Questões de Concurso Comentadas para professor - educação infantil

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Q3858791 Pedagogia
Sobre a perspectiva de Nóvoa (2022) acerca da formação docente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3858790 Pedagogia
Luckesi (2014) afirma que a “avaliação, do ponto de vista epistemológico, se configura como uma investigação da qualidade da realidade”. Para o autor, a investigação avaliativa que tem como objetivo final revelar uma compreensão da realidade demanda descrever a realidade investigada e
Alternativas
Q3858789 Pedagogia
A partir das contribuições de Vygotsky, Horn (2004) afirma a importância do brincar para a criança. A autora identifica como uma implicação pedagógica importante que emerge de seus postulados a necessidade de um espaço de sala de aula organizado que
Alternativas
Q3858788 Pedagogia
Formosinho e Formosinho (2013) propõem como perspectiva educativa a Pedagogia-em-Participação, que consiste na criação de ambientes pedagógicos em que as interações e as relações sustentam atividades e projetos conjuntos, que permitem à criança e ao grupo coconstruir a sua própria aprendizagem e celebrar as suas realizações.
Segundo os autores, essa pedagogia tem como coração de suas crenças, valores e de seus princípios 
Alternativas
Q3858787 Pedagogia
Leia o excerto a seguir, adaptado de Fochi (2019):
Tem como processos inerentes observar, registrar, interpretar para projetar e comunicar. Para Malaguzzi, educador de Reggio Emilia, esses processos significam a possibilidade de discutir e dialogar “tudo com todos”. Ao mesmo tempo em que se produz memória acerca das crianças, da Pedagogia e da ação docente, também se converte em uma plataforma democrática, aberta ao diálogo, à troca e ao compartilhamento. Logo, é um fórum em que as múltiplas vozes são incluídas, escutadas e visibilizadas.

O elemento descrito por Fochi é, especificamente,
Alternativas
Q3858786 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        A professora Rosângela Veloso vivenciou uma sequência de atividades envolvendo conhecimentos sobre bichos e plantas com uma turma do Grupo 5 do Centro de Educação Infantil 14 BIS, que pertence à Rede Municipal da Prefeitura de Recife. Rosângela já tinha percebido que a presença dos bichos na escola, principalmente no refeitório, durante o horário do lanche, despertava muita curiosidade nas crianças. Em setembro, a professora Rosângela propôs às crianças uma pesquisa pelas áreas abertas da escola. Nesse momento, sugeriu que elas observassem e registrassem as suas descobertas desenhando ou escrevendo num caderno, como preferissem. Antes disso, a educadora relembrou a leitura que o grupo havia feito do livro A primavera da lagarta, de Ruth Rocha, e destacou que talvez alguns insetos que faziam parte da história poderiam ser encontrados durante a pesquisa.

(Rosa Brandão, 2021. Adaptado)
Suponha que a professora Rosangela esteja conversando com uma das crianças sobre seus registros. A criança, de 5 anos, indica à professora onde escreveu “tatu-bolinha” e, em outro local, “borboleta”, ambos representados por um conjunto de letras, aparentemente aleatórias. Pouco depois, Rosângela observa que essa mesma criança lê em voz alta para sua dupla de trabalho: “O tatu é cinza, e a borboleta voa”.
Com base no que defende Ferreiro (1985) a respeito da alfabetização na educação infantil, o episódio narrado indica que crianças da faixa etária entre 4 e 5 anos
Alternativas
Q3858785 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão.

        A professora Rosângela Veloso vivenciou uma sequência de atividades envolvendo conhecimentos sobre bichos e plantas com uma turma do Grupo 5 do Centro de Educação Infantil 14 BIS, que pertence à Rede Municipal da Prefeitura de Recife. Rosângela já tinha percebido que a presença dos bichos na escola, principalmente no refeitório, durante o horário do lanche, despertava muita curiosidade nas crianças. Em setembro, a professora Rosângela propôs às crianças uma pesquisa pelas áreas abertas da escola. Nesse momento, sugeriu que elas observassem e registrassem as suas descobertas desenhando ou escrevendo num caderno, como preferissem. Antes disso, a educadora relembrou a leitura que o grupo havia feito do livro A primavera da lagarta, de Ruth Rocha, e destacou que talvez alguns insetos que faziam parte da história poderiam ser encontrados durante a pesquisa.

(Rosa Brandão, 2021. Adaptado)
De acordo com Girão e Brandão (in: Brandão; Rosa, 2021), a experiência de registro da pesquisa de campo realizada pela professora Rosângela deve ser compreendida como exemplo de 
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Q3858784 Pedagogia
Cavalleiro (2024) aponta que a escola, como a sociedade, silencia conflitos étnicos. Ao concluir sua pesquisa, a autora alerta que a escola oferece aos alunos, brancos e negros,
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Q3858783 Pedagogia
Bortolanza (2017) apresenta a seguinte metáfora: “se o pensamento é uma nuvem que chove palavras, a emoção é o vento que move a nuvem”. Para a autora, isso significa que
Alternativas
Q3858782 Pedagogia
Böck, Gesser e Nuernberg (2020) observam que “quando o ensino é ministrado com pouca atenção aos diferentes modos utilizados pelas pessoas para acessarem o conhecimento, pautado em perspectivas normocêntricas, é maior a necessidade de recursos adicionais como, por exemplo, o uso da tecnologia ou, ainda, de apoio humano”.
Os autores destacam que esse cenário tem como consequência
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Q3858781 Pedagogia
De acordo com Bettio, Miranda e Schmidt (2021), o Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) é utilizado com o propósito de 
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Q3858780 Pedagogia
A respeito dos usos do espaço na educação infantil, leia o excerto a seguir, adaptado de Barbosa e Horn (in: Craidy; Kaercher, 2001):
O espaço deve promover a _______________________ sem a mediação direta do adulto, através do desafio por meio de jogos, materiais e livros, onde, em pequenos grupos ou individualmente, as crianças possam progredir intelectualmente.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna
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Q3858779 Pedagogia
Para que se possa redimensionar a concepção de currículo diante do trabalho com projetos pedagógicos, Barbosa e Horn (2008) defendem ser preciso passar da ideia de programa escolar para a de programação. Isso quer dizer que o currículo, ante a concepção de projetos das autoras, deve ser
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Q3858778 Matemática
Em uma caixa de formato cúbico, cujas medidas internas das arestas são 40 cm, foram colocados 4 vasilhames cilíndricos retos idênticos. Cada vasilhame tangencia duas faces da caixa, e, também, outros dois desses vasilhames, conforme a vista superior da caixa a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
Qual é o volume, em litros, de um desses vasilhames?
Utilize: π = 3 e 1 L = 1 dm3 = 1000 cm3
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Q3858777 Matemática
Uma escola que tem 7 classes de Educação Infantil convocou os familiares dos alunos para uma reunião de apresentação do projeto pedagógico anual. A tabela a seguir mostra o número de familiares que compareceram à reunião por classe.

Imagem associada para resolução da questão

Sabendo que a média aritmética simples do número de familiares por classe é 15, então o número total de familiares das classes B e F é igual a 
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Q3858776 Matemática
O sábado de eventos em uma escola terá início às 8 horas e término às 12 horas, com um intervalo de 30 minutos. Serão 5 atividades, sendo que as 3 primeiras, contínuas, ocorrerão antes do intervalo, e as outras 2 atividades, também contínuas, ocorrerão após o intervalo. As 3 primeiras atividades deverão ter a mesma duração entre si e 10 minutos a mais do que cada uma das 2 atividades que ocorrerão após o intervalo.
Se essas condições forem exatamente cumpridas quanto aos horários e às durações, é correto afirmar que o intervalo deverá ser iniciado às
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Q3858767 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de regência.
Alternativas
Q3858766 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3858764 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a neurologista entrevistada e as pesquisas científicas citadas
Alternativas
Q3858763 Português
Surdez e Alzheimer

        À primeira vista, a relação entre a surdez e o Alzheimer parece não fazer muito sentido. Afinal, como o fato de não escutar pode influenciar no aparecimento de um transtorno neurodegenerativo como o Alzheimer ou vice-versa? Apesar das duas condições terem características bastante diferentes, ambas podem, sim, estar diretamente ligadas.

        “Nós ouvimos com a ajuda dos nossos cérebros, portanto, o ato de ouvir, em si, já é uma forma de exercitar as nossas vias neurais. Patologias neurodegenerativas, como o Alzheimer, afetam não só as vias cerebrais que controlam a memória, mas também as vias auditivas”, afirma a neurologista do Hospital Dia Campo Limpo, Mayra Magalhães Silva. Dessa forma, a pessoa com Alzheimer pode ter a sua função auditiva afetada de maneira precoce ou profunda. E, da mesma forma, o inverso pode acontecer, ou seja, uma pessoa com audição alterada e sem nenhum cuidado pode ter mais chances de desenvolver problemas cognitivos, como o Alzheimer, em um estágio posterior da vida.

        Recente estudo publicado pela revista The Lancet Public Health indica que pessoas entre 40 e 69 anos têm um risco 42% maior de desenvolver degeneração neurocognitiva, caso tenham perda auditiva e não usem aparelho, comparadas às que utilizam os dispositivos. Outro estudo realizado pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra ainda que, a cada dez decibéis perdidos na audição, o risco de desenvolver doenças cerebrais, como o Alzheimer, aumenta em 27%.

        Segundo a neurologista, além dessas estimativas, existem outros fatores que podem estimular ainda mais o aparecimento do quadro. “Muitas vezes, pessoas com perda auditiva não tratada têm tendência a se isolar socialmente e, consequentemente, a sentir solidão e depressão. E esses quadros, por sua vez, intensificam o risco de estagnação mental, aumentando ainda mais o risco de desenvolver demência”, explica.

(Estado de Minas, “Surdez e Alzheimer: como um quadro pode impactar o outro e como prevenir”.
Disponível em: https://www.em.com.br/saude/. Adaptado)
Segundo o texto, a relação entre surdez e Alzheimer pode ser estabelecida porque
Alternativas
Respostas
1401: B
1402: C
1403: B
1404: C
1405: E
1406: C
1407: E
1408: B
1409: B
1410: D
1411: D
1412: C
1413: A
1414: A
1415: B
1416: B
1417: C
1418: D
1419: C
1420: D