Questões de Concurso Comentadas para professor - artes

Foram encontradas 21.498 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1113965 Português

Passeio à infância

      Primeiro vamos lá embaixo no córrego; pegamos dois pequenos carás dourados. E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca. Quer ir de batelão, na ilha, comer ingá? Ou vamos ficar bestando nessa areia onde o sol dourado atravessa a água rasa? Não catemos pedrinhas redondas para a atiradeira, porque é urgente subir no morro; os sanhaços estão bicando os cajus maduros. É janeiro, grande mês de janeiro!

     Podemos cortar folhas de pita, ir para o outro lado do morro e descer escorregando no capim até a beira do açude. Com dois paus de pita, faremos uma balsa, e, como o carnaval é no mês que vem, vamos apanhar tabatinga para fazer fôrmas de máscaras. Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem pé de saboneteira. Se quiser, vamos. Converta-se, bela mulher estranha, numa simples menina de pernas magras e vamos passear nessa infância de uma terra longe. É verdade que jamais comeu angu de fundo de panela?

   Bem pouca coisa eu sei: mas tudo que sei lhe ensino. Estaremos debaixo da goiabeira; eu cortarei uma forquilha com o canivete. Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras... Havia pitangueiras na praia? Tenho uma ideia vaga de pitangueiras junto à praia. Iremos catar conchas cor-de-rosa e búzios crespos, ou armar o alçapão junto do brejo para pegar papa-capim. Quer? Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão amassada com manteiga? Eu lhe dou aipim ainda quente com melado. Talvez você fosse como aquela menina rica, de fora, que achou horroroso o nosso pobre doce de abóbora e coco.

     Mas eu a levarei para a beira do ribeirão, na sombra fria do bambual; ali pescarei piaus. Há rolinhas. Ou então ir descendo o rio numa canoa bem devagar e de repente dar um galope na correnteza, passando rente às pedras, como se a canoa fosse um cavalo solto. Ou nadar mar afora até não poder mais e depois virar e ficar olhando as nuvens brancas. Bem pouca coisa eu sei; os outros meninos riram de mim porque cortei uma iba de assa-peixe. Lembro-me que vi o ladrão morrer afogado com os soldados de canoa dando tiros, e havia uma mulher do outro lado do rio gritando.

    Mas como eu poderia, mulher estranha, convertê-la em menina para subir comigo pela capoeira? Uma vez vi uma urutu junto de um tronco queimado; e me lembro de muitas meninas. Tinha uma que era para mim uma adoração. Ah, paixão de infância, paixão que não amarga. Assim eu queria gostar de você, mulher estranha que ora venho conhecer, homem maduro. Homem maduro, ido e vivido; mas quando a olhei, você estava distraída, meus olhos eram outra vez os encantados olhos daquele menino feio do segundo ano primário que quase não tinha coragem de olhar a menina um pouco mais alta da ponta direita do banco.

     Adoração de infância. Ao menos você conhece um passarinho chamado saíra? É um passarinho miúdo: imagine uma saíra grande que de súbito aparecesse a um menino que só tivesse visto coleiros e curiós, ou pobres cambaxirras. Imagine um arco-íris visto na mais remota infância, sobre os morros e o rio. O menino da roça que pela primeira vez vê as algas do mar se balançando sob a onda clara, junto da pedra.

     Ardente da mais pura paixão de beleza é a adoração de infância. Na minha adolescência você seria uma tortura. Quero levá-la para a meninice. Bem pouca coisa eu sei; uma vez na fazenda riram: ele não sabe nem passar um barbicacho! Mas o que eu sei lhe ensino; são pequenas coisas de mato e de água, são humildes coisas, e você é tão bela e estranha! Inutilmente tento convertê-la em menina de pernas magras, o joelho ralado, um pouco de lama seca do brejo no meio dos dedos dos pés.

     Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande! Na adolescência me torturaria; mas sou um homem maduro. Ainda assim às vezes é como um bando de sanhaços bicando cajus de meu cajueiro, um cardume de peixes dourados avançando, saltando ao sol, na piracema; um bambual com sombra fria, onde ouvi silvo de cobra, e eu quisera tanto dormir. Tanto dormir! Preciso de um sossego na beira do rio, com remanso, com cigarras. Mas você é como se houvesse demasiadas cigarras cantando numa pobre tarde de homem. 

(BRAGA, Rubem. 50 crônicas escolhidas – 3ª edição – Rio de Janeiro: BestBolso, 2011.)

“Tudo o que era guardado à chave permanecia novo por mais tempo. Mas meu propósito não era conservar o novo, e sim renovar o velho. ” (Walter Benjamin.)

Considerando o texto “Passeio à infância”, pode-se afirmar que, em relação à citação transcrita de Walter Benjamim,

Alternativas
Q1113964 Português

Passeio à infância

      Primeiro vamos lá embaixo no córrego; pegamos dois pequenos carás dourados. E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca. Quer ir de batelão, na ilha, comer ingá? Ou vamos ficar bestando nessa areia onde o sol dourado atravessa a água rasa? Não catemos pedrinhas redondas para a atiradeira, porque é urgente subir no morro; os sanhaços estão bicando os cajus maduros. É janeiro, grande mês de janeiro!

     Podemos cortar folhas de pita, ir para o outro lado do morro e descer escorregando no capim até a beira do açude. Com dois paus de pita, faremos uma balsa, e, como o carnaval é no mês que vem, vamos apanhar tabatinga para fazer fôrmas de máscaras. Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem pé de saboneteira. Se quiser, vamos. Converta-se, bela mulher estranha, numa simples menina de pernas magras e vamos passear nessa infância de uma terra longe. É verdade que jamais comeu angu de fundo de panela?

   Bem pouca coisa eu sei: mas tudo que sei lhe ensino. Estaremos debaixo da goiabeira; eu cortarei uma forquilha com o canivete. Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras... Havia pitangueiras na praia? Tenho uma ideia vaga de pitangueiras junto à praia. Iremos catar conchas cor-de-rosa e búzios crespos, ou armar o alçapão junto do brejo para pegar papa-capim. Quer? Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão amassada com manteiga? Eu lhe dou aipim ainda quente com melado. Talvez você fosse como aquela menina rica, de fora, que achou horroroso o nosso pobre doce de abóbora e coco.

     Mas eu a levarei para a beira do ribeirão, na sombra fria do bambual; ali pescarei piaus. Há rolinhas. Ou então ir descendo o rio numa canoa bem devagar e de repente dar um galope na correnteza, passando rente às pedras, como se a canoa fosse um cavalo solto. Ou nadar mar afora até não poder mais e depois virar e ficar olhando as nuvens brancas. Bem pouca coisa eu sei; os outros meninos riram de mim porque cortei uma iba de assa-peixe. Lembro-me que vi o ladrão morrer afogado com os soldados de canoa dando tiros, e havia uma mulher do outro lado do rio gritando.

    Mas como eu poderia, mulher estranha, convertê-la em menina para subir comigo pela capoeira? Uma vez vi uma urutu junto de um tronco queimado; e me lembro de muitas meninas. Tinha uma que era para mim uma adoração. Ah, paixão de infância, paixão que não amarga. Assim eu queria gostar de você, mulher estranha que ora venho conhecer, homem maduro. Homem maduro, ido e vivido; mas quando a olhei, você estava distraída, meus olhos eram outra vez os encantados olhos daquele menino feio do segundo ano primário que quase não tinha coragem de olhar a menina um pouco mais alta da ponta direita do banco.

     Adoração de infância. Ao menos você conhece um passarinho chamado saíra? É um passarinho miúdo: imagine uma saíra grande que de súbito aparecesse a um menino que só tivesse visto coleiros e curiós, ou pobres cambaxirras. Imagine um arco-íris visto na mais remota infância, sobre os morros e o rio. O menino da roça que pela primeira vez vê as algas do mar se balançando sob a onda clara, junto da pedra.

     Ardente da mais pura paixão de beleza é a adoração de infância. Na minha adolescência você seria uma tortura. Quero levá-la para a meninice. Bem pouca coisa eu sei; uma vez na fazenda riram: ele não sabe nem passar um barbicacho! Mas o que eu sei lhe ensino; são pequenas coisas de mato e de água, são humildes coisas, e você é tão bela e estranha! Inutilmente tento convertê-la em menina de pernas magras, o joelho ralado, um pouco de lama seca do brejo no meio dos dedos dos pés.

     Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande! Na adolescência me torturaria; mas sou um homem maduro. Ainda assim às vezes é como um bando de sanhaços bicando cajus de meu cajueiro, um cardume de peixes dourados avançando, saltando ao sol, na piracema; um bambual com sombra fria, onde ouvi silvo de cobra, e eu quisera tanto dormir. Tanto dormir! Preciso de um sossego na beira do rio, com remanso, com cigarras. Mas você é como se houvesse demasiadas cigarras cantando numa pobre tarde de homem. 

(BRAGA, Rubem. 50 crônicas escolhidas – 3ª edição – Rio de Janeiro: BestBolso, 2011.)

Em todo o texto apresentado, o emprego do acento grave é registrado por quatro vezes. Dentre os trechos destacados a seguir, a exigência da regência de acordo com a norma padrão da língua só NÃO faz parte da justificativa para tal ocorrência em:
Alternativas
Q1113963 Português

Passeio à infância

      Primeiro vamos lá embaixo no córrego; pegamos dois pequenos carás dourados. E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca. Quer ir de batelão, na ilha, comer ingá? Ou vamos ficar bestando nessa areia onde o sol dourado atravessa a água rasa? Não catemos pedrinhas redondas para a atiradeira, porque é urgente subir no morro; os sanhaços estão bicando os cajus maduros. É janeiro, grande mês de janeiro!

     Podemos cortar folhas de pita, ir para o outro lado do morro e descer escorregando no capim até a beira do açude. Com dois paus de pita, faremos uma balsa, e, como o carnaval é no mês que vem, vamos apanhar tabatinga para fazer fôrmas de máscaras. Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem pé de saboneteira. Se quiser, vamos. Converta-se, bela mulher estranha, numa simples menina de pernas magras e vamos passear nessa infância de uma terra longe. É verdade que jamais comeu angu de fundo de panela?

   Bem pouca coisa eu sei: mas tudo que sei lhe ensino. Estaremos debaixo da goiabeira; eu cortarei uma forquilha com o canivete. Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras... Havia pitangueiras na praia? Tenho uma ideia vaga de pitangueiras junto à praia. Iremos catar conchas cor-de-rosa e búzios crespos, ou armar o alçapão junto do brejo para pegar papa-capim. Quer? Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão amassada com manteiga? Eu lhe dou aipim ainda quente com melado. Talvez você fosse como aquela menina rica, de fora, que achou horroroso o nosso pobre doce de abóbora e coco.

     Mas eu a levarei para a beira do ribeirão, na sombra fria do bambual; ali pescarei piaus. Há rolinhas. Ou então ir descendo o rio numa canoa bem devagar e de repente dar um galope na correnteza, passando rente às pedras, como se a canoa fosse um cavalo solto. Ou nadar mar afora até não poder mais e depois virar e ficar olhando as nuvens brancas. Bem pouca coisa eu sei; os outros meninos riram de mim porque cortei uma iba de assa-peixe. Lembro-me que vi o ladrão morrer afogado com os soldados de canoa dando tiros, e havia uma mulher do outro lado do rio gritando.

    Mas como eu poderia, mulher estranha, convertê-la em menina para subir comigo pela capoeira? Uma vez vi uma urutu junto de um tronco queimado; e me lembro de muitas meninas. Tinha uma que era para mim uma adoração. Ah, paixão de infância, paixão que não amarga. Assim eu queria gostar de você, mulher estranha que ora venho conhecer, homem maduro. Homem maduro, ido e vivido; mas quando a olhei, você estava distraída, meus olhos eram outra vez os encantados olhos daquele menino feio do segundo ano primário que quase não tinha coragem de olhar a menina um pouco mais alta da ponta direita do banco.

     Adoração de infância. Ao menos você conhece um passarinho chamado saíra? É um passarinho miúdo: imagine uma saíra grande que de súbito aparecesse a um menino que só tivesse visto coleiros e curiós, ou pobres cambaxirras. Imagine um arco-íris visto na mais remota infância, sobre os morros e o rio. O menino da roça que pela primeira vez vê as algas do mar se balançando sob a onda clara, junto da pedra.

     Ardente da mais pura paixão de beleza é a adoração de infância. Na minha adolescência você seria uma tortura. Quero levá-la para a meninice. Bem pouca coisa eu sei; uma vez na fazenda riram: ele não sabe nem passar um barbicacho! Mas o que eu sei lhe ensino; são pequenas coisas de mato e de água, são humildes coisas, e você é tão bela e estranha! Inutilmente tento convertê-la em menina de pernas magras, o joelho ralado, um pouco de lama seca do brejo no meio dos dedos dos pés.

     Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande! Na adolescência me torturaria; mas sou um homem maduro. Ainda assim às vezes é como um bando de sanhaços bicando cajus de meu cajueiro, um cardume de peixes dourados avançando, saltando ao sol, na piracema; um bambual com sombra fria, onde ouvi silvo de cobra, e eu quisera tanto dormir. Tanto dormir! Preciso de um sossego na beira do rio, com remanso, com cigarras. Mas você é como se houvesse demasiadas cigarras cantando numa pobre tarde de homem. 

(BRAGA, Rubem. 50 crônicas escolhidas – 3ª edição – Rio de Janeiro: BestBolso, 2011.)

Na sequência que constitui o 2º§ do texto podem ser identificados, respectivamente:
Alternativas
Q1109492 Pedagogia

As avaliações externas dos alunos do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e do Programa Internacional para Avaliação de Estudantes (PISA), entre outras, contribuem para elevar a qualidade do ensino brasileiro na educação básica e superior.

Nesse contexto, os resultados das referidas avaliações contribuem para:

I. apontar a necessidade de caminhos pedagógicos diferenciados e atualizados.

II. melhorar a infraestrutura das instituições escolares.

III. ajudar o educando a entender a si mesmo e a refletir sobre sua própria aprendizagem.

IV. reformular o desempenho no exercício da docência com prioridade as metodologias adequadas.

Estão corretas as contribuições:

Alternativas
Q1109491 Pedagogia

A Proposta Pedagógica da Escola nasce do movimento de “ação-reflexão-ação” que nunca está pronto ou acabado e é construída e vivenciada em todos os momentos por todos os envolvidos no processo educativo da escola.

Nesse contexto, os princípios básicos que fundamentam essas reflexões e ações envolvem:

I. clareza sobre a finalidade da escola, perfis dos alunos e conhecimento do contexto escolar.

II. atividades cognitivas culturais de lazer e de convívio social.

III. organização e concretização de conteúdos curriculares e procedimentos didáticos e inovadores.

IV. avaliação e recuperação dos alunos ao longo do percurso escolar.

Estão corretos os princípios:

Alternativas
Q1109489 Pedagogia
Os processos formativos da Educação de Jovens e Adultos como modalidade da educação básica permitem, EXCETO:
Alternativas
Q1109488 Pedagogia

Analise as afirmativas a seguir sobre as definições dos componentes curriculares para a educação infantil e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) A prática da educação infantil reconhece a identidade dos alunos, de sua família e de seus professores.

( ) As crianças aprendem a ser e a conviver consigo mesmas e com os demais no decorrer do processo da aprendizagem.

( ) As atividades permitem interação com diversas áreas do conhecimento e com aspectos da vida cidadã.

( ) A prática da educação e os cuidados com a criança possibilitam integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos e sociais.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Q1109487 Pedagogia

As escolas deverão estabelecer como norteadores de suas ações pedagógicas princípios e valores necessários ao exercício da cidadania. Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os princípios e valores indicados às suas dimensões.

COLUNA I

1. Estética da sensibilidade

2. Política da igualdade

3. Principio da contextualização

4. Principio da interdisciplinaridade

COLUNA II

( ) Concretização de conteúdos mais próximos e familiares do aluno.

( ) As disciplinas dialogam umas com as outras.

( ) Substituição da repetição pela compreensão e pela criatividade.

( ) Acesso aos bens sociais e culturais sem discriminações.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Q1109486 Pedagogia
O perfil do aluno ao concluir a educação básica envolve as seguintes competências e habilidades requeridas para o exercício da cidadania, EXCETO:
Alternativas
Q1109485 Pedagogia
A Proposta Pedagógica da Instituição Escolar bem sucedida requer, EXCETO:
Alternativas
Q1109484 Pedagogia

Os princípios constitucionais vigentes reforçam a necessidade de acesso e melhoria da educação nos seus diferentes níveis, em um contexto marcado por profundas mudanças e demandas da sociedade brasileira.

Nesse contexto, analise os princípios a seguir e assinale com V os verdadeiros e com F os falsos.

( ) O princípio da autonomia assegura ampla liberdade na construção da Proposta Pedagógica.

( ) O princípio da universalização define o direito de todo cidadão à educação.

( ) O princípio da equidade requer igual oportunidade de estudos, trabalho, cultura e lazer a todo cidadão brasileiro.

( ) O princípio da qualidade indica a reprovação do aluno em substituição à progressão parcial.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Q1109483 Pedagogia

As normas vigentes dispõem que a educação de qualidade é aquela que forma o cidadão para o exercício da cidadania. Considerando essa afirmativa, analise os itens a seguir e assinale com V os verdadeiros e com F os falsos.

( ) A educação é a arte de ensinar e aprender.

( ) A educação permite o desenvolvimento de competências, habilidades e valores.

( ) A educação permite o conhecimento para a sobrevivência.

( ) A educação permite uma leitura abrangente, habilidade de interpretação, compreensão e convivência.

Assinale a sequência CORRETA.

Alternativas
Q1109391 Educação Artística
“Aprender a fazer e a conhecer arte é aprender a produzir e a ler arte, cabendo ao professor a tarefa de articular essas ações. Os projetos na escola podem firmar-se como propostas interdisciplinares, que resultam em boas transformações na dinâmica escolar, como os temas transversais que são ampliados pelas perspectivas dos vários campos do conhecimento. [...] Mais do que uma técnica ou uma estratégia sujeita a regras predeterminadas, os projetos refletem uma atitude pedagógica fundamentada numa concepção de educação que valoriza a construção do conhecimento.” (MARTINS; PICOSQUE; GUERRA, 2009) Considerando que o projeto representa outra forma de planejar, ensinar / aprender arte, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1109390 Educação Artística
São atividades, procedimentos e objetivos adequados à dança na educação escolar, EXCETO:
Alternativas
Q1109389 Educação Artística
“O enfoque multiculturalista é elemento de forte tendência na educação, e a arte é um poderoso e privilegiado veículo do multiculturalismo. A contextualização de produtos e valores estéticos é a via de desenvolvimento da atitude multicultural. Sem o exercício da contextualização, corre-se o risco de limitar a pluralidade cultural a uma abordagem aditiva, amplamente criticada por sociólogos, antropólogos e arte-educadores. A abordagem multiculturalista aditiva é entendida como a atitude de apenas adicionar tópicos relativos a outras culturas ou da cultura dominante, em nome da Arte, como fruto de condicionamentos pedagógicos, equívocos conceituais ou desconhecimento sobre a perspectiva multicultural.” (ROMANO, 2012) São abordagens multiculturalistas aditivas, EXCETO:
Alternativas
Q1109388 Educação Artística
“A compreensão do significado de desenhar é fundamental no ensino e aprendizagem da arte. O desenho é reconhecido comumente como desenho gráfico, mas seu significado vai além, identifica-se, originariamente, com a palavra desígnio e está ligada a projetar (lançar para a frente). Desenhar é designar, escolher, ir além. A essência do desenho desígnio possibilita que os alunos sejam capacitados a influir na maneira de viver, no jeito de designar seus projetos de vida, e encaminhar-se para emancipação humana, apontando para o caminho da liberdade. A consciência do desenho desígnio se manifesta na vida do professor e do aluno concomitantemente. A mudança de visão ocasiona transformação em outras áreas da vida das pessoas e não apenas na produção artística. Desenhamos nossa vida ou somos desenhados por ela.” (SOARES. In: ROSENTHAL; RIZZI, 2013) Sobre a relação com o desenho – desígnio – conceituado pela autora, analise as afirmativas a seguir. I. Os estudantes repetem desenhos estereotipados, por se sentirem seguros com imagens aceitas por professores e pela sociedade, para não ter que pensar, ou por fuga da realidade. II. A nutrição estética do professor amplia as possibilidades de compreensão e partilhamento com os estudantes. Se o professor for capaz de designar suas escolhas, desenhar sua vida, provavelmente será apto a colaborar para que os seus alunos façam o mesmo. III. É importante criar situações de observação e diálogo sobre o entorno, estimular o olhar, possibilitar experimentações individuais e coletivas, com materiais variados, proporcionar leitura de imagens e apreciação de formas, marcas ou representações significativas para os alunos, como meio de expressão e pesquisa. IV. Eleger o aluno que “faz os cartazes”, o que “sabe desenhar”, etc., comumente reconhecido com “habilidade artística” ou “talentoso”, representa uma atitude discriminatória do professor, que pode inibir a expressão dos outros alunos.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1109387 Educação Artística
Conforme a proposta geral do Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a Arte tem função tão importante quanto os demais conteúdos do currículo escolar. Considerando as funções da educação em Arte, descritas nos PCNs (1997), analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Representa um momento de terapia e recreação para os alunos. ( ) Favorece o aluno a relacionar-se de forma criadora com as outras disciplinas do currículo. ( ) Tem a finalidade de desenvolver habilidades manuais dos alunos. ( ) Propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1109386 Educação Artística
“O ensino da arte no século XXI configura-se diante de mudanças significativas. Evidencia-se um maior compromisso com a cultura, com a história e com a sociedade, objetivando possibilidades de conhecer, fruir, interagir e compreender manifestações artísticas que dialogam com realidades sociais, urbanas, comunitárias. Na busca de identificar tendências e alternativas consistentes na Arte-Educação, desponta a Arte Relacional ou Estética Relacional – desenvolvida pelo francês Nicolas Bourriau –, como proposta contemporânea no ensino da arte, pois os seus conceitos suscitam possibilidades significativas e instigantes no âmbito educacional e comunitário.” (ROMANO, 2012) Sobre as premissas da Arte Relacional, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1109385 Português
Analise as afirmativas a seguir referentes à Arte na educação escolar e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A arte produzida pelo adulto representa fins e parâmetros semelhantes à arte infantil. ( ) Ao avaliar, corrigir e orientar o trabalho infantil, estamos impondo os nossos padrões e valores. ( ) O contato da criança com obras de arte se constitui o cerne do desenvolvimento da sua consciência estética. ( ) O concurso para premiar “melhores” produções de arte infantil representa atitude discriminatória e antipedagógica.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Respostas
19981: C
19982: D
19983: C
19984: C
19985: C
19986: A
19987: B
19988: B
19989: C
19990: D
19991: B
19992: D
19993: A
19994: B
19995: C
19996: A
19997: D
19998: D
19999: C
20000: A