRETA:
Eu assisti o filme em casa.
Qual o vício de linguagem que há na frase?
I. Seu aproveitamento pode ser feito pela combustão direta, por processos termoquímicos ou biológicos. II. No Brasil, óleos vegetais e bagaço de cana dão origem à energia elétrica. III. Pode se transformar em biocombustíveis.
Quais estão corretas?
I. As principais projeções são classificadas de acordo com a figura geométrica utilizada para representar a superfície terrestre: cilindro, cone e plano. II. Há distorções em todas as projeções, sendo que em cada uma se prioriza uma determinada propriedade: a área, a escala ou o fuso horário. III. A Projeção de Peters é considerada uma projeção conforme, pois prioriza a forma e o contorno dos continentes e oceanos.
Quais estão corretas?
“...o que se deseja é que a Educação do Campo não funcione como um mecanismo de expulsão das populações campesinas para as cidades, mas que ofereça atrativos àqueles que nele desejarem permanecer e vencer”.
(Edla de Araújo Lira Soares, relatora, Diretrizes operacionais para a educação básica nas escolas do campo. In Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral e 2002. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013. p. 288)
Para que se cumpra a máxima acima mencionada e a Educação do Campo deixe de ser um mecanismo de expulsão das populações campesinas para as cidades, é preciso cumprir as diretrizes nacionais da política pública para a educação básica nas escolas do campo, que neste documento prioriza ações de
I. Conhecer apenas a organização do espaço geográfico e o funcionamento da natureza e suas relações. II. Identificar e avaliar as ações dos homens em sociedade e suas consequências em diferentes tempos e espaços para construir referenciais que possibilitem uma participação propositiva e reativa nas questões socioambientais locais. III. Conhecer e saber utilizar procedimentos de pesquisa da Geografia para compreender o espaço, a paisagem, o território e o lugar, seus processos de construção, identificando suas relações, problemas e contradições. IV. Saber utilizar a linguagem cartográfica para obter informação e representar a espacialidade dos fenômenos geográficos. V. Valorizar o patrimônio sociocultural e respeito a unidade, reconhecendo-a como um direito dos povos e indivíduos e um elemento de fortalecimento da democracia.
PONTUSCHKA, N.N. (et.al) Para ensinar e aprender geografia. 2ª edição. São Paulo: cortez editora. 2007. Pág. 81-82.
Em linhas gerais, foram estes os mecanismos que criaram a sociedade dos não-cidadãos brasileiros durante o período
Observe a imagem.

(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/03/1868250-acesso
a-rede-de-esgoto-ainda-deixa-de-fora-a-metade-dos-brasileiros.shtml)
Para Cavalcanti (2008), imagens como essa mostram
que os problemas ambientais nas grandes cidades
brasileiras
Leia a letra da música.
O Bom Filho a Casa Torna
João do Vale
Eu vou contar seu moço
Por que deixei meu sertão
Não foi por falta de inverno
Não foi pra fazer baião
É que todo sertanejo
Sempre tem essa ilusão
Conhecer cidade grande
Põe nas costas um matulão
Pensa que cá na cidade
Não existe exploração
Óia os bens que eu deixei
Um roçado de algodão
Bem cheinho de mandioca
De arroz e de feijão
Mas também só na mulher
É que eu não tinha sócio não
Com apoio das orientações dos PCNs, o professor de
Geografia pode utilizar a música/letra como ponto de partida para discutir os seguintes temas:
Observe a imagem.

(https://www.revistafatorbrasil.com.br/imagens/fotos2/coca_cola_copa14)
Com base na imagem, o professor pode, na perspectiva
de Cavalcanti (2008), abordar os seguintes aspectos da
globalização:
A autora define os atributos do conceito de
I. Nos últimos 20 anos, o crescimento anual da produção de soja no Brasil foi de 3,5 milhões de toneladas, o que representa um incremento de 13,4% a cada ano. A produção brasileira saltou, na safra 1996/1997, de 26 milhões de toneladas para 95 milhões de toneladas, na safra 2015/2016. De acordo com avaliação da Embrapa Soja, o incremento na produção brasileira tem relação direta com o aumento da produtividade e da área cultivada. A área cresceu um milhão de hectares por ano e o aumento da produtividade foi de aproximadamente 34 kg por hectare por ano.
(https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/25242861/ producao-de-soja-no-brasil-cresce-mais-de-13-ao-ano)
II. O debate sobre o uso de agrotóxicos ganhou um novo capítulo, e ele não é bom para o Brasil. Estudo inédito revelou o abismo que existe entre a legislação brasileira e a da União Europeia sobre o limite aceitável de resíduos na água e nos alimentos. A contaminação da água é o que mais chama a atenção, com a lei brasileira permitindo limite 5 mil vezes superior ao máximo que é permitido na água potável da Europa. No caso do feijão e da soja, a lei brasileira permite o uso no cultivo de quantidade 400 e 200 vezes superior ao permitido na Europa.
(http://reporterbrasil.org.br/2017/11/ agrotoxicos-alimentos-brasil-estudo)
Com base nos PCNs, o professor de Geografia pode utilizar esses textos para abordar as seguintes temáticas:
Observe a imagem.

(https://tab.uol.com.br/desigualdade-social)
Para Cavalcanti (2008), o espaço urbano que vem sendo moldado pela desigualdade social no Brasil produz