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Para contribuir de forma multidisciplinar, os professores de Artes, História e Sociologia foram convidados a abordar aspectos sociais, culturais e políticos sobre as comunidades indígenas, provocando relações com o conteúdo da Educação Física.
Fontes: No Dia do Futebol, conheça o jikunahati, o cabeçabol. Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2022-02/no- -dia-do-futebol-conheca-o-jikunahati-o-futebol-de-cabeca. Acesso em: mai. 2025.
PEREIRA, Arliene Stephanie Menezes. Práticas corporais indígenas: jogos, brincadeiras e lutas para a implementação da Lei nº 11.645/08 na Educação Física escolar. Disponível em: https://ifce.edu.br/proen/defe/praticas-corporais-indigenas.pdf. Acesso em: mai. 2025.
Em relação ao conteúdo de práticas corporais indígenas, é INCORRETO afirmar que:
Fonte: IMPOLCETTO, Fernanda Moreto; TERRA, Janaina Demarchi; ROSÁRIO, Luís Fernando Rocha; DARIDO, Suraya Cristina. As práticas corporais alternativas como conteúdo da Educação Física escolar. Pensar a Prática, Goiânia, v. 16, n. 1, 2013.
Sobre as PCAs, é INCORRETO afirmar que:
Fontes: DARIDO, Suraya Cristina. Os conteúdos da Educação Física escolar. In: DARIDO, Suraya Cristina; RANGEL, Irene Conceição Andrade (org.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. pр. 64-79
PEDRASSANI, Priscila Lima; FERREIRA, Aline Fernanda, DARIDO, Suraya Cristina. Capoeira. In: DARIDO, Suraya Cristina (Org). Educação Física no ensino médio: diagnóstico, princípios e práticas. Ijuí: Ed. Unijuí, 2017, 353-382.
Considerando as dimensões de conteúdo da Educação Física escolar, é CORRETO afirmar que:
I. Rasqueado;
II. Siriri;
III. Tambor de Mina;
IV. Congo e Chorado;
V. Nego Fugido.
Fontes: FONTES, Andréia. Rasqueado: ritmo musical símbolo do MT. ALMT - Assembleia Legislativa, 29 dez. 2004. Disponível em: https://www. al.mt.gov.br/midia/texto/rasqueado-ritmo-musical-simbolo-de-mt/visualizar. Acesso em: mai. 2025.
PEREIRA, Sônia Gonçalina; RINALDI, Carlos. O Siriri: uma manifestação cultural. Revista de Comunicação Científica. RCC, jan./abr., vol. 5, n.18. p. 114-133, 2025. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/rcc/article/view/13792/9306. Acesso em: mai. 2025.
RAQUEL, Márcia. Projetos valorizam Festança do Divino e danças do Congo e do Chorado. ALMT - Assembleia Legislativa, 17 abr. 2012. Disponível em: https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/projetos-valorizam-festanca-do-divino-e-dancas-do-congo-e-do-chorado/visualizar. Acesso em: mai. 2025.
Assinale a alternativa que relaciona as manifestações populares da região Centro-Oeste do Brasil:
O Hip Hop é um movimento cultural que se espalhou pelo mundo, influenciando a música, a dança, a arte е a sociedade. No Brasil, o Hip Hop chegou na década de 80 e se desenvolveu como uma forma de expressão artística, cultural e política dos jovens das periferias. O Hip Hop é uma cultura viva e dinâmica, que se reinventa constantemente e que representa a voz e a resistência da população negra e dos excluídos".
A história e a evolução do HIP HOP no Brasil e no mundo. Disponível em: https://www.jornaldorap.com.br/noticias/a-historia-e-a-evolucao-do-hip-hop-no-brasil-e-no-mundo/. Acesso em: maio/2025.
A cultura Hip Hop e suas manifestações na música, nas artes visuais e na dança pode ser conteúdo das aulas de Educação Física no ensino médio. Assim, em uma proposta centrada nessa manifestação, o docente pode propor dinâmicas que foquem na exploração dos movimentos, do tempo e do espaço, aspectos culturais e sócio-históricos.
Fontes: SÃO PAULO. Educação Física: movimento Hip Hop. Secretaria da Educação, 2024. Disponível em: https://acervocmsp.educacao.sp. gov.br/105180/613783.pdf. Acesso em: mai. 2025. LABAN, Rudolf. Dança educativa moderna. Tradução de Maria da Conceição Parayba Campos. São Paulo: Ícone, 1990. MARQUES, Isabel. Dançando na escola. São Paulo: CORTEZ, 2003.
Diante do conhecimento acerca da cultura Hip Hip, é INCORRETO afirmar que:
I. Todos os estudantes devem ter direito ao acesso aos conhecimentos produzidos pela Educação Física como forma de instrumento de transformação, com intuito de superar as desigualdades sociais
PORQUE
II. A partir desses conhecimentos, o estudante poderá ter uma atitude consciente de tantos porquês, além de se tornar mais autônomo e crítico, reservando maior tempo e espaço nas aulas para estudantes mais habilidosos e aptos.
Fonte: DARIDO, Suraya C.; RANGEL, Irene Conceição. Educação física na escola: implicações para prática pedagógica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.
Assinale a alternativa CORRETA:
Isso leva-nos a constatar que existem educações físicas que não estão explícitas somente nos manuais didáticos de ginástica, mas "registradas" em nossas atitudes, ou melhor, marcadas, integradas ao nosso próprio corpo. Assim, podemos descrever esse conjunto de aprendizagens do "uso do corpo" provenientes dos pátios e corredores da escola, das ruas e das praças, de festas cívicas e folclóricas, enfim, de todo o nosso cotidiano, como uma efetiva educação do corpo.
"Essa compreensão leva-nos a concluir que a maneira pela qual utilizamos nossos gestos corporais corresponde a um conjunto de atitudes permitidas ou não, naturais ou não, resultantes de uma construção social que pode ser, por parte do indivíduo, consciente ou inconsciente."
Ao abordar a educação do corpo sob a perspectiva antropológica e considerando a educação física, avalie as afirmações a seguir.
I. A existência de diferentes culturas explica a diversidade de técnicas do corpo, incluindo as práticas corporais.
II. As técnicas do corpo resultam das relações entre o homem e a sua biologia exclusivamente.
III. As técnicas corporais existentes na atualidade fazem acreditar que é possível uma educação física que leia a sociedade de maneira unilateral.
IV. As técnicas do corpo são construídas conforme a sociedade e a geração em que o sujeito se encontra.
Fonte: RODRIGUES, R. O pensamento antropológico de Marcel Mauss: uma leitura das "técnicas corporais". (Dissertação de mestrado) Campinas: Unicamp, 1997.
Assinale a alternativa que apresenta apenas os itens CORRETOS.
Fonte: CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. São Paulo: Editora Vozes, 1990.
Analisando a citação acima, responda: o jogo de damas e a loteria são jogos de agôn e alea, respectivamente, pois:
Até então, as mulheres eram proibidas de praticar algumas atividades. A esse respeito, analise as assertivas abaixo e avalie as práticas que as mulheres eram proibidas de realizar:
I. Futebol
II. Futebol de salão
III. Futebol de praia
IV. Polo aquático
V. Ginástica
VI. Dança
VII. Baseball
Fonte: MOURÃO, Ludmila; SOUZA, Gabriela C. de. Narrativas sobre o sul americano de judô de 1979: a legalização do judô feminino no Brasil. Disponível em: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/http://www.public.cbce.org.br/uploads/cd/resumos/230.pdf. Acesso em: 20 mar. 2025.
Assinale o que é CORRETO afirmar que as mulheres eram proibidas de praticar:
I. Naquele período histórico, as glórias alcançadas pelo futebol nas copas do mundo não foram amplamente divulgadas.
II. A concepção tecnicista ou esportivista, implantada e estimulada pelo governo militar, utilizou o Esporte de Performance - seletivo e competitivo - em todos os níveis de ensino.
III. Durante o regime militar, houve incentivo dos Diretórios Centrais (DCEs) e Centros Acadêmicos (CAS) nas Universidades como forma de incentivar as lutas políticas e para que o esporte atingisse todas as camadas.
Fonte: GERMANO, J. W. Estado militar e educação no Brasil (1964-1985). São Paulo: Cortez, 1994.
Assinale a alternativa que contém as assertivas CORRETAS.
I. Livre: uma vez que, se o jogador fosse a ele obrigado, o jogo perderia de imediato a sua natureza de diversão atraente e alegre.
II. Delimitado: circunscrito a limites de espaço e de tempo previamente estabelecidos.
III. Incerto: já que seu desenrolar não pode ser determinado, nem o resultado obtido previamente.
IV. Improdutivo: porque não gera nem bens, nem riqueza, nem elementos novos de espécie alguma.
V. Regulamentado: sujeito a convenções que suspendem as leis normais e que instauram momentaneamente uma legislação nova.
Fonte: CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens: a máscara e a vertigem. São Paulo: Editora Vozes, 1990.
Assinale a alternativa que apresenta os itens CORRETOS conforme a classificação estabelecida por Roger Caillois.
Em alguns momentos, a ginástica chegou a designar toda e qualquer atividade física sistematizada, desde exercícios militares até práticas esportivas.
Sobre as finalidades dos métodos ginásticos alemão, sueco e francês, analise os itens abaixo e marque V para os VERDADEIROS e F para os FALSOS.
( ) Formar o sujeito para sua libertação.
( ) Preparar o homem para o trabalho.
( ) Desenvolver a força.
( ) Desenvolver a moral.
( ) Preparar o homem para a luta de classe.
( ) Regenerar a raça.
Fonte: FIORIN, C. M. A ginástica em Campinas: suas forças de expressão da década de 20 a década de 70. 2002. 173f. Dissertação (Mestrado em Educação Física) Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2002.
Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Sobre a organização e desenvolvimento das atividades de ensino, Neira (2018) afirma que existem procedimentos didáticos que devem compor o planejamento no currículo cultural. Sobre os procedimentos que devem fazer parte nesta perspectiva, analise os itens a seguir:
I. Mapeamento.
II. Leitura.
III. Vivência.
IV. Ressignificação.
V. Aprofundamento.
VI. Ampliação.
VII. Transcendências.
VIII. Registro e avaliação.
Fonte: NEIRA, Marcos Garcia. Educação Física Cultural: inspiração e prática pedagógica. 1ª edição. Jundiaí: Paco editorial, 2018.
Assinale a alternativa que apresenta os procedimentos didáticos que fazem parte do currículo cultural.
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)