Questões de Concurso Comentadas para professor - educação física

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Q3664410 Matemática
Um parque é formado por um retângulo de 80m de comprimento e 40m de largura, com um semicírculo anexado a um dos lados maiores. O diâmetro do semicírculo é igual à largura do retângulo. Considerando π = 3,14, a área total do parque é: 
Alternativas
Q3664408 Português
Assinalar a alternativa em que os termos sublinhados são classificados como uma oração subordinada substantiva apositiva.
Alternativas
Q3664407 Português

Sobre a pontuação, analisar os itens.



I. Em “Entidades financeiras, bolsas de valores, empresas nacionais e multinacionais dependem dos novos sistemas de informação on-line”, as vírgulas separam núcleos do sujeito composto.


II. Na frase “Cada vez mais, produz-se informação on-line socialmente partilhada”, a vírgula separa um adjunto adverbial de longa extensão deslocado.


III. Em “O número de pessoas cujo trabalho é informar online cresce continuamente, e cada vez mais pessoas dependem da informação on-line para trabalhar e viver”, a vírgula é empregada antes da conjunção aditiva em razão de que as duas orações têm sujeitos diferentes.



Está CORRETO o que se afirma:

Alternativas
Q3664406 Português
Os eventuais acentos das palavras abaixo foram retirados. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual a sequência de vocábulos deve receber, obrigatoriamente, acentuação gráfica. 
Alternativas
Q3664405 Português
Assinalar a alternativa em que a crase é FACULTATIVA. 
Alternativas
Q3664403 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

“Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa. [...]” (1º parágrafo)
Nessa passagem, a expressão “a cerca de” foi bem empregada. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que o termo homônimo também está adequadamente empregado.
Alternativas
Q3664402 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

“[...] As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas. [...]” (3º parágrafo)


Nesse segmento do texto, encontramos: 

Alternativas
Q3664401 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

No 3º parágrafo, o texto faz referência à expressão “O demônio do terror”, escrita por Goethe, famoso escritor alemão. Considerando o seu contexto de aplicação, podemos afirmar que é um exemplo de: 
Alternativas
Q3664400 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

Sobre os aspectos gerais e específicos do texto, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3664399 Português

    Na manhã de 1º de novembro de 1755, um terremoto com epicentro a cerca de 290 km da costa portuguesa atingiu Lisboa, a quarta maior cidade europeia, durante as celebrações do feriado cristão do Dia de Todos os Santos. Os efeitos e reverberações da catástrofe, amplamente divulgada e exaustivamente interpretada, abalaram a consciência europeia e se fizeram sentir muito além dos limites espaciais e temporais do desastre. O que parecia sólido desmanchou-se no ar.

    Após o primeiro abalo, às 9h30 da manhã de um domingo de sol, dois grandes choques sucederam-se em rápido intervalo e foram seguidos, cerca de meia-hora mais tarde, por um tsunami com ondas de até 12 metros que adentraram a foz do rio Tejo e cobriram o centro da capital. Atiçada pelo grande número de velas e candelabros acesos nas casas e igrejas, uma tempestade de fogo alastrou-se pela cidade; o incêndio durou seis dias e reduziu a cinzas o pouco que ainda restara, além de produzir uma nuvem de fumaça que bloqueou a luz solar.

    A tragédia de Lisboa foi o mais aterrador desastre natural pontual da Europa desde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. “O demônio do terror”, declarou Goethe, “talvez nunca antes tivesse se espalhado pelo mundo com tal força e velocidade”. Mas o que tornou o terremoto de 1755 a primeira catástrofe natural moderna não foi apenas sua inusitada magnitude. Foram seus impactos e reverberações na história das ideias e nas políticas públicas. As controvérsias em torno da interpretação e do real sentido — o porquê e o para que — da tragédia, de um lado, e as respostas práticas por ela demandadas, de outro, produziram profundos abalos no pensamento religioso, filosófico e científico europeu e inauguraram uma nova época no modo como passamos a perceber e lidar com situações catastróficas.

    Geralmente, eventos catastróficos pontuam a trajetória humana desde os tempos imemoriais: a família de legendas em torno do dilúvio primordial que demarca as grandes eras da existência e inaugura um novo tempo — narrativa comum às mais diversas tradições culturais e religiões do oriente e ocidente — atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.



Fonte: Revista Brasileira. Adaptado.

“[...] Atesta a ubiquidade do tema desde a mais remota ancestralidade.” (4º parágrafo)


A palavra sublinhada poderia ser substituída, sem prejuízo ao contexto, por:  

Alternativas
Q3661733 Pedagogia
A aula é compreendida como espaço intencionalmente organizado para possibilitar a direção da apreensão pelo aluno, do conhecimento da Educação Física e dos diversos aspectos das suas práticas da realidade social. Ademais, os conteúdos surgem de temas da cultura corporal. A descrição apresentada diz respeito à seguinte metodologia de ensino:
Alternativas
Q3661683 Português

Quem "paga" pensão alimentícia aprovada pela Justiça também deve guardar os comprovantes dos pagamentos feitos ao beneficiário.


Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy83vl5mjn9o. adaptado



O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

Alternativas
Q3661681 Educação Física
Durante uma aula de Educação Física voltada para o tema "Recreação, Ginástica e Dança", o professor busca explorar os diferentes elementos que influenciam a expressividade e a qualidade dos movimentos corporais. Considerando os fatores que qualificam a dinâmica de qualquer movimento humano, qual das alternativas apresenta corretamente esses elementos? 
Alternativas
Q3661680 Educação Física
Durante uma prova de revezamento 4x100 metros, a segunda atleta da equipe A posiciona seus pés antes da zona de passagem de 30 metros. Ela inicia sua corrida e recebe o bastão quando este ainda está dentro da zona de passagem. Qual a decisão correta do árbitro?
Alternativas
Q3661679 Educação Física
Um professor de Educação Física, ao ensinar a aterrissagem correta no salto em profundidade, busca instruir seus alunos sobre estratégias para a dissipação da força de reação do solo, visando a prevenção de lesões. Qual das seguintes orientações biomecânicas é a mais adequada para atenuar as forças de impacto durante a aterrissagem? 
Alternativas
Q3661678 Educação Física
Para garantir a segurança e a eficácia de um programa de treinamento físico, é essencial que o professor de Educação Física compreenda e aplique os princípios científicos do treinamento. Um desses princípios postula que as adaptações fisiológicas são específicas ao tipo de estímulo aplicado. Qual princípio do treinamento físico é descrito?
Alternativas
Q3661677 Educação Física

A Educação Física escolar, em uma perspectiva contemporânea, busca a formação integral do aluno, superando visões que a reduzem ao desenvolvimento de apenas uma dimensão humana. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir:



I. A dimensão motora é contemplada através da ampliação do repertório de movimentos, do desenvolvimento de habilidades motoras e da aptidão física relacionada à saúde.


II. A dimensão cognitiva é estimulada quando os alunos aprendem as regras, a história, os princípios táticos das práticas corporais e são desafiados a resolver problemas motores.


III. A dimensão afetivo-social é desenvolvida por meio das interações estabelecidas durante as aulas, promovendo a cooperação, o respeito às diferenças, a expressão de sentimentos e a construção de valores.



Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3661676 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece dez Competências Gerais da Educação Básica que devem ser desenvolvidas de forma articulada. A Educação Física, como componente curricular, contribui para o desenvolvimento de todas elas. Sobre a articulação entre a Educação Física e as Competências Gerais, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:



(__) Ao propor a vivência de jogos de diferentes culturas e a reflexão sobre seus contextos, a Educação Física contribui para a Competência Geral 1 (Conhecimento), que visa valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos.


(__) Ao organizar atividades em grupo que demandam cooperação, resolução de conflitos e respeito às regras, a Educação Física desenvolve diretamente a Competência Geral 9 (Empatia e Cooperação).


(__) Ao incentivar a criação de coreografias, a modificação de regras de jogos e a expressão de sentimentos por meio do movimento, a Educação Física promove a Competência Geral 3 (Repertório Cultural).


(__) A Educação Física não possui relação com a Competência Geral 10 (Responsabilidade e Cidadania), pois seu foco é exclusivamente o desenvolvimento do corpo, não abordando questões éticas ou de participação social.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q3661675 Educação Física
Durante uma partida oficial de basquetebol, um atleta de ataque permanece parado na área restritiva adversária por mais de 3 segundos consecutivos, enquanto sua equipe mantém o controle da bola viva e o cronômetro está em funcionamento. De acordo com as Regras Oficiais de Basquetebol, essa situação caracteriza violação exceto quando o jogador:
Alternativas
Q3661674 Pedagogia
Um professor de Educação Física de uma turma de educação infantil (4 anos) propõe um jogo em que as crianças devem seguir um circuito de obstáculos. Ele observa que uma das crianças, ao se deparar com um obstáculo novo, primeiro fala sozinha em voz alta, descrevendo o que vai fazer ("Agora eu vou pular bem alto"), e só então executa a ação. À luz da teoria de Lev Vygotsky, como o professor deve interpretar essa fala?
Alternativas
Respostas
5101: C
5102: A
5103: D
5104: A
5105: C
5106: B
5107: A
5108: D
5109: C
5110: B
5111: D
5112: D
5113: A
5114: B
5115: D
5116: D
5117: D
5118: B
5119: A
5120: A