Questões de Concurso
Comentadas para professor - educação infantil
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Ler a vida
(Marina Colasanti)
Quinta-Feira, 20 de agosto de 2020
Faço, toda manhã, exercícios respiratórios diante da janela aberta. E tenho o privilégio de ver o mar. Pois, manhã destas estava eu inspirando e expirando, quando reparei num barco de pesca parado em meio ao azul. Olhei para cima. Cormorões em bando revoluteavam. Pensei que os pescadores haviam lido aquelas asas e sabido através delas que um cardume nadava naquele exato ponto.
Toda manhã, tendo cumprido o dever dos exercícios, rego as plantas do terracinho do quarto e deixo o olhar escorrer sobre os prédios. Pois já fazem algumas manhãs que meus olhos encontram uma jovem mulher, de biquíni e grávida, andando em marcha apertada na laje do seu edifício. Calça tênis. Leio no seu andar o começo de uma devoção que nunca terminará, devoção ao filho que ainda nem nasceu. É por ele, para que nasça sadio apesar dela estar trancada em casa, que toda manhã toma o elevador e caminha, empenhada, sob o sol.
Tudo na vida é leitura, para quem tem olhos.
Num esforço de sobrevivência, os bebês precisam aprender a ler o mundo muito antes de identificar as letras. É preciso distinguir os objetos, identificar sua função e saber como essa função se encaixa no cotidiano. Interpretar o rosto dos outros humanos é imprescindível, sem o que corre-se o risco de confundir uma reprimenda com um carinho — e a reprimenda pode ser protetiva. É importante ler chama e gelo, chuva e vento, mar e floresta.
Sabemos que bebês que têm mais estímulos desenvolvem-se mais plenamente. O que são estímulos? São aulas de leitura da vida.
Pergunto-me como meu amigo Yllen Kerr, se vivo estivesse, leria o medonho incêndio do Pantanal. Foi premiado por uma série de reportagens sobre aquela imensa planície, inundada na maior parte do ano, seca somente durante quatro meses. Fotografou onças e aves, serpentes e jacarés para ilustrar as reportagens. Hoje choraria, tenho certeza, vendo os restos queimados de tantos animais. Não sei se leria nas chamas o aquecimento global, a alteração do regime de chuvas devido ao desmatamento, ou a pouca água dos rios permitindo a maior seca dos últimos 30 anos. Talvez, arguto que era, lesse esses três fatores juntos.
Cada um lê de acordo com os olhos que tem.
Vi em uma revista que Dior acabou de lançar novo modelo de bolsa. O modelo, dizia a legenda da foto, tem preços “a partir de 19 mil reais”. A revista listava o nome de três ou quatro proprietárias brasileiras desta joia. Certamente, elas leram a chegada da nova bolsa como um apelo de elegância desejável. Eu, ao contrário, li como extrema deselegância exibir bolsa deste preço em país tão miserável. Não importa quanto a pessoa ganha, importa quanto os outros não ganham. Não importa se a usuária já colabora de alguma maneira com obras beneficentes, o que mais importa é que 19 mil reais correspondem a 33 auxílios emergenciais.
(...)
Mas a leitura da vida não se faz só com os próprios olhos, entram na receita a sensibilidade e os conhecimentos que se têm.
FONTE: https://www.marinacolasanti.com/2020/08/ler-vida.html
Ler a vida
(Marina Colasanti)
Quinta-Feira, 20 de agosto de 2020
Faço, toda manhã, exercícios respiratórios diante da janela aberta. E tenho o privilégio de ver o mar. Pois, manhã destas estava eu inspirando e expirando, quando reparei num barco de pesca parado em meio ao azul. Olhei para cima. Cormorões em bando revoluteavam. Pensei que os pescadores haviam lido aquelas asas e sabido através delas que um cardume nadava naquele exato ponto.
Toda manhã, tendo cumprido o dever dos exercícios, rego as plantas do terracinho do quarto e deixo o olhar escorrer sobre os prédios. Pois já fazem algumas manhãs que meus olhos encontram uma jovem mulher, de biquíni e grávida, andando em marcha apertada na laje do seu edifício. Calça tênis. Leio no seu andar o começo de uma devoção que nunca terminará, devoção ao filho que ainda nem nasceu. É por ele, para que nasça sadio apesar dela estar trancada em casa, que toda manhã toma o elevador e caminha, empenhada, sob o sol.
Tudo na vida é leitura, para quem tem olhos.
Num esforço de sobrevivência, os bebês precisam aprender a ler o mundo muito antes de identificar as letras. É preciso distinguir os objetos, identificar sua função e saber como essa função se encaixa no cotidiano. Interpretar o rosto dos outros humanos é imprescindível, sem o que corre-se o risco de confundir uma reprimenda com um carinho — e a reprimenda pode ser protetiva. É importante ler chama e gelo, chuva e vento, mar e floresta.
Sabemos que bebês que têm mais estímulos desenvolvem-se mais plenamente. O que são estímulos? São aulas de leitura da vida.
Pergunto-me como meu amigo Yllen Kerr, se vivo estivesse, leria o medonho incêndio do Pantanal. Foi premiado por uma série de reportagens sobre aquela imensa planície, inundada na maior parte do ano, seca somente durante quatro meses. Fotografou onças e aves, serpentes e jacarés para ilustrar as reportagens. Hoje choraria, tenho certeza, vendo os restos queimados de tantos animais. Não sei se leria nas chamas o aquecimento global, a alteração do regime de chuvas devido ao desmatamento, ou a pouca água dos rios permitindo a maior seca dos últimos 30 anos. Talvez, arguto que era, lesse esses três fatores juntos.
Cada um lê de acordo com os olhos que tem.
Vi em uma revista que Dior acabou de lançar novo modelo de bolsa. O modelo, dizia a legenda da foto, tem preços “a partir de 19 mil reais”. A revista listava o nome de três ou quatro proprietárias brasileiras desta joia. Certamente, elas leram a chegada da nova bolsa como um apelo de elegância desejável. Eu, ao contrário, li como extrema deselegância exibir bolsa deste preço em país tão miserável. Não importa quanto a pessoa ganha, importa quanto os outros não ganham. Não importa se a usuária já colabora de alguma maneira com obras beneficentes, o que mais importa é que 19 mil reais correspondem a 33 auxílios emergenciais.
(...)
Mas a leitura da vida não se faz só com os próprios olhos, entram na receita a sensibilidade e os conhecimentos que se têm.
FONTE: https://www.marinacolasanti.com/2020/08/ler-vida.html
Ler a vida
(Marina Colasanti)
Quinta-Feira, 20 de agosto de 2020
Faço, toda manhã, exercícios respiratórios diante da janela aberta. E tenho o privilégio de ver o mar. Pois, manhã destas estava eu inspirando e expirando, quando reparei num barco de pesca parado em meio ao azul. Olhei para cima. Cormorões em bando revoluteavam. Pensei que os pescadores haviam lido aquelas asas e sabido através delas que um cardume nadava naquele exato ponto.
Toda manhã, tendo cumprido o dever dos exercícios, rego as plantas do terracinho do quarto e deixo o olhar escorrer sobre os prédios. Pois já fazem algumas manhãs que meus olhos encontram uma jovem mulher, de biquíni e grávida, andando em marcha apertada na laje do seu edifício. Calça tênis. Leio no seu andar o começo de uma devoção que nunca terminará, devoção ao filho que ainda nem nasceu. É por ele, para que nasça sadio apesar dela estar trancada em casa, que toda manhã toma o elevador e caminha, empenhada, sob o sol.
Tudo na vida é leitura, para quem tem olhos.
Num esforço de sobrevivência, os bebês precisam aprender a ler o mundo muito antes de identificar as letras. É preciso distinguir os objetos, identificar sua função e saber como essa função se encaixa no cotidiano. Interpretar o rosto dos outros humanos é imprescindível, sem o que corre-se o risco de confundir uma reprimenda com um carinho — e a reprimenda pode ser protetiva. É importante ler chama e gelo, chuva e vento, mar e floresta.
Sabemos que bebês que têm mais estímulos desenvolvem-se mais plenamente. O que são estímulos? São aulas de leitura da vida.
Pergunto-me como meu amigo Yllen Kerr, se vivo estivesse, leria o medonho incêndio do Pantanal. Foi premiado por uma série de reportagens sobre aquela imensa planície, inundada na maior parte do ano, seca somente durante quatro meses. Fotografou onças e aves, serpentes e jacarés para ilustrar as reportagens. Hoje choraria, tenho certeza, vendo os restos queimados de tantos animais. Não sei se leria nas chamas o aquecimento global, a alteração do regime de chuvas devido ao desmatamento, ou a pouca água dos rios permitindo a maior seca dos últimos 30 anos. Talvez, arguto que era, lesse esses três fatores juntos.
Cada um lê de acordo com os olhos que tem.
Vi em uma revista que Dior acabou de lançar novo modelo de bolsa. O modelo, dizia a legenda da foto, tem preços “a partir de 19 mil reais”. A revista listava o nome de três ou quatro proprietárias brasileiras desta joia. Certamente, elas leram a chegada da nova bolsa como um apelo de elegância desejável. Eu, ao contrário, li como extrema deselegância exibir bolsa deste preço em país tão miserável. Não importa quanto a pessoa ganha, importa quanto os outros não ganham. Não importa se a usuária já colabora de alguma maneira com obras beneficentes, o que mais importa é que 19 mil reais correspondem a 33 auxílios emergenciais.
(...)
Mas a leitura da vida não se faz só com os próprios olhos, entram na receita a sensibilidade e os conhecimentos que se têm.
FONTE: https://www.marinacolasanti.com/2020/08/ler-vida.html
Ler a vida
(Marina Colasanti)
Quinta-Feira, 20 de agosto de 2020
Faço, toda manhã, exercícios respiratórios diante da janela aberta. E tenho o privilégio de ver o mar. Pois, manhã destas estava eu inspirando e expirando, quando reparei num barco de pesca parado em meio ao azul. Olhei para cima. Cormorões em bando revoluteavam. Pensei que os pescadores haviam lido aquelas asas e sabido através delas que um cardume nadava naquele exato ponto.
Toda manhã, tendo cumprido o dever dos exercícios, rego as plantas do terracinho do quarto e deixo o olhar escorrer sobre os prédios. Pois já fazem algumas manhãs que meus olhos encontram uma jovem mulher, de biquíni e grávida, andando em marcha apertada na laje do seu edifício. Calça tênis. Leio no seu andar o começo de uma devoção que nunca terminará, devoção ao filho que ainda nem nasceu. É por ele, para que nasça sadio apesar dela estar trancada em casa, que toda manhã toma o elevador e caminha, empenhada, sob o sol.
Tudo na vida é leitura, para quem tem olhos.
Num esforço de sobrevivência, os bebês precisam aprender a ler o mundo muito antes de identificar as letras. É preciso distinguir os objetos, identificar sua função e saber como essa função se encaixa no cotidiano. Interpretar o rosto dos outros humanos é imprescindível, sem o que corre-se o risco de confundir uma reprimenda com um carinho — e a reprimenda pode ser protetiva. É importante ler chama e gelo, chuva e vento, mar e floresta.
Sabemos que bebês que têm mais estímulos desenvolvem-se mais plenamente. O que são estímulos? São aulas de leitura da vida.
Pergunto-me como meu amigo Yllen Kerr, se vivo estivesse, leria o medonho incêndio do Pantanal. Foi premiado por uma série de reportagens sobre aquela imensa planície, inundada na maior parte do ano, seca somente durante quatro meses. Fotografou onças e aves, serpentes e jacarés para ilustrar as reportagens. Hoje choraria, tenho certeza, vendo os restos queimados de tantos animais. Não sei se leria nas chamas o aquecimento global, a alteração do regime de chuvas devido ao desmatamento, ou a pouca água dos rios permitindo a maior seca dos últimos 30 anos. Talvez, arguto que era, lesse esses três fatores juntos.
Cada um lê de acordo com os olhos que tem.
Vi em uma revista que Dior acabou de lançar novo modelo de bolsa. O modelo, dizia a legenda da foto, tem preços “a partir de 19 mil reais”. A revista listava o nome de três ou quatro proprietárias brasileiras desta joia. Certamente, elas leram a chegada da nova bolsa como um apelo de elegância desejável. Eu, ao contrário, li como extrema deselegância exibir bolsa deste preço em país tão miserável. Não importa quanto a pessoa ganha, importa quanto os outros não ganham. Não importa se a usuária já colabora de alguma maneira com obras beneficentes, o que mais importa é que 19 mil reais correspondem a 33 auxílios emergenciais.
(...)
Mas a leitura da vida não se faz só com os próprios olhos, entram na receita a sensibilidade e os conhecimentos que se têm.
FONTE: https://www.marinacolasanti.com/2020/08/ler-vida.html
Ler a vida
(Marina Colasanti)
Quinta-Feira, 20 de agosto de 2020
Faço, toda manhã, exercícios respiratórios diante da janela aberta. E tenho o privilégio de ver o mar. Pois, manhã destas estava eu inspirando e expirando, quando reparei num barco de pesca parado em meio ao azul. Olhei para cima. Cormorões em bando revoluteavam. Pensei que os pescadores haviam lido aquelas asas e sabido através delas que um cardume nadava naquele exato ponto.
Toda manhã, tendo cumprido o dever dos exercícios, rego as plantas do terracinho do quarto e deixo o olhar escorrer sobre os prédios. Pois já fazem algumas manhãs que meus olhos encontram uma jovem mulher, de biquíni e grávida, andando em marcha apertada na laje do seu edifício. Calça tênis. Leio no seu andar o começo de uma devoção que nunca terminará, devoção ao filho que ainda nem nasceu. É por ele, para que nasça sadio apesar dela estar trancada em casa, que toda manhã toma o elevador e caminha, empenhada, sob o sol.
Tudo na vida é leitura, para quem tem olhos.
Num esforço de sobrevivência, os bebês precisam aprender a ler o mundo muito antes de identificar as letras. É preciso distinguir os objetos, identificar sua função e saber como essa função se encaixa no cotidiano. Interpretar o rosto dos outros humanos é imprescindível, sem o que corre-se o risco de confundir uma reprimenda com um carinho — e a reprimenda pode ser protetiva. É importante ler chama e gelo, chuva e vento, mar e floresta.
Sabemos que bebês que têm mais estímulos desenvolvem-se mais plenamente. O que são estímulos? São aulas de leitura da vida.
Pergunto-me como meu amigo Yllen Kerr, se vivo estivesse, leria o medonho incêndio do Pantanal. Foi premiado por uma série de reportagens sobre aquela imensa planície, inundada na maior parte do ano, seca somente durante quatro meses. Fotografou onças e aves, serpentes e jacarés para ilustrar as reportagens. Hoje choraria, tenho certeza, vendo os restos queimados de tantos animais. Não sei se leria nas chamas o aquecimento global, a alteração do regime de chuvas devido ao desmatamento, ou a pouca água dos rios permitindo a maior seca dos últimos 30 anos. Talvez, arguto que era, lesse esses três fatores juntos.
Cada um lê de acordo com os olhos que tem.
Vi em uma revista que Dior acabou de lançar novo modelo de bolsa. O modelo, dizia a legenda da foto, tem preços “a partir de 19 mil reais”. A revista listava o nome de três ou quatro proprietárias brasileiras desta joia. Certamente, elas leram a chegada da nova bolsa como um apelo de elegância desejável. Eu, ao contrário, li como extrema deselegância exibir bolsa deste preço em país tão miserável. Não importa quanto a pessoa ganha, importa quanto os outros não ganham. Não importa se a usuária já colabora de alguma maneira com obras beneficentes, o que mais importa é que 19 mil reais correspondem a 33 auxílios emergenciais.
(...)
Mas a leitura da vida não se faz só com os próprios olhos, entram na receita a sensibilidade e os conhecimentos que se têm.
FONTE: https://www.marinacolasanti.com/2020/08/ler-vida.html
EDUCAÇÃO CRÍTICA
A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política. Modificando-se assim, a própria relação entre o professor e o aluno, a qual é marcada pelo pressuposto básico que Paulo Freire estabelece para esta relação, a saber, a prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente.
Portanto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável. O diálogo implica reconhecimento do outro, através do respeito a sua dignidade, o que só é possível entre pessoas, e o qual se fundamenta na democracia.
Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Muitas vezes, como em nossa vida social, tem se apresentado também, envolvida pelo autoritarismo, a ausência do diálogo, exigindo de todos, a aprendizagem da democracia, através da dialogação entre alunos, pais e professores, transformando a vida escolar em assunto de todos os envolvidos, assim como a vida política é assunto de toda a sociedade.
Para tanto, Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, calcada no homem livre, racional, capaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, por meio de reformas histórico-culturais, ou seja, no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural.
Assim, compreender a cultura como processo histórico pelo qual o homem se relaciona com o mundo transformando-o com os outros homens, reconhecendo e transformando a natureza e a si próprios. Representando a somatória de toda a experiência, criação e recriação ligada ao homem no seu espaço de hoje e na sua vivência de ontem, configurando-se como a real manifestação do homem sobre e com o mundo. Portanto, compreendendo que a cultura é tudo o que é criado pelo homem.
Desta forma, é relevante considerar o homem inserido na cultura por ele constituída, compreendendo as relações que se estabelecem na escola. Em que o professor perceba que cada indivíduo, deve despertar para a consciência de sentido do seu existir, devendo a ele o respeito com a necessária competência e compromisso pedagógico, o que deve servir de referência na organização e valoração do quefazer escolar. Perceber a existência de duas culturas, a do educando e a do educador, numa sociedade competitiva e de contradições.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.
Com base no texto 'EDUCAÇÃO CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir:
I. Paulo Freire propõe uma educação calcada no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural, afirma o texto. Assim, na perspectiva de Freire, a educação deve distanciar-se da realidade do educando, para, assim, refletir a cultura das classes dominantes, de acordo com o texto.
II. Paulo Freire propõe uma educação calcada no homem livre, racional, incapaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
EDUCAÇÃO CRÍTICA
A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política. Modificando-se assim, a própria relação entre o professor e o aluno, a qual é marcada pelo pressuposto básico que Paulo Freire estabelece para esta relação, a saber, a prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente.
Portanto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável. O diálogo implica reconhecimento do outro, através do respeito a sua dignidade, o que só é possível entre pessoas, e o qual se fundamenta na democracia.
Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Muitas vezes, como em nossa vida social, tem se apresentado também, envolvida pelo autoritarismo, a ausência do diálogo, exigindo de todos, a aprendizagem da democracia, através da dialogação entre alunos, pais e professores, transformando a vida escolar em assunto de todos os envolvidos, assim como a vida política é assunto de toda a sociedade.
Para tanto, Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, calcada no homem livre, racional, capaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, por meio de reformas histórico-culturais, ou seja, no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural.
Assim, compreender a cultura como processo histórico pelo qual o homem se relaciona com o mundo transformando-o com os outros homens, reconhecendo e transformando a natureza e a si próprios. Representando a somatória de toda a experiência, criação e recriação ligada ao homem no seu espaço de hoje e na sua vivência de ontem, configurando-se como a real manifestação do homem sobre e com o mundo. Portanto, compreendendo que a cultura é tudo o que é criado pelo homem.
Desta forma, é relevante considerar o homem inserido na cultura por ele constituída, compreendendo as relações que se estabelecem na escola. Em que o professor perceba que cada indivíduo, deve despertar para a consciência de sentido do seu existir, devendo a ele o respeito com a necessária competência e compromisso pedagógico, o que deve servir de referência na organização e valoração do quefazer escolar. Perceber a existência de duas culturas, a do educando e a do educador, numa sociedade competitiva e de contradições.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.
Com base no texto 'EDUCAÇÃO CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com o texto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável.
II. Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, onde ocorra uma evidente segregação dos educandos em função das suas classes sociais, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
EDUCAÇÃO CRÍTICA
A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política. Modificando-se assim, a própria relação entre o professor e o aluno, a qual é marcada pelo pressuposto básico que Paulo Freire estabelece para esta relação, a saber, a prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente.
Portanto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável. O diálogo implica reconhecimento do outro, através do respeito a sua dignidade, o que só é possível entre pessoas, e o qual se fundamenta na democracia.
Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Muitas vezes, como em nossa vida social, tem se apresentado também, envolvida pelo autoritarismo, a ausência do diálogo, exigindo de todos, a aprendizagem da democracia, através da dialogação entre alunos, pais e professores, transformando a vida escolar em assunto de todos os envolvidos, assim como a vida política é assunto de toda a sociedade.
Para tanto, Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, calcada no homem livre, racional, capaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, por meio de reformas histórico-culturais, ou seja, no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural.
Assim, compreender a cultura como processo histórico pelo qual o homem se relaciona com o mundo transformando-o com os outros homens, reconhecendo e transformando a natureza e a si próprios. Representando a somatória de toda a experiência, criação e recriação ligada ao homem no seu espaço de hoje e na sua vivência de ontem, configurando-se como a real manifestação do homem sobre e com o mundo. Portanto, compreendendo que a cultura é tudo o que é criado pelo homem.
Desta forma, é relevante considerar o homem inserido na cultura por ele constituída, compreendendo as relações que se estabelecem na escola. Em que o professor perceba que cada indivíduo, deve despertar para a consciência de sentido do seu existir, devendo a ele o respeito com a necessária competência e compromisso pedagógico, o que deve servir de referência na organização e valoração do quefazer escolar. Perceber a existência de duas culturas, a do educando e a do educador, numa sociedade competitiva e de contradições.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.
Com base no texto 'EDUCAÇÃO CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir:
I. A relação entre o professor e o aluno é marcada, na perspectiva de Paulo Freire, pela prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente, afirma o texto.
II. O texto defende que o educador, ao realizar a prática educativa, não deve considerar a cultura constituída pela sociedade onde o educando está inserido, pois a compreensão das relações que se estabelecem na escola deve ocorrer a partir de modelos teóricos previamente estabelecidos, não pelo diálogo entre professores e alunos, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
EDUCAÇÃO CRÍTICA
A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política. Modificando-se assim, a própria relação entre o professor e o aluno, a qual é marcada pelo pressuposto básico que Paulo Freire estabelece para esta relação, a saber, a prática do diálogo enquanto dimensão essencial no trabalho de compreensão da realidade a partir das experiências do sujeito ensinante, assim como do sujeito aprendente.
Portanto, a comunicação entre o educador e o educando, na partilha de suas experiências pelo diálogo, abre caminhos para uma participação responsável. O diálogo implica reconhecimento do outro, através do respeito a sua dignidade, o que só é possível entre pessoas, e o qual se fundamenta na democracia.
Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Muitas vezes, como em nossa vida social, tem se apresentado também, envolvida pelo autoritarismo, a ausência do diálogo, exigindo de todos, a aprendizagem da democracia, através da dialogação entre alunos, pais e professores, transformando a vida escolar em assunto de todos os envolvidos, assim como a vida política é assunto de toda a sociedade.
Para tanto, Paulo Freire propõe uma educação transformadora, uma educação para a democracia pela participação de todos, calcada no homem livre, racional, capaz de promover mudanças através do consenso entre grupos e classes sociais, por meio de reformas histórico-culturais, ou seja, no pensar a realidade do trabalho humano como uma obra de cultura, um ato cultural.
Assim, compreender a cultura como processo histórico pelo qual o homem se relaciona com o mundo transformando-o com os outros homens, reconhecendo e transformando a natureza e a si próprios. Representando a somatória de toda a experiência, criação e recriação ligada ao homem no seu espaço de hoje e na sua vivência de ontem, configurando-se como a real manifestação do homem sobre e com o mundo. Portanto, compreendendo que a cultura é tudo o que é criado pelo homem.
Desta forma, é relevante considerar o homem inserido na cultura por ele constituída, compreendendo as relações que se estabelecem na escola. Em que o professor perceba que cada indivíduo, deve despertar para a consciência de sentido do seu existir, devendo a ele o respeito com a necessária competência e compromisso pedagógico, o que deve servir de referência na organização e valoração do quefazer escolar. Perceber a existência de duas culturas, a do educando e a do educador, numa sociedade competitiva e de contradições.
Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.
Com base no texto 'EDUCAÇÃO CRÍTICA', leia as afirmativas a seguir:
I. Paulo Freire traz para a escola o princípio da relação professoraluno. Essa relação, não costuma apresentar qualquer indício de autoritarismo ou da ausência de diálogo, de acordo com o texto.
II. A educação crítica é orientada para a tomada de decisões e para o exercício da prática de uma responsabilidade social e política, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os professores têm o compromisso de oferecer às crianças possibilidades de pensar e criar, tendo o papel de mediador, estimulando a curiosidade das crianças por conhecer o mundo.
II. Na perspectiva de Piaget, não existe afeição sem cognição, assim como não existem comportamentos exclusivamente cognitivos.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O comprometimento ativo do professor no processo educativo contribui para uma educação adequada às necessidades dos alunos.
II. As práticas pedagógicas da Educação Infantil devem privilegiar experiências que incentivem a curiosidade, a exploração e o questionamento das crianças em relação ao mundo físico e social.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. À medida que a criança interage com os outros indivíduos, ela desenvolve seu conhecimento social.
II. As práticas pedagógicas da Educação Infantil devem promover experiências que ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas, no ambiente escolar.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O pragmatismo educacional acredita que o conhecimento só ganha sentido quando ele é útil para resolver um problema real.
II. Para Piaget, o desenvolvimento social da criança influencia o seu desenvolvimento cognitivo e afetivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. As práticas pedagógicas da Educação Infantil devem estimular experiências que favoreçam o progressivo domínio pelas crianças de vários gêneros e formas de expressão (gestual, verbal etc.).
II. Na criança com paralisia cerebral, pode-se perceber algumas dificuldades típicas como, por exemplo, as habilidades altamente desenvolvidas ao usar as mãos para comer e para manejar instrumentos musicais.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve ter como objetivo impedir a criança de ter acesso aos processos de apropriação e de articulação de conhecimentos de diferentes linguagens.
II. As práticas pedagógicas da Educação Infantil devem possibilitar às crianças vivenciar experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A alfabetização é um processo que se limita apenas a ler e a escrever os signos do alfabeto.
II. A alfabetização é uma prática prejudicial ao desenvolvimento afetivo das crianças na Educação Infantil.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Na Educação Infantil, as práticas pedagógicas devem impedir as crianças de vivenciar experiências que envolvem a utilização de recursos tecnológicos e midiáticos.
II. O tecnicismo em educação exige do aluno uma conduta passiva no tocante à recepção do conhecimento.
Marque a alternativa CORRETA: