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As novas alternativas de organização curricular para o Ensino Médio precisam estar comprometidas com o novo significado de trabalho e de sujeito ativo que, como tal, se apropriará desses conhecimentos para se aprimorar no mundo do trabalho e na prática social. Nessa perspectiva, os objetivos de formação no nível do Ensino Médio devem priorizar
A aprendizagem significativa pressupõe a existência de um referencial que permita aos alunos identificarem os questionamentos propostos e, a partir desses, se reconhecerem. Essa postura implica não permanecer no nível de conhecimento que é dado pelo contexto mais imediato, nem pelo senso comum, mas gerar a capacidade de compreender e intervir na realidade, numa perspectiva autônoma. Considerando-se o texto apresentado e os conhecimentos sobre o tema, é necessário que a proposta curricular seja organizada de forma a valorizar
A palavra que preenche corretamente a lacuna acima é
1. conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural.
2. organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas.
3. adequação à natureza do trabalho na zona rural.
4. organização curricular que priorize os conteúdos voltados à educação ambiental.
5. contratação de professores que tenham capacitação específica em educação rural.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. Muito , disse ela.
2. Minha amiga anda esquisita!
3. É prudência!
4. Elas resolveram lavar a varanda .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
I – Licenciamento ambiental;
II – Penalidades disciplinares ou compensatórias;
III – Educação ambiental em todos os níveis de ensino.
Assinale a alternativa que reúne instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente.
Nesse sentido pode-se dizer que tais movimentos incorporam-se aos comportamentos dos homens, constituindo-se assim numa:
Escola do século XXI: espaço de construção e produção de conhecimentos.
A luta em defesa de uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade não é algo novo, nem uma invenção da primeira década desde séculos, embora seja sua prioridade. Desde o século XVIII, constitui uma das principais pautas de o reivindicações e motivo de luta de vários segmentos sociais. Tais movimentos políticos foram fundamentais para a construção da educação pública, que, desde aquela época, se constitui como espaço de disputa hegemônica, no qual se confrontam dois projetos educacionais, um excludente e seletivo e outro, pautado por princípios de solidariedade e inclusão.
Tradicionalmente, sob a perspectiva educacional seletiva, tem-se garantido que os educandos advindos das classes dominantes e média tenham acesso à unidade educacional e nela permaneçam, desde as primeiras letras até a educação superior. Já os filhos da classe trabalhadora, desde o início de sua vida educacional, são constantemente ameaçados de exclusão e, em grande parte de fato excluídos. A ausência de políticas que garantam a todos o direito à educação expressa a concepção de setores da sociedade para os quais não é necessário que essas crianças ou jovens tenham acesso à formação geral, pois, ou considera-se que seja desnecessária ao tipo de trabalho que desenvolvem ou esta pode significar perigo à ordem estabelecida.
Contrariamente à perspectiva seletiva, existe uma outra, cujo principio fundamental é a inclusão. Nesse sentido, defende se a educação como direito de todos os indivíduos independentemente de origem social, de sexo, de cor, de etnia, de credo e de diversidades físicas, mentais ou sensoriais. A todo ser humano deve ser garantida a oportunidade de viver plenamente todas as fases de sua vida, bem como ter acesso às experiências mais significativas que a humanidade acumulou.
A disputa entre estas duas perspectivas acontece tanto nas esferas do poder constituído, no executivo, no legislativo e no judiciário, como nas várias organizações da sociedade civil, entre elas os meios de comunicação, igrejas, partidos políticos, etc. No entanto, é necessário lembrar que tal disputa não se limita a essas instâncias; ela se dá, também, no espaço das unidades educacionais em geral, assim como na sala de aula.
O fazer pedagógico pode contribuir para a formação tanto de indivíduos unilaterais, alienados e acomodados à sua realidade no intuito de transformá-la. O fracasso escolar e a negação do direito ao acesso à educação formal reforçam a exclusão e se constituem como mecanismos utilizados pelos setores hegemônicos para a manutenção de seus privilégios. A construção da hegemonia ocorre, entre outras formas, com a desvalorização da cultura popular, que se dá no cotidiano nesse caso, da unidade educacional e pela difusão de ideias de que são ilegítimos os hábitos, os valores e as atitudes da maioria da população e, em específico, dos usuários da escola pública.
A palavra escola em grego significa ócio. Na Idade Média, surgiu para atender à demanda de uma nova classe social, a elite, que necessitava ocupar seu tempo ocioso de forma nobre e digna. Este lugar era a escola que, inicialmente, era espaço de lazer e, consequentemente, para o prazer. Como A alteração da ordem das palavras só provoca alteração passar do tempo começava a perder este significado a ser vista como um lugar onde se adquire novas informações, que na maioria das vezes acabam sendo dissociadas da realidade.
Hoje, a escola deve ser vista como um lugar de construção e troca de conhecimentos entre professor-alunos e alunos-sociedade. A escola deveria propiciar um ambiente atrativo para manter seus alunos em sala. Para isso, deve preparar seus professores e utilizar metodologias inovadoras para o aprimoramento do processo educativo.
Com a utilização de metodologias inovadoras na prática pedagógica do professor, pode-se montar uma teia entre o saber do mundo real e a escola, levando-se em conta as diversas culturas e o intercambio entre professor-aluno dinamizando e enriquecendo a educação.
A sala de aula agora é uma janela aberta para o mundo e o professor o responsável por facilitar a aprendizagem e proporcional situações que desenvolvam no estudante a capacidade de pensar por si mesmo, incentivando-o continuamente a buscar o conhecimento.
Fonte: Conhecimento Prático: Língua Portuguesa, n. 38, p.21.
Identifique o fragmento que denuncia o interesse de políticas escusas na manutenção do poder:
I. tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de atividade nociva ao interesse nacional;
II. adquirir outra nacionalidade, salvo no caso de reconhecimento de nacionalidade originaria pela lei estrangeira;
III. adquirir outra nacionalidade, salvo no caso de imposição de naturalização, pela norma estrangeira, ao brasileiro residente em estado estrangeiro, como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis.
Após a análise dos itens, marque a alternativa correta: