Questões de Concurso Comentadas para professor - geografia

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Q3315650 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
O gênero textual predominante em “Os impactos da inteligência artificial na educação” é:
Alternativas
Q3315649 Português
Leia o Texto I a seguir para responder à questão.


Texto I


Os impactos da inteligência artificial na educação


Pesquisas e debates estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além de eventuais riscos


A Inteligência Artificial (IA), embora ainda seja considerada uma ‘caixa misteriosa’ por alguns estudiosos, já tem promovido impactos em vários segmentos sociais – inclusive na educação. Pesquisas e debates em massa estão sendo feitos para descobrir como o recurso pode contribuir para o aprendizado em sala de aula, além dos riscos que apresenta, caso seja utilizado incorretamente. É difícil ter uma definição única sobre a IA, devido às constantes atualizações e à multidisciplinaridade que ela propõe. Mas, a partir de uma conceituação básica, consiste em permitir nada menos que a simulação da inteligência humana. Já é possível encontrá-la no dia a dia, a exemplo dos aplicativos de monitoramento do trânsito em tempo real – que ainda sugerem as melhores rotas a serem feitas – e dos robôs que atendem os clientes em sites de bancos, imobiliárias, grandes lojas de departamento, entre outros.

Outra ferramenta à base de IA e que “viralizou” em 2023 foi o ChatGPT. Criado em um laboratório norte-americano de pesquisas em inteligência artificial, ele tem a capacidade de responder a diversas questões por meio de uma conversa. Em alguns casos, consegue até solucionar problemas matemáticos e criar do zero letras de músicas similares ao estilo de um determinado artista.

No processo educacional também existem algumas aplicabilidades desses recursos tecnológicos, apesar de estarem caminhando com passos lentos na área. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a inteligência artificial pode ser relevante em duas frentes: na personalização da aprendizagem e melhoria do desempenho do aluno e em sistemas de gestão escolar. Além disso, a entidade defende que a IA também é capaz de promover uma aprendizagem colaborativa.

Professora do curso de Pedagogia e Licenciaturas do Centro de Educação, Filosofia e Teologia (CEFT) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Ana Lúcia de Souza Lopes dá exemplos práticos de como esses benefícios podem ser conquistados. Segundo ela, uma das ferramentas em evidência é a robótica de telepresença, que pode ser aplicada no caso de estudantes doentes ou com limitações físicas e mentais. O objetivo é que eles mantenham a continuidade do aprendizado sem sair de casa. Para ela, é possível investir em muitas frentes. "A partir disso, consegue levar para esse estudante um ensino mais personalizado. E, sabendo do que ele precisa, o docente pode investir em atividades e conteúdos sobre aquela lacuna no aprendizado. Isso contribui para o desempenho individual”, indica.

A especialista também sugere o uso de plataformas que ajudem os alunos — do ensino fundamental ao superior — a tirar dúvidas, especialmente quando estiverem sozinhos e querendo aprender os conteúdos de uma forma mais lúdica. Ela cita ainda o uso do ChatGPT, por exemplo, em dinâmicas de grupo, para estimular o debate e o pensamento crítico. “Os testes mostraram que o ChatGPT se torna muito mais preciso se a pessoa souber fazer as melhores perguntas. Nesse sentido, torna-se interessante, porque o aluno não precisa decorar as informações, mas sim saber pensar. Ele precisa saber raciocinar, e a própria IA pode favorecer isso para o aluno. Se o professor começa a instigar que eles pensem em soluções complexas, em saber fazer a melhor pergunta, pode ser valioso”, avalia.

Para a professora da Mackenzie, a IA ainda propicia outros resultados educacionais positivos, como expansão dos conhecimentos para outras áreas; aperfeiçoamento em solução de problemas; dinamização do trabalho do professor; e domínio da tecnologia, algo considerado importante para o mercado de trabalho. Com esses objetivos em mente que a Multivix incorporou, desde a região Norte até o Sul do Espírito Santo, várias ferramentas de ponta para o corpo discente e docente.

O diretor-executivo da instituição, Tadeu Penina, destaca um aplicativo que tem quase todos os serviços acadêmicos na palma da mão dos alunos. Nele, é possível acessar o ambiente de ensino on-line, as aulas virtuais, a biblioteca digital, o portal de emprego e estágio e até falar com a assistente virtual “Malu” – o chatbot da instituição — que é capaz de atender a diferentes solicitações. “Testes estão sendo realizados para que os professores possam realizar a chamada (conferência de frequência do aluno em sala de aula) através da funcionalidade de ‘check-in na aula’ usando a tecnologia de georreferenciamento”, conta.

E a expectativa, segundo prevê o diretor, é que novos investimentos sejam feitos em conteúdos interativos e laboratórios virtuais que possibilitem ao aluno ter uma experiência diferenciada de inovação.Na Multivix, continua Penina, a tecnologia está presente desde a chegada do aluno às unidades com a utilização da carteirinha digital até o acesso a laboratórios de ensino virtuais. "Portanto, acreditamos na tecnologia como um ativo para alunos e professores."

O diretor regional do Senac Espírito Santo, Richardson Schmittel, aponta que, embora as discussões sobre inteligência artificial estejam em alta somente nos últimos anos, os instrutores da instituição de ensino vêm aplicando diversos recursos dessa tecnologia para facilitar as atividades diárias.

“É comum ouvirmos muitas críticas em relação a esses recursos de IA, mas pouco se reflete. Avalio que, para um indivíduo adquirir um conhecimento, ele precisa de um desafio. Para isso, é preciso fazer perguntas certas à inteligência, organizar e analisar as informações que lhe são fornecidas, uma vez que a racionalidade só é alcançada por meio de experiências”, analisa Schmittel.

E ele reforça observações feitas pela educadora Ana Lúcia de que o recurso não deve ser usado para fornecer respostas prontas ao estudante, e sim para proporcionar experiências e recursos pedagógicos. “Para isso, no entanto, é fundamental a devida formação do profissional que vai instruir esses alunos”, alerta.

O Senac, por exemplo, conta com laboratórios de tecnologia e inovação e iniciativas que utilizam a IA para gerar códigos de linguagem de programação, e como suporte como suporte de produção de textos, imagens e materiais artísticos que ajudam nas atividades realizadas nos cursos ofertados pela instituição.

Os limites de uso da nova tecnologia

Com inúmeras possibilidades ainda a serem exploradas, a mestre em Educação Jane Haddad pondera que não é possível esconder as incertezas quanto a uma ferramenta que é nova e promoverá impactos significativos na educação. Para ela, será preciso muito cuidado, sobretudo com os limites éticos. A especialista acredita ainda que já não é possível ignorar a IA – e nem mesmo recomendado.

“Essa tecnologia pode encurtar muitos caminhos, mas pode também fazer muitos estragos. No contexto atual, é essencial desenvolvermos uma atitude responsável, levando em consideração não apenas a eficiência e o desempenho, como também as implicações éticas, sociais e emocionais dessas ferramentas que interagem e impactam diretamente a vida de todos nós”, destaca.

Cleonara Maria Schwartz, doutora em Educação e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), levanta a discussão sobre os plágios que podem ser feitos com o ChatGPT. Muitos estudantes, conforme explica, já estão usando o site para produzir os textos pedidos em sala de aula, sem verdadeiramente se aprofundarem no tema.

“Virou uma das maiores preocupações dos docentes, pois esse processo não envolve nenhuma reflexão. A aprendizagem é interrompida. A máquina faz para eles, impedindo-os de se colocar de uma maneira reflexiva no que foi proposto”, ressalta. Esse problema pode ser driblado, conforme ela defende, a partir de um trabalho mais focado em experiências reais, seja aquelas vividas dentro das escolas e das faculdades, seja fora delas. 

“Não podemos abrir mão da escrita e da leitura, mas quando peço um texto, exploro alguma vivência em sala de aula, porque disso o robô não participou. Porém, se o que eu falo é repeteco do que ele lê, se tudo diz a mesma coisa, abrem-se brechas para esse ‘copia e cola’”, constata Cleonara.

[...]


Fonte: https://www.agazeta.com.br/educares/os-impactos-da-inteligencia-artificialna-educacao-0923
A ideia central do texto é:
Alternativas
Q3312687 Pedagogia
Azeveto ha'e Caixeta, 2009 re onhembo'ea py omoin va'ekue, va'eri agy reve, oexa 53 kyringue'i (32 kunha'i a'e 21 ava'i), etnia Karajá va'e. Oexa va'e kuery oexa kuri oikoa py oguereko arami Transtorno de Déficit de Atenção há'e Hiperatividade (TDAH), a'e 13 kyringuei tekoa pegua.Oexa ombo'ea guarabi nhembo'eapy, onhemboe axy vae: 
Alternativas
Q3312684 Pedagogia

A Jaguera'a va'erã mitã guarani haxu'ia onhembo'e aguã a'e (desafiante),são mares turbulentos, a'e já axava'erã, nhembo'e re'egua ombojerava haxy nhande vype, a'e já hupyty peve teko re'egua, (inclusão) ijaivu, (Silva e Muller,2023). Mba'exagua a'e anhetegua.



l.A visão acerca do Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhande guarani py. pode variar de acordo com a cultura e as crenças de cada grupo.


ll.Para melhor inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), nhanhebo'ea nhande reko re'egua.


lll.As ações para a inclusão de uma criança com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), a'e nhanhebo'ea nhande reko re'egua, okotevẽ já exa pavê omba'eapo. 



A'e anhetegua  

Alternativas
Q3312682 Meio Ambiente
De acordo com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas, em 2022, em relação às fases do processo administrativo, havia: 475 terras indígenas egulrizadas; 72 declaradas; 45 delimitadas; 19 encaminhadas com Reserva Indígena (RI); 8 homologadas e 7, em estudo. Dado esse contexto, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3312680 Geografia
A localização é uma condição fundamental para o desenvolvimento do raciocínio geográfico. Desse modo, para que cada ponto da superfície da Terra pudesse ser localizado no mapa, foi criado um sistema de linhas imaginárias, chamado de coordenadas geográficas. Assinale a alternativa que apresenta os elementos que compõem uma coordenada geográfica:  
Alternativas
Q3312678 Agrimensura
Em relação ao sistema de coordenadas geográficas, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3312677 Geografia
Desde os anos de 1980, a Europa viu-se diante de uma nova situação: deixou de ser um espaço de geração de fluxo migratório para ser um espaço de recepção de expressivos contingentes de imigrantes. Visando regulamentar a circulação de pessoas, bem como motivadas por questões securitárias, uma série de medidas institucionais foram adotadas no âmbito da União Europeia desde os anos de 1990. Dentre elas, podem ser destacada a criação do Espaço Schengen (1995). Nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3312676 Atualidades
Constituído como um banco multilateral de desenvolvimento, foi criado em 2014, em uma reunião em Fortaleza (CE), por um conjunto de países emergentes, com o objetivo de mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em mercados emergentes e países em desenvolvimento, atuando como uma alternativa ao sistema financeiro mundial.

Assinale a alternativa que indica corretamente a qual instituição se refere o excerto:
Alternativas
Q3312675 Geografia
A partir dos anos de 2010, a capital catarinense tem passado por significativas transformações sociais, econômicas e demográficas impactando diretamente o perfil e intensidade dos fluxos estabelecidos com outras cidades, o que permitiu uma nova classificação acordo com a REGIC/IBGE (2018). Em relação a esse assunto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3312674 Geografia
Sobre os problemas ambientais no espaço urbano e rural, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3312673 Geografia
Os dados do último Censo (2022) refletem as transformações sociais, culturais e demográficas ocorridas neste período entre Censos (2010 - 2022). A partir dessa temática, analise as afirmativas a seguir:

I.Em relação ao Brasil, em 2022, mais de 92 milhões de pessoas se declararam pardas. Em comparação ao censo anterior, esse foi o grupo que predominou.
II.Pretos, pardos e indígenas são as populações que mais cresceram, menos nas regiões em que a população branca é maioria.
III.A população da região sul cresceu 9,3% sendo que o principal aumento está entre pardos e pretos.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Q3312671 História
"Um dos efeitos políticos da distorção e da invisibilidade da África nas estratégias do sistema dominante é o lugar insignificante e secundário que foi dedicado à sua historiografia em todas as histórias da humanidade. As matrizes culturais e tecnológicas do continente africano foram as mais comprometidas pelo racionalismo científico e as estratégias de dominação, ocultação e apropriação dos saberes ainda são contextos não resolvidos nesse início de século XXI" (Anjos, 2009).

Sobre o continente africano: 

I.Os Europeus, no século XV, ao chegarem em África, depararam-se com populações organizadas em tribos e um quadro natural nos trópicos que limitava as realizações humanas.
II.Uma das consequências geográficas mais graves dos processos espaciais desencadeados pela diáspora africana, ocorrida entre os séculos XV e XIX, foi a desestruturação dos antigos estados políticos do continente. Essas organizações podem ser denominadas de reinos e impérios e tinham fronteiras fluídas.
III.As fronteiras atuais dos países africanos são herança da colonização europeia que, ao definir a partilha do continente entre 1885 e 1914, respeitou as diferenças culturais dos diversos povos e etnias que lá viviam. 
IV.A África Subsaariana é uma região do continente africano que se localiza ao sul do deserto do Saara. Formada por 47 países, foi por muito tempo chamada África Negra, uma denominação eurocêntrica que invisibiliza a diversidade étnica, cultural e linguística desses países.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3312667 Geografia
Segundo dados do último Censo (2022), realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma grande quantidade de capitais de unidades federativas do País teve crescimento tímido de população e, inclusive, com algumas decrescente. Mas esse não foi o caso de Manaus (AM), que, entre o Censo anterior de 2010 e o Censo de 2022, teve 261.533 moradores a mais, sendo uma taxa de crescimento populacional de 14,5% no período.

Comentando os dados do último Censo (2022), o geógrafo Marcos Castro de Lima (UFAM) afirmou: "Manaus é uma metrópole que tem um alto volume migratório, em grande medida pelo seu parque industrial onde um volume muito grande de empresas está instalado. A cidade tem uma população bastante cosmopolita, pois atrai não só pessoas do interior do Amazonas, como também pessoas que vieram de outros estados e de outros países."1

A respeito das características de Manaus e seus índices no Censo (2022), é correto afirmar:

I.A capital amazonense exerce uma forte capacidade de atração demográfica (o que o crescimento populacional no último Censo reforça), tendo Manaus ultrapassado mais de 2 milhões de habitantes. Entretanto, a concentração da população do estado do Amazonas na capital é enorme e contrastante, pois o segundo maior município em população do estado não atingiu nem 200 mil habitantes no último Censo de 2022.  
II.A taxa de crescimento populacional de Manaus é explicada, entre outros motivos, pela migração (como um atrativo de novos moradores) e pela natalidade acima da média do país. A Zona Franca de Manaus pode ser considerada um polo industrial que, pela localização de indústrias e benefícios fiscais, acaba exercendo papel de recrutamento de mão-de-obra, portanto, influenciando na atração de novos moradores.
II.A capital amazonense poderia ser um exemplo de grande metrópole exercendo comandando na rede urbana, já que as demais cidades do estado amazonas, muito menores, sequer atingiram no último Censo, 200 mil habitantes. Esse seria o caso, como nominado na Geografia Urbana de: região macrocéfala, tal a influência e peso da cidade de Manaus, que ultrapassou 2 milhões de moradores.  
IV.O tamanho populacional de Manaus pode ser explicado como resultado de quando existia a Zona Franca de Manaus, pois esta exercia uma atração demográfica pela presença de parque industrial e o automático recrutamento de mão de obra. Mesmo que não exista mais a Zona Franca de Manaus, a capital amazonense ainda repercute índices de crescimento demográfico registrados em regiões industriais do País.

1Agência Brasil, Censo 2022: o que explica a queda populacional em diferentes capitais. Publicado 02/07/2023, disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/censo-2022-o-qu e-explica-queda-populacional-em-diferentes-capitais (Acesso em 24/07/2024 às 18:15)

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3312666 Geografia
Digamos que, na Geografia, o espaço é mais do que, simplesmente, a superfície terrestre. Assim, é correto afirmar, para a ciência geográfica, a respeito do espaço: 
Alternativas
Q3312664 Geologia
Não é possível ter acesso direto às partes mais profundas da Terra devido às limitações tecnológicas. Diante dessa afirmativa, considere as seguintes proposições:

I.Quando ocorre uma movimentação na litosfera, são geradas vibrações sísmicas que se propagam em todas as direções na forma de ondas e a velocidade com que essas ondas se propagam depende da densidade do material pelo qual transpassam.
II.Quanto maior a velocidade de propagação de uma onda sísmica, menor é a densidade do material.
III.As diferentes camadas internas da Terra se devem devido às diferenças de densidade dos materiais.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3312663 Geografia
A água, na superfície terrestre, e, abaixo dela, circula entre os diversos reservatórios: dos oceanos, da atmosfera e dos continentes. O movimento cíclico da água entre eles é chamado de:

I.Ciclo hidrológico.
II.Ciclo hidrogeográfico.
III.Ciclo hidrogravitacional.

É correto o que se afirma em:  
Alternativas
Q3312662 Geografia
Os Domínios Morfoclimáticos e Fitogeográficos do Brasil foram estabelecidos pelo geógrafo Aziz Ab' Saber como sendo Amazônico, Cerrados, Mares de Morros, Caatingas, Araucárias, Pradarias e Áreas de transição. Quais foram os critérios utilizados por ele para agrupar os espaços?  
Alternativas
Q3312661 Geologia
A teoria da Tectônica de Placas do início do século XX observou que as linhas da costa atlântica da América do Sul e da África se encaixariam e que todos os continentes poderiam se aglutinar, formando um único megacontinente, o PANGEA. Quais são as evidências que comprovam esta teoria?

I.Contornos continentais que se encaixam; conjunto de estruturas geológicas e rochas semelhantes em certos continentes, mas não em outros; mesmas espécies fósseis em continentes separados por oceanos. 
II.Anomalias magnéticas das rochas iguais nos dois lados da dorsal meso-oceânica; idade das rochas do fundo oceânico cada vez mais antigas a partir da dorsal meso-oceânica até próximo dos continentes.
III.Presença de terremotos por causa de grandes falhamentos nas dorsais meso-oceânicas; localização dos vulcões e sismos na fronteira das placas tectônicas.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3312660 Geografia
Sobre o território brasileiro, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
6341: D
6342: E
6343: B
6344: D
6345: D
6346: C
6347: C
6348: B
6349: B
6350: A
6351: B
6352: D
6353: C
6354: C
6355: E
6356: C
6357: C
6358: C
6359: E
6360: B