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ALMEIDA, R. D. Novos rumos da cartografia escolar: currículo, linguagem e tecnologia. São Paulo: Contexto, 2011.
Não raro, no Colégio Pedro II, há estudantes com deficiência visual em turmas regulares, majoritariamente compostas por estudantes normovisuais. Nesse contexto, o uso de linguagem cartográfica exige adaptações.
Para este fim, ainda que se reconheçam – desde a produção até seu uso pedagógico – diversas dificuldades e limitações nessa estratégia, recomenda-se a produção de maquetes e mapas táteis que
O debate acerca de melhores soluções técnicas no tratamento dos rios já é difundido tanto internacionalmente quanto no Brasil, abarcando conhecimentos de engenharia, urbanismo, geografia etc. No entanto, certos agentes da produção do espaço urbano nas cidades brasileiras seguem optando por intervenções que apresentam mais impactos negativos do que positivos, sobretudo no que se refere à qualidade do ambiente urbano.
A figura a seguir ilustra alguns efeitos da canalização sobre os rios urbanos:

GORSKI, M. C. B. Rios e cidades: ruptura e conciliação. São Paulo: Senac, 2010. p. 69 (adaptado).
Assinale a alternativa que indica:
I – dois impactos negativos sobre rios após a canalização; e
II – práticas espaciais de um agente produtor do espaço urbano na sua relação com o
ambiente.
Apesar de os termos países “desenvolvidos”, “em desenvolvimento”, “emergentes” ou até mesmo “de primeiro mundo” ou “de terceiro mundo” serem recorrentes e amplamente utilizados, não existe uma definição ou critérios únicos para identificá-los. [...] Um dos critérios comumente usados para classificar os países é o econômico, baseado na ideia de que a riqueza está ligada ao desenvolvimento. Assim, pode-se considerar um país desenvolvido quando sua renda per capita atinge um determinado patamar. [...] Um dos critérios mais sofisticados para definir desenvolvimento é o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), calculado pela ONU para medir os avanços de cada país não somente na economia, mas em critérios como saúde e educação. Por este critério, o Brasil aparece em 75º lugar num ranking mundial, no grupo de países considerados de “alto desenvolvimento humano”, com um índice de 0,813 em uma escala que vai de 0 (menor desenvolvimento humano) a 1 (maior desenvolvimento humano).
Classificação de desenvolvimento dos países reflete falta de critério unificado.
Disponível em: https://www.bbc.com. Acesso em: 6 set. 2022 (adaptado).
A respeito do fragmento acima, assinale a alternativa que contenha: (1) uma abordagem geográfica
sobre critérios de classificação dos países do mundo e (2) uma crítica ao “desenvolvimento” como
parâmetro de regionalização.
1. O colonialismo e a implantação da moderno-colonialidade (do século XV-XVI ao século XVIII... até hoje);
2. O capitalismo fossilista e o imperialismo (do século XVIII ao início do século XX... até hoje);
3. O capitalismo de Estado fossilista fordista (de 1930 aos anos de 1960-70... até hoje);
4. A globalização neoliberal ou período técnico-científico-informacional (dos anos de 1960 até hoje).
PORTO-GONÇALVES, C. W. A globalização da natureza e a natureza da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011
Tendo em vista a análise do autor e sua periodização, é correto afirmar que, no período da globalização neoliberal,

Disponível em: https://www.adorocinema.com. Acesso em: 19 set. 2022. 7
O filme O menino que descobriu o vento oferece uma visão alternativa ao imaginário mais comum sobre a África. Ao contrário da imagem de um continente marcado apenas por guerras, fome e miséria, ele retrata a criatividade de um menino que, apesar das dificuldades, recorre à ciência na busca por uma solução para o problema ambiental que atinge sua comunidade.
Atualmente, há grandes projetos e iniciativas na África que procuram evitar as mudanças climáticas e dar respostas à questão ambiental, dentre os quais se destaca
SILVA, J. M. Introdução In: SILVA, J. M. (Org.). Geografias subversivas: discursos sobre espaço, gênero e sexualidades. Ponta Grossa: Todapalavra, 2009.
A produção do conhecimento científico e o fazer geográfico têm sido marcados, ao longo do tempo, pelos parâmetros da ciência moderna. Novos métodos e epistemologias, tributários em grande parte o debate feminista, tensionam o papel de professores(as) e pesquisadores(as) quanto à pretensa objetividade e neutralidade dos saberes acadêmicos.
Nesse sentido, em seu fazer geográfico, os(as) professores(as)-pesquisadores(as) devem observar que a produção de conhecimento pressupõe
Em O pensamento geográfico brasileiro, Ruy Moreira (2008) oferece novas perspectivas de compreensão da história do pensamento geográfico, recorrendo ao conceito de matriz de pensamento, o qual foi elaborado à luz de sua crítica ao que denomina como a tradição de escolas e a tradição de geografias setoriais, conforme explicitado na passagem a seguir:
A Geografia tem a tradição da escola. Escola francesa, escola alemã, escola norteamericana. Cada escola é um país, cada país é uma escola. Talvez se flagre aqui o vínculo da Geografia com o Estado [...] que a crítica recente combateu acerbamente. O defeito da escola é a supressão dos seus pensadores: há o chefe de escola e seus discípulos. Mesmo quando estes são pensadores originais, são seus continuadores.
Ao lado da tradição das escolas vicejam o que podemos chamar de geografias setoriais. Por esse prisma, há o geógrafo urbano, o geógrafo agrário, o geomorfólogo... O defeito desse modelo é o abandono da prática de pensar o todo, que, mesmo que fosse um pedaço regional, fazia a fortuna da tradição das escolas. E o ilhamento do geógrafo nos seus compartimentos fechados.
Uma terceira tradição, entretanto, existe, obliterada e dissolvida dentro das outras duas: a do geógrafo criador de matriz de pensamento. Imbuídos seja de uma tradição ou de outra, não nos damos conta de que cada geógrafo se distingue do outro por sua forma própria de pensamento.
MOREIRA, R. O pensamento geográfico brasileiro: as matrizes clássicas originárias.
São Paulo: Contexto, 2008. v. 1.
Considerada a perspectiva do autor, é correto afirmar que
Assinale a alternativa que apresenta um conceito geográfico que auxilia no entendimento desta incorporação nas últimas décadas e características deste processo.
Com base no debate sobre o conceito apresentado pelo autor, é correto afirmar que as redes são
Acerca dos solos no Brasil, é correto afirmar que
Assinale a alternativa que indica as características das monções e um impacto das mudanças do clima previsto para essas regiões.
1. Em “Sua boca é um cadeado e meu corpo é uma fogueira” (Chico Buarque), temos presença de metáfora.
2. Em “Embora tenhamos cumplicidade, não podemos revelar nossos segredos”, temos uma coesão estabelecida por conjunção que denota sentido de concessão em oposição à oração principal.
3. Em ” Tristeza não tem fim/Felicidade sim (…)” (Vinícius de Moraes), temos o uso de paradoxo, nas palavras: “tristeza e felicidade”.
4. Em “José chegou triste! Não lhe faltou consolo” não há o uso de elemento para estabelecer coesão. As orações estão apenas justapostas.
5. Em “Seu olhar era doce e macio!”, as palavras “doce e macio” emprestam à frase uma figura de linguagem chamada sinestesia.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
( ) O texto usa a palavra leque para, em linguagem conotativa, narrar uma passagem acontecida com a personagem.
( ) O leque nos revela o pensamento da personagem, ora de ausência, ora de tranquilidade, ora de inquietação.
( ) A expressão “mil asas de pardal” sugere uma nova excitação na mente da personagem, tomada provavelmente por uma nova ideia ou raciocínio.
( ) A palavra “leque” ocupa na organização do texto sempre o complemento de uma ação feita pela personagem.
( ) A coesão entre os períodos do texto acontecem com ideia de adição e concessão ao longo do texto.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Para responder a questão, leia a primeira estrofe da poesia “Versos Íntimos” de Augustos dos Anjos:
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de sua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável! (…)
Para responder a questão, leia a primeira estrofe da poesia “Versos Íntimos” de Augustos dos Anjos:
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de sua última quimera.
Somente a Ingratidão – esta pantera –
Foi tua companheira inseparável! (…)
( ) O autor fala do fim da esperança e dos sonhos.
( ) O verbo “assistir” mostra que não havia espectador para o enterro da última quimera, ou seja, ninguém a testemunhou.
( ) O texto apresenta uma constatação, uma certeza do enunciador já a partir do primeiro verbo.
( ) O leitor está sendo tratado por “você” ao longo da estrofe.
( ) A palavra “formidável” indica um lamento, um sentimento de tristeza, pois o ser humano só pode contar com a solidariedade dos animais.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1. O texto tem caráter de recomendação, ou injuntivo, a partir do momento que dá conselhos de culinária ao leitor.
2. Verbos estão sendo usados no modo imperativo e usam a afirmação.
3. O leitor, como interlocutor, está sendo tratado por “você”.
4. O autor busca convencer seu leitor a uma ação, a partir de seu conhecimento.
5. O autor oculta-se nas ordens que transmite.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A beleza é um grito, é um fruto, a beleza é um vício, é um mergulho vivo - no infinito.
(Romano A. Sant’anna in: Os melhores poemas)
Assinale a alternativa correta, considerando o texto.