Questões de Concurso Comentadas para professor - educação física

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Q3401965 Português
Leia o texto para responder à questão.

Bobagem

     Emocionado e um pouco bêbado, aos cinco minutos do Ano-Novo ele resolveu telefonar para o velho desafeto.

       — Alô?

       — Alô. Sou eu.

       — Eu quem?

       — Eu, pô.

      O outro fez silêncio. Depois disse:

      — Ah. É você.

     — Olha aqui, cara. Eu estou telefonando pra te desejar um feliz Ano-Novo. Entendeu?

     — Obrigado.       

     — Obrigado não. Olha aqui. Sei lá, pô...

     — Feliz Ano-Novo pra você também.

     — Eu nem me lembro mais por que nós brigamos. Juro que não lembro.

    — Eu também não lembro.

    — Então, grande. Como vai Vivinha?

    — Bem, bem. Quer dizer, mais ou menos. As enxaquecas...

   Ele ficou engasgado. De repente se deu conta de que tinha saudade até das enxaquecas da Vivinha. Como podiam ter passado tantos anos sem se ver? Como tinham deixado uma bobagem afastá-los daquela maneira? As pessoas precisavam se reaproximar. Aquele seria o seu projeto para o fim do milênio. Reaproximar-se das pessoas. Só dar importância ao que aproximava. Puxa! Estava tão enternecido com as enxaquecas da Vivinha que mal podia falar.

   — A vida é muito curta. Você está me entendendo? Assim não dá.

  Era como se estivesse reclamando com o fornecedor. A vida vinha com a carga muito pequena. Era preciso um botijão maior, senão não dava mesmo. E ainda desperdiçavam vida com bobagem.

  Ele quis marcar um encontro para ontem. No Lucas, como antigamente. O outro foi mais sensato e contrapropôs hoje, prevendo que ontem seria um dia de ressaca e segundos pensamentos. E tinha razão. Ontem à noite, ele voltou a telefonar. Falou secamente. Pediu desculpas, disse que não poderia ir ao encontro e despediu-se com um formal “Melhoras para a Vivinha”. Tinha se lembrado da bobagem que motivara a briga.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Com o final da narrativa, conclui-se que o personagem que toma a iniciativa de telefonar para a pessoa com quem havia se desentendido:
Alternativas
Q3400827 Noções de Informática
O correio eletrônico ou também conhecido como e-mail é um método que permite compor, enviar e receber mensagens através de sistemas eletrônicos de comunicação.

Uma das vantagens do uso do e-mail é:
Alternativas
Q3400825 Segurança da Informação
Uma das formas de aumentar o nível de segurança na navegação da internet é:
Alternativas
Q3400824 Noções de Informática
A respeito das medidas de segurança na navegação na internet, analisar as afirmações a seguir:

I. É recomendado manter os softwares de navegação sempre atualizados.
II. É importante definir Passwords diferentes para diferentes contas que são utilizadas na internet.
III. Uma das formas comuns de apanhar vírus é baixando ficheiros aparentemente confiáveis na internet.

Está(ão) Correto(s):
Alternativas
Q3400813 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que ocorre dígrafo.
Alternativas
Q3400812 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um adjetivo desempenhando a função de advérbio.
Alternativas
Q3400811 Português
Analise as palavras a seguir e assinale a alternativa em que se verifica um substantivo dotado de um significado coletivo.
Alternativas
Q3400810 Português
Analise as sentenças a seguir quanto às formas verbais empregadas. Assinale a alternativa em que ocorre um verbo em forma nominal.
Alternativas
Q3400809 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
As palavras “encaracolando” e “desencaracolando” são ambas formadas pelo(s) processo(s) de formação: 
Alternativas
Q3400808 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”.” As palavras “dali” e “”, que ocorrem no excerto dado, funcionam como elementos: 
Alternativas
Q3400807 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho (...)”. A palavra que melhor substituí “tosco”, no contexto indicado, é:
Alternativas
Q3400806 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “(...) como fazia todos os domingos (...)”, o sentido do verbo “fazer”, conjugado no pretérito imperfeito do indicativo, indica uma ação:
Alternativas
Q3400805 Português
Leia o texto para responder à questão.


O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O julgamento do sacristão em relação ao velho indica que ele:
Alternativas
Q3400804 Português
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O velho


    O velho entrou na catedral de Freiberg pelos fundos, como fazia todos os domingos, e dirigiu-se para o seu nicho. Ficou sentado na laje fria, encostado na parede, encaracolando e desencaracolando uma mecha de barba branca enquanto esperava pelo sacristão. Pensando na sua vida. Pensando em nada.


    O sacristão trouxe o pão e o vinho, como fazia todos os domingos, e contou que a igreja estava cheia. Ele não queria olhar? O velho deu de ombros. Só queria comer e fazer o seu trabalho. Cheia ou vazia, era a mesma igreja.


    Sabe quem vai tocar aqui hoje? perguntou o menino. Quem? Bach. Quem?! Bach, o grande Bach. Por isso a igreja estava cheia. Você não sabe quem é Bach? O velho deu de ombros. Nem queria saber. Só estava ali para fazer seu trabalho.


    O menino disse que tinha pena do velho. O grande Bach ia tocar no órgão da catedral de Freiberg, no grande órgão que o grande Gottfried Silbermann levara quatro anos construindo para a grande catedral de Freiberg, e o velho nem se importava? Você merece a vida insignificante que leva, disse o menino, recolhendo o copo tosco em que trouxera o vinho e deixando o velho no seu nicho, encaracolando e desencaracolando a barba.


    Dali a pouco o velho ouviu um “Pst” e depois um “Você está aí?”. Não respondeu. Não se moveu do seu nicho. Outro “Pst”. O velho nada. Só quando a voz cochichou mais alto, com uma ponta de apreensão — “Ei, você está aí?” — é que respondeu: “Estou”. “Pode começar”, disse a voz.


    O velho dirigiu-se para os foles. Mas não começou a acioná-los logo. Ainda esperou dois longos minutos. Se alguém visse o seu rosto então, não saberia dizer que tipo de sorriso era aquele. Depois o velho começou a acionar os foles e o som glorioso do grande órgão encheu a catedral.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
O final da narrativa permite concluir que o personagem do velho era:
Alternativas
Q3400196 Educação Física
Considerando os aspectos avançados da biomecânica aplicada ao movimento humano, analise as alternativas a seguir e identifique a que descreve corretamente a influência de princípios biomecânicos específicos na otimização do desempenho e na prevenção de lesões. 
Alternativas
Q3400195 Educação Física
Considerando a complexa estrutura anatômica do tórax humano, avalie as seguintes alternativas e identifique aquela que descreve corretamente uma característica específica dos ossos que compõem esta região crucial do esqueleto. 
Alternativas
Q3400194 Educação Física
Avalie as seguintes alternativas sobre os mecanismos de termorregulação durante a atividade física e sua relação com a prevenção e o manejo de doenças cardiovasculares. Selecione a opção que descreve corretamente esses processos e suas implicações clínicas. 
Alternativas
Q3400193 Educação Física
Considerando os mecanismos de regulação hormonal durante o exercício físico, analise as alternativas a seguir e identifique aquela que descreve corretamente a interação entre hormônios específicos e sua função na modulação da resposta fisiológica ao exercício. 
Alternativas
Q3400192 Educação Física
Considere os processos fisiológicos envolvidos no controle cardiovascular durante o exercício físico. Selecione a opção que descreve com precisão a integração entre os sistemas nervoso e cardiovascular para ajustar o desempenho cardíaco às demandas metabólicas aumentadas durante a atividade física. 
Alternativas
Q3400191 Educação Física
Analise as seguintes afirmativas sobre práticas desportivas, modalidades e regulamentos.

I. No voleibol, um jogador pode realizar dois saques consecutivos se o primeiro for considerado um erro.
II. No basquetebol, é permitido ao jogador dar dois passos sem driblar a bola ao concluir uma jogada de lay-up.
III. No futebol, o cartão amarelo representa uma advertência ao jogador, que será expulso da partida caso receba dois cartões amarelos.
IV. No tênis, um jogo é composto por um conjunto de sets, que são vencidos pelo jogador ou dupla que primeiro alcançar seis games, com uma diferença de dois games.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Respostas
8121: B
8122: B
8123: B
8124: E
8125: C
8126: C
8127: D
8128: A
8129: A
8130: E
8131: D
8132: C
8133: B
8134: C
8135: C
8136: B
8137: A
8138: D
8139: C
8140: A