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"As atividades produtivas catarinense historicamente caracterizam-se pela constituição e desenvolvimento de segmentos especializados regionalmente que, por sua vez, apresenta uma elevada concentração geográfica. [...] O setor eletro metal mecânico concentra-se em Joinville e difunde-se para suas áreas próximas (Blumenau e São Bento do Sul) e áreas não próximas como Chapecó, Criciúma e Tubarão. Apesar do setor têxtil estar concentrado na sua região de formação (Vale do Itajaí), sua dispersão atingiu áreas distantes como Criciúma, São Carlos e Maravilha no oeste do estado".
(Adaptado de: ESPÍNDOLA, Carlos José. Configurações socioespaciais das estruturas produtivas catarinenses pós-2000. Entrelugar, Dourados, v. 11, n. 21, p. 159-182, 2020.)
O excerto descreve o padrão da atividade produtiva em Santa Catarina. A característica socioespacial predominante desses segmentos é:
"Durante a Guerra do Contestado, indígenas Kaingang e Xokleng achavam-se espalhados por todo o Planalto [catarinense] e participaram de múltiplas maneiras do conflito, estabelecendo formas de aliança e trocas, seja integrando-se aos redutos, fornecendo alimentos aos membros do movimento ou abrigando-os nos aldeamentos. Lutaram pelo direito à terra e contra a barbárie provocada pelos ataques de "bugreiros" e pela invasão de seus territórios, ou seja, nem todos os 'brancos' eram iguais, e parte dos caboclos foram indianizados pelos próprios indígenas, constituindo uma nova combinação de resistência a uma nova elite nacional que os ameaçava".
Adaptado de: WIIK, Flavio Braune; MUCHALOVSKI, Eloi Giovane. Os povos indígenas na região do Planalto Catarinense: dinâmicas históricas e permanências. In: GRANADA, Daniel (Org.). As identidades culturais no planalto catarinense. Florianópolis: Edições do Bosque; UFSC; CFU; NUPPE, 2023. p. 27.
A citação problematiza a Guerra do Contestado a partir da presença de povos indígenas. A principal implicação dessa análise para a Geografia Histórica do conflito é:
"Do ponto de vista estritamente econômico, as ideias e objetivos de Trump já foram formulados por vários de seus auxiliares, faz bastante tempo, e já estiveram presentes no seu primeiro mandato. No curto prazo, reequilibrar o balanço comercial deficitário dos EUA, e o mesmo do ponto do desequilíbrio fiscal norte-americano. E no médio e longo prazo, promover um processo de 'reindustrialização da economia americana', sobretudo através da transferência ou retorno dos capitais e das empresas americanas sediadas no exterior".
(Adaptado de: FIORI, José Luís. Tarifaço de Trump. Instituto Humanitas Unisinos, 19 ago. 2025. Disponível em: http://ihu.unisinos.br/categorias/655992-tarifaco-de-trump-entrevista-co m-jose-luis-fiori. Acesso em: 30 out. 2025.)
O trecho reproduzido anteriormente descreve a política econômica de Donald Trump implementada no período recente. O principal objetivo de médio e longo prazo dessa estratégia, segundo o texto, é:
"O objetivo dos mapas temáticos é o de fornecer, com o auxílio de símbolos qualitativos e/ou quantitativos dispostos sobre uma base de referência, geralmente extraída dos mapas topográficos ou dos mapas de conjunto. uma representação convencional dos fenômenos localizáveis de qual- quer natureza e de suas correlações".
(Adaptado de: JOLY, Fernand. A cartografia. Campinas: Papirus, 2015. p. 74-75.)
Conforme o excerto, o papel primordial dos mapas temáticos na Geografia é:
(Adaptado de: AB'SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003. p. 101.)
A citação apresentada descreve um domínio morfoclimático brasileiro. Esse domínio é:
(Adaptado de: HAESBAERT, Rogério. O mito da des-territorialização: do "fim dos territórios" à multiterritorialidade. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. p. 312.)
A passagem exposta define a desterritorialização sob uma perspectiva crítica. Assinale a alternativa que indica a correta compreensão desse processo em relação aos grupos sociais mais excluídos:
(Adaptado de: CLAVAL, Paul. Epistemologia da Geografia. 2. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2014. p. 65.)
A citação anterior reflete sobre o papel da escala na análise geográfica. O papel essencial da mudança de escala na interpretação da paisagem, conforme o trecho, é:
"[...] um cotidiano compartido entre as mais diversas pessoas, firmas e instituições − cooperação e conflito são a base da vida em comum. Porque cada qual exerce uma ação própria, a vida social se individualiza; e porque a contiguidade é criadora de comunhão, a política se territorializa, com o confronto entre organização e espontaneidade. [...] é o quadro de uma referência pragmática ao mundo, do qual lhe vêm solicitações e ordens precisas de ações condicionadas, mas é também o teatro insubstituível das paixões humanas, responsáveis, através da ação comunicativa, pelas mais diversas manifestações da espontaneidade e da criatividade".
(Adaptado de: SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 6. ed. São Paulo: Edusp, 2014. p. 322.)
Considerando o trecho citado, que enfoca o cotidiano, as relações e a afetividade, o conceito central para a Geografia explorado no excerto é:
I.A pesquisa que identifica a realidade de pessoas em "insegurança alimentar grave" foi um estudo conduzido pela própria comunidade.
II.No contexto da comunidade, estar entre aquelas pessoas que vivem em "insegurança alimentar grave" é resultado da falta de renda, ou seja, sem renda elas não podem fazer todas as refeições diárias.
III.No Jardim Ibirapuera há, proporcionalmente, mais pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar do que em toda a cidade de São Paulo.
É correto o que se afirma em:
"A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid.
Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal. "
Analise as sentenças a seguir tendo como base o excerto e também o contexto a que ele pertence:
I.Observando a coesão textual do excerto, o pronome pessoal "eles" (parágrafo 1) se refere a "muitos moradores", evitando a repetição desnecessária do substantivo "moradores". O mesmo ocorre no parágrafo seguinte em que "ele" substitui "cozinheiro pernambucano".
II."A situação" se refere a todo o contexto de vulnerabilidade alimentar descrito no parágrafo anterior.
III.Em "esse cenário", tem-se uma coesão referencial, possibilitando ao leitor compreender que se trata do cenário da insegurança alimentar agravado pela pandemia, tratado anteriormente.
É correto o que se afirma em:
1.Os proprietários dos meios de produção;
2.Os promotores imobiliários;
3.Os proprietários fundiários;
4.O Estado;
5.Os grupos sociais excluídos.
Dentre esses agentes, qual deles necessita, para se instalar, grandes áreas urbanas contíguas e baratas para exercer suas atividades lucrativas, que não envolvem a comercialização da terra? Assinale a alternativa correta:
Assinale a alternativa que corretamente preenche as lacunas no excerto:
I.O Núcleo possui cerca de um terço da massa terrestre. Alguns chamam de NIFE porque é principalmente composto por níquel e ferro.
II.O Manto é a camada mais extensa da Terra, a que sustenta as placas tectônicas.
III.A Crosta é a camada mais fina, formada por rochas.
É correto o que se afirma em: