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Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.
Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
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Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
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Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
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Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
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Inteligência Artificial e o Espelho Ético
Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.
Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?
Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.
E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.
Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.
Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos.
Analise as afirmativas abaixo de acordo com o PCN e o conhecimento geográfico e sua importância social.
1. A Geografia tem o propósito de estudar as relações entre o processo histórico na formação das sociedades humanas e o funcionamento da natureza por meio da leitura do lugar e do território a partir de sua paisagem.
2. O espaço na Geografia deve ser apontado como uma totalidade estática em que dialogam fatores sociais, naturais, políticos e econômicos.
3. O lugar considerado como território é tradicionalmente fabricado pelo homem ao passo que arruma econômica e socialmente sua sociedade.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise as afirmativas abaixo sobre a população, seus conceitos e características.
1. O crescimento vegetativo é a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade de uma população em um determinado período.
2. O saldo migratório é o somatório entre a entrada e a saída de pessoas de determinada área.
3. A taxa de fecundidade é o número médio de filhos por mulher em idade fértil e, no Brasil, esse número segue crescendo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
De acordo com a BNCC, é correto afirmar:
1. Na primeira fase da Educação Básica devem ser garantidos os direitos de aprendizagem e desenvolvimento a fim de que as crianças tenham condições de aprender e se desenvolver.
2. Os direitos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças incluem o brincar, o explorar, o participar, o conviver, o expressar e o se conhecer.
3. A Educação Inclusiva entende a Educação Especial incorporada junto à escola regular, transformando esse espaço para todos os estudantes e promovendo a diversidade, já que todos os alunos podem ter necessidades específicas e diferenciadas em algum momento durante sua vida escolar.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. No Brasil, a urbanização é um processo recente, já que até a década de 1950 o país era predominantemente rural.
2. A urbanização brasileira deslanchou após a Segunda Guerra Mundial em 1914 com a formação de um mercado interno integrado.
3. O processo de urbanização teve como cenário o êxodo rural com a repulsão da força de trabalho do campo e sua atração para as cidades em busca de melhores condições de vida.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise as afirmativas abaixo sobre a globalização.
1. Em um mundo globalizado, apenas eventos políticos e culturais se interconectam.
2. A competência por influência política e novos mercados entre os grandes países, como a China e os Estados Unidos, tem ampliado o comércio e as travas entre os demais países, já que a globalização é unicamente econômica.
3. A incorporação da economia global após a década de 1990 acentuou-se por meio da revolução tecnológica, especialmente no setor de telecomunicações.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Analise as afirmativas abaixo sobre esses processos.
1. A crosta primitiva da Terra era constituída por rochas conhecidas como sedimentares, que se originaram a partir da cristalização do magma.
2. As rochas metamórficas se originam de processos geológicos endógenos que produzem mudanças nas condições de temperatura e pressão.
3. Quando o magma extravasa a superfície forma as rochas intrusivas.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. São linhas que unem pontos de mesma altitude contornando o relevo.
2. São também chamadas curvas de nível.
3. É uma construção de um relevo com visão gráfica.
4. É a representação de um corte vertical do relevo, salientando sua silhueta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Os pontos cardeais, que também recebem a denominação de Oriente e Ocidente, respectivamente, são:
Esse programa estendeu-se por uma área de aproximadamente um milhão de quilômetros quadrados na região amazônica, sendo cortada pelos rios Araguaia, Tocantins e Xingu, englobando terras dos Estados:
1. Apresenta a floresta pluvial, que se desenvolve em ambientes úmidos e com temperaturas elevadas, abrigando uma grande variedade de espécies vegetais e animais.
2. Apresenta paisagem marcada pela mata atlântica ainda bastante preservada.
3. Seu relevo é caracterizado, na sua maioria, por baixas altitudes, embora também existam serras ao norte e ao sul, como a do Imeri e a do Pacaraima.
4. É onde se encontra o ponto mais alto do Brasil.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Quase dois terços (65%) da extensão queimada em agosto foi em vegetação nativa, com as formações savânicas respondendo por um quarto (25%) da área queimada no mês. Com isso, .................... foi o bioma com a maior área queimada em agosto de 2024, com 2,4 milhões de hectares, ou 43% de toda a área queimada no Brasil no período. Agosto trouxe um cenário alarmante para ............................... , com um aumento expressivo da área queimada, a maior nos últimos seis anos. O bioma, que é extremamente vulnerável durante a estiagem, viu a maior extensão de queimadas nos últimos seis anos, refletindo a baixa qualidade do ar nas cidades.
https://brasil.mapbiomas.org
Assinale a alternativa que completa corretamente ambas lacunas do texto.
Como é chamada a camada atmosférica, considerada a mais extensa, podendo chegar a 500 km em alguns casos, com ar extremamente rarefeito e onde o campo magnético da Terra canaliza os ventos solares para as regiões dos polos?
O Pantanal Mato-Grossense, como é chamado em terras brasileiras, estende-se também por terras de outros países, recebendo outros nomes nessas nações. Esses países são: